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terça-feira, janeiro 29, 2013

CHOQUE DE PLACAS GEOPOLÍTICAS

«A recente criação do Africon, por iniciativa e comando dos Estados Unidos da América, a par da desestabilização árabe, a recente operação especial montada no Malí (principal fornecedor de urânio à França e à China...), ou ainda a guerra movida pelo dólar contra o euro desde 2008, são sinais evidentes de um novo e próximo choque das placas geopolíticas mundiais. O motivo é um só: assegurar o acesso ao último atum, ao último barril de petróleo,e ao último grão de urânio!» O António Maria

segunda-feira, setembro 29, 2008

BASCULAÇÃO CRUDE / FALÊNCIAS IMINENTES


Como piroclastos pelo declive do vulcão, os impasses da crise fazem entrechocar-se,
abalando-se reciprocamente, sectores variados da economia:
«O preço do petróleo permanece sob pressão.
Nos últimos cinco anos alterou-se muito
por receio de interrupções na oferta.
Agora altera-se devido aos receios de afundamento da economia»,
explicou um analista da WTRG Economics.
[...]
«Durante o dia, as perspectivas da procura de petróleo
tinham já sido abaladas pelas sucessivas notícias de falências iminentes
no sector financeiro, evitadas graças à intervenção estatal
ou à aquisição dos activos por parte de outras empresas.» [Público]

quarta-feira, abril 02, 2008

FMI E CRESCIMENTO MUNDIAL


O Público reproduz a notícia aqui de que «o Fundo Monetário Internacional reviu em baixa
a sua previsão para o crescimento da economia mundial para 3,7 por cento,
menos quatro décimas do que os anteriores 4,1 por cento anunciados em Janeiro,
justificada pela instabilidade dos mercados financeiros,
avança hoje a versão alemã do “Financial Times”.
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Entre Janeiro e Abril, o fundo afirma
que a situação dos mercados financeiros se deteriorou consideravelmente
e que a crise do crédito hipotecário de alto risco (“subprime”) nos EUA,
que se iniciou no Verão passado, continua a fazer vítimas entre bancos,
seguradoras e outras instituições financeiras.
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A nova previsão deverá ser revelada pelo fundo entre 12 e 13 deste mês,
adianta ainda o jornal.
O novo número do FMI pode estar associado, igualmente,
à revisão do crescimento da economia da Alemanha,
que deverá crescer apenas 1,2 por cento,
contra os anteriores 1,5 por cento,
e à baixa acentuada para os EUA,
que apenas poderá crescer meio por cento,
face ao antecedente 1,5 por cento»,
pelo que, à falta de melhor, o melhor é deixar crescer na mão
o nosso indicador de ânimo, consolo que nos resta,
imaginando que ela vai descendo aquele ascensor de loucuras.