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quinta-feira, abril 11, 2013

ANDO FELIZ COM ESTE REGRESSO

Desatina Carreira
Fiquei furioso quando o socratismo removeu o Contra-Informação, numa operação, dentre imensas outras cirurgias mediáticas, para que o embrulho malcheirento ficasse imune ao poder corrosivo da sátira e do humor. Um prejuízo incalculável à Democracia.

terça-feira, setembro 18, 2012

ESTADO GERAL DO ROUBO EM PORTUGAL

Ver e ouvir pelo menos mil vezes. Talvez um Povo Lento Amedrontado Encornado, compreenda finalmente que o Estado está Falido. Está Falido para Pensionistas. Está Falido para Funcionários Públicos. Está Falido para mais Educação e mais Saúde. Mas não está Falido para as PPP. Não está Falido para os Parasitas Soares, Júdice, Proença, Tantos e Tantos. Não está Falido para os Amigos. Isto é bem pior que uma Ditadura, cujos rostos e nomes eram aqueles e pronto. Ora foda-se, Portugueses! Ora foda-se, Portugal! E está tudo ligado. Pedro Passos Coelho faz parte do longo rol de coirões, os quais mal se vêem eleitos, logo se fazem esquecidos de Gente, alheados de Povo, sem um pingo de coragem para nos defender com unhas e dentes, e só coragem de nos foder pela máxima medida. Isso é cretino e fácil, não é Pedrinho?!

sábado, abril 07, 2012

PRECATEMO-NOS

«Na minha opinião, o Estado social vai entrar em colapso daqui a seis ou sete anos se a situação se mantiver. Ou seja, se houver cada vez menos nascimentos, mais emigração e uma população a envelhecer a cada dia que passa, não é possível manterem-se os actuais níveis de protecção social.» Medina Carreira

sexta-feira, setembro 23, 2011

CULPAR E DESCULPABILIZAR JARDIM

Sou daqueles que, como Medina Carreira, desculpabilizo parcialmente a bancarrota perpetrada por Alberto Jardim e de igual modo considero que todos os governantes da última década deveriam ser processados, especialmente José Sócrates pelo dolo, pelo esbanjamento criminoso de dinheiros públicos em imagem, marketing político, SIS de bolso, assessorias fúteis, línguas de pau, excesso de buffet por dá cá aquela palha inaugural e logo adiante falida. Mas eu iria ainda mais longe, recomendando criminalização a quantos levaram o País por duas vezes à bancarrota, em 1978 e 1983, e também quantos legislaram e tornaram possíveis aquele tipo de reformas principescas, orientadas para A e B a dedo, reformas obscenas, duplas, triplas, milionárias, enquanto temos gente com duzentos e tal vergonheuros para morrer na ignomínia e no charco de miséria. Se é para lá que caminhamos inexoravelmente, qual o escândalo em encarcerar Sócrates e um punhado de irresponsáveis que cavaram não apenas uma crise política, mas uma crise cívica, com garantida miséria e empobrecimento de massas. Pensem nisto que eu não duro sempre.

quinta-feira, setembro 22, 2011

DEZ ANOS DE DESGOVERNO

Medina Carreira disse-o e eu acho muito bem: sim, os governantes dos últimos 10 anos deviam ser julgados e condenados. Isso significa, cumulativamente, Guterres [cinco anos de prisão com pena suspensa], Durão Barroso [dez anos sem direito a fiança], Santana Lopes [três meses de prisão com pena suspensa] e José Sócrates [prisão perpétua com cúmulo jurídico de trezentos e sessenta e cinco anos], ainda para mais com o bónus de haver ratos e chover na cadeia, se fosse dar com os ossos no Montijo. Acho bem. Montem por aí a petição que se impõe para levar esta ideia de Medina avante. Cavaco, esse escapa fedendo. As insuficiências e imprevidências da sua governação já prescreveram.

domingo, junho 26, 2011

MEDINA SUPERSTAR

Ontem, no Eixo do Mal, programa em que por demasiadas incorro no delito de assistir dada a demência recorrente nalguns dos paineleiros, era possível observar um Pedro Marques Lopes completamente tresloucado no comentário: o modo como abordou a decisão de PPC no que respeita às viagens em económica roçou o vómito. Oco e nulo, parecia estar ali a artificializar-se discípulo da errática figura que é, hoje, o solipsista Pacheco Pereira, espírito de contradição e crítica pela glória diáfana da crítica. Enfim, para esquecer! O desvario que vai pelas TV, meu Deus. Para meu consolo, Medina Carreira continua fresco e lúcido e a dar entrevistas felizes. Consegue acrisolar no seu espírito um lado esperançoso e outro céptico ou prudente, como é preciso. Ignorado por tanto tempo, hoje pode ser dos mais escutados e respeitados graças à força bruta realidade que nos vai sendo imposta: «O principal traço que eu encontro como característica positiva deste governo é estar lá gente que não vive da política. É gente que não vai para lá fazer habilidades para sobreviver. São pessoas que já têm um estatuto social. Agora se isso significa alguma alteração não sei. [...] Os ministros das Finanças não fizeram contas, ou se fizeram, e não tomaram medidas, são idiotas. » Medina Carreira

segunda-feira, junho 13, 2011

«ASSASSINOS DO FUTURO DE PORTUGAL»

Medina Carreira esteve agora mesmo a explicar a Ana Lourenço o seu novo livro, O Fim da Ilusão. No fim da conversa, após explicar a nossa crise social, onde o empobrecimento se irmana à esterilidade e à mais maliciosa incompetência dos últimos governos, disse ter dito a um dos ministros sinistros do socratismo, uma vez num restaurante: «Vocês ficarão conhecidos como os assassinos do futuro de Portugal.» Eu não baptizaria melhor essa casta indescritível de gente menor. Nunca serão amaldiçoados o suficiente dada a esmagadora falta de amor pelos portugueses, pelos filhos e netos nascidos e por nascer dos portugueses cujo futuro será novamente sombrio. Por isso discordo frontalmente de Marcelo Rebelo de Sousa que apareceu ontem a respaldar Sócrates e os seus brilhantes assessores de uma putativa criminalização por procedimentos danosos contra o Estado português. Nunca nos endireitaremos se não se fizer justiça cabal e objectiva sobre titulares de cargos públicos responsáveis por erros grosseiros e grosseira burla. Foi também na SIC-N que me deparei com Alfredo Barroso, completamente infantil, interruptor do discurso alheio como nem os velhos Marretas, gordo, bojudo, sempre a arrotar, enquanto protestava uma gigantesca sensibilidade para com os pobres, lado B de um disco riscado com lado A que são as palmas e língua de pau sempre que a chusma de ladrões do Rato rata os recursos do Estado. 

terça-feira, abril 12, 2011

CRIMINOSO LOUCO

«Medina Carreira também é adepto do problema na tola, em versão crime: "Narrativa: Sócrates estava a defender Portugal e com ele não entrava cá o FMI. Verdade: Portugal é que tem de se defender deste criminoso louco que levou o país para a ruína (há muito antecipada como todos sabem). A diabolização do FMI é mais uma táctica dos spin doctors de Sócrates. O FMI fará sempre parte de qualquer resgate, seja o do mecanismo do EFSF (que é o que está em vigor e foi usado pela Irlanda e pela Grécia), seja o do ESM (que está ainda em discussão entre os 27 e não se sabe quando, nem se, nem como irá ser aprovado)." Se calhar Portugal tem de mandar analisar mas é o PM, não as contas.» Anónimo

terça-feira, fevereiro 22, 2011

PLANO INCLINADO E SECCIONADO

Quando se fica a saber do fim do programa Plano Inclinado inclinamo-nos para a constatação do peso mortífero dos lóbis maçónico e socialista nas políticas da opinião, da informação e, logo, da divulgação ou ocultação sorna dos números igualmente mortíferos da economia portuguesa, os quais deveriam dar prisão efectiva aos recentes locatários políticos da função de Primeiro-Ministro. Não seria a primeira vez que cortam o gasganete à raiz do pensamento, especialmente se o pensamento os acusa de comportamentos de tríade: danosos do mérito, sonegadores da justiça, sabotadores da honestidade. Manobristas. Proteccionistas. Mentirosos. Circenses. Aos que não gostam particularmente de Manuela Moura Guedes nem de Medida Carreira nem de Mário Crespo nem de quantos falem dos factos negros e da desconfortável verdade dos números portugueses, façam um jubiloso brinde com merda. Hip Hip Hooray, motherfuckers! 

domingo, novembro 22, 2009

O IMAGOPATA, REGIME EM AGONIA

Entregues aos desmandos de um doido, apaixonadíssimo por si mesmo e especialista em saídas airosas das piores trapalhadas; afundados no mais escabroso descalabro económico, sentimos, com Medina Carreira, que o Regime caminha para o seu ocaso, por ventura violento, apesar do colete europeu a inspirar bom tom e correcção à superfície da Fome e da Frustração galopantes. De essa iminência de Choro e Ranger de Dentes nacional só não se apercebem os álacres habitantes no planeta Ostras e Champanhe. A Imagem! A imagem! A imagopatia de um só vaidoso pode distrair, enganar e atrasar o confronto com a verdade por parte dos portugueses por algum tempo. Mas não por todo o tempo.

sexta-feira, setembro 11, 2009

UMA CERTA RASQUICE INCORPORADA

«Compara muito estes tempos com o estertor final da monarquia. Em que havia, se descontarmos a efémera ditadura de João Franco, dois partidos, esgotados e corruptos, que se alternavam no Poder - os progressistas e os regeneradores. Como o PS e o PSD de hoje? Esta democracia não funciona. Os partidos fecharam-se porque não querem gente de qualidade lá dentro. Ou é a gente de qualidade que não quer ir para os partidos? Talvez, também. Mas é mais provável a primeira hipótese. Os partidos tomaram conta do dinheirito e as pessoas lá dentro esgatanharam-se para disputar a mesa do Orçamento. E o pessoal de qualidade está a governar-se por fora. O que tem a ver com as grandes obras que este Governo quer fazer, para dar dinheiro a ganhar a alguém. Estes projectos são criminosos. O TGV, o novo aeroporto... Todas essas porcarias! Não são absolutamente essenciais, em primeiro lugar. E precisamos é de um Governo que crie as condições para atrair investimento estrangeiro e interno. Mas um País sem produtos naturais, petróleo, diamantes, etc., o que deve fazer para enriquecer? Que clusters deve explorar? Não me interessam os clusters. Preciso é de ter um conjunto de condições que atraiam investimentos. Externos e internos. Os internos... enfim, há quem diga que os nossos empresários são tão fracos como o próprio país... Costumamos dizer quer os empresários são sempre incompetentes, os advogados uns gatunos, etc... Tudo isso tem uma parcela de verdade, todos nós temos uma certa rasquice incorporada... Temos que viver com ela. Mas não estamos cingidos aos empresários nacionais. Temos é de arranjar condições para que quem queira investir, invista. Essa coisa dos clusters é tudo conversa. Numa economia de mercado é o investidor que escolhe. Mas num País sem recursos, o Estado tem de revelar alguma imaginação para estimular isso... O Estado tem de ter caco: os tribunais a funcionar bem e impedir que só haja imbecis a sair da escola. Isto é que são funções do Estado. A sua é escrever, a minha papaguear e a dos empresários investir! E eles investirão, se ganharem dinheiro. Ora, com o sistema de Justiça, a funcionar como funciona, o sistema fiscal também, e a corrupção a alastrar, ninguém vem para cá. Se o Estado fizer isto bem feito - e não é pouco - já actuará bem.» Medina Carreira, à Visão

quinta-feira, agosto 13, 2009

sexta-feira, janeiro 02, 2009

MEDINA E OS VENDILHÕES DE ILUSÕES


Medina Carreira esteve de novo no Jornal de Mário Crespo da SIC-N
no qual comentou esparsamente o Discurso do PR à luz do espectro
da Crise Internacional que se vem somar à velha e duradoura Crise Nacional
e das manifestações quotidianas dela que por aí vão grassando em Portugal.
lkj
Entre considerações sobre a corrupção generalizada
que nos condena e empobrece, sobre a nulidade exuberante do Governo,
e a revelação pessoal de uma célebre história do 'Não' de Medina,
Ministro das Finanças, a Júlio Iglesias; entre o desejo de que o Estado português
não obtenha mais financiamento no exterior com altíssimos juros, aliás,
o que já aconteceu quando a CGD pediu há semanas 2000 milhões de euros
e só lhe foram concedidos 1250 milhões de euros,
e a constatação do desaparecimento misterioso no bolso de alguém
de mais de trezentos mil milhões de euros comunitários,
achei curisoso o comentário à expressão paternal e papal do PR:
'Não tenham medo' que comparece já perto do fim do respectivo discurso.
Medina Carreira considera que teria muito mais consistência
dizer: 'Não tenham medo porque está a ser feito isto e isto de bom'.
Como nada está a ser feito pelo Governo (nem sequer de mau ou de bom!),
Medina Carreira diz que tem medo.
lkj
É por isso mais que natural
que devamos ter ainda mais que ele.