É fácil amar os brasileiros e as brasileiras. E também é fácil ser um. Em pouco tempo, aprende-se a ser leve e feliz na companhia de outros leves e felizes. Às tantas, somos uma multidão de dez ou mais. Quantas e quantas vezes é-se mais brasileiro sendo português, nascido em Portugal, que muitos brasileiros nascidos no Brasil!? Ter o diabo no corpo pode ser um desígnio pessoal. Talvez seja o meu.
«After he has suffered, he will see the light of life and be satisfied; by his knowledge my righteous servant will justify many, and he will bear their iniquities.Therefore I will give him a portion among the great, and he will divide the spoils with the strong, because he poured out his life unto death, and was numbered with the transgressors. For he bore the sin of many, and made intercession for the transgressors.» Isaiah 53
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sexta-feira, março 22, 2013
segunda-feira, abril 09, 2012
BRASIL, NOVAS DEBANDADAS E DEMANDAS
Numa terra desolada, onde lentamente a velhice, a esterilidade e a morte dão as mãos para enterrar Portugal nas próximas décadas, a alegria e o saber viver brasileiro aliados a uma fome sincera de trabalhar vinham compensando um pouco o panorama cinza nacional. Agora que o País com a tutela da Troyka e a gestão do Governo Passos ruma à pobreza realística e à miséria natural, torna-se ainda mais natural que quem possa, quem se sinta seguro, demande outras paragens, regressando aonde se é mais feliz, Brasil, ou tentando ainda a sorte onde se ganhe mais dinheiro, Europa. Por cá, explora-se tanto quem trabalha, fazem-se tropelias de todo o tipo sobre quem se sacrifica [abundam as exigências verticais indiferente aos sacrifícios sem horário de tantos e tantas], que ainda não ficou claro por que não vivemos melhor. Talvez se acabe por assassinar de vez uma economia pensada para infernizar o maior número e engordar obscenamente uma minoria vergonhosa, quando comparada percentualmente com os beneficiários do bem-estar mais a norte. Os políticos ineptos, mentecaptos, os interesses e a mentalidade viciosa que nos conduziram a esta agonia deveriam estar presos ou sob o fio da navalha na exacta proporção com que enriqueceram. Pessoas são pessoas. Onde houver bom dinheiro e suficiente esperança, aí haverá economia. E não será em Portugal, de certeza.
quarta-feira, janeiro 18, 2012
PORTUGAL DE PERNAS ABERTAS COMO NUNCA
«O problema maior de Portugal é bem maior que Portugal. É a União Monetária, é a provável saída da Grécia do euro, é o risco de descontrolo posterior, é o corte de "rating", é as taxas de juro terem ontem disparado mais trezentos pontos (!), é a paragem cardíaca da economia, é a falta de receita fiscal - é a falta de dinheiro, de dinheiro vivo para pagar dívidas, contas, salários, importações. Por isso se vendeu a EDP depressa e bem, por isso se tenta aviar a REN enquanto há tempo, por isso se acolhem chineses, se visitam colombianos, se entronizam angolanos, se assediam brasileiros, se desejam russos, árabes e omanenses.» Pedro Santos Guerreiro
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