«After he has suffered, he will see the light of life and be satisfied; by his knowledge my righteous servant will justify many, and he will bear their iniquities.Therefore I will give him a portion among the great, and he will divide the spoils with the strong, because he poured out his life unto death, and was numbered with the transgressors. For he bore the sin of many, and made intercession for the transgressors.» Isaiah 53
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sexta-feira, março 29, 2013
quarta-feira, março 11, 2009
L'OTTIMISMO DI SÓCRATES PER I SUOI INTERESSI
Lá como cá, a lógica é idêntica como muito argutamente refere a posta L'ottimismo di Silvio per i suoi interessi, do magnífico blogue DIEGO GARCIA BLOG, Libere parole e opinioni, escrita por Andrew. Os efeitos e a cara de pau de serviço é que diferem, mas pouco. Pergunto-me se o paralelismo dos exemplos italiano e português é combinado ou tem a ver com o Ego Descomunal dos 'optimistas' em causa: «Qualche giorno fa, Berlusconi, parlando della crisi economica, aveva detto stop ai catastrofisti. Aveva dichiarato che per uscire dalla crisi bisogna essere ottimisti visto che il pessimismo fa soltanto il male dei cittadini. Ottimismo dunque. Lo vede solo lui. Purtroppo la crisi c'è. E' evidente, anche con i dati e le cifre. Ma lui continua a dire il contrario. Per questo io dico che Berlusconi è inadeguato a gestire la crisi. Per lui la ripresa economica si limita al nucleare e alle sue televisioni. Interessi suoi, non del paese. In realtà, mentre non c’è nessun progetto credibile per rilanciare l'Italia, si finanzia il ponte sullo stretto. Un altro suo interesse. In tempo di crisi. Sembra un controsenso. Molto probabilmente lo è. Ma Berlusconi è ottimista. Il motivo? Già i soldi non gli mancano, poi ne intasca tantissimi altri, riportati in un articolo di Italia Oggi, per i dividendi delle sue società. La cifra? 160 milioni, il 50% più di quelli ricevuti nel 2008. La crisi per lui certamente non c’è. L'importante sono gli interessi.» O optimismo e as obras de regime, lá como cá. Os interesses de quem nem sente mosquito de crise. Optimismo é escarnecerem da nossa cara e é falarem com a barriga cheia, bem cheia, como Berlusconi e como Sócrates, separados à nascença. Os lucros da EDP, da Galp e da CGD falam por si e significam a quota de esbulho que necessariamente há nestes negócios com lucro, quando tudo em volta colapsa.
quarta-feira, fevereiro 11, 2009
ÓSCAR PARA O MELHOR FEIRANTE

Nada mais negro para o primeiro-ministro, José Sócrates, que a própria verdade exposta e assumida, desconstruída, trabalho a que nem sequer se deu nem sequer nos vê como dele legítimos merecedores. Berlusconizar Portugal é basicamente não prestar contas e estar muito além desse pormenor de somenos. Coloca num plano da vítima, posta-se majestático, irredutível, sabe que Portugal é o paraíso da impunidade pelo recurso à mentira e conhece bem essas águas pelágicas onde é peixe de peso. Hoje acusou o PSD de desenvolver uma campanha contra si, após ser questionado sobre a eventual actuação ilegal dos serviços de informações em relação aos magistrados que investigam o caso Freeport. Durante o debate quinzenal no Parlamento, o líder parlamentar do PSD questionou o primeiro-ministro "enquanto autoridade máxima e responsável directo" pelos serviços de informações sobre notícias de que estes "estariam a fazer vigilância sobre magistrados em pleno processo de investigação criminal". "Trata-se de uma matéria gravíssima para o Estado de direito", considerou Paulo Rangel. As pessoas esquecem-se que com este Governo já não vigora o célebre «quem não deve não teme, mas o «quem controla não teme». Qualquer questão colocada sobre o Freeport é-lhe convenientemente insultuosa, quando o insulto a todos os portugueses é fugir de provar coisas muito simples. "Enquanto for primeiro-ministro, os serviços de informações cumprirão a lei", referindo que o Conselho de Fiscalização dos Serviços de Informação da República Portuguesa, órgão com membros eleitos pelo Parlamento, deu ontem "a mesma garantia". Neste jogo de xadrez nada é real, tudo são figuras e instituições de fantoche, com chefe certo e as pressões e garantias nos lugares certos. Uma vez mais, o primeiro-ministro qualificou de "insultuosa" uma pergunta de Paulo Rangel: «Está em condições de garantir ao Parlamento que não há qualquer interferência nem qualquer condicionamento dos serviços de informações sobre investigações criminais em curso?» E o PM responde no seu estilo habitual: «O senhor deputado é que utiliza esses truques e essas tácticas, de quem quer trazer a questão do Freeport, dos serviços de informações para o debate na Assembleia da República. Faça-o frontalmente, faça-o com coragem». Secando tudo em volta, semeando a pressão e o condicionamento, controlando todos os aspectos da vida política e das instituições de Estado, será sempre facílimo rebentar de bazófia e convicção e fazer o seu número no Parlamento. Com as mesma convicção com que se defende e apresenta um relatório da OCDE que nunca o foi. Aparentar, parecer, simular, fugir às próprias responsabilidades, não ter um pingo de vergonha e sobreviver politicamente. Assim vai o Poder num Portugal berlusconizado. Assim se aliena um País e falsifica a vida cívica, pois o péssimo exemplo, aquele que esmaga, que está para além do decoro e do respeito pelos outros, é esse que, acotovelando tudo e todos, prevalece. Entretanto, há mais anúncios. Acção, essa é Zero. Menos, muito menos que um Governo de Gestão.
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