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segunda-feira, julho 01, 2013

GASPAR E A BANCADA DA MAIORIA

Parece-me óbvio que Gaspar não suportou a desfeita da votação favorável da maioria às medidas apresentadas pelo PS e disse: «Para mim, chega!» Fora uma facada à linha duríssima seguida pelo técnico do BCE delegado no Governo Português. Fora um golpe intestino. Até às autárquicas, a cavalgada dos partidos da coligação é pela minimização dos danos eleitorais, a reversão da imagem do Governo. Daí a mudança de registo no sentido da confrontação com os técnicos da Troyka, a recusa de ir mais além na flexibilidade laboral ou no corte de pensões. Resta saber se o terror por uma hecatombe eleitoral resultará em perda de rigor e de capacidade de fazer o que esteja correcto e seja do interesse do País. Em lugar de Gaspar, uma mulher, Maria Luís Albuquerque. Demasiado mulher para se deixar abalar pelas vozes caninas dos socratistas, pelas falácias de ex-ministros socratistas e pela pressão de toda a xuxada ávida de pote.

sábado, dezembro 22, 2012

DOIS SUPER-SECRETÁRIOS DE ESTADO

«...gostaria de deixar uma nota de apreço quanto ao trabalho que a senhora secretária de Estado do Tesouro tem vindo a realizar neste seu ano e meio de Governo. A sua acção governativa, especificamente no Tesouro, com todas as dificuldades envolvidas, tem sido (até agora) de grande eficácia e sucesso. A redução das yields nas Obrigações do Tesouro, as emissões de BT’s cujos prazos de reembolso se vão alargando e a própria extensão de maturidades de emissões ainda não reembolsadas são a prova do seu bom trabalho. O mesmo se aplica ao senhor secretário de Estado das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, Sérgio Monteiro, que tem sido outro governante de valor acrescentado, nomeadamente na forma como tem contribuído para equilibrar a operação do sector público dos transportes e pela forma tentativa como vai conseguindo alguma coisa (ténue) nas renegociações das PPP (sendo que, neste caso, Sérgio Monteiro poderia e saberia fazer bem melhor.…). Mas, enfim, tanto um como outro, ao contrário de tantos outros e apesar das minhas (várias) críticas ao Governo, estão entre os membros do executivo que merecem a minha admiração pela forma como têm logrado os objectivos a que se têm proposto.» Ricardo Arroja