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segunda-feira, agosto 10, 2015

A TRAGÉDIA PORTUGUESA

Eu, joshua, tenciono regressar ao local da bloga.
Já só me falta um computador novo.
A Tragédia Portuguesa soma e segue: tragédia de não haver filas para o multibanco, 
tragédia de um desemprego nos 11,9% e a cair, 
tragédia dos cartazes intrujões do #PS a gerar confiança como uma vacaria e uma pocilga geram metano, 
tragédia de um Estado que se financia a juros baixos, 
tragédia de um Tesouro com os Cofres Cheios para pagar a Montanha de Merdas que o Sócrates assinou e comissionou, 
tragédia porque sim, 
o horror obrigatório, 
a calamidade decretada pelo Largo do Rato, 
o caos imperativo das Esquerdas no Facebook, 
a recessão nas cabeças peregrinas dos alegres, 
dos almeidas, 
dos galambas, 
dos soares, 
das manelas,
dos carlos gays que vão aldrabar com eloquência à RTP2,
dos pachecos, dos capuchos, 
dos jerónimos, 
dos pivots das TV por cabo, 
da crica mortágua, 
da crica catarina, 
da crica de Belém, 
do Toucinho Costa, 
do Costa Charro, 
do verme de Évora, 
dos berloques, dos Livres, 
dos barrosos, 
dos sousa tavares e dos velhos, 
dos idiotas, 
dos arranjistas, 
dos impotentes, 
dos celerados, 
dos vendidos, 
dos imbecis, 
dos párias, 
dos ascetas, 
e de todos os Nóvoas que houver por aí!!!!!!!!!

sábado, agosto 31, 2013

CENAS DE UM PS ULTRADEMAGÓGICO

Um PS demagógico com um líder demagogo, um PS ultra-falsificador do passado e do futuro, não vai lá. Seguro passa por alienado ao garantir saídas e soluções de nula exequibilidade, como reverter cortes. O PS não se redime, nem se redefine, nem se purga. Não há Seguro, nem Costa ou outro jacobino qualquer que lhe valha. Ainda bem. Espero que a generalidade dos que se interessam pelo País e votam no mal menor perceba que Portugal, depois de ter tido pouco menos que Ladrões de Bancos à frente da governação, só tem uma hipótese de futuro, uma base sólida de progresso: ir pelo caminho mais duro e pedregoso, optar pelo mais difícil e menos popular, ouvir e acolher o que menos lhe agrada, como o apelo explícito à emigração, por exemplo. Quem prometer paliativos e alívios de curto ou médio prazo, mente. Não há País que sobreviva à carga esmagadora de mentiras do socratismo, do socialismo segurista e do lastro utopista da manhosa Constituição rumo ao socialismo venezuelano-cubano-norte-coreano que nos separa dos Países que realmente progridem e enriquecem, nesta Europa.

sexta-feira, agosto 30, 2013

NAS MÃOS DO MAL

Flamingo at the Beach
Mais um convite para um almoço sorrateiro socratista nas costas do Tó Zé. Se tivessem vergonha, declinariam o convite para almoçar com o Mal. Não se almoça com Gestão Danosa, Dolo Político, Devastação e Saque. Não se almoça com o ultra-comissionismo em negócios de Estado lesivos dos interesses do Estado e chorudos para os amigos, as Construtoras amigas do partido e a Banca do Salgado. Não se almoça com a Vaidade e a Psicopatia desprezivas das gentes, insensíveis a Povo, capazes de lhe legarem tais sofrimentos, tais fomes, tais lágrimas. Não se almoça com a Cabeça perpetradora de actos e decisões sistemáticos anti-contribuintes, rodoPPP, toxiswap. Não se almoça com o grau zero do mau carácter. Não se almoça com o Mal Político e o Malefício Público em forma de gente. Dá-se-lhe ordem de prisão. Só se almoça com a Ganância na Política, com o Lixo Ávido de Poder e com a Sufocação Insidiosa de Adversários Internos e Externos se se for conivente com tudo com que se almoça. Se não se for capaz de uma coluna direita, recta, mas recurvada e servil: «Da lista dos comensais fazem parte, para além de José Sócrates e Manuel Pizarro, Augusto Santos Silva [ASS], ex-ministro da Defesa, Francisco Assis, deputado e ex-líder da bancada parlamentar do PS, Renato Sampaio, deputado e candidato do PS ao Agrupamento de Juntas de Freguesia do Centro Histórico do Porto, Acácio Pinto, deputado pelo círculo eleitoral de Viseu, os presidentes das câmaras de Amarante e de Mangualde, Armindo Abreu e João Azevedo, o antigo vereador da Câmara do Porto Hernâni Gonçalves, entre outros convidados.»

sábado, julho 20, 2013

A CULPA É DO PS

O PS é uma nódoa. Tudo o que o PS fez no passado agudizou os problemas portugueses do presente e basta isso para não merecer qualquer espécie de felicitações pelos próximos cem anos. Tudo o que o PS faz no presente é empatar. O PS não disse que não. Fingiu voz grossa. O não de hoje, impostura e fingimento, será o sim de joelhos amanhã. O PS não é mais decente nem menos que aquela gente do PSD e do CDS. Se formos a falar de demagogia, na medíocre competição demagógica entre a Esquerda e a Direita Portuguesas, não há defesa possível para ninguém, mas a necessidade fisiológica de flagelar as nádegas da Esquerda e da Direita pelos próximos cinquenta anos. Além de ser uma nódoa, o PS é medíocre, filho da mediocridade económica-financeira do dr. Soares, sobrinho da mediocridade intelectual do coiso Alegre. Foi o PS que governou os últimos treze anos e fez deslizar Portugal para a Bancarrota. Não foi o PSD e o CDS. Foi o PS que armadilhou as Contas Públicas com um número infindável de ónus, dívidas, trapalhadas, swap, PPP, dívidas, dívidas, dívidas, compromissos pesadíssimos aos contribuintes pelos anos e as décadas, o que explica parte da necessidade de ir além da Troika, se tal, mesmo exigindo muitos mais sacrifícios no curto prazo ao povo português, significasse menos sacrifícios por menos anos e o fim dos sacrifícios em poucos anos. Não foi o PSD e o CDS. Foi o PS que deixou as empresas públicas de transportes num estado verdadeiramente calamitoso, com resultados operacionais negativos, défices acumulados. Era o PS que desorçamentava inúmeras parcelas que agora comparecem nos exercícios orçamentais, passando anos a disfarçar a real dimensão da dívida, tal como fizera o último Governo Grego, antes da respectiva bancarrota. Um Estado miserável, esventrado, apenas útil à cambada de rapaces e parasitas da política, um Estado assim herdado não permite que se cumpra com facilidade um único resultado positivo em termos de indicadores económicos e sociais, coisa aliás consistente com o facto de estarmos sob resgate, com um magno problema de dívida pública, da qual é preciso sair segundo a realdade e não os nossos mais generosos e voluntaristas desejos. Foi o PS que apresentou Orçamentos sucessivamente eleitoralistas e demagógicos. Nunca foi o caso  do PSD e o CDS no pós-pré-bancarrota. Antes da demissão do Ministro das Finanças Vítor Gaspar, o PS já vinha exigindo eleições antecipadas e a rasura constituicional da Maioria Parlamentar, pressionando dia sim, dia sim, o Presidente para sampaionar. O PS não tem moral para apontar o dedo à Srª Swap porque foi sobretudo sob ministros e sob a caução do Governo Socialista que todos os Mr. Swap e Mrs. Swap swaparam. O PS não demitiu o Ministro dos Negócios Estrangeiros Paulo Portas, mas dentro do PS, o dr. Soares conspirou, suspirou e espirrou para que Portas rompesse com  a coligação, a Ala Socratista frequentou o insulto grosseiro e frequente à instituição Presidente, e nunca nos foi dado a perceber com que força negocial à partida pode este PS forçar a mão da Troyka a parar a austeridade e outros delírios que constam das propostas socialistas nas pseudo-negociações desta semana. O PS deveria saber que para o Presidente da República a remodelação do Governo só faria sentido caso a realidade do País e os desafios da intervenção externa nesta fase crucial não exigissem mais força, mais coesão, uma só voz dos partidos da governabilidade, mesmo para atendimento das ideias, argumentos e sugestões que o PS quisesse apresentar à Troyka com o apoio do PSD e do CDS-PP. Se o Presidente da República perdeu a confiança no PSD e no CDS-PP, acabou de perder também a confiança no PS, que terá de se haver com os problemas acrescidos que a fraqueza negocial da parte portuguesa passe a comportar, sem este acordo. Se o Presidente da República não tem confiança no PSD, nem no CDS, nem no PS, por que razão haveria de suscitar eleições para delas surdisse um empate técnico Direita/Esquerda ou mesmo um enfraquecimento eleitoral italiano do PS, do CDS e do PSD?! O povo português foi muito claro em 2011: estava na hora de limpar a sujeira, a rapacidade e os frutos danosos que PS relegara a quem viesse depois. Quem é o PS para dizer que o PS não deve fazer nada para que o povo português se veja livre da Troyka, no prazo previsto?! A verdade também é esta. Não é nada líquido que o PS chegue ao poder. É, sim, muito provável que, em coligação do tipo Bloco Central, vá pôr em prática, porque obrigado, políticas muito piores que as dos últimos dois anos, pois tempo é dinheiro e quer o Presidente quer o PS têm-no malbaratado. Foi o PS que pariu a bancarrota de que esta crise é um mero pormenor formal e um episódio picaresco definidor da merda de classe política que nos coube em sorte. Se houver eleições imediatas, num horizonte tão crítico e tão passível de incerteza interna e externa, rodeados de países em crise semelhante ou até pior, como a Espanha e a França, uma crise que promete explodir, Portugal e os portugueses ficarão ainda mais vulneráveis, serão os únicos prejudicados, serão ainda mais prejudicados. Ontem o PS rompeu o que já se sabia que iria romper. Fê-lo com pompa. A política-puta ganhou. A política chula triunfou. A classe política em Portugal quer experimentar toda a espécie de fauna à frente dos nossos destinos. Depois de um perfeito delinquente, Sócrates, de um neo-salazar frágil, como Passos, já espreita e vem sorrindo uma merda politiqueira qualquer com medo dos animais ferozes e cricas vorazes do próprio partido, Seguro.

quinta-feira, novembro 08, 2012

PREFIRO MERKEL AOS PIRATAS-LADRÕES NACIONAIS

«A Autoeuropa, a SAP e a Simens são algumas das empresas que funcionam bem em Portugal há décadas, ao contrário de tudo o que vem dos piratas do PS, dos piratas do PSD, dos piratas do BES, da Mota-Engil, do Grupo Mello e do resto da corja de imbecis e de ladrões que levaram o país à bancarrota e insistem em roubar o que resta. Usar a Alemanha, a tia Merkel, e a Troika, como bodes expiatórios da pirataria local é mais uma prova de demência de uma parte dos indígenas da Tugolândia, que assim bem merece a má sorte que lhes caiu em cima.» O António Maria

O NÓ QUE A ESQUERDA HISTÉRICA NÃO DESATA

«Quem andou a comprar dívida portuguesa não foi a Alemanha, foi a banca portuguesa e a Caixa (que se sobreendividaram junto do BCE, e a quem deixaram umas cautelas de risco elevado), assim como — pasme-se — o principal fundo de pensões do estado... português! Desafio, pois, o PS do inseguro Seguro, o PCP do megafone Jerónimo, e o Bloco do reciclado Mao, a desfazerem este nó! Quem pagará a reestruturação que defendem para a gigantesca dívida pública portuguesa? Se a dita dívida está em boa parte sentada ao colo dos bancos indígenas à beira da falência, do banco público, igualmente insolvente, e do fundo de pensões do tal estado social, cuja liquidez dá para oito meses, a quem servirão as vossas desmioladas alternativas ao memorando da Troika assinado pelos três partidos do arco da desgovernação?» O António Maria

quinta-feira, setembro 20, 2012

PARTIDOS DA BANCARROTA A PIQUE

Há muito que os partidos não traduzem o Povo, por mais sondagens que se façam:
«Uma semana depois do anúncio de mais austeridade e depois de Portas revelar as suas divergências, o PSD surge a cair a pique nas intenções de voto dos portugueses. Os sociais-democratas perderam 12 pontos...» DN

quinta-feira, agosto 16, 2012

DO POBRE E MENDICANTE CDS-PP

Os partidos de Poder, em Portugal, 'consomem' muito dinheiro. É sabido. Do modo como ele entra e flui tem-se uma pequena ideia, a julgar pelo acórdão no processo Freeport, que arrolou obliquamente Charles Smith e Manuel Pedro, para logo os absolver, não tendo arrolado, ainda, quem deveria. Muito se falou aí do financiamento partidário. Comparado com as grossas quantias de dinheiro do comissionismo socratista, comparado com o grau e extensão das infinitas traficâncias 'socialistas' reveladas no Face Oculta, este caso do CDS-PP nos últimos dias de Dezembro de 2004, e mesmo o miserável valor mendicante de 1.060.250 euros, depositado manhosamente na conta do partido, é do domínio do anedótico. O sentido de humor do nosso jornalismo não pára de surpreender tal como a qualidade do nosso Ministério Público nestas questões. Prefiro dez deslizes destes a envolver o CDS-PP que um só envolvendo um PS ainda sequestrado por uma facção recordista do reles e da conversa da treta. Que se saiba, o CDS-PP ainda não logrou falir-nos, o que o absolve.

quinta-feira, julho 12, 2012

DA CRASSA IDIOTIA SEGURISTA

«A factura que nos deixaram para pagar é enorme e tem de ter um fim. Um governo não pode massacrar a população num torniquete fiscal interminável e deixar empresas a viver de rendas por compensação de carros que não passam nas suas concessões. Invoque-se o interesse público e exproprie-se, nacionalize-se, compense-se ou faça-se o que tem de se fazer para acabar com a sangria. Invoquem o interesse nacional como o fizeram com os cortes salariais na função pública. Não terão milhões contra a medida. Pelo contrário terão milhões a apludir de pé. Mas faltando esta réstia de coragem e sentido de responsabilidade, ainda assim podíamos estar pior. Podíamos ter um imbecil do calibre de Seguro como 1.º ministro. Se Sócrates era um chico esperto, esperteza que só lhe dava para o lado da asneira e do benefício próprio, Seguro é um idiota dos pés à cabeça. É a prova provada que num cenário de desnorte e desagregação pode muito bem ser o idiota da aldeia a tomar conta das coisas. Alterna entre a incapacidade de assumir as suas culpas, como membro do PS à data do descalabro, e a imputação das mesmas aos outros, até à mais pura e simples falta de honorabilidade.» Groink

sexta-feira, julho 06, 2012

RESUMO DO REGIME, DOS PARTIDOS E DO SEU LIXO

«O que a CGTP, PCP, BE e PS fingem não saber é o simples facto de não haver dinheiro para pagar tudo como se pagava até aqui. O PS deu um golpe absolutamente mortal à sustentabilidade do país endividando-o para lá de toda a sensatez. E isso aconteceu sabendo das taxas de crescimento anémicas que tínhamos durante uma década. Não é sequer preciso um economista para perceber que esse caminho tinha um desfecho terrível. O PS e Sócrates não quiseram saber. Usavam paliativos ridículos com os sucessivos PEC cuja receita desbaratavam logo de seguida. Com este tipo de actuação à vista de todos nunca as críticas da esquerda tiveram o tom que têm hoje. Sabiam o caminho que se estava a trilhar e entretinham-se a discutir idiotices. Foi o PCP que se manifestou a favor do TGV numa altura em que era óbvio para todos que era um projecto que não podíamos fazer. Não só pelo seu elevado custo inicial como pelo projectado prejuízo operacional.» Groink

sábado, abril 14, 2012

COMO SE ARRUÍNA UM ESTADO?

O PS explica, mas quem o ajuda a explicar e a explicar-se é, como sempre, o meu amigo ABC, que faz a análise à consultoria prestada ao Estado e sector público pelas empresas e organizações ligadas ao PS radical, da matriz ex-férrica, através de ajuste directo e de concurso, o seu volume em dinheiro e os contratos, desde 1995: «Augusto Mateus e Associados - Sociedade de Consultores, Lda. Veja-se a relação de alguns desses contratos com o Estado de 2008 a 2012, publicada no sítio Despesa Pública, no montante de 2.559.116,81 €. Interessante é, segundo este sítio, o volume de 762.911,38 € de ajustes directos (A.D.) em 2011 (em comparação com 72 500.00 €, em 2012 - valores publicados) - dados publicados.» [Dados em actualização.] Assim é fácil enriquecer e mandar Portugal borda fora e borda fora os portugueses extra-partido-Estado e Estado-partido. Bom trabalho, PS. Ah, o BPN, sim, o BPN!

quinta-feira, março 15, 2012

38 ANOS A CORRER POR GOSTO

Não. Não digam os meus adversários socialistas que eu instigo ao ódio, ao ódio pelo Partido Socialista, ao ódio pelo seu ex-líder, o Nefando Primadonna. Não instigo a coisa nenhuma desse teor. Tenho instigado, sim, à indignação com ambos, que é coisa bem diversa e tem como escopo isto: Justiça! Fim da impunidade! Clareza e clarificação totais e absoluto escrutínio ao cêntimo. Se olharmos placidamente para o que têm sido estes trinta e oito anos de 'democracia' partidocrata e impunitária, verificamos ter havido uma corrida entre o PS e o PSD, cuja meta vitoriosa foi a disputa pelo título de partido mais daninho aos interesses gerais, o mais ávido com dinheiros públicos, o mais hibridado Partido-Estado nesse oportunismo glutão sobre o Erário. Quem supera a meta em primeiro lugar? Qual deles chega ao Juízo da História como, simultaneamente, o detentor do ónus da devastação do nosso Presente e do nosso Futuro e o 'prémio' do mais corrupto porque num círculo estéril autotélico? O PS. O PS tem-se revelado muito melhor atleta de fundo e de velocidade. Vence essa corrida com largo avanço porque, dir-se-á, corre por gosto, para nosso desgosto. A questão é colocar os tribunais a limpar, desde logo, o PS, mas também o PSD. Nesse dia, seremos mais felizes e dormiremos melhor. Declaração de interesses: sou católico, democrata e monárquico. República ou Monarquia, os Regimes falham quando os respectivos povos, sem qualquer necessidade e sem qualquer explicação, permanecem pobres. A República Homicida de 1910 falhou. Já só nos falta a indignação pacífica que gere uma mudança.

domingo, setembro 04, 2011

OS PALERMAS

«Começou depois um longo mês de palermas a bradar pela despesa. Os do costume e ainda outros insuspeitos que como devem ter poderes sobrenaturais devem pensar que num mês se consegue fazer um plano minimamente coerente de corte numa despesa que descarrilou há dezenas de anos e subiu a níveis nunca vistos nos últimos 6. Vêm as medidas. Cortes no estado. E na fatia onde o Estado gasta mais - Saúde e Educação. De novo brado porque estes cortes também não estão bem. Como se porventura acabar com os organismos redundantes e com uma certa camada de gordura estatal fosse uma solução completa. Com o nível que é preciso cortar não há mais remédio do que cortar nas parcelas significativas. O próprio PS clama agora contra o facto de o Governo querer ir mais longe que o compromisso. O PS sempre gostou de andar no limite. A noção de prevenir, de em vez de 3% ter 0%, podendo ter crescimento mais rápido é algo que não concebe. Aliás, não concebe sequer cumprir o prometido, já que se comprometeu com a redução da TSU e depois o seu nefasto líder num debate disse que se tinha comprometido a fazer "estudos". Maior falta de boa fé negocial e maior descaramento mentiroso é muito difícil de encontrar, mas o PS é sempre uma aposta segura.» Groink

sexta-feira, agosto 06, 2010

LADRAR COM FORÇA

O Sol escreve que Passos Coelho decidiu aplicar um corte exemplar aos vencimentos dos assessores do grupo parlamentar do PSD, antecipando-se ao PS que nestas coisas não dá exemplo absolutamente nenhum. Bem pelo contrário: ceva absolutamente os seus, engorda-os à custa do Povo, pá. O PS-Governo traz os seus assessores a ladrar todos os dias contra o  Albergue Espanhol, o Corta-Fitas e o 31 da Armada, desesperados com a putativa perda de bónus, prémios e mesmo os altíssimos vencimentos que o contribuinte português lhes paga mansamente. É caro proteger o Primadonna com vozes de burro e línguas de sapo.

ROSA FASCISTÓIDE

Quando é preciso rebanho e quando não é, o PS mostra-se um fabuloso alforge de caceteiros e agitadores, à procura de ser matilha predadora dos não-PS. Posto no Vida Breve, reproduzido no Portugal dos Pequeninos, o toque a rebate boçal em cima reproduzido há-de correr Portugal e todas as almas vocacionadas a viver sob essa espécie de Coreia do Norte, no Noroeste e Ocidente Peninsulares, todas as almas semelhantes à do escrevente apaixonado pelo seu líder fofo, podem ajoelhar-se e lamber-lhe os excelsos dedos. Atacar por atacar, bem podem atacar prostrados, pois "Deus Nosso Senhor" quis ser adorado e temido.

sexta-feira, julho 30, 2010

CÍNICO TABULEIRO

No negócio Telefónica/PT/Vivo não sei se Passos e o PSD foram coerentes ou não desde o princípio. O que sei é que as aves de rapina do PS-Governo não o foram de todo e agora procuram, a todo o transe, encavalitar-se no suposto colaboracionismo do PSD e de Passos com os interesses espanhóis. Esta birra artificial entre falsos patrióticos e duvidosos traidores à Pátria não lembrava ao diabo. Ora, à luz do estado da arte, percebe-se bem a profundidade e a extensão do cinismo patrioteiro pseudo-nacionalista do Governo-PS e a sofreguidão por apoucar PPC seja por que linha de argumentação for. Avulta como cristalina a fome de piruetas mediáticas e a procura de ficar por cima com as migalhas possíveis. O aliado da "Direita" deverá ser destruído na secretaria, nos bastidores, com passes prestidigitatórios e bocas foleiras, de preferência com génese interna ao partido. Foi assim com Menezes. Com Ferreira Leite. Talvez as boas maneiras de PPC compensem por cima o nervosismo ávido dos que sentem fugir-lhe o tapete por baixo dos pés.

sábado, maio 29, 2010

OS PARTIDOS DA VIDA

Luís Campos e Cunha, no Público: «Se os deputados do BE e do PCP (e deputados do PS) votarem ao lado do Governo, ficam com a responsabilidade histórica da decisão. E decidem entre os projectos faraónicos hoje ou, em alternativa, mais pequenos projectos criadores de emprego e mais Estado social, daqui a poucos anos. Dos votos de cada um dentro de dias veremos as consequências, em 2014. Há poucos momentos tão determinantes quanto este. Em 2014, lembrar-nos-emos quem esteve, em 2010, com os mais desfavorecidos ou com os grandes interesses.» E esses partidos votaram pelos grandes interesses. Mais Cassandra menos Cassandra, só há um destino: o abismo.

domingo, maio 16, 2010

CONTENTE CONSIGO MESMO

Ocultar aos portugueses os verdadeiros factos da economia, da dívida, dos números é imperdoável quer em Teixeira Mal dos Santos quer no seu Darth Vader, Sócrates. O contentamento consigo mesmo de que este último se ufanava em meados de Junho de 2009 era afinal uma boa amostra da desgraça que sobreveio (claramente vista!) aos portugueses em 2010: quanto mais contente consigo mesmo, mais afundanço económico e mais tragédia social para todos. Quanto mais confiança e optimismo inconsistentes e irrealistas quando em confronto com a realidade de todos, mais desastre geral e maior empobrecimento por grosso de quase toda a gente. Espesso palhaço! Por que não pára de se masturbar com a sua própria imagem adorável e com a engenharia de comunicação da treta, por que não abandona enganos e desenganos para dar lugar a quem não viva no País de Alice?! As coisas não tomam quaisquer sinais de melhoria. O estrangulamento económico, fiscal, cívico poderá ir ainda mais longe, à medida que as componentes de desorçamentação no Estado explodirem na cara do contribuinte, fazendo-o compreender que, graças ao fausto mentiroso dos que o governam, anda a patinar, não tem direito à mínima esperança nem tem saída para coisa nenhuma. Kafka não engendraria enredo melhor. Dada a sua natureza ultra-nefelibata, fora a literatura que é nula, o Primadonna, adora-se, lambe-se, copula consigo mesmo todos os dias em detrimento e prejuízo crasso de Portugal. Serve outras causas que Portugal. Não o evacuem, não. 

sábado, abril 17, 2010

DECLARAÇÃO DE VIRGINDADE

Laborando num sofisma absolutamente sujo, o PS pela voz do mutitachos Vitalino quer lançar a discussão política sobre as tentativas de aproveitamento de casos judiciais, após a conclusão do processo Freeport. O que a Justiça não apura suficientemente, aqui, na China, em Inglaterra, não iliba minimamente aquele que se vê arrolado em demasiados casos, em demasiada esterqueira. Diz Vitalino, numa inflada declaração de virgindade póstuma, que «Não deixaremos depois de lançar a discussão política [sic] sobre o modo como, particularmente em período de eleições, houve forças políticas [sic], comentadores políticos [sic] e jornais que procuraram aproveitar politicamente [sic] este processo judicial para atacar, desgastar e tentar vencer o PS e o seu secretário-geral.» Deu em nada, ó Vitalino. Tão precipitado e unilateral, este Vitalino e quem lhe dá corda para falar em representação de. Afinal, não é verdade que o PS e o seu Secretário-Geral moveram montanhas e deslocaram Maomé por Seca e Meca para que a eleição corresse de feição?! E não correu?! FigoGate-Taguspork é afinal o quê?! Um acto normal e impoluto?! As frases de Vitalino não passam de alvíssaras apressadas só porque o Expresso de hoje dá conta que Sócrates foi ilibado no processo Freeport por não haver provas do seu envolvimento. Pois. Vitalino, o incansável boquinhas, prossegue: «Aguardamos com tranquilidade que o processo tenha o seu desenlace para poder até haver alguma discussão de natureza política [sic] sobre tudo o que aconteceu nos últimos anos de tentativas de aproveitamento político [sic] de estes e outros processos contra o PS e seu secretário-geral.» Que mártir é o seu secretário-geral! Grande tesão e lata tem Vitalino para esta impressionante virgindade. A discussão a ter é aquela que demita e rejeite um conspurcador sem profissão, ultradesonesto, especialista em esgueirar-se pelas concelhias, subir com os cotovelos, ávido e sôfrego de ganho e triunfo sem olhar a quaisquer meios, espezinhador do fraco, aliado, protegido e protector do forte. Mais uma vez, Vitalino esteve bem na apologia do esterco que nos dana.

quarta-feira, fevereiro 17, 2010

BESTA DE CHARME

Quando o animal bestial fazia tudo por sua conta e risco, o PS dormitava. Agora, com o animal ferino acossado por factos que não se apressa a explicar, mas só a sonegar, fala-se em revalorizar a intervenção dos vários órgãos do PS, recorda-se que no último ano houve muito poucas reuniões. Por que motivo há um défice de reuniões no PS e é necessário que haja mais? Porque o animal murcho engoliu o partido, põe e dispõe, segundo a sua inquestionável vontade. O grupo parlamentar do PS tem sido uma nulidade e agora, com o animal charmoso coxeando, ferido e infecto, o grupo será elevado à importância de coisa viva. Fala-se em revigorar o partido murcho, emurchecido pelo animal primadoninha, para que ele-partido possa ter uma intervenção mais activa no debate político. Não tem tido. Não tem tido qualquer voz activa porque o animal fala por ele. Mesmo as vozes internas críticas têm sido desconsideradas e trucidadas. Em suma, o animal murcho passa bem sem o partido e o partido ainda não reparou que passa ainda melhor sem ele.