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| Vá que há quem comente à altura um Lavos em mais um shot de pensamento desejoso esquerdejante. Corre tudo assim tão bem aos impressores de dinheiro? |
«After he has suffered, he will see the light of life and be satisfied; by his knowledge my righteous servant will justify many, and he will bear their iniquities.Therefore I will give him a portion among the great, and he will divide the spoils with the strong, because he poured out his life unto death, and was numbered with the transgressors. For he bore the sin of many, and made intercession for the transgressors.» Isaiah 53
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sexta-feira, maio 17, 2013
MAIS UM SHOT DE PENSAMENTO DESEJOSO
terça-feira, março 12, 2013
CONTRA A FILOSOFIA MARXISTA DA MARMITA
«Faz-lhe confusão a marmita? Tenho uma pequena empresa, somos cerca de 20 pessoas, além disso ainda tenho alguns filhos em casa, temos microondas na copa e também eu levo marmita, cito JASeguro: qual é o problema?!! Essa conversa das conquistas de Abril infelizmente tem sempre agua no bico - a verdadeira conquista de Abril foi podermos viver num regime democrático. o resto é cartilha de pacotilha. A riqueza não vem do céu nem chega por decreto. A riqueza que precisamos não virá como julga, chegará isso sim com o máximo espaço para a iniciativa privada e o máximo de liberdade para 'criar' (empresas ideias etc), isto implica necessariamente menos Estado. Reparei que nutre um carinho especial pelo 'el Comandante', pergunto-me: por que será que a esquerda tem esta tendência para gostar de regimes musculados? será mesmo um resquício de necessidade de sombras tutelares? Sejam elas na figura de Estados opressivos e muito presentes sejam elas nas figura de personagens grotescas e egocêntricas? Que tiram aos ricos para dar aos pobres até que ficam todos pobres? (menos eles próprios - claro!). Pergunto-me então outra vez: será que esta esquerda só aprecia a liberdade de expressão e a liberdade para a criatividade até ao momento em que consegue derrubar os regimes democráticos e finalmente passa a viver a sombra dum «paizinho' qualquer com mão de ferro? E então já não se importa de frequentar cantinas comuns com ou sem marmita, desde que todos entoem a Internacional, e assistam embevecidos e acriticos aos discursos de 5 horas do pai na Nação? Não, não sou um Coelhista muito menos um Relvista, e até estarei de acordo com algumas criticas- só quero é que não me contraponham a eles as vossa utopias esquerdistas que dão cabo da economia de vez. Como já sei que aqui não nos entenderemos nunca, pois prefere a sombra do 'pai' Estado, pelo menos que nos entendamos na questão de criar uma justiça efectiva para prenderem de vez todos os que se aproveitaram desta liberdade e que andaram a 'mamar' anos a fio.» Anónimo
quinta-feira, novembro 08, 2012
JÁ NÃO SE PODE TER UM DESLIZE IMBECIL?!
Vi e ouvi atentamente Isabel Jonet a falar com toda a liberdade ao ponto de poder ferir os mais escrupulosos patrulheiros da correcção, puta-que-os-pariu. Para além de um misto de tentativa pronunciativa acerca de gestão familiar, ambientalismo familiar, sustentabilidade e realismo familiares numa economia familiar, a pobre Jonet não escapou àquela fatalidade dos que fatalizam por norma quantos passam mal e começam a passar malíssimo: ainda poderá ser pior, sugeriu. Mas em qualquer caso jamais se tratará de empobrecer muito mais: apenas de reaprender o respeito perdido por um pão ou a salvaguarda prudente do que se tem. Não é preciso uma Jonet para nos recordar isto. Agora, uma coisa é um deslize imbecil, num dia de azar ou imprudência discursivos. Outra coisa completamente diferente é a histeria acusatória dos Lavos e de outros imbecis a tempo inteiro, cuja azia e idiotia os atira para modos de insultar que não lembram aos cus a nu diante da Assembleia da República. Quanto mais grunhos, mais vácuo estridente, está visto!
domingo, junho 03, 2012
TIRANDO O APOCALIPTICISMO
O que é que o Luís Menezes Leitão diz assim de tão novo, Little Boy Sérgio, tirando o apocalipticismo tonal omnipresente?! De apocalíptico só há a minha fome, o meu encosto às cordas, a minha corda ao pescoço, o encornanço perpétuo dos políticos e dos Borges-Lagarde obscenamente pagos deste mundo sempre a insistir que sejamos ainda mais obscenamente mal pagos e que, esmagadíssimos, paguemos ainda mais impostos. De apocalíptico só há a minha sensação de indigência presente e perpétua, sobeja, e no entanto sempre a resvalar, abissal, encurralada, para pior.
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