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quinta-feira, maio 23, 2013

O ISLÃO ESTÁ CADA VEZ MAIS SEDUTOR

Dado a profusão de sangue que verte, o Islão parece uma fé possessa, um sistema de 'fezes', em denegação, perseguição, extermínio da humanidade. Sim, um arianismo religioso. Sim, uma ideologia pela submissão ou exclusão do Outro. Talvez tal coisa medre bem sob esta crise geral das crenças ocidentais, crise do substrato cristão que tudo perpassava, crise especialmente em sociedades, como as nossas, hoje muito pouco interessadas em materiais de convicção de carácter religioso e aí vazias para que um fanatismo simplista qualquer as preencha, ou não fosse óbvio que, nesta matéria, se tem arrojado o menino e a água do banho de um cristianismo mínimo e cultural. Este Islão criminoso, uma fé, sistema de fezes, que tem agregado a si o vírus do homicídio e da pressão proselitista exclusivista, mostra perfeitamente ao que vem em Londres, em Paris e provavelmente em todas capitais e segundas cidades submetidas à pátina colonizadora islamista. Actos espectaculares. Choque e horror. Ontem, um soldado decapitado na via pública, na região de Londres. Amanhã, só Deus sabe o quê. De todos os modos, isto inaugura uma forma de publicidade e popularização paradoxal dos actos mais hediondos. Gente disposta a tudo para ter sobre si todos os holofotes e inspirar loucos a loucuras equivalentes. Mesmo que se queira ler nesse acto uma traição ao Islão e às comunidades muçulmanas, David Cameron e o gabinete de gestão de crise do Reino Unido, o Cobra, Cabinet Office Briefing Rooms, devem olhar para este acto como o efeito de milhares pregações odiosas, instigadoras de sangue, começo de conversa para actos equivalentes. Os dois homens que mataram o soldado em plena luz do dia nessa rua de Woolwich estão vivos. Isto tragicamente só reforça a narrativa pessoal de um extremismo que passa incólume ou não perece no processo mesmo dos crimes perpetrados. Continua a ser politicamente correcto dizer-se que não há nada no Islão que justifique este acto terrível, mas porventura o que avulta cada vez mais evidente é que pouco haverá no Islão que não redunde nem aponte precisamente para o terrorismo.

quarta-feira, dezembro 12, 2012

MORRER COM JACINTHA SALDANHA

Há qualquer coisa nesta morte que me aflige e me toca e me enche de uma empatia absoluta, desmedida, como se fosse comigo, como se fosse eu mesmo. Está frio. De algum modo enregela-se-nos bem mais que o corpo, perante isto. Interrogo-me o que era a vida de Jacintha antes do telefonema, o que se passou logo a seguir, após a brincadeira do canal Nine Network, pelos locutores Mel Greig e Michael Christian, até culminar na sua morte por enforcamento. Há certamente mais, muito mais, por detrás desta perda tal como há milhões de Jacinthas por eclodir trágicas, tristeza para que se não inventaram ainda palavras. Poderias ser tu esse sofredor silencioso cujo íntimo jaz submerso na maior parte, icebergue de dores e de penas. Poderia ser eu, angustiado, terrivelmente em baixo, com o corpo e a alma, todo o meu ser, na ânsia de um catalisador qualquer, um pretexto para, agora sim, descrença completa na Humanidade, acabar. Por isso quero saber, tenho direito a saber, o tom e a substância do antes e depois daquele telefonema. Quero saber, tenho o direito de saber, tudo o que te fez desaguar nessa partida-punhal que nos estarrece, Jacintha!

segunda-feira, agosto 06, 2012

GELADO DE PERDIÇÃO

Se o tal português que roubou um gelado durante os motins do Verão passado no Reino Unido foi condenado a dezasseis meses de prisão e pode agora ser deportado e impedido de entrar no País durante dez anos, é de esperar milhões de anos de prisão e exílio em Marte, para os que sequestram e roubam, os que matam e roubam, os que violam e roubam, os que desgovernam e roubam?! O mundo está perdido e o rigor britânico, a confirmar-se isto, anda bastante desfocado. Ou então não passa de embirração.