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quinta-feira, julho 25, 2013

UM OXÍMORO COERENTE

Quer dizer então que, para além do nosso incorruptível Álvaro, não há nada que se aproveite no Governo de que fizeste parte?! Nada, nada, nadica de nada?! Gostava que me explicasses um tal oxímoro político. Estou a ler-te os posts mais recentes e parece que leio Pacheco. Começo a pensar que Pacheco sabe de mais e diz de mais naquela negatividade desalentadora que um intelectual, para ser bom, parece que tem de ter. Um ano de desemprego ou sem mecenas materiais e espirituais, nesta vida dura, pode tornar-nos extremamente negativistas. Tenho contrariado esse pendor negro com a praia e o sol possíveis. Tens de voltar aos mergulhos na salsugem atlântica. Como eu. E passar fome militantemente, como eu.

segunda-feira, abril 08, 2013

AUTO-EVIDÊNCIAS

«Os portugueses habituaram-se a escândalos, a suspeitas e a ameaças. Familiarizaram-se com a impunidade que sempre reinou nos casos políticos. Mais cedo ou mais tarde, tudo era abafado. Só que, desta vez, não foi. O que é que mudou, entretanto? O que é que fez com que Relvas sofresse aquilo que Sócrates (que também tinha realizado provas escritas de forma irregular) não sofreu? Foram os protagonistas que mudaram. Nuno Crato não é Mariano Gago, para sorte dos portugueses. E nas diferenças que os separam reside uma grande lição.» AHC

quinta-feira, abril 04, 2013

UMA DEMISSÃO LUSTRAL

Movia-me, mais que qualquer outro sentimento, um de compaixão por Miguel Relvas. Relvas é uma das faces do Regime: o Regime não merece qualquer compaixão porque segregou a gentalha mais lesiva dos interesses colectivos que nem em quase novecentos anos de História, mas Relvas apanhou com todas as pedras na grande lapidação cívica em decurso que aliás não poupa, porque não pode poupar, outros nomes com muitíssimo mais lata e infinita cara de pau. Diga-se que o martírio público e notório de alguns bons cabrões da nossa não obteve ainda nenhuma das correspondentes consequências por parte da Justiça. O mal do Regime é larvar e medra até ao rebentamento final.

terça-feira, abril 02, 2013

COM RELVAS OU SEM RELVAS

«Imagino que não haveria ministro que as pessoas mais quisessem ver pelas costas do que Miguel Relvas. Mas Relvas não foi escolhido para integrar o Governo pelos seus eventualmente lindos olhos - foi escolhido para integrar o Governo para representar e assegurar a defesa de uma série de interesses clientelares do PSD, os mesmos que deram o poder interno a Passos Coelho, e que fazem com que a política governamental seja aquilo que é: mudar tanto quanto possível na medida em que nada de essencial mude realmente.

segunda-feira, março 04, 2013

MOVER O POLEGAR

Não poderia estar mais de acordo com este resumo do relvismo: da flébil emergência à crassa inexistência de um ministro. Só nos saem figuras tristes, personagens para esquecer, coladas ao assento pelo cuspo do hábito. Que Relvas fosse evacuado, regressando à sua vida empresarial 'dinâmica', génio que é dos mil contactos e dos mil favores devidos e a haver, seria uma folga dada desde logo ao baraço no pescoço do Governo Passos. Pode não chegar. Sinto-me globalmente traído. Confiei em que, com Passos, o critério da delicadeza, da verdade, e da sensibilidade para com as pessoas concretas estaria antes de qualquer decisão gizada na frieza de um gabinete nacional ou europeu. Enganei-me e enganei-me ainda mais tendo em conta a falta desesperante de resultados positivos. Eu e milhões de portugueses, num protesto contínuo e incansável, derrubamos o Governo Sócrates porque era uma escandalosa obscenidade em movimento, feérica, estúpida, movida talvez a cocaína. Um embuste. Uma loucura. Provavelmente, milhões de portugueses e eu voltaremos a mover o polegar, como o Imperador. Não haja ilusões: com a queda deste Governo, toda a classe política, cega, surda, tacticista, tagarela, seria vergastada e derrubada igualmente. Cresce-nos um nojo que pode não poupar nem o menino nem a água do banho.

segunda-feira, fevereiro 25, 2013

RELVAS, QUALIDADES HUMANAS E POLÍTICAS

Estou numa etapa da minha vida marcada pela distensão na militância cívica, pelo amor à minha paz de espírito e pela compaixão pelo próximo. Procuro fundamentalmente abster-me de chatices. Mas sempre que acidentalmente passo os olhos pelo que escreve um socratista, a advogar mais Sócrates, claro, tenho imediatamente uma recaída, sobretudo quando o ponto de partida ou o termo de comparação é Relvas. Reagir, para mim, é como palitar os dentes. Como diria António Costa, ó'bam'á'ber: ninguém no seu inteiro juízo terça argumentos contra ou a favor de Relvas.

quarta-feira, fevereiro 20, 2013

terça-feira, fevereiro 19, 2013

MUJAHEDINES DE SUPOSTA ESQUERDA

Isto não vai lá nem com o fervor meritório do Joaquim Jorge, mais um tentado à comparação do pénis democrático com o da democracia dos insultos e da estupidez, mesmo por uma boa causa. Por muito que nos doa, certos mujahedines de suposta Esquerda só nos deitam a perder. Isto só lá vai com manifestações pacíficas por mudanças profundas e substanciais no Sistema Político. Aproveitemos 2 de Março para engatilhar serenamente a nossa Arma de Manifestação Maciça.

quarta-feira, novembro 07, 2012

SEXO COM RELVAS E RABANETES

Incidentes e situações insólitas sempre os teremos. Por exemplo, isto tem toda a cara de assédio ao Ministro tu-cá-tu-lá com o Brasil, desejo de intimidade com o Ministro tu-cá-tu-lá com Angola, mas é sobretudo um aviso à navegação política de todos os quadrantes. Paris que se cuide. Lisboa que se cuide. Nada será como dantes. Dêem o exemplo ou será o exemplo dar-vos pelas barbas. Adenda: Nuno Ferreira parece tão pacífico! Fica-se a gostar dele. Não se imagina o jornalista Nuno a soltar impropérios grosseiros, ele que, anda a pé. Paz d'alma mais Paz d'alma não não pode haver.  

quinta-feira, outubro 18, 2012

DIAS DE CREPÚSCULO

Ninguém suportava José Sócrates por todas as razões da evidência, logro, dissimulação, experiência directa de toneladas da mais pantomineira demagogia charlatã. Poucos suportam Miguel Relvas, espécie de reedição do político português típico, mas num outro registo muito longe de espalhafatoso e estéril, pelo contrário: duro, realista, mortífero tanto quanto a realidade pode ser mortífera. Tendo em conta o ponto a que chegámos, mesmo os penedos dizem verdades. Mesmo as rãs nos charcos coaxam verdades. Nos hospícios e hospitais psiquiatras, não faltam doidos a expender verdades. Mesmo um Político, com anos de constatação desta podridão, diz verdades insofismáveis. Quem poderá contradizer Relvas, nestes dias de crepúsculo, decadência e catástrofe?!

domingo, outubro 14, 2012

A REMOÇÃO DO DUO MUTUALISTA PASSOS-RELVAS

É preciso pesar os custos-benefícios nacionais da remoção do par Relvas-Passos. Há muito a fazer até ao fim de Março e até ao fim da legislatura, pois os dias que correm são terríveis, dramáticos, não são passíveis de Brincadeiras de Esquerda: se me garantirem que Portugal se safa da gravíssima embrulhada em que está metido, valerá a pena conservá-los em formol até ao limite dos resultados no défice, em Dezembro e Março. Não apoio a evacuação imediata desse duo, nem que me atirem com o esqueleto de José Sócrates para uma cela de alta segurança nacional e me metam um açaime tipo Hannibal Lecter no Soares e nos outros doberman republicanos, laicos, socialistas de bolso forrado, esses que, cada vez que ladram faccioso mata e esfola, assassinam um pouco mais as nossas hipóteses. Se o duo em causa não se safar nos resultados que exibam em Dezembro e Março, lamentamos mas estes três documentos de arquivo que contam as diligências em simultâneo de Miguel Relvas e de Passos Coelho junto da Ordem dos Arquitectos para conseguirem contratos para a Tecnoforma, no âmbito do programa Foral, chateiam o suficiente para que se tirem as devidas consequências. Ainda não. Demasiado perigoso.

VELHO DUO INTRINCADO E IMBRICADO

E agora, rapazes?
A cada dia que passa, Cerejo revela-nos o duo Passos-Relvas como mais um fenómeno do Regime. Duo intrincado e imbricado numa reciprocidade muito para além da unha e da carne. Infelizmente, contra aquilo a que o Fóssil Arménio e outros Fósseis possam apelar, não temos tempo nem condições para atirar a casa abaixo e despedi-los com uma palmadinha nas costas e um pontapé no cu. Somos aliás nós, os despedidos com uma palmadinha no cu e um pontapé nas costas. Impõe-se-nos, por isso, suportar estes incumbentes nesta comum travessia mortífera, a ver se nos saímos menos mal, juntos, do Novo Cabo das Tormentas.

quinta-feira, outubro 11, 2012

TROCOS

Relvas garante que serão dispensados menos de 50 mil funcionários públicos
A minha vida é negócios. Negócios. Negócios e Negócios!
Ok, Cerejo, estás a fazer um belíssimo trabalho de investigação e já to elogiei quando radiografaste as casas horrendas que o PlayBoy de Paris assinava indevidamente na Guarda. Mas depois, acabadinho de ouvir atentamente o pseudo-contraditório de Paulo Campos, no programa do José Gomes Ferreira [página estranhamente desactualizada], a negar e a renegar relatórios oficiais comprometedores, a negar e a renegar dados oficiais comprometedores e a desmentir e redesmentir factos oficiais comprometedores com outros dados mais doces, com outros relatórios mais em conta e com outros factos mesmo a calhar, relativos às Mil e Uma PPP Ruinosas do Socratismo, ou seja, a velha língua de pau e o velho pó atirado aos olhos da Opinião Pública, era bom que a tua investigação, Cerejo, qualquer investigação, incidisse sobre os milhares de milhões do Erário Público atirados pela sanita em estradas inúteis e outros negócios absolutamente assassinos, conforme hoje testemunhamos na pele. De notar a atrapalhação, a secura da boca, a gaguez e a montanha de papéis ideais para a ofuscação e a confusão que falaram pelo Palhaço Paulo Campos, discípulo evidente do Charlatão posto em sossego em França. O binómio mini-pinóquio Passos-Relvas faz parte de um Sistema e de um Regime que não têm nem remédio nem redenção a não ser com uma mudança serena, um referendo de Regime, uma Ideia Nova, livremente amada e aclamada pelas Pessoas que hoje abominam a Nomenklatura, Toda a Nomenklatura! do Descalabro. Queremos é saber dos milhares de milhões de prejuízos massivos para o Estado e do Risco Zero / Perda Nula que os Governos Sócrates negociaram sistematicamente a favor dos Privados.

terça-feira, outubro 09, 2012

PASSOS DIZ

... e diz bem, que não teve nada a ver com a gestão abominável do Estado perpetrada pelo Parisiense Abominável, como quem diz, ok, a gente safava-se, mas isso não teve qualquer impacto comparado com o pessoal rascóide que arremessou Portugal para a falência e a dívida colossal. Por exemplo, a raiva que o Fóssil Arménio e muitos Fósseis de Esquerda andam por aí a segregar a frio e sem adesão, à boleia do 15 de Setembro, deveria obedecer a uma gradação qualitativa por ordem de gravidade.

segunda-feira, outubro 08, 2012

TECNOFUCK THEM ALL!

O Regime não passa disto, promiscuidade, arranjos de vida e favor entre a Aristocracia Política que trata como pode da sua vidinha: na longa e penosa narrativa regimental, não passa de um episódio mais que a Tecnoforma, uma empresa de que Passos Coelho foi consultor e administrador, tenha dominado por completo, na região Centro, um programa de formação profissional destinado a funcionários das autarquias que era tutelado por Miguel Relvas, então Secretário de Estado da Administração Local. Reparem, vocês os excitadinhos com mais este pentelho de uma tonelada para um Governo tão Leve, que mesmo assim, com o duo bicéfalo Relvas-Passos, mais Passos que Relvas, do que tratamos é de bagatelas videirinhas, além de quilos de ingenuidade sob a limpeza troykista do Estado Português Insustentável em decurso. Outra coisa, coisa hard core na História Política Moderna de Portugal, é Sócrates, para quem uma prisão jamais bastaria, senão com castigos corporais e abundantes vexações públicas continuadas: os seus apoiantes insinuam que os detractores do Porcalhão Parisiense alimentam algum desejo da sua eliminação física. É falso. Só queremos os sub-reptícios milhões ilícitos devolvidos à procedência e que se veja recluso numa cela desconfortável por muitos e bons anos: enterrou Portugal, mentiu, abusou, enriqueceu na proporção da bancarrota. 'Infelizmente', não podemos suportar caos e precariedade governativa nem dar-nos ao luxo de incendiar as praças com pólvora e sangue, como há cem anos atrás, com os sucessivos Governos repúblico-fanáticos, vigentes em média por quatro meses, ao longo do período negro 1910-1928. Não nos traria nada. Talvez nos tirasse tudo. Basta a verdade, que é suficientemente corrosiva para um Poder Político completamente divorciado do nosso benefício da dúvida e absolutamente à parte das pessoas. Temos de a administrar com parcimónia bem como ao nosso tecnofodam-se todos!

quinta-feira, setembro 06, 2012

PREFIRO RELVAS, MEU AMOR, AO ASS

«O ministro adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, afirmou nesta quarta-feira que o Governo pretende “fazer o mesmo serviço público, mas com menos custos para os portugueses”.» Público

terça-feira, agosto 28, 2012

CHUPEM AQUI, Ó PANFLETÁRIOS DE ESQUERDA!

A perseguição ao Relvas é encarniçada e divertida, mas a resposta do Ministro, grosso modo, não andará longe disto, do «Chupem aqui!». Perseguem-no em todo o lugar, por todo o planeta, mesmo em Marte não seria de estranhar um poster «Vai estudar!», um cartaz, uma tarja bem como um parvalhão mais ou menos corajoso a empunhá-los ou a garantir a respectiva afixação. Estou em sofrimento e apetece-me satirizar com as nádegas do Soares, o teleponto do grande Fils Parisien de Putain Parisienne, todos os ladrões de Direita que muito bem se entenderam em negócios insuportáveis ao Erário com os animais da Esquerda dita Moderada. Não consigo vazar o meu desconforto profissional no Relvas. Tenho o Soares e toda a fauna de ladrões, videirinhos e bem governados à frente, na lista. Quem sabe um dia, ainda que toda a piada, por muito boa que seja, tenha prazo de validade.

quinta-feira, agosto 16, 2012

RELVAS É PORTUGAL

Não há notícias de que o omnipresente, dinâmico, empreendedor, Relvas se tenha demitido. Nem se demitirá. Fez melhor. Desapareceu. A licenciatura de Relvas, as equivalências do Relvas, o papel triste da Lusófona no processo, mesmo os multi-hiper-ultra negócios do Relvas, tudo veio divertir-nos enormemente antes das férias, reforçando o lado provinciano, inconclusivo, pícaro e falhento da nossa classe política e a miserabilidade deplorável da nossa democracia e Regime: vale tudo, não há escrúpulos, o modus operandi da geral rapacidade das nossas elites não muda. Está tudo ligado. Antes disso, Relvas enfrentou uma comissão parlamentar, titubeando no que o vinculava ao super-espião Silva Carvalho, homem de alma rugosa e que o Porcalhão Parisiense empossara. Está tudo ligado. Relvas foi ainda acusado pela Redacção e Direcção do Público de ter ameaçado fazer um boicote do Governo a esse órgão e divulgar a proximidade íntima de uma jornalista com um socialista qualquer que lhe toldaria a isenção. Relvas proporcionou-nos novela. Relvas proporcionou-nos picante. O facto de haver quem defenda Relvas, como José Miguel Júdice, não releva de nenhuma hipocrisia ou decadência adicionais que se tenham abatido de repente, calamitosas, na política nacional. A política nacional é calamitosa, desleal, rapace, oportunista. Recordemo-nos que Júdice defendeu derreadamente o Porcalhão Parisiense, por vezes de modo mais leal que Emídio Rangel, o Grande Bobo. Está tudo ligado. Não era com Relvas que o padrão haveria de mudar.

quarta-feira, agosto 08, 2012

UM MOMENTO DE EMBRIAGUEZ

São todos maus e enfermam de vícios semelhantes, mas, numa competição taco a taco pelo mal menor feito ao País, prefiro milhões de vezes o ministro licenciado homolgado Relvas ao calhorda não licenciado de Paris, casos aliás dissemelhantes. Constate-se, porém, que jaz morto e enterrado o assunto Relvas/Lusófona na proporção em que o condutor da política do Governo Passos não parece vá molestar por demais a RTP. Daí que todos os insultos que o triste Relvas tem alombado [como se boa parte da classe-corporação política não se compusesse dessa mesma massa] e a triste Lusófona são preferíveis à sina de ser ou ter sido nesta vida alguma vez socialista, filho espiritual de Soares, membro dessas Esquerdas dadas ao hábil abotoamento privativo de recursos públicos ao nível de um carrossel de feira. Com década e meia de socialistas ao leme, perdemos o direito à asneira, uma vez que o País esteve mesmo a ser governado por gente sem qualificações, mas vaidosa e megalómana, a qual para ser doutora recorreu a falsas universidades e no caso de Sócrates até conseguiu sair engenheiro sem estudar a ponta de uma gaita. Podemos rir do Sócrates, mas a verdade é que foi ele que geriu coisas tão importantes como a nomeação de altos dirigentes do Estado ou o ordenamento territorial, e perpetrou o afundamento das contas públicas em pouquíssimos anos; era ele que geria as benesses do Estado, usando-as para comprar poder e favores, para ter um exército de autarcas, assessores e arrastadeiras que tudo fizeram para o manter no poder e tramar a vida a quem ousasse criticá-lo e a mais alguém demasiado incómodo. Foi uma bebedeira perfeita. Acordamos dela tarde para perceber o estado em que esse desqualificado deixou o País. Posso continuar a passar fome, entrar novamente no desemprego docente, continuar pobre e sem tusto para viver dignamente, mas nunca confundirei os Tempos Megalómanos Ladrões e Cretinos Socialistas com estes dias cretinos somente Passos-Coelhistas. A diferença é crassa.