
«After he has suffered, he will see the light of life and be satisfied; by his knowledge my righteous servant will justify many, and he will bear their iniquities.Therefore I will give him a portion among the great, and he will divide the spoils with the strong, because he poured out his life unto death, and was numbered with the transgressors. For he bore the sin of many, and made intercession for the transgressors.» Isaiah 53
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sábado, março 01, 2014
RADICAIS

sábado, fevereiro 01, 2014
CRISE AGUDA NO ZERO-ZERO RATO
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| A Bruxa Malvada do PS continua a derreter. |
O PS é um Zero alternativo, mas desce ainda mais baixo do que abaixo de zero alternativo para o zero absoluto do ridículo, sempre que vem um galambóide qualquer armar-se ao pingarelho a falar da Direita em entrevistas amadoras.
Onde não há psiquiatria que lhe valha é nesta realidade política: o PS surge cada vez mais isolado, de braço dado com coisa nenhuma e em negação da realidade nacional em transformação acelerada. Aonde vai esse PS divorciado da Europa do EuroGrupo, divorciado de referenciais externos que concitem o desenho de uma alternativa? Apoia-se em quem, afinal, para alicerçar uma crítica ao Governo que não passe por demagógica e oportunista? No exemplo de Hollande? No prodigioso milagre venezuelano?
Talvez os derradeiros aliados do conservadorismo manhoso do PS sejam os moradores intermitentes do Palácio Ratton. Podem parecer a fronteira derradeira de salvaguarda de uma mysteriosa agenda socialista oposta aos cortes de pensões e salários, mas os últimos defensores do Estado de Direito, do Estado Solúvel, do Estado Sustentável, definitivamente não são os juízes do Constitucional, que têm sido basicamente meros empatas da questão fundamental de um Portugal no Euro e finalmente numa trajectória de crescimento, desembaraçada das amarras da despesa-lastro, consumindo a esmagadora maioria dos recursos públicos que nem o aperto fiscal em decurso equilibra.
A contar com este tipo de favores políticos derruba-governos, a partir das hostes veterossocialistas anunciavam-se desgraças, reinações farsantes de pseudo-democratas. Preparavam-se grandes ebulições de rua. Não aconteceu nada. Ninguém está para palhaçadas e cenas gregas. O canto desse cisne negro e mal-intencionado foi o apelo à revolta da rua e o aviso-desejo de magnicídios na Aula Magna, reacção – afinal, típica – de um Socialismo ressabiado com o sucesso das medidas austeritárias, rancoroso com o doloroso saneamento das Contas Públicas, e que vai morrendo de medo com a conjugação de um apoio inequívoco internacional ao trabalho do Governo em simultâneo com a abertura da nossa economia ao capital estrangeiro e o debelar euroconcertado da crise económica e da crise financeira internacional.
quinta-feira, dezembro 12, 2013
quarta-feira, novembro 06, 2013
LUÍS AMADO CONTRA O RANÇO DO RATO
Enquanto uma catrefada de comentadores e bojardadores politiqueiros bojarda todos os dias supostamente à Esquerda, com brios de Esquerda, e sobretudo a partir da trincheira enlameada do PS, temos excepcionalmente um socialista, um português, um homem, que, por sistema e em tudo o que vai dizendo, ousa ir ao arrepio desse dictat hoje extremista, radicalista, hiperbolicista, da dita Esquerdice Furiosa, Mal-Humorada e Sempre-de-Mal-com-a-Vida. Luís Amado.
Não, não tem apelado a que se partam as montras, se atirem pedras às polícias e se apupem governantes, em plena procela Não-Há-Dinheiro; e não, não tem instigado semanalmente grandes insultos e gigantescos destratos a governantes, no olho do furacão Intervenção Externa. Apesar de socialista, consegue a extraordinária proeza de ser sobretudo português e pensar como um estadista e não como um vulgar arruaceiro no fim da vida. E não, também não se pronunciou desdenhosamente acerca do Guião da Reforma do Estado apresentado por Portas, tal como o fizeram quase todos os proprietários da opinião. Pedantescamente, Pacheco Pereira satirizou-o. Manifesto-anti-dantaseou-o Pedro Bacelar de Vasconcelos, apoucando-o. E outros outro tanto. Ao ousar valorizar o tal Guião, só Luís Amado é que é o scolari-burro?! A propósito do documento, diz o ex-ministro dos Negócios Estrangeiros que é uma base de trabalho que o Governo propõe porque se tinha comprometido a isso. Diz ainda que nenhum actor se deve refugiar da necessidade de encarar os problemas do País. Diz também que o guião reflecte alguns desses problemas com seriedade. Diz que o País vai necessitar mais cedo ou mais tarde de um amplo consenso que ajude a resolver os seus problemas.
Enquanto isso, chantageado internamente pelo ranço mono e corrupto da velhice em forma de perpétua sinecura-soares-alegres-almeidas, o PS recusa discutir as propostas do Executivo sobre a reforma do Estado, recusa adressar as grandes questões de Regime, da economia, do sistema financeiro, das grandes áreas sociais. Mas para que servirá a puta de uma força política se não for para resolver problemas aqui e agora e colocar-se sem amuos do lado das soluções?! Amado diz-se favorável a um amplo consenso para que as políticas não estejam a mudar frequentemente, para que se gere perante o exterior estabilidade, convergência na acção política, de forma a garantir que o País possa ser credível e percebido pelos nossos credores como um país fiável, o que pressupõe um entendimento mais amplo das forças democráticas. Também acho. Corrupção, em Portugal, é inventar e mudar tudo outra vez a cada legislatura. Mas acho que ao ousar um raciocínio tão sem politiquice e sem veneno, Amado só pode estar deslocado dos ventrudos do PS ou ter a ilusão de que um sentido patriótico e construtivo finalmente se acenderá naquelas cabeças conspirativas.
Sendo socialista, para pensar tão fora da caixa rota do grande ranço do Rato, tão longe do veneno dissoluto dos valupis e seu mito mitómano morto-vivo, o oco parisiense, para pensar Portugal tão além da sanha da velhice senatorial ultradanosa soares-almeida-alegre, Luís Amado só pode andar a engolir doses cavalares de alhos anti-praga-Nosferatu-PS, para não se deixar contaminar daquela nulidade rasca, covarde e decadente, excluindo António Costa, que me parece cada vez mais decente, e excluindo mesmo António José Seguro, uma vítima, muito maltratado internamente e levado a dizer e a fazer o que não quer.
Mostrando o seu grande deslocamento do PS tradicional, Amado diz ainda que uma nova abordagem de tais questões de Regime pode depender das condições que têm de ser criadas e que são responsabilidade de todos os actores, dos partidos, das principais figuras institucionais da sociedade portuguesa: pelos estudos de opinião, a grande maioria dos portugueses percebe que o desentendimento entre os principais partidos relativamente às grandes questões de fundo que afectam o País os prejudica a todos. É incrível, sem dramatizar nada de nada da castigadora Governação, Amado ousa ainda dizer que há um caminho que está a ser feito e que vai continuar a ser feito; diz que haverá um momento em que as circunstâncias nos impelirão a um amplo consenso que possa ajudar a resolver os problemas do País. Mas não andam outros a falar em demissões? A aludir a assassinatos políticos? O que é que Amado anda a tomar?
Definitivamente Amado é um optimista, um construtivo, uma maça sã no meio do grande cesto delas podres das últimas duas legislaturas. Sereno, avesso à politicagem baixa de alguns correligionários de Partido, nem parece socialista nem percebo como se sente bem abrangido por tal sigla e por tal símbolo.
segunda-feira, novembro 04, 2013
ESGUIA, A MELGA ZUMBE

Que Isabel Moreira passe de independente pelo PS a militante-filiada no PS é a coisa mais natural do mundo político português, um mundo à parte do da economia, das famílias, da realidade. E que a sua tendência para o excesso gratuito, para o desbocado, o hiperbólico, o insultuoso, no plano institucional, seja visto com bons olhos pela pesada apadrinhagem de velho PS proprietário de Portugal e enquistador da mudança, é apenas o corolário coerente do para que esse partido serve, afinal. Para conduzir os destinos nacionais ao Desastre, imputá-lo a terceiros e estar apostado a não mexer em nada, não mudar nada, não reformar nada, não dar a mão nem o pé, mesmo com o País de corda ao pescoço. Muito bem!
quarta-feira, setembro 18, 2013
A TROYKA E A SUA «ENORME RELUTÂNCIA»
Seguro, como sempre, está a ver mal «a enorme relutância da Troyka» em indulgenciar o PS e a sua poção mágica para o défice. Não é que a Troyka tenha sentido uma enorme relutância na flexibilização do défice português. Não. A Troyka, quer dizer, a delegação técnica dela, o que deve ter é necessariamente uma enorme relutância em sentar-se à mesa com o PS, Partido que a convocou em primeiro lugar, Partido que se comporta como se a não tivesse convocado, Partido que já não subscreve [ou diz que não subscreve] o que assinou, o que implicaria pelo menos a boa-vontade de reformar e reformular o assinado, um tal Partido-Farsa só poderia suscitar repugnância, relutância e outras palavras terminadas em ânsia, no plano interno e externo, pois torna estas missões repletas de atrito, risco e incerteza e a incerteza com credores paga-se caro. Nem carne nem peixe, tal como o seu líder, eis um Partido-Sonso de e para Tansos a merecer rejeitância agora e para sempre, amem.
terça-feira, setembro 17, 2013
FODTROYKA-SE
A Troyka mata? Mata. O PS, quando é Governo, também mata, esfola e enterra, coisa que só se sente especialmente quando esse partido é exonerado de funções mediante o plebiscito eleitoral e vai embora, resultado normalmente extraído a ferros, custoso e ranhoso. Depois de terem falido o País, desejam continuar a mandar e-mails. Nós, Portugueses, por alguma razão especial que Mário Soares explicaria, fomos defumados, deFMIados, 'troykados' em 1977, 1983 e agora em 2011 pela mão de Governos PS. É uma vergonha? É. Mas natural. Tão natural e mortífera como o próprio PS.
sábado, agosto 17, 2013
JOÃO RIBEIRO FALA COMO QUEM CHORA
João Ribeiro aparece muitas vezes. É o porta-voz do PS. Quando fala parece que chora. E o PS, segundo João Ribeiro, considera que o PSD deve deixar de se comportar como um Partido, segundo as lógicas de um Partido e a ambição de um Partido. O PSD é, porém, um Partido. O raciocínio deveria ser outro. Em Portugal, um partido, qualquer partido, deveria aprender a grande lição de nunca mais imitar a rapacidade do PS, a capacidade do PS de devastar Portugal. Entre aqueles que nos enfiaram num buraco e aqueles que dele nos vão retirando, há todo um oceano de diferença.
terça-feira, agosto 13, 2013
PS, UM PARTIDO ULTRA-DEMAGÓGICO
Uma abordagem, das mais sérias que li, sobre o que está em causa nos cortes das pensões de reforma: «É legítimo que a maioria dos cidadãos contribuintes, reformados ou não, se sintam defraudados, uns porque lhes dizem que lhes vão reduzir o que recebem, os outros porque não sabem se algum dia receberão seja o que for. Assim como é provável que, perante as dificuldades iminentes, o Governo tenda a tomar medidas circunstanciais que se reduzem ao habitual corte. Este é, mais uma vez, um domínio em que deveria haver uma base mínima de entendimento que salvaguardasse a estabilidade. Não há. Nem isso legitima as declarações de Seguro, afirmando que quando o PS for governo anulará as medidas esta semana anunciadas. Pensando bem, talvez tenha razão. Talvez tenha de tomar medidas ainda mais duras. É a vida!» Alberto Castro
segunda-feira, julho 29, 2013
CONTRATOS SWAP MADE BY PS
«1. O governo do partido a que pertence este MERDAS chamado Zorrinho, empurrou as empresas públicas para se financiarem de maneiras criativas, nomeadamente fazendo contratos de swap com características especulativas que poderiam render ganhos. No caso presente perdas, como parece ser apanágio das decisões tomadas por estes MERDAS em que sai tudo ao contrário. A RESPONSABILIDADE destes contratos e da falta de controlo sobre os mesmos cai sobnre os ombros de responsáveis deste partido de MERDA. O PS
2. Quando se fez a passagem de pastas a informação não existia na forma necessária para tomar qualquer decisão. Antes da tomada de posse não responderam a Maria Luis Albuquerque e apenas de pois da posse foi revelado que 4 entre muito mais empresas acumulariam já 1200 milhões de perdas. Quem a informou tarde e mal foi o MERDAS que foi à comissão parlamentar dizer que tinha comunicado TUDO. Aparentemente conseguiu viver bem sem informação durante muito tempo, já que só a teve quando já nem sequer o PS era Governo.» Groink
segunda-feira, julho 22, 2013
À PROCURA DA CONFIANÇA
Havia, entre as propostas do PS, na negociação tripartidária de Salvação Nacional, o enunciado desiderativo de "parar a austeridade" sem aderência à realidade do País e das respectivas obrigações de corte na despesa. O verbo «parar», quando repetido mil vezes, não produz espontaneamente a paragem de um navio de cruzeiro em velocidade de cruzeiro. Nem um milhão de vezes repetido a gerará. A austeridade acabará. Queremos que acabe. O quanto antes. Ela é um meio doloroso para chegar a um fim virtuoso. Equilíbrio orçamental e crescimento económico. Para que conste, leia-se com atenção este ponto eloquente do PS: «1.1.1. Parar com as políticas de austeridade
Parar com os cortes de 4,7 mil milhões de euros acordados entre o Governo e a troica na sétima avaliação, nomeadamente, parar com os despedimentos na função pública,com mais cortes nas pensões atuais, com a “contribuição de sustentabilidade do sistema de pensões” e com a redução de vencimentos.»
sexta-feira, julho 19, 2013
«PS, PARTIDO ASSASSINO»
Nem de propósito, a primeira coisa que o vizinho apartidário do bairro me disse, depois de ouvir Seguro, foi isto: «O PS é um partido assassino. Seguro jamais poderia inovar e fazer diferente dos perfeitos sacanas que o antecederam!» Afinal, desde o primeiro minuto estava escrito: Seguro sucumbiu à sombra tutelar do avozinho Soares que já lhe tinha ralhado. Se bem entendi, Seguro esteve a encenar toda a semana. Foi teatro. Este desfecho já estava engatilhado. Disse que houve conversações e negociações que mostraram que nalgumas propostas é possível haver convergência, mas assassinou a convergência ao canto das sereias internas. Portanto, prefere instabilidade. Prefere eleições a compromissos com os restantes partidos de Governo! Portanto, deu ouvidos ao lastro mais parasitário, rançoso e incompetente que a Política em Portugal alguma vez já viu, Soares e Alegre… e os outros. Em suma, com o PS no Governo, podemos esperar aumento das bolsas de estudo, aumento das reformas, subida do salário mínimo, aumento subsídio de inactividade social, e carroças com investimento público. Com Seguro a Primeiro-Ministro, poupar ficará no passado, esse conceito salazarista do impreprado Passos. Saldar as dívidas, conforme constava do Memorando, era só para enganar. Venham daí eleições, Cavaco. O PS vai ganhar. Fará correr leite e mel assim que gritar bem alto, com a restante Esquerda Nefelibata: «Não pagamos! Exigimos renegociar!» Lindo.
domingo, julho 14, 2013
O PS É MUITO MAIS QUE O PAÍS
«O PS não deve nada a ninguém.
Não deve nada a este Governo, cuja primeira medida foi afastar o PS de todos os ajustamentos feitos ao memorando.
Não deve nada a este Presidente, que desde o primeiro mandato não tem feito outra coisa senão censurar e promover a censura do PS.
Não deve nada aos partidos à sua esquerda, que se uniram à direita para provocar a queda do anterior governo, sendo co-responsáveis pela existência do actual.
E não deve nada a este povo, um povo ingénuo e imbecil, que persiste em viver ao sabor dos engodos da retórica, que persiste no facilitismo da maledicência e numa incapacidade de diferenciar entre a virtude corajosa e as vulgaridades ideológicas.
Vivemos numa democracia que decidiu eleger este governo, porventura um dos actos mais arriscados alguma vez tomados por um povo livre. Não faltaram avisos sobre as consequências catastróficas dessa opção. Pois bem, quem arrisca habilita-se a levar, e quando leva é merecido, porque arriscou.
Posto isto, o nível de contribuição que o PS devia oferecer é zero. Rigorosamente zero. Se o que nos espera é o caos, a falência do estado, um segundo resgate, a saída do euro e o regresso ao 3o mundo, é bem feito e que assim seja. O PS não deve nada a ninguem, cada um tem aquilo que merece.» Um Imbecil Socialista Qualquer
sábado, julho 13, 2013
O QUE VAI O PS SEGURISTA FAZER?
1. Vai a Belém, pela enésima vez, exigir a dissolução do Parlamento, antes que fique evidente para toda a gente que os culpados da presente crise política são exclusivamente os ex-governantes do PS, a actual direcção do PS, a dívida colossal que os primeiros geraram, a incapacidade para dançar o tango soteriológico do País com quem está ao leme, e não o impasse governamental diante do precipício eleitoral do corte permanente de 4,7 mil milhões de euros. Seguro tem medo. Dependendo do que diga e do que faça, o seu PS definhará na simpatia dos putativos eleitores, enquanto o grosso do eleitorado geriátrico olhará para o PSD-PP como olharam os que aplaudiram Passos de pé, na Sé Patriarcal, reconhecidos por se manter em funções e por ser e parecer o salvador da Pátria em contraste com Portas. Os portugueses, se forem inteligentes, pouparão um Governo que fez tudo o que a Troyka quis e mais faria, se não fosse tão violento, impopular e grotesco do ponto de vista das respectivas consequências sociais e eleitorais.
2. Vai mudar de Secretário-Geral, suscitar um Costa Tostado, um Ferro Cara-de-Cu, um caramelo qualquer mais vociferante, recrudescer a crítica ao Governo, ao Presidente, à Troyka, à Comissão Europeia, ao FMI e ao BCE, pedindo eleições já, pedinchando mais tempo e mais dinheiro, fazer e dizer tudo o que as sereias diriam a Ulisses, antes que seja tarde para apanhar o eleitorado doido, disposto, nas sondagens, a mais demagogia xuxa; antes que se veja condicionado nas próximas eleições, tal como o PSD e o PP, com compromissos de salvação nacional entretanto assumidos.
O ESTADO E O PS
«Tirar o Estado ao PS é como arrancar-lhe o coração. Sobretudo é como privar toda uma corja instalada do seu modo de vida.» Groink
sexta-feira, julho 12, 2013
RÉPTIL AO PS E A NULA ANABELA NEVES
Não adianta chorar, bimbos do PS! Não vivemos sob o regime dos PEC. Não é o PEC provisório IV que dita a nossa vida financeira presente. Vivemos, sim, sob o Memorando de Entendimento e os seus ditames. Para o mal e para o bem, temos-lhe obedecido e é a partir dele que qualquer coisa de sólido pode surgir. Não vale a pena falar do magno chumbo, por toda a oposição, não apenas do PEC IV, mas de toda a forma opaca, corrupta e burlona de conduzir os Negócios de Estado pela mão do elenco catastrófico dos sócrates. A lei que provisoriamente nos rege é, pois, a do Memorando de Entendimento, escrito e assinado pelo Governo PS da altura, com os números da altura, mas também pelo PSD e pelo PP. De fora de tal assinatura que compromete e vincula, PCP-PEV e BE. Já se sabia da inevitável e provisória recessão e das previsíveis e provisórias dificuldades da economia. Já se sabia que o grau de obediência e de cumprimento nacionais faria proporcional o grau de ganhos em moralidade negocial, alta, no caso da Irlanda, baixa, quase nula, no caso da Grécia, precisamente pelas razões subjacentes de lealdade ao acordado. Entre uma longa intervenção externa e uma intervenção de médio prazo, intensa e dolorosa, sim, mas curta no tempo, PSD e CDS escolheram abreviar os nossos tormentos, intensificando-os no período mais curto possível. Foi uma escolha. Custosa. Patriótica. De assinante do Memorando, o PS converteu-se rapidamente em sabotador do Memorando. Era, porém, preciso prestigiar – prestigiar! – o Estado Português e conferir-lhe credibilidade. Isso foi feito. Hoje, do que se fala com dados e provas concretas, quer pelo Eurostat quer por outros organismos, é já de uma ligeira recuperação económica: PIB, arrecadação fiscal, actividade industrial, exportações, emprego. O chico-espertismo socialista de atirar dinheiro para a economia sem quaisquer consequências para o PIB ou para equilíbrios de execução orçamental, deu lugar à prudência e ao controlo absoluto da despesa, nas suas várias vertentes, para libertar a economia à iniciativa e ao risco. Era preciso ousadia, sangue-frio, couraçar a cerviz, tudo, menos anúncios pomposos, menos retórica de vendilhão e acima de tudo mais discrição. Passados pouco mais de dois anos, os resultados que há para apresentar não são os que arenga negativisticamente a Oposição. Pela primeira vez em dez semestres, temos um ténue crescimento, uma subida do emprego, desempenhos extraordinários na arrecadação fiscal com promessa de um défice muito mais lisonjeiro que o esperado, aumento das exportações e um melhor índice de competitividade. Ao fim de três anos de um Governo o mais vergastado e injustiçado que há memória, pergunte-se porquê, percebe-se que um segundo resgate só ocorrerá se se perder tempo precioso em mais política baixa e em mais do habitual reles combate faccioso. Três anos de sacrifícios provisórios, de pronunciada recessão, prevista mas provisória, de desemprego alto, conforme previsto, mas esperançosamente provisório, de falências previstas – três anos de sacrifícios não podem sucumbir aos estados de espírito ranhosos dos discípulos do Mega-Burlão que ainda ousa perorar do alto da burra na RTP. Os trabalhos deste Governo redundam, portanto, na recuperação gradual e sustentada da economia e do País, tendo Vítor Gaspar abdicado mais pelos impasses dos cortes permanentes na despesa do Estado com que se comprometera com a Troyka, que por uma percepção de alguma derrota pessoal: os bons frutos da profunda alteração estrutural de uma economia estagnada como a nossa e do fim da grande lei da corrupção de Estado, poderiam ser temporões ou serôdios. Infelizmente para Gaspar, foram serôdios. Hoje, percebemos que a coligação que sustenta o Governo pode estar muito mais firme que a liderança de Seguro: cortar permanentemente 4700 milhões de despesa do Estado, conforme nos é exigido e é do nosso interesse nacional, será um acto de objectiva coragem na sustentabilidade do Estado Português, caso sejam respaldados pelo acordo responsável de PSD-PP e PS. O que desonere o Estado e lhe dê folga para os exercícios orçamentais futuros não pode piorar uma economia só agora a viver sem a magna muleta corrupta e amiguista do Estado. Salvação nacional é isto. É ousar discutir isto. Esta manhã vi, só pude ver, um Primeiro-Ministro digno, que sempre priorizou o que teria forçosamente de priorizar. Indiferente a sondagens, desde a primeira hora. Indiferente ao resultado de eleições, desinformações, campanhas maldosas, cuja acção em nada, mesmo com mérito e com verdade, pode merecer aplauso. O PS, essa bela Merda-Máquina de Fazer Bancarrotas, só tem uma saída: colocar-se do lado da solução e do patriotismo, demarcando-se do lastro fedorento do passado perdulário das anteriores governações socialistas, hoje interessada na micro-vingança e na detracção dos que sucederam ao deus infalível de toda a porcaria e comissão, Sócrates. Pois é comer e calar. Aceitem o repto. Abracem o réptil. [E é mandar foder a Anabela Neves, repórter da SICN, cuja insossa incapacidade para reportar qualquer coisa de jeito, nos directos da Assembleia da República, escandaliza por demais. Prefere trocar a isenção e a objectividade pelo prato de lentilhas dos fracos fretes subliminares ao PS. Não há paciência: após o discurso de Portas, a Anabela descreveu o que o deputado Montenegro fazia com o telemóvel para concluir a enorme relevância de um putativo desprezo do deputado pelo Ministro. Também se pode ser profundamente incompetente e maldoso nos media. Indescritivelmente. Poderia limitar-se a ser feiosa e desinteressante. Não era necessário a Anabela ser também incompetente e superficial. As bancarrotas fazem-se de desempenhos fanhosos desses.
quinta-feira, julho 11, 2013
O IMPASSE QUE TRAMA O PS
Ontem, aconteceu uma coisa linda. Por um lado, a proposta de reformulação governamental fica em hibernação, no forno, a ganhar cor, por outro, Cavaco convoca o PS, outrora um negociador e assinante da revista Memorando, e depois em estado de fuga e de negação das suas responsabilidades. Seguro, Portas, Passos. Que trio! O mais calado dos três, Passos, quer colher os frutos da revolução económica e estrutural que foi semeada: a recuperação. Na verdade, das cinzas da aparente destruição, os resultados das políticas económicas seguidas pela Troyka-Coligação começam a aparecer já, consistentemente, e todos querem protagonizá-las. Portas protagonizá-las-ia, caso surgisse como vice-primeiro-ministro com a supervisão da economia, na versão II do Governo Passos Coelho. Seguro protagonizá-las-ia, caso, por bebedeira, Cavaco transigisse com o que lhe pede a Esquerda Mentecapta, eleições antecipadas já. Daí a pressa. O foco está, pois, sobre a boa-vontade do PS para assistir o Governo de Portugal nesta fase crítica e final das avaliações trimestrais troykistas. Perante os bons resultados do segundo trimestre de 2013 [no emprego, no PIB, no défice, nas exportações], em caso de eleições antecipadas, o PSD obteria um reforço eleitoral colossal e a posição secundária e antagonista do CDS-PP dentro da coligação seria punida. Não estamos necessariamente a caminho de um segundo resgate, mas o PS terá de assumir um conjunto de cortes de despesa que representam respaldo para os anos futuros, cuja dívida, se nada for feito, estrangulará a acção seja de que Governo for. Espero que Seguro aceite participar nesta oportunidade, mesmo que lhe caia tudo em cima, especialmente o Senil Soares, essa Boca de Lavagem, ou as São Josés Matrafonas do Rato. Espero que abandone o tacticismo das eleições antecipadas à vista das sondagens do momento. Nada mais volúvel que sondagens. Agora mesmo, a cada minuto de mutismo socialista que passa, os portugueses vão assimilando a vocação empata, corrupta e demagógica do Partido Socialista: sempre do lado do problema, da dívida, dos impunes corruptos no seu seio, dos ladrões, dos decisores ruinosos, do faz-de-conta interesse nacional. Nunca do lado dos problemas enfrentados e vencidos. Está na hora de Seguro ajudar-se, dando a mão a Portas e a Passos a fim de ganhar estatura. Se não aceitar, todo o eleitorado geriátrico nacional culpará o PS pela situação do País e pelas vascas e apuros de um segundo resgate. E é assim que Cavaco Silva envolve Seguro e o PS numa hecatombe eleitoral nas próximas legislativas de 2014: a inacção e o assobiar para o lado também se pagam caros. Preparados para ver o PS cair um trambolhão nas sondagens?! É o que dá a impreparação que varre de lés a lés todo o espectro político-partidário e não pouca ninguém: nem Passos, nem Seguro, nem Portas, nem Jerónimo, nem Catarina, nem Semedo. Nem Cavaco. Nunca se viu, porém, um partido político tão entalado.
sexta-feira, julho 05, 2013
CANCRO DE ESQUERDA
Um post que merece leitura na diacronia, tendo em conta os que hoje mesmo salivam pelo quanto pior, melhor, os mesmos [filhos dos mesmos, netos dos mesmos] que ensaiaram uma extensa acção destrutiva, bloqueadora e anti-economia, PS e PCP, no pós-25-de-Abril: «Foi o povo português in totum que continuou mais pobre que a média europeia, mas orgulhosamente de Esquerda.» josé
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economia nacional,
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portadaloja
terça-feira, julho 02, 2013
O MEU APOIO A UM GOVERNO PS
Do que necessitamos urgentemente é de um Governo PS. Com um Governo PS, a próxima tranche do resgate estaria dependente dos esforços de Lisboa, que tarda em cumprir as reformas da administração pública e as alterações fiscais previstas. Boa! O Governo português teria de provar o seu empenho antes da reunião do Eurogrupo e tal. Vai sonhando, Tuga Tozé. Vota PS! Vota num partido-pária perto de ti. Sentir-te-ás muito melhor.
sábado, junho 22, 2013
DIAS DE CIO SOCIALISTA
É sempre um espectáculo-vida-selvagem ver os socialistas, misturando departamentos, autárquicas e legislativas, a incharem de cio por mais uma perninha no Poder. Se há símbolo-mor da grande corrupção político-partidária portuguesa, é o Partido Socialista. A sua Convenção Autárquica, no Coliseu dos Recreios em Lisboa, tem leões e números de circo retórico: dizem eles que é o momento ideal para uma viragem. Só se for da posição de sono do cão que dorme na calçada. Socialistas, purguem-se dos corruptos e dos impunes e já tereis face para pedir a lua ao triste e encornado eleitorado.
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