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quinta-feira, abril 04, 2013

20 EUROS AJUDAVA, FILHOS DA PUTA!

Afinal, há tanto filho da puta que pode ajudar-nos.
A vida corre-lhes bem. Bem de mais.
Até parecem imortais.
Se foste [e és] ladrão à pala da Política; se edificaste um Banco Corrupto pela escada instantânea da Política ou assinaste PPP à vista da parede e do fim da linha; e engordaste o teu acervo familiar de bens de toda a sorte; e escondeste do Fisco e da Sociedade desonestos milhões em offshores; e cevaste a tua conta bancária sem produzir um parafuso [com a zelosa energia, a estrénua capacidade de trabalho e os contactos, cumplicidades e compromissos de um Relvas ou de um Lello], apenas bafejado pela lassidão do Regime, protegido pelo laxismo da Justiça; se foste um mega-comissionista da Política e enriqueceste ilicitamente, podes ajudar-me, filho da puta.

quinta-feira, janeiro 24, 2013

MATAR SÓCRATES? NÃO!

Matar, não. Mas dar-lhe o desafio de ter de nadar para a praia mais próxima a partir de uma distância de mil metros, num mar encrespado, isso já seria bem tramado. Olha, da Berlenga a Peniche, por exemplos. Há quem cegue de paixão por causa de um partido político, defendendo-o mesmo no que não tem defesa possível: nos seus trastes comissionistas, nos seus corruptos endémicos, nos seus ladrões devastadores. 

É necessário cegar de paixão pelas pessoas comuns e pelo País inerme perante Políticos e Banqueiros sem escrúpulos. Amar as Pessoas comuns e sentir o País com Fome, no seu sofrimento e estado de exaustão anímica e financeira. Ladrões e desonestos ficarem a rir de nós, seja no Parlamento, como o super-aldrabão mete-ao-bolso Paulo Campos, cretino acabado, ou como o Mega-Burlão de Paris, ultra-desonesto, irascível — isso tolere-o quem puder. 

Quem passa fome e sabe porquê, a fundo, não pode abstrair-se desportivamente do facto de ter havido filhos da puta como esses que ganharam balúrdios especialmente a foder-nos o couro e a destroçar-nos o futuro.

segunda-feira, outubro 22, 2012

PAULO CAMPOS, MEU GRANDE ASNO!


Paulo Campos tem frequentado as TV para, com o ar mais seráfico do inferno, prostituir a verdade e violentar os factos da sua responsabilidade. E ninguém nos faz justiça! A melhor defesa é o ataque e os calhordas mentirosos do socratismo, como ele, são industriados a depor nas TV, no piscar de olhos nos olhos, o descaramento indecente da sua falsa inocência, quando foram responsáveis por esbulhos em altíssima escala, facturas e encargos que caem, como pêndulos, na nossa triste situação de dívida e défice. E quase chora. Declara-se sofredor, vítima da austeridade. A austeridade não lhe belisca nem faz mossa: a mim encosta-me ao solo, ao pó, à sensação de que não tenho saída a não ser a fome, apenas anulada, por enquanto, graças à tutela dos meus pais, enquanto Deus mos mantiver. Mas, segundo o Correio da Manhã, a Paulo Campos, ex-secretário das Obras Públicas, é possível declarar, de 2001 a 2011, vencimentos que totalizam 1,2 milhões de euros e dizer que passa mal, que os pais o ajudam monetariamente a criar os filhos: estão em causa 111,3 mil euros, em média, por ano, mas Paulo Campos, para todos os efeitos, é mais uma vítima da austeridade. Dividindo por 14 meses, o rendimento de Paulo Campos dá 7971,7 por mês, mas pouco lhe faltou para chorar no Programa de José Gomes Ferreira. Nós passamos fome, nós privamo-nos dos mínimos, mas a escandaleira dos números de Paulo Campos soma e segue, coitado. Ao Negócios da Semana disse que vivia, e mal, dos rendimentos da profissão, confessando até que recebe ajuda monetária: «Tenho 47 anos e sou apoiado pelos meus pais, enfim, para dar uma boa educação aos meus filhos». Puta que o pariu! Outro a gozar com a nossa cara e a sair airosamente da merda que nos fez: atirar com o pagamento todo das novas PPP para 2014-2015.

quinta-feira, outubro 11, 2012

AINDA O SHOW PÉS-PELAS-MÃOS PAULO CAMPOS

Nunca escondi aqui o quanto admiro José Gomes Ferreira. As questões que ontem tentou colocar a um esquivo Paulo Campos embaraçaram o ex-secretário de Estado para além de qualquer medida: por mais água que bebesse, a língua permanecia-lhe seca como um pergaminho bíblico, engolia em seco a cada instante, e a tartamuda gaguez era um espectáculo imperdível do absoluto deprimente. Em vão andaram os Valupis, esses Alquimistas da Treta Dourada, a prepará-lo toda a tarde, a treiná-lo toda a noite, juntos a simular quaisquer hipóteses perguntadeiras na entrevista a sério, a exercitá-lo para a grande lógica ilusionista do socratismo: para um papel há sempre outro papel e para um gráfico há sempre outro gráfico diferente, assim como para um relatório, um contra-relatório. Puta que o pariu! País de merda que consente trastes destes a decidir o nosso pescoço em milhares de milhões traficando influências entre a Banca, as Construtoras e o Diabo a Quatro, e depois a passar por seráfico, abnegado e frugal como qualquer de nós que mal sobrevivemos. Paulo Campos é um pacóvio, não apenas pelas monstruosidades que teve o poder de decidir, mas também porque na hora de se apresentar de cara limpa e tranquila diante do auditório, exibe-se tal como é: com a cara deslavada da impostura. Impossível dar o benefício da dúvida e a presunção de inocência a tantos milhares de milhões de euros levianamente negociados. Basta o estigma da fuga para Paris e o horrendo panorama nacional para tingir de estrume todos os que se relacionaram com Sócrates, culpados de grande parte dos males que nos afectam. Como desenrascar o homem Campos dos relatórios e pareceres mais recentes e fidedignos que entalam a aventura político-comissionista das PPP rodoviárias e outras? Invocar os relatórios e pareceres mais antigos, feitos à medida do freguês-Privado, martelados, na forma e no conteúdo, para passarem como se não fossem um assalto ao contribuinte pelas décadas das décadas. A mim não bastam as declarações orais e informais de Paulo Campos sobre os seus rendimentos, as suas amizades ou o que ele tenha ou não a temer: quero uma lei [há pouco tempo lançada ao lixo por Cavaco] que escrutine isso mesmo, pois os Portugueses se se vêem hoje oprimidos e sem esperança, parte da calamidade diz respeito a dívida, a juros brutais de dívida, a negócios abomináveis com impactos graduais no presente e no futuro imediato. Toda a gente sabe isso e apenas um feixe de filhos da puta comprometidos, guarda pretoriana do assaltante-mor, se aposta todo em escamotear isso pelo silêncio ou pela converseta da treta nos blogues-trincheira que defendem o indefensável. Quanto a isto, nada havia a esperar do aselha Pinto Monteiro, mas, com a nova Procuradora-Geral, pode ser que a vergonhosa verdade avulte, uma verdade que nos poupe a estas agruras ou as suavize.

TROCOS

Relvas garante que serão dispensados menos de 50 mil funcionários públicos
A minha vida é negócios. Negócios. Negócios e Negócios!
Ok, Cerejo, estás a fazer um belíssimo trabalho de investigação e já to elogiei quando radiografaste as casas horrendas que o PlayBoy de Paris assinava indevidamente na Guarda. Mas depois, acabadinho de ouvir atentamente o pseudo-contraditório de Paulo Campos, no programa do José Gomes Ferreira [página estranhamente desactualizada], a negar e a renegar relatórios oficiais comprometedores, a negar e a renegar dados oficiais comprometedores e a desmentir e redesmentir factos oficiais comprometedores com outros dados mais doces, com outros relatórios mais em conta e com outros factos mesmo a calhar, relativos às Mil e Uma PPP Ruinosas do Socratismo, ou seja, a velha língua de pau e o velho pó atirado aos olhos da Opinião Pública, era bom que a tua investigação, Cerejo, qualquer investigação, incidisse sobre os milhares de milhões do Erário Público atirados pela sanita em estradas inúteis e outros negócios absolutamente assassinos, conforme hoje testemunhamos na pele. De notar a atrapalhação, a secura da boca, a gaguez e a montanha de papéis ideais para a ofuscação e a confusão que falaram pelo Palhaço Paulo Campos, discípulo evidente do Charlatão posto em sossego em França. O binómio mini-pinóquio Passos-Relvas faz parte de um Sistema e de um Regime que não têm nem remédio nem redenção a não ser com uma mudança serena, um referendo de Regime, uma Ideia Nova, livremente amada e aclamada pelas Pessoas que hoje abominam a Nomenklatura, Toda a Nomenklatura! do Descalabro. Queremos é saber dos milhares de milhões de prejuízos massivos para o Estado e do Risco Zero / Perda Nula que os Governos Sócrates negociaram sistematicamente a favor dos Privados.

sábado, setembro 29, 2012

SUBMERSOS NAS PPP

Seis submarinos por ano, eis o custo que as PPP implicam durante mais de duas gerações.
Vamos mesmo ter de encher o Terreiro do Paço todos os dias,
embora uns e outros nos façam pensar
que é tarde de mais.
E tudo o PS 
mamou.

quinta-feira, setembro 27, 2012

A JUSTIÇA MEDIÁTICA E OS CÍNICOS DO CARALHO

Num País em que a Justiça funcionasse normalmente, em que se cortasse a direito, e não se lhe visse ponta de partidarização, valeria a pena pôr de lado a luta partidária para defender a separação das esferas da política, do Ministério Público e dos Tribunais. Isso tem sido impossível, basta acompanhar atentamente o discurso cínico do hipócrita Pinto Monteiro ou as certezas grotescas de Cândida Almeida quanto à inexistência de corrupção em Portugal. Por isso só nos resta sejam, ou comecem por ser, os media a julgar sumária e abductivamente, por exemplo, António Mendonça, Paulo Campos, Mário Lino, agentes das últimas PPP mais Ruinosas, embrulho bem atado no colo do Governo Passos, e ontem sob buscas policiais. É a nossa decadência cívica e a opacidade de Governos Danosos que determinam serem os media os agentes compensatórios com um outro tipo de Justiça, a Justiça Informal e Instantânea, matando a muito conveniente presunção de inocência, matando igualmente o muito conveniente arrastamento dos processos e só assim perturbando a impunidade e o deboche instalados, rompendo com a igualmente conveniente apologia do silêncio, quando não há sequer arguidos nem julgamentos em curso porque, sim, nem Paulo Campos, nem António Mendonça nem Mário Lino são ainda arguidos. Valha-nos os media. Num País como o nosso, a morte mediática de gente que emporcalhou a política é o mal menor que nivela o facto de a impunidade ser a regra quando se tem milhões para pagar mega-hiper-advogados como os proenças de caralho. As fugas de informação são também um mal necessário contra as estruturas de corrupção que passam ao largo de quaisquer consequências pelos seus crimes. Faz muito bem quem não comente notícias como a das referidas buscas aos domicílios de Mário Lino, António Mendonça e Paulo Campos, evitando corroborar na nossa única forma e no nosso único recurso de Justiça para um Povo Indefeso e à Mercê da Desgraça Colectiva, a justiça mediática. Já quando alguém ousa opinar em meu nome e em nome dos instintos mais corneados da Opinião Pública, por exemplo, a Ministra da Justiça, a propósito dessas mesmas buscas, pedindo rapidez e exigindo o apuramento de responsabilidades, isso faz-me justiça a mim e a quantos se vêm pobres e esbulhados por causa precisamente de políticas ruinosas e processos de saque continuado instalados no exercício do Poder. Quero que se fodam os princípios decorrentes do Estado de Direito se alguém os viola por me vir dizer, através das TV, que, um dos sinais das buscas de ontem, é que a impunidade acabou. É uma esperança que me mantém vivo.

segunda-feira, setembro 03, 2012

CÂNDIDA, DE MATERNAL A ESPINHO ATRAVESSADO


Já por aqui comentei o trajecto da procuradora-geral adjunta e os seus pronunciamentos bastante polémicos na Universidade do PSD. Basicamente, veio rasgar o manto de silêncio e suspeição que recobre a vida obscena a que José Sócrates entrega em Paris. De modo inesperado, aliás, tendo em conta a atitude maternal que desempenhou no caso da Licenciatura Ranhosa na Independente e no caso Freeport. Claro que a tese de que Portugal não é um País de corruptos tem mais a ver com a admissão de fraqueza: o Ministério Público é demasiado contemporizador e complacente com a corrupção política. Não poderia ser de outro modo: os lugares que ocupam são fruto de indigitações políticas em face das quais os indigitadores só esperam gratidão e que os não chateiem, mesmo com sobeja matéria para serem incomodados. No momento susequente do colóquio, uma jovem pergunta-lhe: «Como é que o antigo primeiro-ministro, eng. José Sócrates, estuda e vive em Paris, como se nada se passasse, fazendo uma vida de grande luxo, [dificilmente] com o dinheiro dos salários que ganhou em Portugal, e sem que nunca tenha sido detido?» Qualquer pessoa, qualquer vítima das políticas de saque actuais tem obrigatoriamente de olhar para trás e questionar-se qual foi a troca que possibilitou que um simples político, a ganhar mesquinhamente no mesquinho papel de Primeiro-Ministro, pudesse hoje sustentar-se à grande e à francesa em Paris. Com o dinheiro dos seus salários de político sem outro mister ou carreira?! Impossível. O enriquecimento ilícito é uma evidência obscena que tresanda a crime por todos os poros. Só inúmeras comissões indevidamente acumuladas de decisor político, hábito consolidado e aludido no processo Freeport, lhe permitiriam uma vida de champanhe, uma vida a chupar vieiras em vergonhoso contraste com o lodo em que nos meteu. Por cada PPP em que estejam em causa centenas de milhões de euros para o Privado e prejuízos pornográficos aos contribuintes, como não se cansa de acusar José Gomes Ferreira, o que custaria pagar-lhe uma comissão de quinhentos mil?! Basta multiplicar estas comissões  por cada negócio ruinoso em fim de festa, com os cavalos das contas públicas na água. A resposta de Cândida Almeida é todo um reconhecimento de que há algo muito negro, muito obsceno e muito errado naquela vida larga, mas também algo de muito errado na impotência confessada. Não é por acaso que essa implícita e inesperada admissão de evidente corrupção no Abominável Corrupto de Paris por parte de Cândida Almeida deixa fora de si o séquito de animais que ainda incensa o exercício da Política enquanto Roubo Disfarçado e Manobra de Diversão.

sábado, junho 16, 2012

PAULO-CARA-DE-CU CAMPOS OU O POIO FUGITIVO


É impressionante a impunidade de que gozam em Portugal indivíduos que surripiaram dolosamente o máximo de recursos públicos possíveis, no mais curto prazo possível, fazendo criminosamente impender sobre as gerações futuras custos a todos os títulos absurdos e obscenos. Impressiona também que perante tal farsa grotesca não tenha caído o Carmo e a Trindade, dispostos aliás a cair por causa das peripécias Relvas e o seu folhetim de 3.ª. Pergunta-se: já foram colocar algemas a esse espécimen infrequentável Paulo-Cara-de-Cu Campos?! Já capturaram o Supremo Filho da Puta no seu sossego parisiense conspirativo, seguro, agarrado aos seus milhões milagrosos, inexplicáveis, convertidos todos os dias em jantarada, almoçarada, todos os dias regados com o irrecusável vinho tinto; todos os dias incensados pelo imperdível cigarro, nas melhores tascas?! E quanto à puta-que-pariu-Procuradoria-Restrita da Bananeira, já deu sinal de si ou está difícil?! Enojem-se, portugueses! Com eles. Com ela.

sexta-feira, junho 15, 2012

DO SUMO INDECOROSO

Sabendo o que se sabe da actuação abaixo de reles de Paulo-Cara-de-Cu Campos, por que espera a puta-que-a-pariu-Procuradoria?! Há dois ladrões para capturar. Um supõe-se imune no Parlamento português. O outro prostitui a consciência inexistente em Paris. É fácil. Por que esperam?! Esperam que passe e se esqueça. Impossível.

quarta-feira, junho 13, 2012

NO PAÍS-FODA-SE DE PAULO-CARALHO CAMPOS

Como seria de esperar, a plena assunção de culpa por parte do ex-secretário de estado Paulo-Caralho Campos, não tem consequências no País-foda-se de Pinto Monteiro e Noronha do Nascimento, onde os amigos são para as ocasiões.

segunda-feira, junho 04, 2012

NO CREPITAR DOS CRETINOS

«Sempre fui frontalmente contra qualquer tentativa de resolver nos tribunais o que pertence à política. Não posso, no entanto, deixar de me interrogar sobre se o conteúdo do relatório do Tribunal de Contas sobre as PPP rodoviárias não deveria ter consequências judiciais. Uma coisa é ter optado por um modelo errado. Ou ter multiplicado, “por ideologia”, como gostava de dizer no Parlamento José Sócrates, a construção de infra-estruturas hoje às moscas. Ou mesmo ter feito maus negócios, aceitando remunerar accionistas das novas PPP por valores “claramente superiores aos praticados no mercado”. Tudo isto caberá, por mais que nos custe a engolir e a pagar, no domínio das opções políticas e das circunstâncias de um governo. Mas já é totalmente diferente esconder do Tribunal de Contas contratos adicionais, com um impacto financeiro de 705 milhões de euros, única forma de conseguir um visto que antes fora recusado. Estas manobras têm rosto. O mais evidente é o de Paulo Campos, actual deputado do PS e ex-secretário de Estado do sector. Mas é o único, como sabemos.» José Manuel Fernandes

sábado, junho 02, 2012

E NÃO HÁ PRISÃO PARA ESTES DEMÓNIOS?

«As PPP foram criadas em Inglaterra e na Austrália e não têm, em si mesmo, de ser uma coisa má. Permitem avançar com obras importantes para as comunidades, feitas pelos privados a tempo e sem derrapagens – os privados que, com uma distribuição de riscos adequada, depois serão responsáveis pela manutenção. O problema em Portugal é que os políticos importaram este sistema sem que a esfera pública estivesse minimamente preparada para lidar tecnicamente com as negociações complexas com os privados. A inexperiência é visível nos primeiros maus contratos assinados pelo governo de Guterres, que deu o pontapé de saída para as PPP. A curva de aprendizagem, contudo, foi muito curta – e juntou-se, já com José Sócrates (assistido pelo inevitável Paulo Campos, hoje deputado), a uma multiplicação demente de contratos para obras supérfluas.

quinta-feira, maio 31, 2012

CORRUPTO POR AMOR

Perante a espessa ladroagem impune dos últimos dois consulados socialistas, tendo como um dos rostos de incontáveis e cretinas habilidades lesa-Pátria Paulo Campos [isto quer ele queira quer não queira; mais, quer o Grupo Parlamentar do PS queira quer não], o caso José Eduardo Simões chega a ser comovedor. Amar a Académica e, enfim, ter-se deixado tentar por causa dela e não por uma ávida glutonaria reles e estomacal qualquer está para a putice das PPP e dos inerentes e implícitos comissionismos políticos socialistas como roubar um pão no Pingo Doce, por um lado, ou assaltar um Banco, matar o recepcionista, apesar de obediente e, ao sair, completar o serviço levando os parcos cêntimos de um sem-abrigo apanhado pela frente, depois de o sovar e imputar-lhe a culpa do assalto, do ser mendigo, do caos no mundo. A culpa é da «crise das dívidas soberanas», lembram-se?! Olhem bem para eles: engordaram com negócios ruinosos para Portugal e os media protegem-nos assim como o PGR e o presidente do STJ. Prosperam, vivem um fausto inexplicável em cidades ultra-caras de exílio chique e de fuga à vergonha de ter abichado indevidamente com imensa lata e os media [Público, SICN, etc.], tal como o presidente do STJ e o PGR, protegem-nos, destroem escutas, no grande servilismo paneleiresco de serem fantoches nas mãos dos ladrões mais absolutos apenas porque gozam do máximo poder proporcionado pelo dinheiro e pelas cumplicidades habilmente entretecidas. Depois quem paga estas dissimulações e estes autênticos roubos de Igreja legalizados são os Eduardo Simões dos trocos e são indivíduos comuns como eu, injustamente assediados de Fisco inescapável, Fisco há muito criminoso no estrénuo saque a que nos vota, assediados para além da loucura, empobrecidos compulsivamente, precários eternos ou eternos desempregados. Foda-se!

segunda-feira, abril 16, 2012

PRELIMINAR DEPRIMENTE NO MASTURBÓDROMO PS

Afinal, o Partido Socialista orgulha-se do Saque e da Rapina atinentes às legislaturas socratesianas. E homenageia-os, homenageando o devastador Primadonna. Um dia, ainda que longínquo, quando houver decência, socialistas irrespiráveis como Mota Andrade ainda hão-de homenagear Sócrates dentro da respectiva cela prisional, onde nunca lhe faltará a companhia nem Paulo Campos nem de Mário Lino, nem de toda a espécie de gente comprovadamente respeitável e séria como os nossos mais destacados assaltantes de multibanco. 

sábado, abril 14, 2012

BOIS

Não se pense que não há nomes repletos de culpa e de dolo ou que a política não absolve tudo, mas mesmo tudo. Não se pense. Deve caminhar-se para a confrontação dos comportamentos políticos criminosos. Falimos graças a essa ganância protegida. Dela mesma implicitamente deu conta o presidente do InIR, Instituto de Infra-Estruturas Rodoviárias, Alberto Moreno, ao defender que todas as PPP, nas SCUT, teriam de ser renegociadas. A parte de leão com que ficam as empresas privadas e o imponderável  prejuízo para o Estado convergem na sentença do próprio tribunal de Contas. Mas... E não se criminaliza isto? Não se investiga as luvas, comissões e vantagens que esses políticos em forma de gangue embolsaram, sufocando-nos e condenando-nos a todos? Tiremos todas as dúvidas apurando quem assinou sucessivos contratos roleta-russa contra os contribuintes portugueses e por que motivo os socialistas e especialmente Paulo Campos insultaram o presidente do InIR.

segunda-feira, outubro 31, 2011

ODE À CARETA PRÉ-PRESIDIÁRIA DE PAULO CAMPOS

Não percebo que ímpeto terá levado o Governo Passos a promover, na cimeira do Paraguai, os computadores Magalhães, mas provavelmente deverá ser para minimizar os impactos mal explicados da Fundação para as Comunicações Móveis (FCM) antes da devida e higiénica extinção a que os operadores não se deverão opor. Já Sócrates, quando implementou o programa e-escolinha, enterrou de lastro e de Babel um público escolar que mal consegue uma relação satisfatória com gente e com livros, que fará com computadores ultrapassados. Não pode haver mérito onde houve instrumentalização de recurso do Estado e houve extenso e despudorado suborno do eleitorado, através dos filhos do eleitorado, com os efeitos torradeira-valentim que se desejavam em retorno. Daí que os únicos argumentos usados para Passos andar a contaminar-se de mau aspecto vendendo Magalhães aos mexicanos só poderão ser os da pílula amargosa: a empresa que os produz e exporta continua acusada de todo o tipo de trafulhices envolvendo o anterior Governo Sócrates? Continua. Mas conviria que mediante a devida promoção do Magalhães nas cimeiras em que o actual Governo participe essa empresa gradualmente fosse desonerando o erário para que o golpe e o privilégio concedidos acabem por ficar ela por ela, isto se não se colocar, por hipótese, a triste realidade de o Estado Português ter ficado amarrado por um contrato com um privado daqueles mais chulos, mais lesivo dos contribuintes, mais reles, mais ladrões em que o socratismo foi comprovadamente useiro, vezeiro e contumaz, obrigando-o, ao Estado, a mortíferas e proibitivas indemnizações. Para conceber tal possibilidade, basta contemplar a careta esgazeada e pré-presidiária de Paulo Campos. Do mesmo modo, a visita de três dias de Paulo Portas à Venezuela só pode destinar-se a recuperar, a salvar, vá, o mínimo, após absoluta dissipação de recursos quando passou pela cabeça peregrina e dissoluta dos socratistas esperar de Chávez alguma palavra e o cumprimento dela. Continua a não haver eleições nesse País governado por um ditador com quem as pessoas sérias da Direita e do Centro jamais fariam qualquer tipo de negócio, salvo para compor e recuperar merdas deixadas para trás pelo reles socratismo, Esquerda danosa e malcheirosa.