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sexta-feira, agosto 23, 2013

CHARADA

Há notícias que são uma verdadeira charada omissa, quando poderiam apor nomes e responsáveis. Ainda mais quando o facto é de suprema gravidade. Importaria saber quem tutelou e promoveu a destruição de documentos. Quem?. Quem, na e acima da Inspecção-Geral de Finanças, autorizou a destruição de documentação produzida em 2008 relativa aos contratos swap, essencial para avaliar o controlo feito à subscrição destes produtos pelas empresas públicas? Por que é que dos oito dossiers necessários para analisar a actuação do organismo em relação à celebração destes derivados, apenas dois não foram eliminados?! Quem na IGF? Quem acima da IGF? Quando? Adivinhem quem. Adivinhem quando.

domingo, junho 30, 2013

SOCRATISTAS LAVAM MAIS BRANCO

Continuo a pensar que a entrevista que Teixeira dos Santos à TVI é mais uma manifestação de branqueamento histórico de uma história mal contada. As razões que levaram Portugal ao pedido de ajuda externa não podem ser objectivadas por aqueles que degradaram o rating português e viram a dívida escalar num par de anos até à vulnerabilização final atribuída ao chumbo de mais um PEC, o IV. O testemunho de Teixeira dos Santos não vale e não colhe tal como não vale nem colhe dizer do passado o que nos apeteça para que nos apareça com a melhor cara possível. O pedido de resgate era inevitável e ao PEC IV teriam certamente sucedido PEC sucessivos e intermináveis, num apodrecimento que nada poderia apaziguar. Fala-se do efeito dominó provocado pela crise grega, mas deveria falar no efeito dominó dos nossos problemas estruturais e da nossa política doméstica assente no regabofe da dívida pública, na ineficiente cobrança fiscal e nula competitividade da economia, com os seus sectores protegidos sempre prósperos e o sector produtivo mirrado e paralisado. Portugal foi forçado a pedir ajuda externa porque, em plena crise das dívidas soberanas, o PS esgotou as soluções tiradas da cartola procurando imputar a toda a Oposição o ónus de uma Governação amadora e amiguista, com demasiadas swap e PPP para ser verdade. Portugal foi forçado a pedir ajuda externa porque o Governo Minoritário PS se demitiu, porque a credibilidade da sua governação era nula. Teixeira dos Santos diz que havia uma alternativa ao pedido de ajuda externa. Por que não disse que um Governo de Coligação, e não minoritário como esse, corporizaria melhor essa alternativa?! Por que não disse que o facto de o PS hostilizar a Esquerda e a Direita, vexar e desconsiderar Passos Coelho tal como rebaixara a Velha Ferreira Leite, o isolou nessa alternativa rejeitada no Parlamento?! E por que motivo o apoio europeu era importantíssimo para a aprovação do PEC IV e já não interessa para nada agora que existe, é europeu, e apoia em toda a linha o Governo Passos?! Não é a mesma Europa?! Mesmo que o PEC IV fosse a melhor saída, já ninguém suportava a personalidade histérica e hostil de Sócrates, toda a putrefacção do sistema amiguista socialista, a contaminação das instituições do Regime-PS, a colonização-PS do Aparelho de Estado. Um Estado respirável urgia. Lobo Xavier deveria sabê-lo, tal como Pacheco Pereira, se não padecesse desse misterioso mal-fodidismo intelectual ressabiado anti-Passos que o cega. Não há, por isso, qualquer versão deturpada da história do Resgate. O poder caiu de maduro no colo do PSD e do CDS-PP porque o Partido Socialista esbanjara quinze anos para corrigir uma trajectória estruturalmente mortífera para o País. Não se pode, por isso, falar como falam os socratistas, de uma versão falsa da história e uma verdadeira, a sua, aquela em que os interessados na questão aparecem como inócuos e inocentes e que os iliba. Teixeira dos Santos escuda-se nas datas das sucessivas descidas do rating da República e dos Bancos nos dias que se seguiram ao chumbo do PEC IV, mas o problema de fundo estava lá, precisamente num tempo em que a volatilidade dos ratings era indiferente a quaisquer medidas, senão à exposição brutal do caso português às suas próprias debilidades, pelo que a situação progressiva e imparável, e não abrupta, dos ratings que acelerou a subida exponencial dos juros e tornou insustentável as condições de financiamento do País não poderia ser evitada. Terá sido um PEC, mais um, e logo o IV a fazer a diferença para que não houvesse dinheiro para pagar salários e pensões?! A verdade é que o mal já estava feito. As lógicas eleitoralistas de 2009 já haviam feito o seu percurso: subida dos salários nas Função Pública, baixa do IVA, complemento solidário para idosos com dinheiro que não havia. O despesismo socialista transformou-se em PEC I, II, III e, algum dia teria de ser, num chumbo do PEC IV que também poderia ser o chumbo do PEC V ou do PEC VI. Já não era possível um normal financiamento da dívida pública e as agências não poderiam apostar em paliativos ainda para mais mal executados ou insuficientes como os outros PEC. O pedido de ajuda externa poderia ter tardado, mas jamais poderia ter sido evitado. Condicionados pelo momento de incerteza Europeu e pela retracção simultânea dos Países do Euro, sim, dois anos de austeridade e uma severa recessão, 17,6 % de desemprego, 127% de dívida pública e 10% de défice no primeiro trimestre deste ano podem parecer o Inferno, mas há que olhar para quanto buraco tem sido tapado, quanta desorçamentação socialista orçamentada, quantos berbicachos e problemas do passado sobraram para quem veio a seguir. Nisto, em mostrar o que tem feito de bom e sólido, o Governo tem sido péssimo, discreto, numa timidez que é um insulto a quem quer acreditar que em 2014 sairemos desta situação de penosa intervenção externa. Temos de acreditar que tem havido uma intervenção robusta, exigente e séria nos pressupostos da economia, que a corrija estruturalmente e lance bases mais firmes para a vida colectiva. Pode fazer-se melhor? Pode. Mas é preciso que as tácticas partidárias e as sondagens dêem lugar à cooperação no arco da governabilidade. Mesmo o PS já começou a cooperar nesse sentido, com a apresentação por António José Seguro de dez propostas na Assembleia da República para ajudar as pequenas e médias empresas em termos de financiamento. Oito foram aprovadas, o que se deve aplaudir. É preciso que se deixem de merdas e cooperem mais. Primeiro Portugal, depois, muito depois, os interesses eleitorais. Tudo ao contrário do que Teixeira dos Santos e o Mega-PlayBoy fizeram. Nos fizeram.

ALQUIMIA NIHILISTA, ÂNUS DO PODER

A tentativa dos PS [socratistas e ex-governantes] é insistente como a metodologia de Lenine: mentir, mentir mil vezes até a mentira se transformar em verdade. E a mentira é repetida e é simples: não foi o PS que conduziu os destinos de Portugal até ao descrédito internacional e à insustentabilidade da dívida [foi a crise internacional]; não foi o PS que atolou o Estado português de dívida de última hora, as derradeiras PPP rodoviárias, a Parque Chular, por exemplo, mas não só. Agora que muitos dos nossos problemas estruturais estão a ser resolvidos com seriedade e extrema exigência, por que motivo o Mega-Burlão Sócrates, Santolas dos Santos e outros fantoches da política-indústria demagógica do passado procuram passar todas as responsabilidades, mesmos estes swap, para cima do Governo Passos?! Dir-se-ia que deixou de haver passado para as patifarias. Só há presente para as tentativas erráticas de as erradicar. Dir-se-ia que, para PCP, BE e PS, todos os males do País começaram com o receituário do médico inflexível Troyka pela mão obediente de Vítor Gaspar. Para que serviria um relatório dourado sobre swap quando havia um Governo ainda a aquecer o lugar?! Por que motivo os serviços de notícias da SIC cooperam com os socratistas, com certa Esquerda Tremendista e com o nihilismo vácuo do PS?! O que é que Carlos Pina tem a dizer às acusações explícitas e implícitas de Maria Luís Albuquerque? De 2005 a 2011, alguns media serviram para perpetuar o Mega-Burlão na merda que estava a fazer. De 2005 a 2011, alguns media colaboraram activamente para esconder o caminho de bancarrota socialista até ao pretexto do PEC IV. Agora conspiram para reintroduzir o supositório socialista no ânus-fraca memória do eleitorado, ânus do Poder. 

quinta-feira, junho 27, 2013

TAPETE DOS SANTOS

O feixe intrincado de lealdades e silêncios a que Teixeira dos Santos está obrigado pela omertà socialista-socratista impede-o de assumir o que foi enquanto Ministro das Finanças: um tapete. No Tapete dos Santos, Sócrates limpava os pés, assinava PPP ruinosas, atirava-se ao dinheiro com que o Estado ainda se financiava como gato a bofe, cavava dívida porque Barroso disse que se atirasse da ponte. Tapete dos Santos foi o último Ministro das Finanças a politizar as finanças públicas no sentido da demagogia da baixa do IVA, no sentido do espectáculo de circo do aumento aos funcionários públicos, no sentido do populismo pré-eleitoral em que se omitia, em 2009, a derrapagem geral das contas públicas. Governo que leva um País à falência deveria prestar infinitamente mais esclarecimentos e não vir com um ar santolas e virginal para mais uma entrevista-monólogo.

terça-feira, abril 03, 2012

EQUAÇÃO DIFERENCIAL SOBRE UM FILHO DA PUTA

«O jornal Publico publica hoje um artigo reconstruindo o que se passou nas últimas horas antes do pedido de ajuda ao FMI, concluído com a mensagem do PM José Sócrates ao país. Veremos, em poucas horas, se a esses jornalistas, por omissão, falta também dignidade, ou não. É que o que se conclui do que ali está escrito é que nem o pequeno discurso do "estou bem assim ou assim, Luís?" escapou às mentiras descaradas. Sócrates não decidiu pedir ajuda internacional com base nas consultas que manteve, como foi dito; bem pelo contrário, ocultou e enganou novamente o país, até nessa altura, porque foi Teixeira dos Santos e todos os outros intervenientes quem o decidiu por necessidade urgente, retirando-o das twilight zones manhosas e perversas onde nada como peixe, de resto a única zona em que aparentemente sabe viver, e que utiliza sem escrúpulos para emparedar a verdade sobre o país, como se retira da mesma leitura. Isto é uma notícia e não é das que concorrem com o Braga-Benfica. Isto é a história da desgraça de Portugal e de como ela poderia ter sido, porque o país poderia ter reeleito uma pessoa que o ludibriava, novamente e manhosamente, enquanto se aguentava pondo os banqueiros a pagar um buraco gigantesco para revelar só depois das eleições, enquanto sacava às empresas privadas para não expor a desgraça a que foi conduzindo o Estado. E não venham cá com a treta do homenzinho que já lá vai, porque o PS que ele deixou não só lhe tomou a "cultura" política, como se deixou enredar de um tal modo que já não sabe viver de outra coisa nem é capaz de cortar o cordão umbilical que os continua a unir, e bem. Que se registe e informe os portugueses que foi Teixeira dos Santos quem à revelia de seu chefe avançou, e que as relações foram cortadas por este e por o ter feito. Pelo menos, que a história guarde para aquele Ministro a decisão, ainda que lhe sirva apenas para se limpar mal das asneiras que andou a fazer ao lado do ilusionista.» Anónimo

quarta-feira, janeiro 18, 2012

SÓ UM BÊBADO SAUDOSO DA CHARLA SOCRATESIANA

Se atreve a comparar o incomparável. Depois de Teixeira dos Santos ter estabelecido para o Governo o limite de 7% os juros da dívida pública como ponto de não retorno para o pedido de resgate, o certo é que esse valor foi ultrapassado sem que nada se passasse. Foi preciso que os Bancos nacionais gritassem aqui d'el-Rei, não podemos comprar mais dívida pública, que, pelo Primadonna, a escalada dos juros continuaria. Mudar de Governo (i.e., limpar Portugal da sua nódoa Sócrates, coisa daninha, pessoalizadora do poder, sempre embevecido consigo mesmo, o grande narciso, masturbando-se todos os dias no teleponto como monarca absoluto, vingativo, mimado e tirano) nunca poderia ser condição exclusiva e isolada para a descida das taxas de juro. Já estávamos parcialmente nas mãos de factores externos fora do nosso controlo directo, mas era necessário fazer a nossa parte, instituir a transparência lá, onde havia vigorado a trapaça e o favor amiguista. Neste momento, as agências de notação não degradam o rating da República em função do descontrolo orçamental, mas, sim, em virtude dos desequilíbrios macroeconómicos entre países do euro. Não se pode escamotear isto. O optimismo que Sócrates brandia, como grande analfabeto e parvalhão que era, a sua euforia irrealista, as suas fantásticas prestações a bordo dos aviões de mendigar ao colo de Chávez, as suas maratonas solistas, redundaram em nada mais que em pré-Bancarrota. Para obviar a esse cenário, este Governo aumentou o IVA, reformulou prestações sociais, introduziu um conjunto de alterações com impacto directo na despesa do Estado, implicando sacrifícios e realismo em face da nossa efectiva produção de riqueza  éramos um País a viver como a Cigarra da fábula: 10% anual para lá do PIB. Aguarda-se pelos devidos efeitos de quanto se negociou com a Troyka. Simplesmente, fazemos parte de um sistema europeu assimétrico, armadilha das armadilha. Pode o mundo europeu até ruir, mas temos de fazer o contrário do Governo Sócrates, que à pala da Crise das Dívidas Soberanas  grande biombo para ainda mais trapaças e ajustes directos ; bem como à pala da grande treta de estar esse Governo a defrontar um problema internacional, continuou a dinamitar as nossas hipóteses no triénio 2008-2011, na avidez de não perder pau e bola eleitoral com o suporte da grande indústria privativa de enganar papalvos — esses assessores maquiavélicos especialistas em comunicação, converseta mentirosa, operações plásticas à verdade. Sim, nos últimos seis meses, as agências de notação baixaram o rating da República e efectivamente os juros romperam a barreira dos 14%. As causas são sistémicas. A crise é a do Euro. Com Sócrates essas causas seriam sistémicas e morais. Era evidente a incompetência, a errância discursiva e a extrema descredibilização do seu papel nefando, ao conduzir o País à iminência de falir. Quem conduz Portugal à iminência de falir, falha em toda a linha e merece processo, julgamento, prisão. Sócrates, essa bailarina apenas desculpabilizada e absolvida pelos seus amigos do peito, dos seus pagamentos, dos seus blogues em rançoso e baboso cheerleading, manobras de bastidores, não tem nada a ver com a situação em que ficámos. Nem foi a doença nem foi o coveiro, coitado. Erijam-lhe uma estátua. Talvez só mesmo os pombos lhe façam a justiça devida.

quarta-feira, outubro 19, 2011

QUEM QUER UMA AULA DE NESCIDADE?

Também eu gostava de compreender que é que passa pela cabeça de quem se lembra de formular um convite para uma 'aula' a dar pelo tapete de Sócrates, Teixeira dos Santos: «Desconhece-se a temática de tão magistral aula, mas seria bom que o «tio» Teixeira explicasse como se deu cabo do país nos 5 anos que esteve no governo.» Nuno Dias da Silva

sábado, outubro 08, 2011

«SUCÇÃO DOS MAMILOS TÚRGIDOS DA ECONOMIA»

«Teixeira dos Santos, mesmo desafiado por jornalistas, devia estar bem caladinho no seu canto  e dar-se por sortudo. Se a vergonha existisse, ele diria "estou recolhido a dar as minhas aulinhas e não me pronuncio; por falta de legitimidade". Se justiça houvesse o PS deveria ter sido ilegalizado  de alto a baixo  tal como o PCP deveria ter sido extinto e exilado para a U.R.S.S. em Novembro de 1975. Descobertos (para o Povo...) estes buracos ilhéus (pois eles também existem nos Açores mas estão apenas por anunciar) os 'presidentes' e a sua escumalha governamental deveriam ser levados aos tribunais; e os reguladores cúmplices pelo silêncio  o BP de Constâncio e Constâncio, e o TC do suave O. Martins  deveriam ser investigados e reformados (e castigados...). O sistema partidário, montado para mugir o erário a pretexto de democracia, deveria ter sido refeito a partir do zero; ou mesmo não-refeito de todo. Assim como as 'agências' classificam a República e a Banca como lixo, também não tenhamos dúvidas de que estamos rodeados e recheados de lixo político, partidário, parlamentar, jurídico, autárquico, enfim  lixo humano. Os pândegos do PS e os lunáticos da economia têm exigido, recentemente, que o Governo exponha ou revele a sua estratégia para a economia e para o crescimento. Duvido que o governo tenha alguma; e duvido que tal coisa pudesse estar muito definida após 100 dias de governação  os ministros ainda andam aos baldões por entre os estilhaços de merda herdados da escatologia-sócrates. "Recuperar a economia": a que se referem ao certo? à agricultura inexistente? à indústria que foi desmontada em vez de actualizada? aos 'serviços' que são inúteis quando não há o que ou quem 'servir'? à produção e venda ambulante de torrão-de-alicante ou de pevides? E que entenderão os 'espertos' como "estímulo à economia"?: tratar-se-á de estimular a dita com festinhas, com carícias nas nádegas? com leves e doces pressões no osso púbico? com bafejares lascivos no pescoço? com habilidosa sucção dos mamilos túrgidos da economia? Afinal, "estimular o quê" pois se quase nada existe para estimular?» Besta Imunda

A BEATITUDE DO LAMENTÁVEL TEIXEIRA

Isto de Teixeira dos Santos, o ex-Ministro das Finanças dos dois Governo PS/Sócrates, se colocar beatificamente na posição de alvitrador, espécie de sibila dos orçamentos aprovados, Madre Teresa da concórdia política, e vir apelar à aprovação do OE2012, sublinhando não ser este o momento para tirar dividendos políticos, não lembrava ao diabo. Se há uma voz que não merece ser ouvida sem nos rirmos é a de Teixeira, o rosto, afinal, da pré-falência, a face da politização calculista das Finanças, capturada pela agenda de curto prazo socratista com as suas ilusões e mentiras até ao último momento de optimismo à Titanic. A ajuda externa começa a partir do momento em que Sócrates rapta Teixeira para a lógica furiosa do seu Ego dissoluto, quando o erário era o grande pénis socialista e o povo português coisa incidental perante a qual se diz: «...depois vê-se» porque o Partido Socialista e os negócios à pala do Estado estavam em primeiríssimo lugar até se dar com os burros na água. Por que não se cala?!

quinta-feira, julho 07, 2011

LEGADO INFERNAL LEGADO A RIR

«A dívida pública directa do Estado português era, em Dezembro de 2010 de € 151.775.342.778,9 (151 mil milhões de euros). A 31 de Maio de 2011 era de € 164.347.649.580,02 (164 mil milhões de euros). Em apenas 5 meses aumentou 13 mil milhões de euros. Este é o legado de Teixeira dos Santos, José Sócrates e dos socialistas.» Gabriel Silva, Blasfémias

quarta-feira, maio 11, 2011

CATROGA 69

Num tempo em que lamentavelmente, boa parte dos socialistas não socratistas fazem o papel de monos e por isso não se dá por eles na denúncia do Vão e Oco Primadonna Daninho, é bom que a esperança de renovar todas as coisas quer na economia, quer nas finanças nacionais, quer na capacidade de debate resida num homem experiente e probo que, aos 69 anos, está disponível para representar, pela segunda vez, o PSD na pasta das Finanças e de modo desprendido porque não precisa da política para nada nem tem perfil para politizá-la avidamente conforme o fez Teixeria, que transigiu com o Bandido como certas esposas seviciadas e encornadas, mas sempre reincidentes na atribuição de oportunidades ao companheiro algoz.

sábado, abril 30, 2011

UM MINISTRO EM QUARENTENA

Coitado. Teixeira dos Santos foi rosto, foi nádega, foi tudo para José Sócrates Pinto de Sousa. Mas agora parece ter sido não apenas saneado do Partido Socialista como também apeado das suas funções de Ministro das Finanças, tendo-lhe sido cortado o pio. Estará em perigo de vida? Os cidadãos informados temem pela sua integridade física, pois há a temer tudo da matilha que o mantém em quarentena. Provavelmente, teria muito a contar sobre as malfeitorias orçamentais que estes anos contemplaram, umas que foi obrigado a cometer, outras que cometeu como prova de zelo pela causa socratista-socialista. O Partido Socratista socratista deve ter um terror crasso que Teixeira diga tudo o que sabe à troyka!

segunda-feira, abril 25, 2011

FEIO

Onde é que o bad dancer Primadonna tem escondido o ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, que nem sequer participou das comemorações do 25 de Abril, no Palácio de Belém, onde o Governo de José Sócrates esteve representado em peso? Varrido, com o resto do lixo, para debaixo do tapete? Lealdade nula. Sentido de gratidão inexistente. Tudo muito expectável. E feio. Muito feio.

sexta-feira, abril 22, 2011

O MAU MARTÍRIO DE TEIXEIRA E AMADO

O que pensar de Teixeira dos Santos? O pior possível como vice-ministro das finanças submisso aos maus fígados do Primadonna, supremo manipulador e fraude ambulante. Terá Teixeira sido moralmente sequestrado? Padeceu porventura da síndrome de Estocolmo? O certo é que esses servidores dos socialistas, Teixeira e Amado, são mártires às mãos de Sócrates, coitados. O verdadeiro mau ministro das Finanças sempre foi Sócrates, também o verdadeiro mau ministro da Educação. Afinal, o pobre homem Teixeira, tão leal e tão denodado na língua de pau da treta retardatária da ajuda, não foi sequer convidado para as listas para a deputação como prémio e sinecura suprema. Porquê? Porque forçou a ajuda externa. O Grande Mártir e Agente da Bancarrota made by Partido Socialista nem sequer aparece. Deixou um comunicado a denunciar o não convite. Tem de se concordar com o que escreve o DN: «Ele, ministro do Estado. Ele, que fora o grande trunfo eleitoral de 2009, o rosto da credibilidade financeira que Sócrates contrapunha a Manuela Ferreira Leite, um dos dois únicos ministros (o outro foi Vieira da Silva) com direito a bisar a presença num comício. Agora, quase dois anos e uma bancarrota depois, as "coisas começam e acabam", justificou Vieira da Silva, responsável pela elaboração das listas dos deputados. Em plena negociação com a "troyka" internacional, o Governo vive uma situação caricata: o primeiro-ministro e o ministro das Finanças estão de costas voltadas.» Outro tanto sucede com Amado. Ambos são mártires, vítimas do socialismo-socratismo, mas são maus mártires. Se fossem bons, rebentavam desde logo com a suprema vaidade do Primadonna pelos seus extensos malefícios e espessas mentiras ao sacrificar o País, sob juros assassinos, aos desígnios de Poder mantido a todo o transe. Maldito.

sábado, março 19, 2011

O CONGELAMENTO

Quem são eles, o que desdizem, contradizem e transdizem? São sempre os mesmos. Sôfregos. "Aguçados" perante o espectro da perda do Poder exercido como se sabe, entre o corporativistico, o perdulário e o dolo deliberado. Marcou a semana que Pedro Silva Pereira, conhecido por "O Clone", tenha vindo dizer que o congelamento de pensões que está no documento do 4.º PEC afinal não está no documento do PEC IV. Do mesmo modo, ASS e Sócrates vieram garantir que, afinal, o congelamento era uma espécie de prospecção, uma sondagem de possibilidades, uma avaliação preliminar sujeita a negociação. Pior que isso, António Costa veio romper a velha e inquebrável lealdade maçónica-socialista, hiperbolizando, numa declaração quadraturiana, o que acha do anúncio feito por Teixeira dos Santos: o maior desastre desastroso do hemisfério norte. Em cheio.

quarta-feira, março 16, 2011

CARAS DE NÁDEGA

Teixeira dos Santos e José Sócrates têm faces novas. De cansaço, velhice súbita. Vil velhacaria politiqueira velha. Nem sinal de botox, plásticas. Desenha-se-lhes nelas a desolação: os dados estão lançados, por isso improvisam ao caminhar rumo aos últimos episódios do desastre em decurso. O que se passou no Japão, por exemplo, além dos efeitos directos na economia local, terá, segundo o ministro, efeitos nos parceiros comerciais do país no domínio energético e produzirá incertezas no acesso ao financiamento que se repercutirão também em Portugal. Não é que não possa ser verdade. Mas, enfim, é como quem diz: «com desgraças, como a japonesa, escondemos mais perfeitamente o tanto que estragamos, disfarcamos os nossos anos absolutamente perdulários e no entanto repletos de cagança, anúncios pomposos e repetidos todos os dias nas TVs, grande manigâncias e TGV; ocultamos os nossos hábitos contumazes de trapacear». Foi no Parlamento que, sem se rir, o ministro se explicou ao explicar por que razão o Governo avançou com medidas suplementares de austeridade, por "precaução", em 2011. Sim. É isso mesmo: agora o sismo no Japão corrobora, justifica e reforça a necessidade preventiva do PEC IV. O sismo foi no sábado. O anúncio do PEC foi parido no dia anterior, sexta-feira de manhã. E dizem-nos estas coisas com a mais deslavada e fúnebre cara de nádega!

sábado, março 12, 2011

PEC IV, O ÚLTIMO ESPETO EM BRUXELAS

«O que consta deste pacote?
- O congelamento das pensões até 2013;
- Aplicação de uma taxa extraordinária a todas as pensões superiores a 1500 euros;
- Novas reduções das prestações sociais;
- Novas reduções das comparticipações em medicamento e revisão das tabelas da ADSE;
- Um novo tecto para deduções fiscais no âmbito do IRS e do IRC, tornando-as ainda mais restritas;
- Alargamento dos bens alimentares taxados com o escalão máximo do IVA (23%);
- Redução do investimento público.» Pedro Correio

sexta-feira, março 11, 2011

POR CÁ, TSUNAMI É PEC IV

Ei-lo, o PEC IV. Ei-la, mais austeridade e cortes a caminho, como uma facada nas nossas costas. Aos bochechos e com o olho no Resgate Europeu. Mas cumpre estar só parcialmente de acordo com o corte médio nas pensões a partir de 1500 euros acabadinho de anunciar pelo Ministro das Finanças-Calamidade e dos Buracos, corte de 5%, com um máximo de 10% porque há, no Regime, um grave problema a corrigir nas abissais reformas mais altas,  reformas acumuladas, por um lado, e, por outro, reformas baixíssimas, indignificantes do cidadão todos os meses escolhendo entre alimentar-se ou comprar medicamentos essenciais. Desconfie-se tratar-se de uma «contribuição especial, de carácter extraordinário.», conforme se ressalva. Isso é o que manda dizer sua majestade inamovível Primadonna atarefada no resgate do próprio pescoço, servindo os efeitos negros do despesismo eleitoralista sôfrego em 2009. Outra coisa habita a cabeça do ministro. Poderá rapidamente transformar-se em definitiva. De resto, Teixeira dos Santos apresenta mais do mesmo: alienar os últimos anéis, rapar os fundos do tacho nacional das magras receitas, e preservar a todo o transe os dedos-tachos da despesa, uma vez que esses tachos-dedos são socialistas, colonizaram toda a Administração Pública, tentacularizando-a, desde há quinze anos, dando manifestas provas de 'bons serviços' como atesta a actual situação calamitosa nacional. Não é por acaso que o slogan Defender Portugal é, na verdade, Defender o PS, essa tribo próspera, casta à parte: o ministro anunciou ainda uma redução de 10% nos serviços e fundos autónomos e a obtenção de receitas adicionais através da atribuição de concessões ou da alienação do património imobiliário na Administração Pública.

quarta-feira, fevereiro 16, 2011

HORDA DE FAJUTOS

Depois que o BE se suicidou com a anti-moção do futuro dia dez de Março, suicidando o PS que leva ao colo, tudo como dantes. Os alarmes da dívida dispararam ontem em Lisboa. Há sinais sobejos de que a charada socratista não pode durar muito mais, traindo e decaindo, e é preciso matá-la. Por essa razão, o ministro das Finanças Teixeira dos Santos foi chamado de urgência a Belém, chamado à pedra, porque o Presidente da República está preocupado com a possibilidade de Portugal ser forçado a recorrer, no curto prazo, à ajuda do fundo europeu/FMI. Já há Beco, Impasse, Situação Financeira Insustentável. Passos Coelho anda com pinças a evitar afrontar um Governo colapsado, nada mais que uma horda de comprovados fajutos e comprovadas nulidades, e uma situação pior que péssima. Haja pachorra!