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quinta-feira, março 07, 2013

FUMAÇA À PORTUGUESA

Há países onde a vida-aterro sanitário dos bancos é qualquer coisa de muitíssimo mais drástico, com juízes a sério, polícias a sério, jornalistas a sério e suicídios a sério de porta-vozes com odor a homicídios expiatórios. Por cá, a encenação é quase tudo. É só fumaça. A Autoridade para a Concorrência finge que actua e que é autoridade, especialmente em fim de mandato para que o incumbente cessante saia numa aura de glória, atirando alto para media ver ou longe, arma de chantagem de último recurso. Que tristeza, Manuel Sebastião!

terça-feira, dezembro 16, 2008

AMIGUISMO E AFLIÇÃO EM SEBASTIÃO


Num país em que ninguém se manca e ninguém se demite
e este ninguém são sempre os mesmos oportunistas serventuários
atirados para altos cargos por amistosa lealdade de outros detentores de altos cargos,
por vezes mostra-se serviço. Um serviço à toa, mas serviço.
[Acabo de ler uns editoriais do JN e pergunto-me como é possível
até estes jornalistas viverem no mesmo mundo de fantasia do PM, políticas ou outras,
escreverem a pataco ao serviço dos interesses estabelecidos e do poder político
enquanto este priva e deprada as classes média e aperta
de nulo uma mole imensa. Grande mistério!].
ljlkj
Enfim, agora a Autoridade do acossadinho Sebastião amigo de Pinho,
imita a ASAE e, ignorando os processos cartelistas da Galp mal explicados,
atira-se com violência ao sector panificador de Lisboa (AIPL). De repente, descobrimos
que a AdC existe, mas existe novamente para malhar nos comparativamente fracos
fazendo jus à máxima que marca a trágica legislatura em decurso: forte com os fracos
e fraco com os fortes do dinheiro, do poder, da influência, a velha direita
dos interesses instalados e bem servidos. Melhor que nada. Melhor que pouco.
Mas tudo isto é o espectáculo aflitivo de fingir independência,
equidistância e 'autoridade' após o incómodo amiguismo
sobejamente demonstrado há poucos meses.