Há países onde a vida-aterro sanitário dos bancos é qualquer coisa de muitíssimo mais drástico, com juízes a sério, polícias a sério, jornalistas a sério e suicídios a sério de porta-vozes com odor a homicídios expiatórios. Por cá, a encenação é quase tudo. É só fumaça. A Autoridade para a Concorrência finge que actua e que é autoridade, especialmente em fim de mandato para que o incumbente cessante saia numa aura de glória, atirando alto para media ver ou longe, arma de chantagem de último recurso. Que tristeza, Manuel Sebastião!
«After he has suffered, he will see the light of life and be satisfied; by his knowledge my righteous servant will justify many, and he will bear their iniquities.Therefore I will give him a portion among the great, and he will divide the spoils with the strong, because he poured out his life unto death, and was numbered with the transgressors. For he bore the sin of many, and made intercession for the transgressors.» Isaiah 53
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quinta-feira, março 07, 2013
terça-feira, dezembro 16, 2008
AMIGUISMO E AFLIÇÃO EM SEBASTIÃO

Num país em que ninguém se manca e ninguém se demite
e este ninguém são sempre os mesmos oportunistas serventuários
atirados para altos cargos por amistosa lealdade de outros detentores de altos cargos,
por vezes mostra-se serviço. Um serviço à toa, mas serviço.
[Acabo de ler uns editoriais do JN e pergunto-me como é possível
até estes jornalistas viverem no mesmo mundo de fantasia do PM, políticas ou outras,
escreverem a pataco ao serviço dos interesses estabelecidos e do poder político
enquanto este priva e deprada as classes média e aperta
de nulo uma mole imensa. Grande mistério!].
ljlkj
Enfim, agora a Autoridade do acossadinho Sebastião amigo de Pinho,
imita a ASAE e, ignorando os processos cartelistas da Galp mal explicados,
atira-se com violência ao sector panificador de Lisboa (AIPL). De repente, descobrimos
que a AdC existe, mas existe novamente para malhar nos comparativamente fracos
fazendo jus à máxima que marca a trágica legislatura em decurso: forte com os fracos
e fraco com os fortes do dinheiro, do poder, da influência, a velha direita
dos interesses instalados e bem servidos. Melhor que nada. Melhor que pouco.
Mas tudo isto é o espectáculo aflitivo de fingir independência,
equidistância e 'autoridade' após o incómodo amiguismo
sobejamente demonstrado há poucos meses.
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