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quarta-feira, maio 15, 2013

INSÓLITO: O CARA-DE-CU A LER REVISTAS

«Carlos Moedas, secretário de Estado Adjunto do primeiro-ministro, ainda teve tempo de entregar a José Sócrates o relatório da OCDE que Passos Coelho acabava de receber em Paris, mas o ex-primeiro-ministro optou por outras leituras, a "Marianne", revista francesa de informação geral e assumidamente de esquerda.» Expresso 

quarta-feira, outubro 31, 2012

ESTA GENTE NÃO FALA. PRESSIONA, CHANTAGEIA

O problema tem sido que esta gente não conversa propriamente com os sucessivos governantes. Faz lóbi monumental e pressiona-os. Chantageia-os. Insiste. Argumenta, escudada no seu poder, com a faca da chantagem apontada à jugular de quem decide. Esta gente leva sempre a melhor. O País perde em qualquer dos casos. O ilícito está no tom e na sua habitualidade. O ilícito está todo nos efeitos nocivos deste acesso privilegiado a sucessivos Governos e a sucessivos Orçamentos: «O presidente do BES Investimento, José Maria Ricciardi, entende que "não é ilícito nenhum falar com o primeiro-ministro" ao telefone e diz não temer ser constituído arguido no caso Monte Branco, por não ver razões para isso.»  Jornal de Negócios

segunda-feira, agosto 27, 2012

UMA SUFICIENTE BOA RAZÃO PARA PRIVATIZAR

Concordo, e com a mais absoluta bonomia, que é efectivamente estranho andarem os privados numa fona para serem donos de coisas ditas lesivas e onerosas ao Erário, como os estaleiros de Viana do Castelo, a RTP ou a TAP, por exemplo. Mas há uma boa razão para que o Estado, de uma vez por todas, se afaste dessas empresas dissolutas, repletas de vícios e de conselhos de administração politizados, indicados a dedo pelos partidos de sempre ora na Oposição ora no Poder. Se há números que nos fornecem uma excelente razão para a razia, são os dos administradores políticos nessas empresas. Qualquer estudo determinaria haver demasiadas bocas políticas para as necessidades efectivas e pragmáticas dessas empresas. A Mário Soares e Almeida Santos, por exemplo, poderia dar-lhes uma síncope apenas perante o cenário de tantos dos seus infindos afilhados queridos serem evacuados em massa das mamas que lhes foram sendo dadas ao longo de décadas de viciação do mérito, de favoritismo descarado, de exercício do amiguismo mais nepótico e ganancioso que a nossa História já testemunhou. Eis uma excelente razão para começar de novo, para limpar a RTP e o resto, ainda que Borges pouco perceba do assunto e qual o melhor caminho a encetar. É assim que leio o desagrado mal fundamentado das Oposições, especialmente do PS, viciado em Estado, em Aparelho de Estado, em tachos, em lugares vitalícios, em situações de privilégio com que é urgente romper. Quanto ao PSD, como lembrava ontem Marcelo, espero bem que Passos não desate a colocar gente da sua confiança política nessas empresas ditas privatizáveis.

quarta-feira, agosto 22, 2012

quarta-feira, março 07, 2012

A IMPERTINÊNCIA DAS PERGUNTAS PERTINENTES

«Já todos percebemos que o Gasparinho está enrascado ao défice. Mas se assim é, e é, que tal acabar com as rendas da EDP, Endesa e Ibertrola? Que tal parar a criminosa barragem do Tua? Que tal rever as rendas leoninas das PPPs? Que tal investigar o que andou a TAP manutenção a fazer estes anos todos no Brasil, para se ter tornado na principal ferida de onde escorre a hemorragia do grupo? Que tal reverter a venda inexplicável da PGA (do omnipresente BES) à TAP? Que tal levar a tribunal os geniais zarolhos que congeminaram aeroportos (Beja) e europarques (Vila da Feira) para moscas, a peso de ouro, cobrando fundos comunitários ao mesmo tempo que deixaram o vazio de iniciativas idiotas à nascença e as subsequentes dívidas para nós pagarmos agora, com reformas e salários abocanhados pelos usurários? Que tal recuperar a massa roubada do BPN? Que tal acabar com as fundações e institutos por quem aparentemente até o prosador Vasco Pulido Valente descobriu afinal morrer de amores? Que tal perguntar ao extraordinário Centro de Investigação da Fundação Champalimaud, construído graciosamente em terrenos de luxo municipais, o que fez até agora pelos doentes portugueses? Tanta coisa para investigar, suspender, poupar, e o rapaz que não convenceu (nem de perto, nem de longe!) Wolfgang Schäuble, só pensa raptar os fundos do QREN para martelar as contas do nosso trágico endividamento público!» O António Maria

quinta-feira, dezembro 22, 2011

TAP: CHANTAGEM INFERNAL DOS PILOTOS DO MAL

O tipo de atitudes dos pilotos da TAP há muito que transcorreu todos os limites do pecado e da obscenidade, parecendo eles borrifar-se para o facto de, conservando ou ampliando os seus direitos, a Companhia se afunde e se perca. Não há patriotismo nem sentido de proporções nesta gente. Em que País pensam viver?: «3. Como é que os pilotos da TAP conseguiram obter para si uma promessa de ficarem com 10 a 20% do capital da empresa numa eventual privatização? Com o mesmo tipo de chantagem dos maquinistas: no Verão de 1999, o ministro de serviço do Governo de Guterres, João Cravinho, acabou com a ameaça de greve e prometeu aos pilotos este bónus em ponto gigantesco. E eles, fervorosos "sindicalistas", foram logo dividir com o resto do pessoal da empresa a benesse obtida neste processo de chantagem permanente... Certo? Errado. Ficaram com ela para a usarem no momento certo. Desde há muitos anos que os pilotos ameaçam e fazem ou desconvocam greves ao seu belo prazer, esquecendo todos os bilhetes por vender e os aviões vazios que tripulam quando cancelam as greves na véspera... Sequestram a empresa e destroem o emprego dos seus colegas. Poderia ser diferente? Tenho a certeza que a maioria dos trabalhadores da TAP se sente refém dos pilotos. Algo tem de mudar. Tem de se inventar uma fórmula que crie regulação dentro das empresas entre os próprios trabalhadores. 4.Porque é isto que arrepia. Como não se pode limitar o direito à greve dos pilotos ou maquinistas, e também não há dinheiro para continuar a pagar estes desvarios, o que se faz? Privatiza-se. Depois os liberais é que são os maus da fita...» Daniel Deusdado

terça-feira, novembro 22, 2011

TAP, A ÚLTIMA FRONTEIRA

«Enquanto os comandantes e pilotos da TAP são assediados pelas companhias aéreas chinesas, sul-coreanas, turcas e árabes, com contratos que, face à degradação galopante do estado financeiro da nossa companhia aérea de bandeira, se tornarão em breve muito apetecíveis, Fernando Pinto prepara-se para aumentar o radar do hub aeroportuário nacional, tornando-o, por assim dizer, bifocal: um olho no Brasil, outro no Abu Dhabi. É caso para dizer que a necessidade aguça o engenho! [...] À medida que o amadorismo negocial e a falta de estratégia política prevalecem entre as conspirações que há muito caracterizam a corja político-partidária e os lóbis corruptos que temos, maior será a pressão para aceitar os ventos que sopram de Oriente. Seis comandantes já voaram. Trinta ou quarenta mais entregaram CV e avaliam dia-a-dia os prós e os contras de uma emigração forçada pelas elites desmioladas que conduzem o país.» O António Maria

sábado, junho 25, 2011

TAP, BURLAS E BORLAS

Ora vejamos: as borlas da TAP abrangem o Governo e isso diminui o gesto exemplar do Executivo de Passos Coelho ao decidir viajar sempre em económica, na Europa? Mude-se a lei, se é que disso se trata e não de um daqueles hábitos inertes imutáveis que caem em uso, sem que se questionem. Acabem-se as borlas aos membros do Governo, já. Faça-se o que for necessário para que os fedelhos da bloga e os outros por todo o lado, no seu preconceito e má fé, não possam apontar um dedo à urgente virgindade de, neste Governo, se optar por um despojamento exemplar. Nada se possa apontar àqueles cujo principal desejo é romper com o passado, ser e fazer diferente do caminho obsceno trilhado até aqui. Por que não houve bolas para acabar com esse sistema?! Nem burlas nem borlas, por favor.

sábado, junho 18, 2011

SOLVABILITY GRAVEYARD TAP

«A greve foi desconvocada. Em troca de quê? De 200 tripulantes serem efectivados, de 60 chefes de cabina e cerca de duas dezenas de supervisores serem promovidos, de mais horas de descanso e distribuição de folgas e horários de modo a favorecer as férias. E de mais uns voos de graça para a família. Fizeram uma greve oportunística, que aproveita a vulnerabilidade da empresa no início do Verão e o vazio de Governo (as promoções, por exemplo, estavam proibidas) para ganhar regalias. Afinal somos todos capitalistas.» Pedro Santos Guerreiro

sábado, abril 02, 2011

TAP SOB ENGUIÇO

Despachem-se a privatizar a TAP. Há demasiados sinais de enguiço: «Um voo da TAP, que descolou na sexta-feira do Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, com destino a Portugal, fez uma aterragem de emergência no Aeroporto Internacional de São Salvador, na Baía, na madrugada deste sábado... Os passageiros entraram em pânico quando um vazamento numa das turbinas provocou a explosão. De acordo com Grazielle Nadruz, a luz apagou, havia fumaça na cabine e desespero entre tripulantes e passageiros.»

terça-feira, julho 27, 2010

DOCE PASSIVO TAP

Chega-se a um momento em que os "socialistas" ou o PS-Governo não sabem o que fazer das palavras, havendo algumas que escaldam na língua mediática, que fala o conveniente e indolor. Por exemplo "privatizar". Qual a linguagem mais indicada para continuar a fingir um discurso de Esquerda enquanto se pratica pela Direita o que seja preciso embora pareça mal, tendo em conta a forte coacção de Bruxelas? «... a privatização da TAP consta do PEC que o governo entregou em Bruxelas. E é sugerida pela Comissão de Reestruturação Económica e Financeira da TAP, criada pelo governo em 2009, ano em que a empresa registou 200 milhões de euros de capitais próprios negativos. [...] O governo pode ainda optar por assumir o passivo da TAP num quadro de venda da empresa a privados, mas a alienação de 100% do capital não parece estar nos planos do executivo. A fusão da TAP com a angolana TAAG ou a brasileira TAM foram outros cenários equacionados na administração da empresa e no governo de José Sócrates. Os jogos de semântica ajudam ao controlo do ciclo das notícias, mas não são particularmente esclarecedores para a opinião pública.» Carlos Ferreira Madeira

sábado, agosto 29, 2009

ERECÇÕES TELEFONÍSTICAS DE LINO

É comovedora a preocupação social e laboral com os despedíveis da Groundforce por parte de Lino, precisamente em antecâmera eleitoral. Cada qual, no Ainda-Executivo, quer parecer mais social que o outro e mais pró-laboral, isto é, pró-trabalhadores, ou mediador, ou moderador. E então os telefonemas governamentalescos é que desempatam impasses, anulam a turbulência negocial, se havida, que logo termina, tempestade amainada. Magnífica eficácia do célebre Lino da Nova Alcântara, do TGV, da OTA, do Deserto, do jamais, de Alcochete, títere bonacheirão do Ainda-PM, acompanhando a resiliência do nulo Jaime Silva, anti-agrícola, do nulo Pinto Ribeiro, anti-cultura, do nulo Nunes Correia, invisibilíssimo ambiental. Títeres a toque de caixa do Ainda-PM, mas em breve, se houver juízo, Já-Não-PM e Nunca-Mais-PM: «Mário Lino, que falava aos jornalistas no final da cerimónia de inauguração do prolongamento a S. Sebastião da linha Vermelha do Metropolitano, disse que foi feito um telefonema do seu ministério para um dos sindicatos que representam o pessoal de terra dos aeroportos portugueses. [...] Na quinta-feira, André Teives, do sindicato dos Técnicos de Handling de Aeroportos (STHA), tinha acusado o ministério de Mário Lino de se ter desinteressado do caso.»

segunda-feira, agosto 03, 2009

330 MALAS DO VOO TP130

330 malas sob custódia da Guardia Nacional de Venezuela. O curioso de isto tudo é que as barreiras e as detecções não ocorram antes de embarque de modo a não comprometer um voo e a vida de passageiros e tripulantes sem culpa. Paga o justo pelo pecador e este comprometer de um voo inteiro parece desporto venezuelano a que começamos a habituar-nos. É tudo muito estranho. Mas enfim, trata-se da Venezuela chavista onde tudo o que é estranho entranhou-se: «A bagagem dos passageiros e tripulantes do avião da TAP retido na Venezuela desde domingo, após a detenção de três pessoas que foram apanhadas com droga, continua sob custódia da guarda nacional, revelou à Lusa uma fonte aeroportuária.»

quinta-feira, junho 25, 2009

BRITISH AIRWAYS, WILLIE WALSH, TAP


Se o presidente executivo da British Airways, Willie Walsh, consegue arrastar 7000 a um voluntarismo salvífico, poderia Fernando Pinto arrastar outros tantos milhares que fizessem a diferença e salvassem a TAP mais depressa?! Seria modelar, até porque poderia ser transposto para os mais altos cargos públicos como o de Primeiro-ministro. Contas públicas desastradas? Défice descontrolado? Despesa pública astronómica? Privação temporária de salário!: «A British Airways (BA) anunciou hoje que 7000 trabalhadores voluntariam-se já a trabalhar sem receber salário durante um curto período de tempo, numa tentativa para assegurar a sobrevivência da terceira maior companhia aérea da Europa.»

quinta-feira, abril 02, 2009