Mostrar mensagens com a etiqueta Rui a.. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Rui a.. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, agosto 02, 2013

DIREITOS E REALIDADE

«... a legislação portuguesa tem vindo a consagrar, de há muito, uma panóplia de férreas regras económicas proteccionistas do trabalhador, desde logo o utópico «direito ao trabalho», como se este não fosse gerado no mercado, mas na Assembleia da República ou nas Centrais Sindicais. Os resultados de tais políticas foram, como está hoje bem à vista de todos, precisamente os inversos dos pretendidos.» rui. a

segunda-feira, junho 17, 2013

CENAS DO FIM DO MUNDO DOCENTE

«Do tamanho dessa impossibilidade e desse problema, que apenas são sustentados por ideias românticas e muito antigas sobre a educação e o papel que o estado deve ter nela (ideias que, numa benévola hipótese, ascendem já à Revolução Francesa e a La Chalotais e Condorcet), resultam toda a espécie de arbitrariedades cometidas sobre os professores que prestam serviço no sistema: reduções salariais, salários baixos, precariedade contratual e, acima de tudo, essa vergonha que consiste na sua mobilidade geográfica, que todos os anos inferniza a vida a milhares de professores e suas famílias, e que dá da escola pública portuguesa uma impressão de total falta de humanidade e competência.» Rui a.

sexta-feira, junho 14, 2013

A ESQUERDA SOARESIANA

Esta conversa convencional do Rui já deu o que tinha a dar, embora todas as proposições da equação que o Estado Português enfrenta estejam certas. A Esquerda em Portugal é um fóssil. No máximo uma coisa acomodada e aclimatizada ao partidocratismo. O que temos a instigar bloqueios e resistência à mudança é mais um sistema soaresiano, um poder acima do Poder aparente de governar, qualquer coisa imbricada no Aparelho de Estado que manda e vem para a praça pública se é demitido por cauda das swap, certa cúpula da opinião, certa cópula das influências e seu tráfico, para os quais nada é para ser destapado, mexido, mudado. Jardim, por exemplo, tornou-se anti-Governo na proporção da sua igualzinhidade com os piores podres do Continente.

segunda-feira, setembro 17, 2012

RUI A. E MÁRIO SOARES, SUA PONTIFICAL VETUSTADE

Enquanto Portugal resvala para uma situação tácita do tipo Monti, em Itália, com Vítor Gaspar legitimado pelos credores e com todos os argumentos experimentais tecnocráticos baseados em modelos falíveis certamente gerados por computadores; instaurada que está a Crise Política, a Deslealdade Política PSD/PP e a Desconcertação Social, não acredito de todo num Governo assente nos partidos base de toda a degenerescência e falência portuguesas, PSD e PS. Este Regime está morto. O Presidente não preside. A Oposição não assume. O Governo tem medo. Não se pode salvar o que já morreu. Para além de um Referendo por um Rei vinculado até à morte a um Povo, o que é preciso é dar lugar ao Novo e o Novo está precisamente no palpitar espontâneo da Sociedade: a Sociedade olha para a figura de um Rei como um estável garante de independência e orgulho. O Regime está morto porque nem se salva a si mesmo nem teve o Povo como cerne, como fim, e como meio fosse para o que fosse. Já se está a ver que, na porcaria da TSU, Passos tem por trás a Comissão Europeia, o Banco Central Europeu e o FMI que hoje falam grosso. Convenço-me de que Passos está-se a cagar para o facto de cair ou não cair. Isto é que será sempre a cair. Seguro, assim como Portas, embora infernalmente bem intencionado, vão largando, gota a gota, o seu chi-chi penoso e amarelo, pensando nos dividendos do isolamento passista, embora nem um feijão fradinho passe já por aqueles cus. O Regime está morto. Peçam contas e resultados a quem o matou. Quem o matou, medrou à conta dele, e nós, cornos tardios, acordamos estremunhados do delírio colectivo. Só mesmo ao Rui A., agora armado em Sibila deste Regime Morredouro, passaria pela cabeça avocar Mário Soares à equação regimental, à luz da realidade em 1983. Mário Soares está aflito com os 30% de corte à sua Afundação. Mário Soares pela-se pela ameaça séria à sua Parasitária Pessoa colocada pelo tripé inamovível Passos-Gaspar-Troyka. É o que resta da Sua Pontifical e Parasitária Vetustade.