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terça-feira, março 05, 2013

A CORRUPÇÃO ESTERILIZA

Diga-se o que se disser, se Portugal hoje é um País a esvair-se, o Regime corrupto e fechado, por acaso uma república medíocre, explica-o de sobejo. Explica que não se nasça. Explica que se parta em massa. Enquanto Povo, tolerámos a corrupção da Política e da Banca, contentámo-nos com a opacidade da decisão em proveito dos decisores, com a desactivação industrial e agrícola. A riqueza não foi partilhada. As injustiças sedimentaram-se. A Justiça tornou-se a principal miragem e fonte de desânimo colectivo. Regredimos. Vamos regredir ainda mais. Mas não está previsto que alguém pague pelo mal que nos fez, por mais que nos manifestemos.

quarta-feira, janeiro 04, 2012

PORQUE ELES TACTEIAM NO ENSINO

«4. As oficialíssimas últimas estatísticas do Gabinete de Estatística e Planeamento da Educação (GEPE), referidas aos anos – lectivos entre 2005/06 e 2008/09, mostram o que Passos Coelho desconhece: chegaram ao sistema 303.526 novos alunos. Apesar da demografia menos favorável, que motivou uma diminuição das matrículas no 1.º ciclo do ensino básico, verificou-se um substancial acréscimo dos alunos do secundário. Nos últimos anos não houve, portanto, diminuição, antes aumento dos alunos. [...] Por razões diferentes, Passos Coelho e Nuno Crato podem estar certos que estão errados.» Santana Castilho

domingo, maio 15, 2011

DEMOGRAFIA, UMA QUESTÃO POLÍTICA

«Para Mário Leston Bandeira, ex-presidente da Associação Portuguesa de Demografia, retroceder aos 6,7 milhões, valores próximos da população portuguesa em 1920, deixaria o país muito debilitado no contexto europeu. "Portugal ficaria sem capacidade de concorrência no plano económico, político e social, etc. A questão demográfica é, no fundo, uma questão política. Aliás, basta lembrar toda a discussão em torno do Tratado de Lisboa, quando a Polónia reclamou mais votos por causa do número de habitantes e a Alemanha também se quis impor porque era o país mais populoso da União Europeia", recorda. Na mesma projecção a 90 anos, em que a França cresce 18 milhões e em que a Espanha perde apenas um milhão, "Portugal veria enfraquecida a sua soberania", reforça Leston Bandeira, para quem "o défice democrático é mais grave do que o défice financeiro".» Público

sábado, setembro 20, 2008

PORTUGAL INSUSTENTÁVEL


A ganância, para simplificar raciocínios, determinou a saudável crise
do liberalismo ontológico norte-americano no sistema financeiro,
que por sua vez se robustecerá graças à mão benévola e salvífica do Estado
e dos constribuintes. Ao que parece, graças a ambos,
o sistema não colapsará.
lkj
A ganância também, e uma vez mais, explica o fosso em que os políticos
e os grandes empresários vão enterrando as condições de viabilidade
do Portugal rejuvenescido, habitado e sustentável ao longo de este século:
as políticas pró-família, pró-vida, pró-social, pró-coesão social, pró-justiça laboral
são, cada vez mais, como ruínas praticadas e cidades mortas subsidiadas.
Não importa se as ruínas de Corintho são belas. A bela Corintho é uma cidade morta.
Tornou-se mais democrático e mais imediato políticas pró-divórcio, pró-esterilidade,
pró-cada-qual-por-si, pró-penalização e sobrecarga laboral e fiscal
em nome do modelo chinês de crescimento e desenvolvimento. É pena.
lkj
Agora, com este seminário «Inverno demográfico: o problema. Que respostas?»,
pelo menos poderá ser que se acorde um pouco mais
para um dos mais graves e preocupantes problemas portugueses
ao fim de trinta anos de alheamento, distracção e encolhimento dos nascimentos.
lkj
“Desafio demográfico na Europa”, “Desafio demográfico em Portugal”,
“Desafio demográfico e sustentabilidade económica e social”
são os painéis em que se divide o seminário.