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sexta-feira, março 22, 2013

METAMORFOSEIO-ME EM BRASILEIRO

É fácil amar os brasileiros e as brasileiras. E também é fácil ser um. Em pouco tempo, aprende-se a ser leve e feliz na companhia de outros leves e felizes. Às tantas, somos uma multidão de dez ou mais. Quantas e quantas vezes é-se mais brasileiro sendo português, nascido em Portugal, que muitos brasileiros nascidos no Brasil!? Ter o diabo no corpo pode ser um desígnio pessoal. Talvez seja o meu.

segunda-feira, abril 09, 2012

BRASIL, NOVAS DEBANDADAS E DEMANDAS

Numa terra desolada, onde lentamente a velhice, a esterilidade e a morte dão as mãos para enterrar Portugal nas próximas décadas, a alegria e o saber viver brasileiro aliados a uma fome sincera de trabalhar vinham compensando um pouco o panorama cinza nacional. Agora que o País com a tutela da Troyka e a gestão do Governo Passos ruma à pobreza realística e à miséria natural, torna-se ainda mais natural que quem possa, quem se sinta seguro, demande outras paragens, regressando aonde se é mais feliz, Brasil, ou tentando ainda a sorte onde se ganhe mais dinheiro, Europa. Por cá, explora-se tanto quem trabalha, fazem-se tropelias de todo o tipo sobre quem se sacrifica [abundam as exigências verticais indiferente aos sacrifícios sem horário de tantos e tantas], que ainda não ficou claro por que não vivemos melhor. Talvez se acabe por assassinar de vez uma economia pensada para infernizar o maior número e engordar obscenamente uma minoria vergonhosa, quando comparada percentualmente com os beneficiários do bem-estar mais a norte. Os políticos ineptos, mentecaptos, os interesses e a mentalidade viciosa que nos conduziram a esta agonia deveriam estar presos ou sob o fio da navalha na exacta proporção com que enriqueceram. Pessoas são pessoas. Onde houver bom dinheiro e suficiente esperança, aí haverá economia. E não será em Portugal, de certeza.

quarta-feira, janeiro 18, 2012

PORTUGAL DE PERNAS ABERTAS COMO NUNCA

«O problema maior de Portugal é bem maior que Portugal. É a União Monetária, é a provável saída da Grécia do euro, é o risco de descontrolo posterior, é o corte de "rating", é as taxas de juro terem ontem disparado mais trezentos pontos (!), é a paragem cardíaca da economia, é a falta de receita fiscal - é a falta de dinheiro, de dinheiro vivo para pagar dívidas, contas, salários, importações. Por isso se vendeu a EDP depressa e bem, por isso se tenta aviar a REN enquanto há tempo, por isso se acolhem chineses, se visitam colombianos, se entronizam angolanos, se assediam brasileiros, se desejam russos, árabes e omanenses.» Pedro Santos Guerreiro