À medida que os jogos do FC Porto se sucedem, percebe-se uma das linha do grande upgrade Paulo Fonseca na dinâmica ofensiva da equipa: a mesma posse, muitíssimo mais intensidade, especialmente no reduto adversário, onde um Licá, por exemplo, aparece como um raio. Só falta converter em golo a profusão de oportunidades geradas.
«After he has suffered, he will see the light of life and be satisfied; by his knowledge my righteous servant will justify many, and he will bear their iniquities.Therefore I will give him a portion among the great, and he will divide the spoils with the strong, because he poured out his life unto death, and was numbered with the transgressors. For he bore the sin of many, and made intercession for the transgressors.» Isaiah 53
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segunda-feira, agosto 26, 2013
segunda-feira, agosto 19, 2013
O PERFUME DE QUINTERO
Cada vez que vejo Quintero em acção, penso em Deco, no melhor Deco que já vi e acho que só o vi no meu FC Porto, o Deco que se aprimorou e acrisolou no e pelo sofrimento, na dura e adequada domesticação do temperamento, domação do génio só possíveis naquela casa, onde a componente afectiva consolida e motiva máximo rendimento na parte profissional. Depois de se ver um Quintero com uma esquiva transcendente, à Maradona, a uma rasteira sadina e logo um remate repentista, impensável, para golo, depois de se ver um jovem jogador a mudar as agulhas de todo um jogo emperrado, não percebo ao que vem um José Mota, amargo e ressentido. Para quê falar de si, do treinador adversário e de um Capela de baixo rendimento?! E o futebol?! Quem é que quer saber da falta de brilho de um Capela, da longa e sofredora carreira de um José Mota, das queixas pela irreverência de um jovem profissional como Paulo Fonseca, quem é que quer saber de tudo isso, perante o perfume de puro futebol exalado por um Quintero?!
sexta-feira, junho 07, 2013
UMA ASCENSÃO METEÓRICA
O currículo de Paulo Fonseca é extraordinário e dá que pensar, nem que seja para constatar o quanto o FC Porto está muito à frente não apenas no plano interno, mas porventura mesmo no europeu. Os critérios de contratação de treinadores do FC Porto estão cada vez mais assimilados aos critérios de contratação de jovens jogadores repletos de potencial, como James, lapidado no Dragão. Primeiro o talento potencial, a capacidade potencial, o equilíbrio psicológico observado, os valores físicos de excepção, a constância da ambição e a perseverança no trabalho. Depois, um currículo que fale por si. Villas-Boas, Vítor Pereira e agora Paulo Fonseca atestam o compromisso do FC Porto em apostar na juventude e na mais pura e dura meritocracia. Boa sorte, Paulo: «Tem sido uma ascensão meteórica, a de Paulo Fonseca. Começou a carreira de treinador nos juniores do Estrela da Amadora (2005-07) e passou pelo 1.º Dezembro (2007-08), pelo Odivelas (2008-09), pelo Pinhalnovense (2009-11) e pelo Desportivo das Aves (2011-12), antes de, na temporada passada, ter assinado pelo Paços de Ferreira. A época de estreia na I Liga não poderia ter corrido melhor: com um inédito terceiro lugar, suplantou o Sp. Braga e garantiu uma qualificação histórica para a Liga dos Campeões.» Nuno Sousa
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