«After he has suffered, he will see the light of life and be satisfied; by his knowledge my righteous servant will justify many, and he will bear their iniquities.Therefore I will give him a portion among the great, and he will divide the spoils with the strong, because he poured out his life unto death, and was numbered with the transgressors. For he bore the sin of many, and made intercession for the transgressors.» Isaiah 53
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segunda-feira, março 31, 2014
sexta-feira, junho 28, 2013
PASSOS CRÊ, A VIRAGEM NASCE
Passos, coitado, tem a obrigação de semear confiança e mostrar-se convicto nos resultados do esforço que tem sido feito por milhões de nós. Temos todos o dever de acreditar que cumpriremos o défice para 2013, nós, os de rastos, os com fome, os sem dinheiro, os sem trabalho, nós, os que estendemos a mão e a temos sempre vazia. Temos de deixar de focar exclusivamente no Governo a felicidade de uma boa execução orçamental. Somos nós, afinal, que fazemos o País e o País vai para onde o quisermos levar, de preferência para cima, desde que o não levemos novamente para os bolsos prósperos dos políticos-dívida pública do PS, ou para o paraíso de dinheiro tipo Monopólio que o BE nos garante fora do Euro ou para a primavera económica sem investidores de nenhum tipo que o PCP desenhou para nós mediante uma ruptura com a Troyka, logo, com o financiamento, logo, com a credibilidade, logo, com o fim do maldito programa de ajustamento.
O BURIL DO SUCESSO
Nada mais normal que isto: se no primeiro trimestre, o défice público ascendeu a 4167,3 milhões de euros, ou seja, 10,6% do PIB registado no mesmo período, já em 2012 nos três primeiros meses do ano, o saldo negativo havia sido de 3206,9 milhões de euros, 7,9% do PIB. Até ao final da desta execução orçamental há vindima e a possibilidade de boas surpresas. O perfil do défice não é idêntico ao do ano passado no período homólogo, os três primeiros meses do ano. Não se havia verificado: 1. a injecção de capital de 700 milhões de euros feita pelo Estado no Banif; 2. o Estado a pagar parte substancial dos subsídios aos funcionários públicos, o subsídio de Natal, cujo corte no ano passado foi chumbado pelo Tribunal Constitucional e que está a ser pago em duodécimos desde Janeiro. Portanto, a cada ano, semestre, trimestre, as suas exigências sob o exigente buril de uma execução exigentíssima. Ainda não chegámos ao ponto de fabricar nota na garagem do Regime, como preconiza o dr. Soares para a Zona Euro.
terça-feira, setembro 04, 2012
MATA A TROYKA QUE HÁ EM TI
Os programas das Troykas, a Troyka grega e a Troyka portuguesa, começam a revelar-se como que a reedição, em macabro, do velho conto tradicional A Galinha dos Ovos de Oiro. A galinha são as pessoas. Nós. Os troykanos estão a matar literalmente a galinha. Por isso, por descargo de consciência e por singela autodefesa, conviria pelo menos retaliar. Também não se pense que os ajustamentos efectuados, o saneamento das contas públicas, seja algo que devesse ser feito gradualmente e com mais dinheiro, dando parte de fracos, sucessivamente incumpridores, sucessivamente desleais, como os gregos. Deveria ser feito, pelo contrário, a passo de corrida, mas sem as excepções manhosas nos cortes que temos visto, sem o Tribunal Constitucional em acção anacrónica e contraproducente de um bem maior, sem o medo selectivo de este Governo que se manifesta não contra enfermeiros ou professores, mas contra médicos, pilotos, maquinistas, banqueiros, todos quantos têm armas de bloqueio e capacidade muscular de chantagem. Nem mais tempo. Nem mais dinheiro. Ponto. O tempo começou a ser perdido desde logo pelo anterior Governo Fajuto que empurrou com a barriga os problemas, sonegou a verdade, a dívida, a falência nacional iminente, ganhou eleições jogando na mentira, na chantagem, na pressão pela adulteração dos números, na pequena mediocridade baixo-política, negociando contrapartidas pessoais ultrajantes num Estado de Direito, vergonha do Regime. Toda essa malícia e desonestidade governativas desabam hoje sobre nós. Tudo isso, como bomba armadilhada e armadilhada por cada negócio tipo Paulo Campos, desaba sobre esta nossa impotência em corrigir o que se havia prometido corrigir. A esta distância, a gula eleitoral e a javardice gastadora socratistas determinam também a destruição presente de grande parte do nosso tecido produtivo, com desemprego escusado, e não só o ultrapapismo cumpridor do cientista político Passos Coelho. Até aqui parecia que caminhávamos no sentido oposto ao da Grécia, com sucessivos elogios internacionais, pancadinhas nas costas e pomposas congratulações alemãs. O que se passou entretanto e por que motivo tudo indica estar este Governo [e na verdade Portugal] a dar com os burros na água?! E por que lava a Troyka as mãos desse fracasso?!
sexta-feira, agosto 24, 2012
NOS BRAÇOS DA TROYKA
«O monstro não se deixa controlar com facilidade. É já certo que o objectivo do défice público deste ano não será atingido. O que se vai passar a seguir está por decidir. Ou enfrentaremos mais medidas de austeridade ou teremos mais tempo para reduzir o défice. Tudo depende agora da troika, que chega a Lisboa na próxima semana.» Helena Garrido
quarta-feira, março 07, 2012
A IMPERTINÊNCIA DAS PERGUNTAS PERTINENTES
«Já todos percebemos que o Gasparinho está enrascado ao défice. Mas se assim é, e é, que tal acabar com as rendas da EDP, Endesa e Ibertrola? Que tal parar a criminosa barragem do Tua? Que tal rever as rendas leoninas das PPPs? Que tal investigar o que andou a TAP manutenção a fazer estes anos todos no Brasil, para se ter tornado na principal ferida de onde escorre a hemorragia do grupo? Que tal reverter a venda inexplicável da PGA (do omnipresente BES) à TAP? Que tal levar a tribunal os geniais zarolhos que congeminaram aeroportos (Beja) e europarques (Vila da Feira) para moscas, a peso de ouro, cobrando fundos comunitários ao mesmo tempo que deixaram o vazio de iniciativas idiotas à nascença e as subsequentes dívidas para nós pagarmos agora, com reformas e salários abocanhados pelos usurários? Que tal recuperar a massa roubada do BPN? Que tal acabar com as fundações e institutos por quem aparentemente até o prosador Vasco Pulido Valente descobriu afinal morrer de amores? Que tal perguntar ao extraordinário Centro de Investigação da Fundação Champalimaud, construído graciosamente em terrenos de luxo municipais, o que fez até agora pelos doentes portugueses? Tanta coisa para investigar, suspender, poupar, e o rapaz que não convenceu (nem de perto, nem de longe!) Wolfgang Schäuble, só pensa raptar os fundos do QREN para martelar as contas do nosso trágico endividamento público!» O António Maria
sábado, dezembro 17, 2011
CONSTITUCIONALIZAÇÃO DE 0,5% LIMITE AO DÉFICE
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| HenriCartoon |
quarta-feira, dezembro 14, 2011
ESFREGAR 4,5% NA TRALHA QUE NOS DEVASTOU
Devemos alegrar-nos com o facto de o Governo Passos Coelho anunciar um défice para 2011 de 4,5%, o que traduz um ir mais longe do que as linhas mandatórias da ingerência externa, Troyka de seu nome. Isto é uma boa notícia para o fim do mundo e do Euro e de tudo anunciado por Eduzinho Pitta e por quase todos os socratinos apeados do bem-bom para eles. Gerir a dívida é, portanto, pagá-la, colocar os interesses de Portugal acima, mas bem acima, dos interesses cabrões da magna corporação de videirinhos do Partido ou da agremiação maçónica. Pagar é importante. Gerir é mais importante que saber que é preciso gerir e não o fazer. Dito isto, venha o outro lado da moeda, porque há dor, raiva e horror no horizonte, soframos o esmagamento quotidiano de 2012, o prometido esganamento de vida, com o estoicismo que se impõe. Se nos derem uma sopa, menos mal. Se no-la não derem, ao menos uma côdea e assim sucessivamente.
segunda-feira, dezembro 05, 2011
JOGADA COM QUE SE MATAM DOIS COELHOS
Não é relevante nem duradouro para efeitos de dívida e défice que o Governo, ao transferir para o Estado os fundos de pensões da banca, tenha conseguido encaixar seis mil milhões de euros, verba que permitirá amortecer o défice de 2011. Dois mil milhões desse montante servirão para fazer do Estado menos caloteiro e por menos tempo, pagando serviços e injectando alguma liquidez na economia. Supostamente, esses seis mil milhões pagam reformas de 27 mil empregados bancários nos próximos 10 anos, encargo a mais para os contribuintes. Mas isto tinha de ser feito, jogada com que se matam dois coelhos: o coelho artificial do défice e o coelho necessário da economia paralisada pelo Estado mau pagador. Resta saber como será, quando acabarem os subterfúgios e esquemas e a verdade regressar com toda a sua força.
quarta-feira, outubro 19, 2011
«QUAL É A ALTERNATIVA?»
«Já nos aligeiraram as metas do défice. Se bem me lembro, em Março de 2011 as metas do défice eram de 4,6%, 3% e 2% para, respectivamente, 2011, 2012, 2013. Em Maio foram fixadas em 5,9%, 4,5% e 3% (o que mostra como era irrealista o PEC4). Já nos alargaram o prazo de pagamento de 10 para 12,5 anos e reduziram-nos a taxa de juros dos empréstimos (apanhámos a "boleia" da Grécia). Num momento em que a crise da Grécia se agudiza, a Itália, a Espanha e a França dão sinais de fraqueza, e se discute o perdão parcial da dívida grega, a recapitalização dos bancos e o aumento do fundo europeu, vamos contribuir para a instabilidade procurando renegociar um acordo que já nos foi favoravelmente modificado sem fazermos um esforço para o cumprirmos? Tenho a certeza que os nossos pedidos seriam muito mal recebidos. Dentro de um ano ou dois podermos mostrar que o plano de ajustamento não foi suficiente e que precisamos de ajuda suplementar. Nesse momento, podemos argumentar que a austeridade não é o caminho e que temos de ter alternativas. Pode ser que nos sejam concedidas ou que fiquemos durante umas décadas prisioneiros dos nossos credores. Que isto nos sirva de lição para que a nenhum governo - de esquerda, de direita ou centro - seja permitido conduzir-nos novamente a uma situação em que perdemos a nossa soberania e as nossas decisões são hipotecadas a instituições que não elegemos para nos governar. Quando lhe perguntei no post anterior qual era a alternativa não o fiz por ser apoiante deste governo. Fi-lo porque se alguém me convencer que existe alternativa viável, no quadro do memorando, às políticas adoptadas, ganha um apoiante. Trabalho no sector privado mas não fico feliz com a quebra de rendimento dos funcionários públicos tal como não ficarei se o Vítor Gaspar no próximo ano me vier taxar os meus subsídios. Se houver uma solução menos gravosa para todos, penso que ninguém se oporá.» António Parente
quarta-feira, outubro 12, 2011
UM AEROPORTO RADICAL NO DÉFICE
Tal como muitos alentejanos, ainda estou à espera do sucesso desta ideia: «Os números ficam a anos-luz das previsões que constavam no documento Orientações Estratégicas para o Sistema Aeroportuário Português (OESAP), que propunha o "gradual" desenvolvimento do aeroporto de Beja. Nesse documento, de 2006, previa-se que, em 2015, o aeroporto de Beja poderia receber um milhão de passageiros. O que significa que só uma mudança radical no futuro poderia dar sentido a essas previsões do Governo PS de José Sócrates.» P
domingo, abril 24, 2011
O VOTO É UMA COISA PRECIOSA
Só os mais cegos e obstinados recusam ver o Crime Grosso do socratismo sobre as nossas contas públicas, pelas suas consequências presentes e futuras. Devem pensar em que, lixando-se o País, não se lixam eles na medida em que o sistema socratista se reeleja e continue a protegê-los. Mas factos são factos: a revisão em alta do défice de 2010 para 9,1% do Produto Interno Bruto (PBI) e no nível de dívida pública de 2010, agora também afectado, pois sobe de 92,4 para 93% do PIB, sendo que a dívida pública terá atingido os 160.470,1 milhões de euros contra os 159.469,1 milhões de euros de Março. Em quem é que vais votar, tu que te deixas imbecilizar ou te transformas em instrumento de imbecilização?!
quinta-feira, março 31, 2011
8,6 OU O MAL RESIDENTE
A cada dia, o buraco que se impõe. Made by socratistas-socialistas. Se o défice público registado por Portugal durante o ano passado foi de 8,6 por cento, um valor que fica acima dos 7,3 por cento previstos pelo Governo, então estamos ainda mais encalacrados do que julgávamos. Os nossos sacrifícios foram em vão. Não há PEC servil para com a Kanzelerin Merkel que nos valha nem vale a pena bater mais no PSD: o Mal Residente chama-se José Sócrates, um modo bem rasca, tirano e orgulhoso de destruir Portugal, envergonhando-nos a cada hora. E eis que a dívida pública superou a barreira dos 90 por cento pela primeira vez. Nisto não podem ser assacadas responsabilidades nem ao PSD nem ao PP nem ao PCP. É a palavra falsificada do Primadonna a enfraquecer-nos, a humilhar-nos, ao trazer-nos até aqui cagando e tossindo, com sorrisos e anúncios de exuberante estupidez. João Soares apoia isto, meu Deus. Quantos invertebrados na manada!
quinta-feira, março 17, 2011
AMARTYA SEN E O TIMING DA AUSTERIDADE
Talvez seja péssima ideia e dogmática esta fixação europeia em reduzir a dívida pública num tempo de recessão: «[...] esta ideia [de austeridade] não é inteiramente correcta. As reduções de défices gigantes que ocorreram no passado, como por exemplo a dívida contraída por vários países europeus junto da América durante a Segunda Guerra Mundial, foram possíveis apenas numa situação de grande crescimento económico, que é sempre uma altura propícia à redução da dívida. [...] O que defendo é que a melhor maneira de pensar sobre estes problemas reside no debate público e no raciocínio público. Pegando no que falámos antes sobre os planos de austeridade, acho que deveriam ser alvo de um maior debate, em vez de se deixar a discussão apenas nas mãos dos mercados financeiros e dos bancos. A discussão deve estar nas mãos do público. É preciso diálogo público e, claro, conhecimento técnico, inclusive de economistas. Muitos economistas são críticos em relação a estas realidades, não sou o único, pelo que o seu contributo seria importante nesta discussão que estamos a ter. Qualquer debate público que permita a ambos os lados falarem e ponha em consideração as suas visões é muito importante.» Amartya Sen
terça-feira, novembro 23, 2010
MEU AMOR
Nunca vi um minuto sequer, mas deve ser boa: a telenovela portuguesa "Meu Amor" foi ontem distinguida em Nova Iorque com um Emmy para melhor novela internacional. Esta é a primeira vez que uma produção nacional é nomeada e vence este prémio. A ficção é uma fonte de receitas fiscais e outras que não deveremos negligenciar. Aguardo com fervor a estreia da novela "Meus Boys", com um elenco de luxo, arrojado, de vampiros em carne e osso. Os socialistas e a ficção fazem um casamento perfeito.
segunda-feira, setembro 20, 2010
HUMILHAÇÃO
Caminhamos a passos de gigante, dependurados embora ao pescoço optimista do PM, para um destino tão humilhante como o grego, tão nitidamente desprestigiante e degradante como o de uma republiqueta rapace, ridícula, caquética, sem rei nem roque. Com todos os vícios da aristocracia estomacal dos seus grandes reformados principescamente: o défice do Subsector Estado aumentou 445 milhões entre Janeiro e Agosto de 2010, face ao período homólogo de 2009, e regista agora um valor de 9 190 milhões de euros. Em Roda Livre! A cada dia, há todas as razões e mais algumas para rasurar esta República da Treta, refrescar da base ao topo um Regime Podre, Falhado a começar pelos políticos de polichinelo e a acabar nos cidadãos que medram entre esquemas subsidiários e escarros ao contribuinte. Mas, calma, dizem-nos da parte do Governo-Estado-PS que está tudo sob controlo e dentro do previsto, por mais chocante que seja. Os "socialistas", que beneficiam de toda a espécie de benevolência insciente das ignaras gentes, têm agora o dever patriótico de escaqueirar isto sozinhos: já que começaram, terminem o serviço.
sexta-feira, abril 16, 2010
CULPAS DE CAVACO
Cavaco tem sido a almofada pefeita de um conjunto de processos e comportamentos errados e erráticos da governação socialista e quando Václav Klaus ousa dizer que o défice excessivo de alguns países releva da irresponsabilidade directa dos respectivos maus governantes, os quais devem ser responsabilizados, limita-se a dizer o que incumbiria a um Presidente da República menos interessado na reeleição vociferar. A fraqueza da República está toda aí.
quinta-feira, janeiro 28, 2010
LYING THROUGH HIS TEETH
Todos os protestos e todas as palavras se esgotaram e o desatino-má-moeda toma conta da palavra. Portugal apodrece. Só nos resta suspirar?: «Mr Sócrates proposes to cut the deficit to 8.3 per of GDP this year and to below 3 per cent by 2013. “I have cut the deficit before. I know what the risks are and I know how to do it again,” he said, referring to 2005-2007 when his centre-left government reduced the deficit from 6.1 to 2.6 per cent of GDP in less than three years.»
quarta-feira, janeiro 27, 2010
VÁ PARA A GRÉCIA CÁ DENTRO
«... além das empresas públicas, existe uma miríade de fundações recentemente criadas para a compra de votos e das quais pouco se sabe. A Fundação para as Comunicações Móveis, que serviu de veículo para financiar a oferta dos Magalhães e quejandos, é o exemplo mais significativo. Junte-se a isto o prejuízo das centenas (ou serão já milhares?) de empresas municipais e quase que aposto que chegaremos a um défice efectivo na casa dos 10% do PIB. Preparem-se para ter muitas e desagradáveis surpresas quando Sócrates cair e se destapar tudo o que está escondido.» Luís Rocha
quarta-feira, dezembro 02, 2009
DUAS LABIOPLASTIAS SUCULENTAS
A negra realidade presente mostra que Teixeira dos Santos trabalhou para a fotografia e para os factos consumados com vista a eleições no papo. As contas públicas estão num estado lastimável e quase irreversível, o que já não acontece com as vaginas mundiais, nos seus casos mais extremos, graças às labioplastias e a uma módica quantia de 3300 euros. O que há de comum entre Teixeira dos Santos e a nova tendência da moda na correcção política das vaginas?! Que é mais fácil normalizar uma psiquicamente incómoda para muitas mulheres vagina magrinha ou carnuda e polpuda, mero pêssego maduro para quem gosta de fruta, do que as contas públicas nacionais. Andaram a mentir-nos e isso não deveria ter perdão. Falharam por terem sido crassamente eleitoralistas na vaidade de gastar à tripa-forra e ostentar glória e poder, jantares e almoços grátis, subsídios e subvenções a cão, gato e periquito, caras assessorias de luxo e abundantes. Há aqui duas suculentas labioplastias a fazer. Uma, a de Teixeira dos Santos: lábios que lutam por eleições e não pelo bem dos portugueses devem perder volume e ser normalizados sem anestesia. Outra, a de José Sócrates. Lábios em "asas de morcego" que riem enquanto todos nos afundamos na negrura da indigência e do Banco Alimentar têm de ser reorganizados por uma plástica democrática que sirva de emenda a esse supremo recalcitrante: «C. ainda não tinha 10 anos e já se sentia desconfortável dentro de uns jeans apertados. No balneário olhava para as outras raparigas no chuveiro e pensava: "Elas não têm o que eu tenho." Anos mais tarde, um parceiro sexual falou-lhe nisso, em jeito de insulto. "Ele era um idiota, mas eu sabia que o que tinha não era a norma. Só queria ser capaz de estar com alguém na intimidade sem me preocupar com isso." Aos 30 decidiu que estava na altura de resolver o problema, consultou um cirurgião plástico e fez uma labioplastia: de repente, e com 3300 euros, os pequenos lábios genitais - que achava desproporcionais e a envergonhavam no momento de se mostrar nua - tinham adquirido o aspecto "normal". "Foi um peso que tirei da minha cabeça", contou C. ao "The Guardian".»
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