Nunca pensei aproximar-me das respectivas leituras da realidade, mas o que Vital escreve faz sentido. Dolorosamente: «1. Só se pode comparar o que é comparável – o que não é o caso dos rendimentos pagos pelo Estado e dos rendimentos privados. Os primeiros são em geral fixados unilateralmente pelo próprio Estado, por via de lei ou por acto ou contrato administrativo com base na lei; os segundos decorrem de relações jurídico-privadas (propriedade, heranças, contratos, etc.).
«After he has suffered, he will see the light of life and be satisfied; by his knowledge my righteous servant will justify many, and he will bear their iniquities.Therefore I will give him a portion among the great, and he will divide the spoils with the strong, because he poured out his life unto death, and was numbered with the transgressors. For he bore the sin of many, and made intercession for the transgressors.» Isaiah 53
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segunda-feira, abril 08, 2013
segunda-feira, maio 09, 2011
A RANÇOSA CASSETE DE VITRAL MOREIRA
Do mesmo modo que não se dá por ele no PE, não é por acaso que ninguém lê o quebradiço Vitral Moreira, coitado, nem dá a ponta de crédito ao que escreva e diga. Quem se colou ao purulento infeccioso tornou-se indelevelmente infecto: «O PSD diz que as eleições devem ser um "plebiscito à responsabilidade de Sócrates". Segundo fontes vem informadas, o PSD vai provar que Sócrates foi o responsável pela crise bancária nos Estados Unidos em 2008, pela crise bancária e económica na Europa em 2009, pela crise orçamental na Grécia e na Irlanda no ano passado e pela persistente crise social em Espanha!... Decididamente, o PSD não aprende nada. Depois de ter travado a campanha de 2009 em torno da "asfixia democrática", com o resultado que se viu, quer agora insistir de novo num fantasma. Como se concluía há pouco tempo de uma sondagem de opinião, uma grande maioria dos portugueses sabe que, nas circunstâncias, a crise teria existido qualquer que fosse o governo, e que nenhum faria melhor. Ao contrário do que supõe o PSD, os portugueses não estão muito interessados em saber como se chegou aqui, mas sim em saber como se sai daqui., sem aproveitar a crise para transformar o País num laboratório de teste de uma agenda ideológica de cariz neoliberal.»
terça-feira, agosto 11, 2009
UM CROMO CHAMADO SÓCRATES
Aparecer é mau para Sócrates. Escrever no jornal oficioso do PS, o JN, alongando-se num qualquer paleio dicotómico de Esquerda-Direita, uma bela treta, reeditar o pior estilo de Vital-Cabeça, é mau também para Sócrates. Sócrates é mau para Sócrates. Dar entrevistas e surgir nas TVs é péssimo para Sócrates. Porquê? Porque é ele. Um erro de casting. Um Santana em quadriplicado, no sentido que tem Santana para os seus detractores. Porque a credibilidade socratesina é menos que nula. O instinto feirante está esgotado e tornou-se ridicularia. Sem impacto. Porque o filão de mentiras e patranhas trasformou-se há muito em Corpus Anedotário a percorrer o país à velocidade da luz. Incrível é que este cromo, salazarento como nenhum outro após o próprio, não se enxergue. Incrível e trágico, porque quem arrosta com os efeitos e frutos da incompetência mais surda, da perseguiçãozinha mais reles, somos todos nós. Uns mais que outros, evidentemente, segundo a igualdade que isenta de avaliação as chefias públicas por nomeação política. Manchado fica o país não apenas com políticas erradas, mas com o mau carácter e crassa desonestidade operacionalizando essas mesmas políticas. Para cúmulo, denegrir o adversário, ou seja, fazer as vezes de Vital trauliteiro, é de quem não perdeu o juízo. Pois terá o efeito merecido. Rejeição completa: «O primeiro-ministro, José Sócrates, acusou hoje a direcção do PSD de ser “herdeira de um certo espírito do salazarismo”, em artigo de opinião, intitulado “Uma escolha decisiva”, publicado no “Jornal de Notícias”.»
quinta-feira, junho 04, 2009
VITRAL MOREIRA E O DEBATE
Mau passo ter Vitral Moreira evitado o entretenimento de um debate com Rangel. Poderia averbar mais intenções de voto em homenagem ao seu sentido de humor deficitário e por compaixão com o seu inexistente sentido do próprio absurdo. Por outro lado, sempre seria divertido assistir em directo, como despedida de uma anticampanha, a mais uma sessão de esclarecimento sobre esta inovação intelectual honestíssima «BPN ou 'roubalheira' do PSD», coisa desbragada de se dizer!, tudo embrulhado no celofane daquele pensamento único, daquela linguagem rasca que o notabilizou para a posteridade. Este Vitral Moreira quebradiço estilhaça com pouco. E vai lavar em cacos o PS.
BOLHÃO E A APOTEOSE PATETA
O Porto, minha cidade, conserva ainda traços vincados do velho caciquismo de há mais de cem anos, quando o rotativismo bipartidário, sob uma Monarquia periclitante, ia a um certo tipo de votos e tinha os seus delegados locais de interesses que arrastavam, sob promessas ou paleio de embair, homens demasiado reverentes para o voto na facção pretendida. Hoje, sentido crítico zero, há ainda nestas gentes autênticas alguma propensão natural para aparentemente serem levadas a uma dada pastagem política. O PS local tem pastores que conduzem o seu gado para as manifestações aclamativas que importa simular como tais, manifestações e aclamativas. Em todo o caso, mora aqui um Povo autêntico. Condescende evangelicamente com malfeitores, quando lhes aparecem humanados pela frente. Sócrates, por exemplo, bem pode ser abraçado, apalpado e beijado pela baba do Bolhão, olhos nos olhos, que logo a seguir lhe rezam impropérios entredentes pelas costas. É um povo capaz de um zelo apaixonado por um marreco qualquer, instinto primário anteposto à Razão. Caso sinta compaixão por alguém, mereça-a ou não, para esta gente não há crime nem erro que não mereçam a devida e incarnada atenuante. Por isso não suportou um 2.º Auto de Fé ao passo que Lisboa adorava o churrasco religioso que se eternizou por longas décadas de acabrunhamento e bufaria. É com esses e para esses espécimens (primários, instintivos, compassivos) da minha gente que Elisa Ferreira fala, obviamente, com o nulo respeito que tais inteligências sensoriais lhe merecem. Ora, o espectáculo ilusionista do PS está na rua e o Bolhão presta-se bem de mais ao seu folclore superficial e pseudo-apoteótico. Portugal recua em todos os parâmetros económicos? Não se fala ou menciona o que importa e deveria preocupar-nos tremendamente? Não importa. Arraial é arraial. Esta legislatura habituou-se a maquilhar números, multidões, sondagens, realidades gritantes? Não importa. Haja festa! No Bolhão ou há pau ou há baile. O show falsário PS tem aí, no Bolhão, a festa efémera de que necessita para fingir suporte popular. A 'democracia' mal respira sob a asma ambiental implementada pela novidade do Medo sob o consulado PS? Os portugueses sucumbem aos impostos impiedosos e à apreensão pelo futuro? Não importa. Faz-se o jeito. Vital espelha desassossego. Vítreo, um suor frio banha-lhe a face e as fontes logo abaixo da célebre guedelha grisalha, durante os cuspilhantes discursos desastrosos. Electrifica-se-lhe a trunfa perante o espectro mais que certo de uma derrota humilhante, dia sete, em terceiro lugar logo a seguir ao BE. Todos sentem que apoteoses artificiais e antecipadas, como a do Bolhão, são já o Canto do Cisne da Campanha mais trauliteira de um partido em 35 anos: aguarda-se pois que o blogger Vital do duplo-pensar, elevado como um bónus a Cabeça de Lista do PS, escolhido dentre os mais servis da agremiação de interesses enclavinhados PS, o mais língua de pau entre os língua de pau da Situação, fique por causa dos resultados 'com uma cabeça'. Isto é justo e segue já no dia sete: «A distrital do Porto do PS, presidida por Renato Sampaio, não deixou os seus créditos por mãos alheias e mobilizou o partido para a calorosa recepção que o secretário-geral do PS teve quando entrou no mercado, pela Rua Formosa. Aí era aguardado por um conjunto de figuras do partido, desde autarcas, ex-autarcas, deputados, ex-deputados e muitos militantes. À saída, muita gente aguardava pelo secretário-geral do PS na outra entrada do mercado, na Rua Fernandes Tomás. Pousou para as máquinas fotográficas com pessoas anónimas, autografou t-shirts do PS e continuou a dar beijos e abraços.»
quarta-feira, junho 03, 2009
ÚLTIMOS DIAS DO GRANDE CHARLATÃO
Fala-se muito na roubalheira do BPN, o grande banco das offshores para onde viaja, sem rasto e sem culpa, a banhos, muito dinheiro sonegado ao Fisco. Dinheiro de gente ligada aos partidos siameses no País, gente que lucrou sozinha com o Regime e fez da III República a mina de ouro dos seus interesses exclusivos, roubando, roubando muito, enganando, enganando muito mais, assaltando Orçamentos de Estado, lesando as gerações portuguesas, alienando e desactivando indústria, pesca, agricultura com comissões chorudas. Banco de onde a Maçonaria retirou a tempo para sorver muito a sós o BCP e a CGD. Banco que serve para o PS tentar enlamear de modo reles o partido gémeo, enquanto ele mesmo está atolado nos lodos morais mais asquerosos. O partido que silenciou nesta campanha o clamor jornalístico das pressões ilegítimas sobre magistrados, a escandaleira do Freeport e da Cova da Beira, e de todas as abundantes trambicâncias desvendadas convergindo sempre nos mesmos PSs. Mas a verdadeira Roubalheira é esta Legislatura PS e o Consulado Socratinesco, um tempo de fajutices forjadas para comer a cabeça aos portugueses de Propaganda, graças à marreta-PS propagandesca da RTP, enquanto se lhes vai aos bolsos e ao futuro todos os dias e de todas as formas. Dia sete vote Portugal útil e inútil de forma a dar um coice exemplar numa agremiação que mama e põe os seus a mamar à grande e à francesa no PS, um Estado dentro do Estado, com a sua Maçonaria, outro Estado dentro do Estado, instituições por onde Portugal empobrece, perde lastro, aderna, naufraga, acaba. O PS é o furo no único pneu em bom estado de Portugal. O PS é o grave problema de saúde de Portugal. O PS é a ténia intestinal adulta que esgana e carcome Portugal por dentro chupando-o pele e osso. O PS é a caganeira tropical incurável de Portugal. Votar PS é confirmar que vale a pena ser tratados como Parvos, ser considerados os maiores Parvalhões, por um homem apanhado a mentir dúzias de vezes (com o relatório forjado da OCDE, com as bombas de calor da Energie, com a compra proclamada e afinal negada da COSEC, com tudo e mais alguma coisa). Votar PS é gritar bem alto que ser Charlatão ao mais alto nível compensa, desde que se tenha um palmo de cara e se meta processos a quem opina fundamentadamente contra si. Veremos que Povo temos no dia 7. Votar PS é, como recorda a BBC, apoiar um Governo que reduziu gloriosamente o défice orçamental graças à redução de pensões, aumento da idade de reforma e perda benefícios aos funcionários públicos e eliminação de postos de trabalho na Função Pública, gente sem alternativas de emprego na sociedade civil, mas não teve coragem de eliminar as benesses pornográficas e as reformas insultuosas, os salários obscenos dos PS/PSD que ocupam altos cargos falidos num Estado por isso mesmo falido. Bater nos fracos é fácil: «Vital Moreira, em campanha para as europeias pelo Minho, congratulou-se hoje com o exemplo bem-sucedido do Avepark (parque tecnológico empresarial), situado em Guimarães, classificando-o como "uma espécie de Silicon Valley" no verde Minho bucólico.»
terça-feira, junho 02, 2009
PATÉTICO VITAL DA CHARLA
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Ofensivamente, o piranhesco e farfalhudo Vital urde bocas após bocas esquisitóides contra os seus adversários, num tom e em termos do imediato pós-aprilino revolucionário. É molestando oponentes e mentindo, dentro da mais rasca linguagem política, que desfere as suas provocações. Falar do PSD pelo lado reles de se falar de outro partido. Estigmatizar o PCP com comparações desprezivas. Mas a que propósito?! Que influência teve o PCP nas derrotas económicas e éticas que o PS averbou para o País, envergonhando-o?! Intuitivamente, o eleitorado compreenderá que o que empobrece o País é a lógica corporativista do PS, para o qual as coisas fiam de outra maneira, lembrando os velhos partidos absolutistas de todos os tempos: uma Justiça laxa para os nossos. Uma Justiça hirta para os outros. Cargos, posições, sinecuras, prebendas, benesses, empregos para os nossos. Desemprego, desqualificação moral, desprezo e esmagamento dos outros. Liberdade para os nossos. Perseguição e agressão para os outros. A dinâmica, as cores e o elementos do povo que o PS com muitos euros 'mobiliza' são fáceis de analisar pelas imagens dos resumos de campanha assim como a crispação agressiva e insolente com que o Cabeça e os seus candidatos tratam os jornalistas: o mesmo despeito, o mesmo nojo e falta de à vontade e naturalidade. Na face transpirada de Vital compreendemos que se afadiga por lutar contra a inevitabilidade de uma derrota de que nem a espectaculosidade dos dispendiosos recursos socratinescos o salvará. O eleitorado deseja punir quem degradou económica e moralmente Portugal. O eleitorado nada tem contra os sacos de pancada e papões habituais PCP, BE, sempre à mão de ofensas e insultos de este PS UltraDireita na prática e Esquerda Moderna no discurso. Repare-se na correcção e moderação de Jerónimo, de Ilda, de Nuno Melo, Miguel Portas, mesmo de Rangel. Haverá comparação com o descabelo e a atitude descomposta e cuspilhante de Vital?: «O PS deixou o caso BPN fora dos comícios, mas apertou as críticas contra o PSD, que agora chama de “PCP de direita”, seja a linha oficial de Manuela Ferreira Leite, seja o “lider alternativo” Pedro Passos Coelho. No comício esta noite no Cartaxo, Vital Moreira sublinhou o contraste entre as festas socialistas e o “deserto de ideias e pessoas” do partido rival. “O candidato do PSD começou por andar sozinho e não tece o povo com ele. Foi buscar a líder e continuou sem ter o povo com ele. Hoje foi buscar o líder alternativo e continuou sem ter o povo com ele”, frisou o número um da lista socialista.»
segunda-feira, junho 01, 2009
EM MODO SAFADEZA
Foi-lhe dito que trauliteirasse. E Vital trauliteiriza. Foi-lhe dito que caceteirasse. E Vital caceteiriza. Segundo revela Sócrates, nas suas lides parlamentares ou nos insultos e assédios implícitos nas fulminâncias oculares aos jornalistas menos amestráveis, não há outro caminho senão esmagar o adversário recorrendo a todos os expedientes lícitos e ilícitos. Se há silêncio, perante tantas e tais barbaridades, é só o silêncio que consente. O silêncio do Mentor. O silêncio do Exemplo: «O cabeça-de-lista do PSD às eleições europeias, Paulo Rangel, assinalou hoje o silêncio do primeiro-ministro e secretário-geral socialista, José Sócrates, em relação aos “ataques” feitos pelo cabeça-de-lista do PS, Vital Moreira.»
domingo, maio 31, 2009
"JOGGING" DA LEBRE E DA TARTARUGA
Não é preciso muito esforço para compreender que o vitalismo jogging-corredor e esbracejante nos púlpitos faz de Sócrates a Lebre de La Fontaine, pedante e convencidolas, e que a pequena passada discreta, por vezes oculta, de MFL faz dela a Tartaruga de La Fontaine. A moral da história é a mesma. O importante é pôr fora de combate as pretensões do chavismo socratinesco em Portugal e pôr de lado uma incompetência que não se manca e uma lata que não se farta. Quanto a Vital, pelas barbaridades ditas e por dizer, percebe-se que é um indivíduo assustador e que, quando se transcende, se transcende em péssimo. Associado ao PS SA não podia encaixar melhor naquele punhado de assanhados do Poder capazes de qualquer lellonice para o efeito: «O cabeça-de-lista socialista às europeias, Vital Moreira, contactou hoje com dezenas de cicloturistas no "Calçadão de Matosinhos", enquanto a poucos quilómetros, no Parque da Cidade do Porto, José Sócrates confraternizou com praticantes de "jogging".José Sócrates, que hoje à noite estará presente no comício da campanha europeia socialista de Viseu, aproveitou uma manhã livre de agenda para fazer a sua corrida num dos espaços verdes mais emblemáticos do Porto.»
sábado, maio 30, 2009
GANHAR? NEM JUÍZO NEM VERGONHA
A via-sacra do Cabeça Vital soma e segue com umas no cravo outras na ferradura, de desastre em desastre, de desacerto em desacerto, de trauliteirice em caceteirice. Cada vez que esganiça discurso, sai asneira. Improvisar ideias e varrer de asserções e apodos reles os adversários, manchando-os com os Crimes Económicos de Poucos no BPN, segundo o Cabeça, deve ser o melhor caminho, incapaz de repara a classe de víboras lesivas de Portugal de que está cercado. Será que a questão Freeport e todas as imensas demais similares que fizeram e fazem de Sócrates uma estrela cadente de berbicachos e nuvens negras tingem todo o Partido Socialista de falcatrua e desonestidade elevada a Políticas?! Depois do Congresso Aclamativo de Espinho, tingem. Depois dos bloqueios à demissão de Lopes da Mota, tingem. Depois do Muro levantado a fim de proteger Vitor Constâncio da inevitabilidade de largar o tacho ineficiente, tingem. O PS actua corporativamente e quando é assim a verdade patente a todos os olhos sofre, a ética pública sofre, a moral pública sofre. O PS Aristocracia de Favores e Imunidades perpétuas dana Portugal e nem percebo como se pode elogiar este sangue azul e esta aristocracia do esterco comportamental na vida pública, o fim da picada da ética republicana afinal aputalhada em primeiríssimo lugar e precisamente pelos que enchem a boca com ela. Vital está como Cabeça de um Partido onde já somente um punhado de homens inteiros e íntegros se salva da ira que acomete uma Opinião Pública atenta e informada: Henrique Neto, António José Seguro, Maria de Belém mostram divergir de um não olhar a meios e a venalidades para vencer. À imagem da verdadeira face tiranóide e violenta de Sócrates, quanto mais derrotado e desmobilizador, mais Vital se afadiga em proclamar méritos e vitórias inexistentes e em fazer comparações tão convicentes como nem no pior teatro. É por isso mesmo uma cruz, uma via-sacra chegar esta candidatura de rastos ao Calvário do dia 7 de Junho para verificar como o PS afocinhará na realidade sempre negada da Derrota Recorde; é também uma cegueira aquela que segue os passos do Cabeça, ele que trouxe para a Campanha o registo livre e contundente de alguma blogosfera e tem feito dos seus pronunciamentos bocas apaixonadas próprias de quem observa a vida pública do lado de fora da representação, a qual precisa de parecer ter elevação e ao mesmo tempo ter efectivamente elevação: «O cabeça de lista do PS às europeias afirmou hoje que a campanha socialista está a ganhar, incluindo nas sondagens, questão em que lançou um ataque aos analistas que falam em empate técnico com o PSD. Vital Moreira falava no almoço-comício do PS em Vila Franca de Xira, que juntou algumas centenas de apoiantes e que foi aberto com uma intervenção da presidente da Câmara local, Maria de Luz Rosinha.»
VITAL, MARIA DE LURDES, PS = FRACASSO
Gente proveniente da Esquerda, até da Extrema-Esquerda, dos vários ramos do Movimento Anarca, usando e preconizando velhos processos de insistência e cerco (sobre sectores, grupos, classes) processos da velha e extinta extrema-esquerda originária, processos colocados no entanto ao serviço da ultra-Direita-PS em sentido económico, neoliberal, do anti-serviço público. Resultado? O mais absoluto Fracasso.
quinta-feira, maio 28, 2009
VITAL E O MURO-PS POR CONSTÂNCIO
A fantástica agremiação corporativa tachisto-devorista PS não consegue ver para além dos seus interesses instalados. Repare-se como a desonestidade moral, intelectual e ética do Cabeça Vital não o conduz limpidamente à conclusão pela necessidade de demissão do Governador Vitor Constâncio. Para Vital, o mundo PS é suficiente e harmonioso. Para ele, punir prevaricadores do caso BPN não é muito mais que exigir-lhes demissão de cargos públicos. E é muito mais que isso. Ora, Constâncio o regulador que não regulava, ao demitir-se por um conjunto cada vez mais consistente de razões (incompetência, laxismo, contemporização, conivência pela inacção) não satisfará senão a necessidade imperiosa de remoralização do sistema bancário e regulador nacional e a necessidade que os cidadãos sentem de causa/consequência sobretudo para quem fazendo tão pouco e tão menos do que o exigido, ganha tanto e tanto e tanto. Em última análise, o insulto da não demissão atempada de Dias Loureiro é o insulto da não assunção de responsabilidades por Vitor Constâncio. Um País com tubarões chamuscados mas intocáveis porque apegados aos cargos como Dias Loureiro, Vitor Constâncio, Lopes da Mota e José Sócrates não é respirável e o escândalo ofende-o e enfraquece-o dia após dia. Até quando seguirão os passos sornas de Dias Loureiro, antes de finalmente capitular aos factos, Constâncio, Sócrates e Lopes da Mota?!: «Vital Moreira considera “tardia” a renúncia de Dias Loureiro ao cargo de conselheiro de Estado, considerando que “face às circunstâncias a decisão impunha-se”. Em contraponto, defendeu o governador do Banco de Portugal no caso BPN: “São os prevaricadores que devemos punir”, não os reguladores.»
quarta-feira, maio 27, 2009
VITAL, CATA-DISPARATES, ESCOLTADO
Nem sondagens nem a intervenção dos oficiais do PS socratinesco pode já salvar o bote esfrangalhado que é o Candidato e Cabeça Vital. A outra razão, a mais importante, é que uma comitiva de peso sempre encherá as salas pequenas onde o Cabeça e Candidato tem perorado: «Os "generais" do PS estão agora a ter uma presença quase constante ao lado do seu cabeça de lista, Vital Moreira, quando o Bloco de Esquerda começa a fazer companhia ao PSD como alvo dos ataques. Mais do que pela presença de escassas centenas de apoiantes, o comício de terça-feira à noite do PS em Vila Real foi significativo do ponto de vista político, porque representou um momento de viragem na campanha socialista.»
VITAL, ZIGUEZAGUE REGRESSIVO
Vital é um candidato insólito nos assomos de ridículo na Campanha e revela-se um Cabeça de cabeça perdida, recheando o Comité Central de Imagem e Marketing Político do PSS (Partido Socialista Socratinesco) de inúmeras razões para insanáveis dores de cabeça. Ziguezagueando por um labirinto alienígena de bocas e apodos grotescos aos adversários, ora a um ora a outro, sem ideias e, mesmo se as tivesse ou expusesse, seriam precisamente as que condenam largos milhões de seres humanos aos mesmos detritos e aos mesmos restos que a Crise apenas veio explicitar, ainda veremos o Cabeça Vital a fazer ataques desesperados aos Movimentos Cívicos, ao MEP, ao PEV e ao PP apenas por verificar, nas sondagens por cujo mapa de intenções papagueia as suas bojardadas, que também existe uma transferência de votos do PS para essas forças e movimentos políticos. Vital já percebeu a própria falta de músculo na estrada e o desfasamento com gente concreta de nada sabe ou quer saber. Sabe, sim, é que o fim está próximo. E será com estrondo, por mais que ziguezagueie ora atacando uns, ora atacando outros. Regredirá e fará regredir o PS para resultados muito ao nível do que Sócrates, o verdadeiro Ventríloquo, merece: «Com a generalidade das sondagens a traduzir uma transferência de votos do PS para o Bloco de Esquerda, o cabeça-de-lista socialista ao Parlamento Europeu, Vital Moreira, passou ontem em Vila Real a mensagem de que PCP e os bloquistas "são a mesma coisa" em Estrasburgo, porque ambos fazem parte de um grupo político dominado por comunistas.»
terça-feira, maio 26, 2009
VITAL ESTALINIZA À FORÇA TODA
O 'reaccionário' Venal Vital, na ausência de limpidez e sentido de gente portanto daquela compassividade elementar evangélica por pessoas, a começar pelas Políticas preconizadas, segrega epítetos vazios para os adversários como certos brônquios segregam gelatinoso e esverdeado muco. Isso significa que o fim está próximo. Será estrondoso. O que pensar de um candidato que obtenha os resultados que um PCP tem obtido?! O terceiro lugar ou pior?! [Esta tarde, na minha junta de Freguesia, however, pude observar o caciquismo local PS a organizar as votações encomendadas a soldo implícito entre os mais singelos do poviléu. Um casal. Ambos desdentados, magros, tisnados, entre os quarenta e os cinquenta, tinham dúvidas sobre as respectivas secções de voto. Alguém lhas esclarecia de um modo pedagógico e pegajoso. Era a solicitude dos pobres cidadãos que denunciava o desejo de frete.] Nada mudou. [A pobre mulher ressequida, cujo maxilar inferior alojava um dente solitário a evocar os seis meses de idade, tinha um problema logístico e estava apoquentava com o 'dever' de voto...] Efectivamente, nada mudou desde Ramalho e Eça.
segunda-feira, maio 25, 2009
VITAL E PS EM DESESPERO DE COISA
Depois de ver hoje o espectáculo horripilante de Edite Estrela a altercar com um eleitor ruivo e pequeno, insistindo este que o PS inviabilizara o referendo europeu e Edite, sem jeito, martelando e insistindo, percebe-se que Povo e PS não encaixam. Há efectivamente um declarado 'desespero de coisa o que dizer' no PS e em Vital. Artificializando muito as polémicas em torno de palavras vazias, conceitos desnutridos, e saídas sem brilho, os ataques de Vital são uma forma pífia de existir. A única que tem à mão. Votar PS e Vital não será a mesma coisa que votar nas circunstâncias que possibilitaram um ou vários Armandos Vara em Portugal?! Votar em Vital e no PS não será favorecer o abismo cavado entre os Portugueses e na triplicação das reformas milionárias?! Votar no PS de Vital não será votar na extrema indiferença com que este Governo contemporiza ao condenar milhares de desempregados à fome, à depressão, à desesperança sem direito a apoios ou com apoios miseráveis de bem menos que quatrocentos euros para quatro ou mais bocas?! O PS de Vital é uma agremiação desnaturada ao serviço dos mais Fortes, uma trupe de profunda insensibilidade social, incomparavelmente pior nos seus desempenhos que o PSD ou o CDS alguma vez sonharam. Se se for pesquisar o que seja um Ultraneoliberalismo, um Salve-se Quem Puder, uma Alienação Privativística de tudo, segundo o critério no fim autodestrutivo do Lucro e não da Coesão e da Paz Sociais, tudo isso jaz nas palavras de Vital e repousa na acção sistemática de este Governo, cujas palavras vão no sentido exactamente oposto das acções: «O candidato socialista ao Parlamento Europeu, Vital Moreira, defendeu hoje a tese de que votar PSD ou CDS é exactamente a mesma coisa, porque ambos se sentam em Estrasburgo no Partido Popular Europeu (PPE).O constitucionalista falava no início de um jantar comício na Feira, perante cerca de 500 apoiantes, depois de discursos dos eurodeputados socialistas Edite Estrela e Armando França, do candidato ao Parlamento Europeu Bruno Julião e do candidato do PS à Câmara da Feira.»
domingo, maio 24, 2009
CHILREANTE FANTASMINHA BRINCALHÃO

Vital mostra-se intelectualmente tão à rasca quanto é o mais rasca dos 'cabeças' e candidatos. Já não o pode esconder e a perda de base eleitoral está a ser fulminante. O PS será a terceira força política. As palavras fogem dele à mesma velocidade das ideias. Dizer isto: «Não estávamos preparados para pensar que o PSD, que durante décadas compartilhou connosco ideias europeístas, esteja agora disponível para adoptar uma retórica de baixo nacionalismo» é não ter mais nada para dizer e é também capitular ante o próprio desespero e fracasso para a sinecura no PE (tiros no pé de Elisa e Ana Gomes), uma vez que será Vital a apanhar em cheio com a mais estrondosa derrota num partido supostamente de Regime mas que resolveu não olhar a meios nem fazer regime a quaisquer gastos para atingir os fins autocráticos ultrachavistas que se perfilam no negro horizonte português. Os partidos minoritários, BE, PCP, PP, movimentos cívicos, eis o Futuro e a réstia de salvação para um país cansado das manigâncias do Tio Socas e do Ti Bital. Um Portugal pela bitola castrada de Jaime Silva, o inócuo ministro da agricultura? Não, obrigado!: «O cabeça-de-lista do PS às europeias lançou hoje um violento ataque ao PSD, acusando os sociais-democratas de explorarem um baixo nacionalismo anti-espanhol, de cariz reaccionário, e de competirem com as extremas-direitas e esquerda soberanistas."Temos de denunciar a visão chilreamente e pedestremente [sic] de partidos que se julgava terem algum currículo europeísta. É com pena que digo que o PSD, que outrora foi modernizador, tornou-se agora conservador e em alguns aspectos reaccionário", declarou o constitucionalista da Universidade de Coimbra.»
quinta-feira, maio 21, 2009
QUANDO VITAL DIZ «A DIREITA»
Luís Delgado está agorinha mesmo a enfastiar, com o seu paleio redundante, servil e vazio, no debate sobre a Autoeuropa, com a Ana Lourenço na SIC-N. Enquanto isso, na tvi24, Vital faz como ASS, interrompendo muito Rangel e, piranhescamente, a cada passo cuspilhando frases com «a Direita» dentro. E é o nojo. O 'independente' Vital é a Direita, não a Direita dos valores e das tradições estruturadoras de um carácter numa genética solidez moral. É a 'ultradireita' onde os extremos se tocam, é a Extrema Direita de todos os esbulhos, de todos os saques sociais, de todos os cortes e reduções sem sentido de gratidão aos que se sacrificam inteiramente e sem noção do que seja coesão social, é a 'Direita' de todas as humilhações e degradações individuais, é a 'Direita' que sendo tudo isto é-o para poder ser melhor a 'Direita' da voracidade clientelar concentrada toda na fabulosa irmandade-agremiação PS da qual o 'independente' Vital é mais um serventuário. Espero sinceramente que o PCP e o BE reforcem posições no Eleitorado, nos três escrutínios próximos, para colocar este conceptualismo de merda no seu devido lugar. Não há futuro fora dos princípios basilares da Doutrina Social da Igreja Católica. Não será vendida, sem confronto, a lógica perversa de se passar dos excessos do PREC para os extremos Neoliberais. Há mais máquinas que homens no mercado de trabalho. Para que Fim do Mundo ou Hecantombe corre um Lucro sem Partilha?
segunda-feira, maio 18, 2009
VITAL E AS BOCAS QUE AVACALHAM

Piranhescamente, Vital lá segue com a sua pobre via-sacra rumo ao seu, e muito seu!, Calvário Eleitoral Privativo das Europeias. Calvário que arrolará necessariamente o PS porque desastre atrai desastre. O PS e o seu imprescindível Amocreve nem imaginam a guilhotina moral que aí, finalmente, lhes será servida, caso não esteja tudo doido e virado ao contrário. Entretanto, a campanha do candidato faz-se de bocas de avacalhar o ambiente e folclore de estragar o debate. Dir-se-ia que o cabeça-de-lista independente perdeu a cabeça e está a superar as piores expectativas, expondo as fragilidades próprias e de uma equipa de imagem e marketing que ou não sabe mais o que fazer ou parece ter tirado folga num momento de extrema necessidade. E de repente, as sondagens, sempre favoráveis à Situação porque outro tanto forjadas, desaparecem de cena, já não servem para 'alavancar' coisa nenhuma nem para caucionar o que o senso comum há muito deplora. Vital sorri nervosamente o desfavor com que é bafejado. Na verdade, quando a figura é tosca, a mensagem é tosca, o entorno é tosco, que outro resultado há a esperar senão o pior de sempre, do PS e de Vital, em terceiro ou quarto lugares, logo atrás do PCP ou do Bloco de Esquerda?! E não será pelo facto de não ser um político profissional de empatias estudadas como o Cara de Pau das Grandes Tretas repetidas. Será por (de)mérito pessoal e também porque as políticas canhestras, cruéis, urdidas contra moles humanas, contra pessoas concretas, oprimindo gente de carne e osso, não podem nunca ser defendidas e muito menos impostas rasurando a inteligência das pessoas, a partilha da informação e o pluralismo obrigatório numa verdadeira democracia. Enquanto burocrata das palavras na sua plataforma de influência, o blogue Causa Nostra, Vital cunhou enunciados servilistas à governação de uma crueldade sistémica imperdoável. Há outros caminhos muito mais criativos e muito mais envolventes da sociedade, concitando a força anímica dos cidadãos num trabalho a contento da esmagadora maioria e não dos Poderosos que têm prostituído a Política exclusivamente a seu favor e não ao mesmo tempo de uma sociedade harmoniosa. Tudo o que nas políticas de Estado e de Empresa se afaste clamorosamente da Doutrina Social da Igreja cheira a Crime e foi o que grosso modo estes quatro anos viram. Uma política da Rapina Instituída e Promovida, política da Longa Falácia que sanguessuga Portugal e os Portugueses, essa política defendida por Vital e de Vitalino, seu 'filho', tem de ser posta no olho da rua. E será! Caso contrário, este povo de tristuras uma vez encurralado nas mentiras que lhe vendem e nos becos em que o metem, este povo confrontado com a Lei de Enriquecimento dos Partidos e do Faz de Conta Contra o Enriquecimento Ilícito dos Grande Milionários da Política Nacional, tal povo poderá reverter em violento, passar-se inteiramente como da água para o vinho. Ou gente séria em lugares de seriedade ao serviço leal dos Portugueses ou será, já é!, o Abismo com cara de Alho: «O líder da lista de candidatos do Partido Socialista ao Parlamento Europeu, Vital Moreira, acusou hoje em Gaia os restantes partidos de terem listas "fantasma" das quais só se conhece os cabeças-de-lista.»
sexta-feira, maio 15, 2009
VITAL/SÓCRATES: CAOS E CIRCO
De dia para dia, os Engenheiros de Imagem da Campanha do "Nós, Europeus" sabem cada vez menos o que fazer à face desorientada de Vital e ao profundo embaraço de culpa política que fantasmagoriza em espectro Sócrates. E isto porque o primeiro, a cada deslize e improvisação perante as câmeras, parece encabeçar um novo partido: o Partido Alínea ou PS-Alínea a) b) c). Alíneas ao próprio PS e, quanto a alíneas, a coisa vai por aí adiante de desencontro em ridículo sucessivos, com pontos de vista de discrepância feliz e desastrada com a Comissão Política e a voz absoluta do seu pequeno ditador. Quanto ao que fazer aos estragos de Imagem em Sócrates pela revelação da verdade do que denunciaram os magistrados, o ónus político das pressões de Lopes da Mota repousa de tal modo sobre os seus ombros que para alijá-lo, ao ónus, se serve despudoradamente do PGR como escudo, desculpa e sobretudo tempo ganho. Como disfarçará então a própria responsabilidade e o que urge fazer com o Pressionador? Onde recorrer a um Abafador? Por um lado, continuando a ser 'feroz' sarcástico e cínico no Parlamento ao refugiar-se nas tábuas na agressividade habitual espectacular trucidatório vazio, circense. Por outro, perante quaisquer perguntas imprevistas, formuladas por jornalistas, contendo a própria irritação e célebre pesporrência, escondendo o medo, evitando o perigo-gagez de tropeço de língua comprometedor, coisa que pode estar ao virar da esquina, como aconteceu um dia a Guterres com o PIB e foi fatal para a sua imagem e consistência política. Por tudo isto, dizer uma vez mais, gesticulando muito e negando outro tanto que «não pressionou, não pressiona nem pressionará magistrados», por exemplo, sem respeitar a nossa inteligência e observação factual, só logra amplificar numa audiência atenta e isenta a impressão oposta ao que é proclamado. Há muito tempo, aliás, que tudo quanto Sócrates diz sobre a matéria freeportiana soa demasiado a déjà vu e sobretudo às consequências da frase lapidar de Bill Clinton «I did not have sex with that woman.» É só uma questão de tempo. Clinton não pôde escapar da revelação final do que negou nem esconder quaisquer indícios probatórios. Não está ao alcance de toda a gente passar por respeitável e digna de crédito após desmascarada seja em que mentira for, muito menos de um rosário delas. Oxalá tenha ainda alguma vergonha o País de Valentim, Isaltino, Fátima Felgueiras, Mesquita Machado, Avelino Ferreira Torres e tantos outras 'estrelas' cadentes e decadentes do prolongado e persistente Pesadelo Português: «"Respeito essas posições [de Vital Moreira], aliás muito compreensíveis", disse José Sócrates aos jornalistas, recusando ter ficado "incomodado" com as declarações do cabeça-de-lista socialista às europeias de 7 de Junho. "Essa matéria de confiança" em Lopes da Mota compete "ao procurador-geral da República num primeiro plano", repetiu o primeiro-ministro.»
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