Pichar uma estátua, mesmo a de um pulha, pode ser todo um discurso de rejeição [a rejeição de Sadam, de Estaline, de Aleksandr Lukashenko, esse enorme filho da puta], mas não muda a História. Sejam felizes! Eis a mensagem que dedico àqueles que se entregaram tão afanosamente a bombardear, pichar, sodomizar a estátua do Cónego Melo, em Braga. A cada qual, o ridículo que merece, mesmo o de fiscais da estatuária nacional.
«After he has suffered, he will see the light of life and be satisfied; by his knowledge my righteous servant will justify many, and he will bear their iniquities.Therefore I will give him a portion among the great, and he will divide the spoils with the strong, because he poured out his life unto death, and was numbered with the transgressors. For he bore the sin of many, and made intercession for the transgressors.» Isaiah 53
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terça-feira, agosto 13, 2013
quinta-feira, maio 23, 2013
E UMA ESTÁTUA AO ANTI-CRISTO, NÃO?
As estátuas em vida são objectos entre o epitáfio e o repelente, a mim pelo menos a mim repugnam-me. Os faraós tinham-nas. Os césares mandavam-nas reproduzir em grande número, quem sabe se não teriam o poder de ubiquar e divinizar o deus-imperador, que tudo vê e tudo escuta, como os retratos de Salazar, sob um vidro luzidio, pendurados nas paredes?! Porém, os homens de Deus, os seguidores de Cristo, deveriam detestá-las e pedir por favor, não. Depois há o cónego Eduardo Melo que nestas e noutras é toda uma anedótica conversa à parte.
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