«O troço de via férrea onde se deu o acidente não estava dotado de um sistema de segurança que obriga o comboio a parar quando o maquinista não obedece à velocidade à qual nele se pode circular. Esse sistema – que consiste numa transmissão de dados permanente entre a via e a cabine do comboio – termina umas dezenas de metros antes do local do acidente.» Público
«After he has suffered, he will see the light of life and be satisfied; by his knowledge my righteous servant will justify many, and he will bear their iniquities.Therefore I will give him a portion among the great, and he will divide the spoils with the strong, because he poured out his life unto death, and was numbered with the transgressors. For he bore the sin of many, and made intercession for the transgressors.» Isaiah 53
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quinta-feira, julho 25, 2013
quarta-feira, julho 24, 2013
A MALDIÇÃO FERROVIÁRIA
Nada mais verde, mais económico e com mais futuro que a ferrovia e, no entanto, não tem sido poupada a terríveis desastres, recentemente. Parece maldição. Ou economia. Crise. Contenção suicidária de recursos em manutenção de máquinas e carris.
quarta-feira, maio 02, 2012
UM ACIDENTE PROPOSITADO
Quando a política e os interesses comprimem sistemas e pessoas para lá do limite do bom senso [exceptuando alguns felizardos], pessoas e sistemas dão por si a relaxar sem querer. Falhar torna-se a coisa mais frequente e natural do mundo. Ora, pelas pessoas deve fazer-se tudo o que se puder.
terça-feira, setembro 01, 2009
REFER, "OPTIMIZAÇÃO" FATAL
É profundamente irónico que dinheiros públicos paguem propaganda à alta velocidade com manhosas publicações-brochura incisas na imprensa e espalhadas no Alfa Pendular, enquanto trágicos acidentes terceiro-mundistas continuam a acontecer na linha convencional pelo grande interior desactivado, num saldo de cinco mortos: «A circulação ferroviária na Linha do Douro foi retomada às 10h37 com o comboio envolvido no acidente com um veículo ligeiro que esta madrugada provocou quatro mortos e três feridos graves numa passagem de nível sem guarda, perto de Baião.» A tentação moderneira é uma grande besta a protelar e a descurar.
TRAGÉDIAS DESOBEDIENTES
«Infelizmente, tornou-se comum a tragédia andar adiantada. Porque as autoridades, essas, têm sempre tudo previsto. Portugal é um país onde as coincidências não há meio de aprenderem a respeitar o calendário de quem manda. ADENDA – A responsabilidade destes casos é da Refer. Por isso é que me lembrei de, há poucos anos, quando a Refer nasceu, a sua administração ter descurado o trabalho durante não-sei-quanto tempo e ter andado ocupada a atribuir-se vencimentos e carrões, com tal pressa e ligeireza que até o fizeram em situação altamente irregular, segundo então foi noticiado. Alguém sabe como é que isso ficou?» João Carvalho, Delito de Opinião
sábado, setembro 13, 2008
CENAS DE TERCEIRO MUNDO

Não estigmatizarás os Estados Unidos!, hoje debaixo do fogo insólito
do insulto chavista. No entanto não podemos deixar de tremer
perante estas evidências de fragilidade no país do desenvolvimento
e do capitalismo formal mais monopolista e monopolizante
que verdadeira e substancialmente efectivo,
cada vez o compreendemos melhor e com mais factos.
Lamentemos pelas vítimas!
quarta-feira, agosto 27, 2008
CÉLERE E ESTRANHO

Qualquer português, habituado ao arrastar de quaisquer outros inquéritos,
habituado à farsa arrastada dos julgamentos em tribunal,
o caso Casa Pia leva já quatro anos de batota, por exemplo,
estranha que um inquérito preliminar tenha sido tão precoce e aparente tanto vício.
Os nossos olhos em face da percepção geral das coisas
habituado à farsa arrastada dos julgamentos em tribunal,
o caso Casa Pia leva já quatro anos de batota, por exemplo,
estranha que um inquérito preliminar tenha sido tão precoce e aparente tanto vício.
Os nossos olhos em face da percepção geral das coisas
enganam-nos claramente, deve ser isso.
Resulta que este acidente já vai preliminarmente taxado como se não tivesse acontecido,
como se não tivesse causas, como se não tivesse culpados.
Muito gostam os coronéis e generais da política de nos fazer de palhaços.
Mas até agora nunca demos sinais de grande protesto.
Cada qual por si e deus por ninguém, devem pensar eles.
Resulta que este acidente já vai preliminarmente taxado como se não tivesse acontecido,
como se não tivesse causas, como se não tivesse culpados.
Muito gostam os coronéis e generais da política de nos fazer de palhaços.
Mas até agora nunca demos sinais de grande protesto.
Cada qual por si e deus por ninguém, devem pensar eles.
Talvez os acidentes planificadamente naturais não devessem comportar mortes
para que um certo desígnio se impusesse sem espinhas.
A engenharia da vida e da morte nunca foi uma matéria absolutamente controlável.
ljlj
ljlj
Novamente, a falta de carácter e de coragem ditam que se diga
tudo o que certos ouvidos querem ouvir, por mais absurdo e estranho que seja.
Já estamos habituados à estranheza das coisas em Portugal
e ao facto de a culpa morrer virgem e solteira.
tudo o que certos ouvidos querem ouvir, por mais absurdo e estranho que seja.
Já estamos habituados à estranheza das coisas em Portugal
e ao facto de a culpa morrer virgem e solteira.
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