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segunda-feira, março 28, 2011

MIL VEZES VIVA A ISLÂNDIA!

O que se passa na Islândia? Uma revolução pela vontade firme, atenta e informada da esmagadora maioria dos cidadãos. Eis um artigo e uma matéria a ler na íntegra e que deveriam ser acompanhados ao pormenor dado o exemplo islandês em democracia avançada, participativa, profunda, directa. Há sempre saídas se forem as que nós quisermos, criativas, abertas ao bom senso, e não as que nos impõem dogmaticamente manipulados por Cães Mentirosos e outros Animais Açulados contra o pobre contribuinte. Quem dera tal estamina social e força cívica alastrasse ao pachorrento Portugal: «Para as mudanças constitucionais, outra vitória popular: a coligação aceitou criar uma assembleia de 25 islandeses sem filiação partidária, eleitos entre 500 advogados, estudantes, jornalistas, agricultores, representantes sindicais, etc. A nova Constituição será inspirada na da Dinamarca e, entre outras coisas, incluirá um novo projecto de lei, o Initiative Media  que visa tornar o país porto seguro para jornalistas de investigação e de fontes e criar, entre outras coisas, provedores de internet. É a lição número 4 ao mundo, de uma lista que não parece dar tréguas: é que toda a revolução islandesa está a passar despercebida nos media internacionais.» Joana Azevedo Viana

domingo, janeiro 02, 2011

WIKILEAKS, FARRA DE PUTOS

O Wikileaks é uma farra de putos comparado com a anunciada venda/cedência pelo Estado-PS português dos dados (fiscais, biométricos, biográficos, biológicos-ADN) dos portugueses ao FBI, em nome do combate ao terrorismo. Em nome do combate ao terrorismo, o Estado-PS abre as pernas, liquida soberania, destrói independência. Quem porá cobro ao desastre do Estado-PS?: «Sendo de esperar que o acordo seja aprovado no parlamento, teremos então os nossos BI´s numa base de dados onde serão cruzado com o sistema Echelon, permitindo-lhes saber tudo o que queiram, de quem queiram.» João José Cardoso

sábado, setembro 04, 2010

JAC E OS PROTOCENSORES

Uma das coisas mais intragáveis nesta Hora da Morte portuguesa é o lado para o qual certas vozes conjugadamente peroram: o lado negro da Força. Seja o bastonário da Ordem dos Advogados, seja Júdice, José Augusto Rocha, seja Fernanda Câncio, seja um "sem número" paradoxalmente minoritário e repetido de refinados sofistas, todos esses pretendem rasurar o levantamento progressivo da nova cidadania com os seus actos de coragem, denúncia e moralização da vida pública por todos os meios que negritude moral e a sem-vergonha em vigor exigem. Pelas gravíssimas revelações de Agosto sobre o papel da cúpula da PGR, logo quiseram esmagar como uma barata o jornalista José António Cerejo como outrora quiseram fazer o mesmo ao professor António Balbino Caldeira, a um ou outro colunista desaparecido em combate, como João Miguel Tavares, por ter escrito premonitória e corajosamente isto: «A sua licenciatura manhosa, os projectos duvidosos de engenharia na Guarda, o caso Freeport, o apartamento de luxo comprado a metade do preço e o também cada vez mais estranho caso Cova da Beira não fazem necessariamente do primeiro-ministro um homem culpado aos olhos da justiça. Mas convidam a um mínimo de decoro e recato em matérias de moral», coisa pela qual foi processado por Sócrates através do escritório de advogados do dr. Proença de Carvalho. Das duas uma, ou se deixaram prostituir pelo estipêndio que lhes calha ou então entendem que o Poder é um feudo intocável que na realidade não tem de prestar contas a ninguém sendo que o lugar dos cidadãos não passa de um lugar vazio à mesa da Casa Comum Portuguesa. Como não subscrever isto que JMF resume?!: «Não fosse o advogado José Augusto Rocha ter decidido juntar a sua voz à da legião de protocensores que condenam o facto de José António Cerejo (JAC) se ter constituído assistente no caso Freeport e não teria decidido, dado a insignificância de algumas dessas vozes e o vazio da sua argumentação, regressar ao tema. Faço-o não por causa do tom insultuoso dessa prosa – infelizmente na linha da dos actuais dirigentes da Ordem dos Advogados -, mas porque esta tem o objectivo confesso de limitar a liberdade de informação, porventura através de uma alteração ad hoc da legislação. Não vou, por isso, perder tempo a rebater, por exemplo, a ideia de que no jornalismo não se deve ter em consideração o “interesse público”, pois isso seria – imagine-se! – “totalitário”. Vou apenas explicar por que motivos uma cultura democrática, livre e aberta considera absolutamente legítimo recorrer à figura de “assistente” no processo judicial, como fez JAC. Primeiro que tudo, o que diz a lei. O Código do Processo Penal estabelece que pode constituir-se assistente quem tiver interesse directo no processo e “qualquer pessoa” num conjunto de crimes que tipifica e entre os quais estão, entre outros, os crimes de tráfico de influência, corrupção, peculato ou participação económica em negócio. Ou seja, considera-se que nestes crimes há um bem comum a preservar, pelo que todo e qualquer cidadão pode intervir no processo como assistente. Esse bem comum não é distinto daquilo que, na imprensa, consideramos ser de interesse público – como, por exemplo, verificar se os governantes actuaram de forma impoluta. Quem, em contrapartida, acha que a imprensa é apenas um pé de microfone dos diferentes poderes e não um contrapeso vigilante que segue de forma atenta e responsabilizável a actuação desses poderes enganou-se no século e no regime

segunda-feira, agosto 16, 2010

CORTES ATOLEIMADOS

É grave e preocupante que o Governo vá reduzir o número de monumentos e imóveis de interesse público protegidos por lei, com a decisão de arquivar, a 1 de Janeiro de 2011, os processos que ainda se encontrem nessa altura em vias de classificação, matéria que não foi alvo de qualquer anúncio oficial e decorrente escrutínio social, tendo por isso passado despercebida à opinião pública. Os cortes operados por este Governo de um modo geral são atoleimados actos de covardia política. Este é somente mais um exemplo. Corta-se na Saúde, no Ensino e na Cultura, funções não lucrativas do Estado, passíveis apenas de gestão sóbria e sábia, mas não se corta há décadas, e especialmente agora, em aquisição de automóveis, Parecerística redundante na ordem de milhões por ano atafulhados nos bolsos dos júdice e dos proença regimentais e situacionistas, mas não se corta em Assessorias, Fundações, Organismos, Observatórios e tretas quejandas. Em suma, emagrece-se o Estado nas funções indeclináveis, nobres e obrigatórias. Engorda-se a despesa até ao limite do obsceno em tudo quanto represente tacho político, lugar cativo político, mama política, mais pessoal político garante de apoio político, paixão cega política e mobilização incondicional do gado apoiante e votante nos mesmos que funciona num primarismo caciquista pelo menos desde há cento e cinquenta anos. Os cidadãos, sempre lesados e nulos nestas coisas dos cortes unilaterais e sem qualquer esperança de debate, devem exigir transparência absoluta em todo o género de opções orçamentais, ainda que venha depois um Miguel Sousa Tavares, um Marinho Pinto ou outros personagens da Situação agredir os mensageiros, poluir a mais lídima fome de verdade de que o Povo Português é credor. José António Cerejo e António Balbino Caldeira que o digam.

segunda-feira, julho 26, 2010

GANHAR PILAR

Se se efectivar realmente a obtenção da nacionalidade portuguesa por parte de Pilar del Río, que a requereu, Portugal ganha mais uma cidadã capaz de intervir ao modo como, gostasse-se ou não, Saramago intervinha. Omisso em tantas matérias, mas não na perturbada obsessão religiosa, ele foi alguém que buliu com a sacral indiferença humanista e compassiva de muitos e a quem nada justifica a recusa póstuma de um nome de rua, beco ou avenida. Pilar quer ser portuguesa? Óptimo! Faz mesmo falta quem diga qualquer coisa contra, por exemplo, os 5 milhões de euros gastos em pensões ou reformas vitalícias de políticos, contra o aumento obsceno da despesa corrente do Estado (o PSD deu a mão a isto, apadrinhou esse devorismo galopante em roda livre, meu Deus!) e o paradoxal endurecer (globalmente solitário ou desacompanhado de outras) das medidas restritivas do RSI. Quando as clientelas partidárias, sobretudo a "socialista", continuam a atirar o Estado para um abismo irremissível, como compreender os sacrifícios gerais, impostos unilateralmente pelo Par do Tango, sem o bom exemplo particular dos políticos e das suas políticas?! Falta quem, assumindo a plenitude da cidadania portuguesa, diga algo, estimule algo, exemplifique algo. Por exemplo, Pilar del Río. No fim de contas, fico a pensar que Portugal deve ter mel, tantos, sendo estrangeiros, o desejam. Não tem senão fel para milhões dos que cá nasceram e enfardam traições e mentiras de toda a sorte.

segunda-feira, agosto 31, 2009

GROTESCO MACHIO COVARDE

Tudo começa com o machio doce. Depois é o inferno. O hábito de denunciar o machio covarde porque agressor desinibiu-se e aumentaram as boas razões para o fazer na certeza de alguma espécie de atendimento policial e institucional. Prevenir, erradicar essa infecta violência no cerne de muitas famílias não se faz certamente com Magalhães nem com mais educação fisiológica sexual, mas com uma componente ética na educação hoje muito secundarizada e até atraiçoada lá, onde deveria ser exemplar e inatacável. A vitimologia moderna permite aliás enquadrar as "responsabilidades" da própria vítima por ter tolerado uma primeira vez, o chamado potencial de receptividade vitimal, meios de vitimização e sua inter-relação com o vitimizador. Violentar a recta razão dos portugueses com propaganda enganosa é violência doméstica. Mentir, perseguir, corromper no seio do Estado é violência doméstica. Os cidadãos têm poder de ruptura com este estado de coisas e não o exercem ou então convencem-se de que a abstenção, o voto nulo ou o voto branco são a tal mensagem, quando na verdade agudiza o problema apassivando e neutralizando ainda mais a sociedade no seu sentido crítico, deixando-a à mercê de quem a suga, a sodomiza, a explora. Mulheres e homens agredidos têm poder. Podem quebrar o ciclo. Têm poder cidadãos descurados, empobrecidos, explorados pelos oligopólios enroscados na partidocracia ávida, medonha, que nos tem regido. Podem quebrar o ciclo. Então por que o não fazem?!: «Segundo os últimos dados da PSP, o número de casos de violência doméstica tem subido nos últimos três anos, tendo sido registados 17.647 processos em 2008, mais 4597 que no ano anterior.»

quinta-feira, maio 28, 2009

ERC OU COMO CASTRAR E CENSURAR

Depois das inúmeras trapalhadas da ERC acerca das propaladas pressões de José Sócrates sobre José Manuel Fernandes, Director do Público, com a perda de gravações dos depoimentos e contradições insanáveis que não arrostaram com quaisquer consequências para o PM, o que é habitual em alguém que supera Dias Loureiro na lentidão com que assume responsabilidades e age em consonância, compreende-se que a ERC não é um organismo isento («Os membros da entidade reguladora não foram unânimes no voto do parecer. Favoravelmente à condenação da TVI votaram José Alberto de Azeredo Lopes, Elísio Cabral de Oliveira, Maria Estrela Serrano e Rui Assis Ferreira, tendo estes dois últimos decidido apresentar uma declaração de voto. Já Luís Gonçalves da Silva votou contra, tendo também apresentado uma declaração de voto.») e independente, mas actua segundo os princípios obscuros que visam impactar favorável e cirurgicamente na Opinião Pública os desígnios de Poder Absoluto do Autocrata Sócrates mais o seu 'optimismo' calamitoso e desastrado para o País. Apenas um peão numa guerra mais vasta que o Ainda-PM está a perder contra a TVI, contra o Público e contra a Cidadania, a ERC teria de merecer atendimento e respeito dos cidadãos caso, por exemplo, outro!, não inventasse paridades temporais ao cortar ao professor Marcelo, com os seus livros e notas culturais, os minutos que cortou em face ao tempo de antena dado ao discurso estritamente político de António Vitorino, que passa explicando, como a criancinhas, as políticas ultraliberais de este Governo absolutista incapaz de obedecer às regras democráticas mais elementares: «A TVI, mais concretamente algumas das suas emissões do Jornal da Noite de 6.ª Feira, foi condenada pelo Conselho Regulador da Entidade Reguladora para a Comunicação Social por “desrespeito de normas ético-legais aplicáveis à actividade jornalística”.»

sexta-feira, abril 11, 2008

E-MAILS DA AR VIOLADOS? PREOCUPANTE


queixam-se da violação de correio electrónico
("e-mail") no sistema da Assembleia da República».
çkl
Eu, que de quando em vez envio os meus sofredores e-mails de aprovação ou de indignação
a todos os meus deputados na AR tenho então de ficar ainda mais preocupado
se outros, que não eles, os lêem antes que eles os leiam:
se um deputado não está a salvo dos filtros
abusivos do sistena, estaremos nós?
E que farão eles com as nossas denúncias, insatisfações, reparos,
sugestões, desabafos? Certamente haverá muito cidadão desesperado,
que suscitará aos donos do Regime
a inclusão numa espécie de lista negra, efabulo eu,
apenas pelo grau de sofrimento e de indignação que o Regime lhe gera.
Já me sinto incluído nessa Lista Negra virtual.
ads
A outra via de efabulação argumentária
é estar ainda o sistema da AR na era jurássica. Será?

quinta-feira, março 20, 2008

UM PAÍS E UM ESTADO EM ESTADO DE PINÓQUIO


Coelhinhos, Ovos de Páscoa, reformas estruturais, mentiras e mais mentiras,
opressão implícita pela supressão do emprego e do sustento,
silenciamento das oposições pela força do dinheiro,
controleirismo bufo das vozes incómodas, tratamento informativo omissivo,
propaganda oca desenfreada com tentativa de violação da nossa consciência,
manipulação terceiro-mundista da opinião pública inerte
e terceiro-mundista, é isto o que temos.
Um País tornado pífio pela incompetência e sofreguidão de pífios políticos indecentes,
que não consideram, nem escutam, nem servem as populações.
lçkj
Depois da Páscoa da Cidadania,
que no ano passado, 2007, surfou explosivamente a treta da licenciatura Farinha Amparo,
que Páscoa teremos este ano, quando cada vez mais um Povo Maior
se vai consciencializando do quanto tem sido enganado, rebaixado,
e de como se pratica o furto corrupto qualificado
cujo outro nome é ser político-partidário-dos-interesses-privados
e das públicas remunerações sôfregas e indecentes,
que nada, nada, mas mesmo nada se justificam à luz de comparações de peso?
kjh
Alguém disse que Ética e Política são uma contradição.
Alguém disse que Corrupção e Política são sinónimos.
lkj
Entre um Povo que dorme e se deixa conduzir a qualquer lado, tanto faz,
que compra qualquer versão oficial, deixando-se cegar por ela,
e outro que se apercebe, regista e critica as realidades profundas
que a todos condicionam negativamente e cujas responsabilidades podem ter nome,
onde te situas tu, leitor embuçado?
kjh
Terás de escolher entre a rebelião cívica consciente
e a entorpecida pasmaceira ou será tarde de mais.

sexta-feira, janeiro 11, 2008

UNILATERALISMOS COM OS DIAS CONTADOS


Pedro, não mencionaste, e deverias!, o papel específico da blogosfera
neste reponderar do assunto Novo Aeroporto de Lisboa.
Nunca mais me esqueço que uma das coisas que,
depois de ter apoiado Menezes, logo nele me desiludiu,
foi o facto de ter apagado o seu blogue, recentemente erigido,
aliás, exclusivamente para efeitos de campanha pela liderança, e mal a obteve.
No fundo, despreza-se o que o Povo diga, o que o Povo pense, o que o Povo sinta,
e os blogues tornam-se instrumentos para determinados fins,
excluindo o fim de Escutar, de Compreender e de ir falando politicamente claro.
Isto é não ter em grande conta o Povo. É um sinal disso, pelo menos.
Também há quem tenha blogues para estar ainda mais numa resignada Ilha,
mas isso é outra conversa.

Não se pode falar de Sociedade Civil e depois ignorar
o modo como ela melhor interlocuciona e mede forças
com os poderes que Escolhemos para Nos Representarem
a fim de alcançar as melhores sínteses decisórias. Através da Blogosfera, fenómeno evolutivo e em acelerado processo de maturação e organização activa em torno de causas,
com capacidade de influenciar e motivar, unir cidadãos e quebrar políticas obscenas.
A liberdade toma sempre novas formas, mais céleres, fortes e imediatas.
Ir para as ruas, paralizações laborais já não surtem: o que surte é demonstrar o ridículo
e o abuso lá, onde ele é mais intolerável: naqueles a quem pagamos para Decidir e Agir
pelo bem de todos e não apenas pelo bem das Contas de Todos ou sobretudo das de Alguns.
lkj
Parece que é cada vez mais moda ter um blogue, e, na verdade,
desprezar a blogosfera, a sua multiplicidade de nulo,
a sua reprodutividade assuntística,
a sua câmara de ressonância histérica quanto a temas momentâneos,
a sua infecta expressão hiperbólica de gente que come, queima, quina,
dorme, drama, draga, trabalha, trambica, trastiza,
ama, anda, ondeia, odeia, oleia, coleia, sonha, sanha,
fode, falha, finta.
Mas isso é tipicamente desprezar AS PESSOAS.
lj
E as Pessoas São Blogues, os Blogues intervêm e pesam na Sociedade,
mostram o que se sente e se sofre, o que se quer e não quer,
nada mais próximo da emanação sagrada e conflitual nas pessoas que os Blogues.
lkj
Concordo contigo: acreditar nos (dar o benefício da dúvida aos) Políticos
é Absolutamente Proibido e esta questão do Novo Aeroporto de Lisboa é nisso exemplar.
O que é necessário é conhecer, controlar,
vigiar, moderar, exercermos directamente nós, cidadãos,
um rumoroso controlo de Senado Romano
sobre o Imperador/Executivo, já que os Partidos Políticos Opositivos
o não fazem (nem bem nem mal, demitem-se)
e no mínimo andam, alias, precisamente a reboque da Blogosfera nessa tarefa,
quer no modus, quer no tonus.