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terça-feira, março 12, 2013

CONTRA A FILOSOFIA MARXISTA DA MARMITA

«Faz-lhe confusão a marmita? Tenho uma pequena empresa, somos cerca de 20 pessoas, além disso ainda tenho alguns filhos em casa, temos microondas na copa e também eu levo marmita, cito JASeguro: qual é o problema?!! Essa conversa das conquistas de Abril infelizmente tem sempre agua no bico - a verdadeira conquista de Abril foi podermos viver num regime democrático. o resto é cartilha de pacotilha. A riqueza não vem do céu nem chega por decreto. A riqueza que precisamos não virá como julga, chegará isso sim com o máximo espaço para a iniciativa privada e o máximo de liberdade para 'criar' (empresas ideias etc), isto implica necessariamente menos Estado. Reparei que nutre um carinho especial pelo 'el Comandante', pergunto-me: por que será que a esquerda tem esta tendência para gostar de regimes musculados? será mesmo um resquício de necessidade de sombras tutelares? Sejam elas na figura de Estados opressivos e muito presentes sejam elas nas figura de personagens grotescas e egocêntricas? Que tiram aos ricos para dar aos pobres até que ficam todos pobres? (menos eles próprios - claro!). Pergunto-me então outra vez: será que esta esquerda só aprecia a liberdade de expressão e a liberdade para a criatividade até ao momento em que consegue derrubar os regimes democráticos e finalmente passa a viver a sombra dum «paizinho' qualquer com mão de ferro? E então já não se importa de frequentar cantinas comuns com ou sem marmita, desde que todos entoem a Internacional, e assistam embevecidos e acriticos aos discursos de 5 horas do pai na Nação? Não, não sou um Coelhista muito menos um Relvista, e até estarei de acordo com algumas criticas- só quero é que não me contraponham a eles as vossa utopias esquerdistas que dão cabo da economia de vez. Como já sei que aqui não nos entenderemos nunca, pois prefere a sombra do 'pai' Estado, pelo menos que nos entendamos na questão de criar uma justiça efectiva para prenderem de vez todos os que se aproveitaram desta liberdade e que andaram a 'mamar' anos a fio.» Anónimo

quinta-feira, novembro 08, 2012

JÁ NÃO SE PODE TER UM DESLIZE IMBECIL?!

Vi e ouvi atentamente Isabel Jonet a falar com toda a liberdade ao ponto de poder ferir os mais escrupulosos patrulheiros da correcção, puta-que-os-pariu. Para além de um misto de tentativa pronunciativa acerca de gestão familiar, ambientalismo familiar, sustentabilidade e realismo familiares numa economia familiar, a pobre Jonet não escapou àquela fatalidade dos que fatalizam por norma quantos passam mal e começam a passar malíssimo: ainda poderá ser pior, sugeriu. Mas em qualquer caso jamais se tratará de empobrecer muito mais: apenas de reaprender o respeito perdido por um pão ou a salvaguarda prudente do que se tem. Não é preciso uma Jonet para nos recordar isto. Agora, uma coisa é um deslize imbecil, num dia de azar ou imprudência discursivos. Outra coisa completamente diferente é a histeria acusatória dos Lavos e de outros imbecis a tempo inteiro, cuja azia e idiotia os atira para modos de insultar que não lembram aos cus a nu diante da Assembleia da República. Quanto mais grunhos, mais vácuo estridente, está visto!

domingo, junho 03, 2012

TIRANDO O APOCALIPTICISMO

O que é que o Luís Menezes Leitão diz assim de tão novo, Little Boy Sérgio, tirando o apocalipticismo tonal omnipresente?! De apocalíptico só há a minha fome, o meu encosto às cordas, a minha corda ao pescoço, o encornanço perpétuo dos políticos e dos Borges-Lagarde obscenamente pagos deste mundo sempre a insistir que sejamos ainda mais obscenamente mal pagos e que, esmagadíssimos, paguemos ainda mais impostos. De apocalíptico só há a minha sensação de indigência presente e perpétua, sobeja, e no entanto sempre a resvalar, abissal, encurralada, para pior.