Mostrar mensagens com a etiqueta Standard and Poor`s. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Standard and Poor`s. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, novembro 11, 2013

DO FÓSSIL CONSPIRATIVO RESIDENTE

Mais uma vez, Machete enodoa o Governo e contribui para a fragilização flagelada da nossa imagem interna e externa, imagem do nosso árduo percurso sob ajustamento, sob a obrigatória austeridade que é basicamente não haver dinheiro e o Partido Comunista não ter um Banco com ele inesgotável. Não nos bastava vermo-nos num momento venenosamente condenados pela S&P e logo a seguir elogiados redentoramente pelo FMI e pela Moody's, tinha de vir um Ministro de Portugal, na Índia, a um Domingo, disparar contra o pé nacional, atirando ociosamente um número desabrido para o ar, associado aos juros da dívida pública, número amarrado, fatal, determinante para se efectivar ou não um segundo resgate. Conspiração da estultícia e do simplismo, não!

Este ministro dos Negócios Estrangeiros não conhece de que fomes e sofrimentos se faz este ajustamento e por isso não parece ponderar devidamente quanto diga e não deva dizer. Pois mais valia calar. Já pesa por demais à nossa sensibilidade e ao nosso desejo de normalidade colectiva, com a sua leviandade habitual. A diplomacia portuguesa está muito mal entregue com mais um Relvas no Governo: Machete tem sido tão desastroso para Portugal nas declarações de tropeço que emite quanto o conspiracionismo activo e explícito de outros agentes políticos completamente maliciosos particularmente no grave momento que atravessamos, como Soares, ou ambicioso-maliciosos, como Sócrates. 

Machete, Soares, Sócrates, vão completamente ao arrepio dos bons sinais da economia, afrontam a necessidade de evitar a crispação e os ajustes de contas, ofendem o sentido de coesão nacional, assassinam a sensibilidade geral hoje pela prudência e a contenção. A linguagem de Soares e de Sócrates é chula, virulenta, isola-os na própria cegueira vingativa e sectária. Neles a raiva não tem limites, prova da monstruosa dicotomia Politiquice / Vida, Economia e Negócios. 

As palavras de Machete estragam, desconversam, perturbam, amolgam. Machete comporta-se como mais um fóssil. Pode emparceirar com o Fóssil Arménio, o Fóssil Soares e quantos fósseis têm dificuldade em ajudar o País a sair do poço escavado pela dívida da vida airada.

segunda-feira, março 18, 2013

UM CORNO A EMPALAR CHIPRE

O rocambolesco Resgate de Chipre veio reacender paixões e um friozinho de pânico impensável ainda há poucos meses: confiscar depósitos bancários não lembrava ao careca. Sinal de desespero do capital monopolista e financeiro europeu, o qual tendo optado por submeter países como Chipre, Grécia, Portugal, a programas draconianos passíveis de saque, sobretudo através de privatizações posteriores e a garantia de algemar esses países a pagamentos e amortizações de dívida pública. Nem aí lograram maximizar compensações, pois nesta fase as privatizações fazem-se ao preço da uva mijona com outros players extra-europeus como a China ou o Brasil.

terça-feira, janeiro 17, 2012

SURSUM CORDIS, PORTUGAL!

Coração ao alto, Portugal. Estás no bom caminho, faças o que fizeres, sendo conveniente uma revolução copernicana em qualquer coisa. Guerra é guerra e cada um dos escravos portugueses um soldado por Portugal viável: «A recente degradação do rating português pela Standard and Poor’s levou a mesma agência de notação financeira a baixar hoje a nota de crédito da Metro de Lisboa e da Parpública. O corte foi ditado pelo futuro incerto das condições de financiamento da economia portuguesa.» Pedro Crisóstomo

sábado, janeiro 14, 2012

PORTUGAL REBAIXADO PELAS TRÊS PUTAS

Temos de encontrar gás, petróleo, vender todos os anéis, pescar tudo o que houver no nosso oceano, beber, já agora, água salgada, empobrecer ao máximo, tentar viver como se vive no Sudão. Em suma, viver para morrer apenas para pagar o que devemos. Assim o ditam as três putas das agências de notação norte-americanas: «Portugal viu o seu rating descer em dois níveis, de BBB- para BB, ficando, assim, classificado por todas as três grandes agências de notação norte-americanas com o rating considerado nos mercados sem categoria de investimento.» Público

sexta-feira, março 04, 2011

O LIXO COMO ESTATUTO

Não é de agora, mas só agora se mostra irrefragável a desconfiança na capacidade e vontade do Estado português em poder garantir uma ajuda de emergência em caso de necessidade às suas empresas. Daí a descida/corte pela Standard & Poor's, hoje, do rating da Parpública, de BBB para BB+, mas também do rating da CP, do rating da Refer, do rating da Metro de Lisboa de BBB para BB, agora com o estatuto de "lixo". O Povo também é lixo para clique no Poder. Os boys são a meta e o cerne de haver Governos. A um País que é menos que os insondáveis interesses dos partidos da gula e do desbaratar disto, resta continuar a aplaudir e a apoiar o Kadhafiócrates conforme fazem 30% dos supostos inquiridos nas putrescentes sondagens à medida dos socialistas-socratistas.

terça-feira, abril 27, 2010

LUSA BLACK TUESDAY

O nosso black-negrume económico acontece ou agudiza-se quando as agências de rating quiserem, infelizmente. Pode toda a gente assobiar para o lado e para o ar, enquanto ontem a Standard & Poor's procedeu ao corte do rating da dívida pública portuguesa. Subsistem, porém, ainda algumas vozes de Cassandra diante de uma indolência ignara mais ou menos geral sob o nosso célebre céu azul ferrete. Vai doer e eventualmente tirar-se-á algum bem do mal que sobre nós impende: «Mas nunca ninguém se esqueça do que foi um governo socialista.» Carlos Santos