Mostrar mensagens com a etiqueta bombeiros. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta bombeiros. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, agosto 29, 2013

A PIRA QUE INCINERA BOMBEIROS

Estou angustiado com o vai por aí de ignições. Ainda ontem, ao início da tarde, logo ao sair de Braga rumo ao Porto [sempre pela nacional 14, pronto para o único estrangulamento empata automobilistas com que nos deparamos na Trofa], um fogo devorador patenteava-se-nos num monte fronteiro. Uma colossal coluna de fumo negro; o helicóptero da praxe voluteando com a sua pinga de água. Um cenário que me fez omnipresente e terrível a destruição do nosso património verde e sobretudo de vidas, neste Agosto aziago. Basta! Sim, há pirómanos. Mas o problema reside sobretudo na ganância secular do eucalipto e na preguiça dos poderes públicos em gastar os milhões necessários à prevenção activa de incêndios, pela limpeza, também compulsiva, das matas, o que dita um número insuportável de bombeiros mortos, este ano. Insuportável é insuportável! Tirem conclusões. Ajudem aqueles homens e mulheres. Dêem o sangue por eles que dão o litro por nós! E será de menos.

sábado, agosto 14, 2010

TUDO SOBRE EVITÁVEIS LABAREDAS

Notável a reflexão de JMF sobre as últimas semanas de incêndios e o modo como se voltou ao esperado: «É fácil perceber que é muito mais o que falta fazer do que o que foi feito. É também claro que, ao colocar o MAI no centro do combate aos fogos florestais, quando os problemas começam no mundo rural e na área de responsabilidade do Ministério da Agricultura, se privilegia a espuma em vez das medidas de fundo. Pelo que está a acontecer o que muitos especialistas previam: voltámos a ter um Verão realmente quente e, com ele, voltaram os incêndios. Muita gente lançou foguetes antes de tempo. E fora de tempo. José Manuel Fernandes, Jornalista, www.twitter.com/jmf1957 P.S.2: Ferreira Fernandes escreveu ontem, no Diário de Notícias, uma crónica sobre Josefa, a bombeira da Lourosa, que é um murro no estômago da nossa vacuidade contemporânea. Obrigatório ler.»