Mostrar mensagens com a etiqueta francisco assis. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta francisco assis. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, novembro 07, 2012

FACADA PS E FUGA À PANTOMINICE DEMOCRATEIRA

Com ele, a prioridade é o crescimento e o emprego.
Não percebo o PS. Nunca percebo o PS. Menos ainda numa hora crítica como esta. Num excelente artigo de opinião no Público, o deputado Francisco Assis sublinhou que a rua não pode ser escutada a todo o transe sob pena de ser a própria democracia a estar em causa e recordou que pensar assim é correr riscos de incompreensão; ao passo que Soares, pelo contrário, diz sagrado e obediencial tudo o que a rua/o povo digam [grande impostor e interesseiro!] e, nesse caso, como a rua não suporta Soares, pois considera-o um dos mais vis repetentes, inveterados viciados e chulos do Erário Público desde há décadas, ficamos conversados quanto ao que, para o PS, seja a rua, o povo: depende. O PS é isto, esta dualidade calculista e tumoral no uso das palavras e dos conceitos. Só confio em Manuel Maria Carrilho e em Socialistas Desprendidos, infelizmente uma raridade tenebrosa e sintomática. Sensível à rua adversa aos seus adversários e insensível à rua que lhe é adversa a si. Para além de justas manifestações de protesto e indignação. Depois há outro aspecto com o PS se confronta no que respeita à rua. O populismo. O PS acha que se há uma ameaça populista na rua, na comunicação social, na internet, e que passa por olhar os políticos, à partida, como réus, culpados, interesseiros, impostores, ruinosos, fica uma oportunidade para um campeonato de verdadeiros democratas. Por um lado, temos Soares a degradar, desrespeitar ainda mais as condições da vida democrática em Portugal, não se limitando a reservas relativamente ao Orçamento 2013, mas exigindo a demissão caprichosa do Governo. Pode ser um Orçamento que violenta o contrato em que os portugueses votaram, mas é, quer se queira, quer não, o Orçamento do BCE, da Comissão Europeia e do FMI, pode ser ou parecer um Orçamento irrealista, inexequível, incompetente, mas é o Orçamento do BCE, da Comissão Europeia e do FMI; pode ser ou parecer um Orçamento que ataca os fundamentos da nossa sociedade e da nossa economia, mas é o Orçamento do BCE, da Comissão Europeia e do FMI. Acho deplorável que o PS seja o único a achar que a democracia tem de ser defendida por todos os democratas, mesmo que tanta democracia represente fome, peste e exclusão e degradação da imagem de Portugal no panorama internacional. Estou cansado, demasiado farto dos democratas socialistas, quase todos ricos, gordos e bem na vida, que agora se afirmam. Estou basicamente exausto em ouvir falar num Parlamento que se prestigia, sendo ele, ao que se sabe e a fazer fé no que Paulo Morais e outros apontam, um covil de negócios particulares, com muito pouco Povo dentro e ampla negligência e escasso escrutínio no sentido de defender Portugal e os Portugueses, no mínimo, de uma bancarrota. A arma da democracia, o voto, para o PS é para se usar imediatamente, quando não é ou não está o PS a engendrar «crescimento» e «emprego» tirado do cu com um gancho, sim, porque o que se vê é Soares e outros socialistas, Marques Mendes também foi um grande empregador, a empregar os seus afilhados com afinco e num afã digno de nota. O PS não gosta da solução soarista de remoção do quisto Passos/Portas/Relvas/Gaspar por impulso presidencial ou autoproposto. O PS prefere o voto. Nota-se que ganha balanço para novas eleições, mal se verifique a menor falha na execução do OE2013. Entretanto, o Orçamento do BCE, da Comissão Europeia e do FMI, segundo o PS, está eivado de  falsidades, irrealismo, consequências terríveis, Orçamento aliás contra o programa da maioria, contra o que convenceu os portugueses a confiar nos partidos da maioria e certamente contra o que o PS viesse prometer de diverso. Só é possível votar num Orçamento contrário ao programa dos partidos que o suportam porque estes não são os tempos de festa e optimismo dos que urdiram toda a forma de dívida aventureira: estamos à beira do abismo e, perante o abismo, os programas dos partidos fodem-se.  Aquilo a que o PS chama troykismo radical, alheado da realidade e sem qualquer capacidade de auto-crítica é o único troykismo possível. Não há outro. Hollande, por exemplo, não tem Troyka, mas já tem e pratica o seu troykismo radical, também pratica inovações, experiências e desvarios nas políticas sociais e fiscais, também ele impõe mais cortes sociais. Antecipa-se também ele ao Troykismo da Troyka para trabalhar a sua própria matriz espoliadora, um equilíbrio francês á medida dos franceses, de credibilidade francesa à medida dos franceses, de adesão à realidade francesa à medida dos franceses. O PS português, pelo contrário, é um antro de escândalos selectivos. Apresenta propostas diletantes como se não tivesse assinado o filho da puta do Memorando, com o Secretário-Geral António José Seguro, agora navegando com o vento que lhe sopra a bombordo e lhe enfuna as velas do cu, asseverando que a maioria governamental se arroga à surdez em democracia: mas com que tesão poderemos alguma vez criar as condições em Portugal e na União Europeia para voltarmos ao crescimento e à criação de emprego?! Mas que merda é essa e como se faz?! Como é que o PS, no século XXI, ainda pratica o verbo de encher?! Serão boas propostas meras palavras sem dinheiro, sem um Estado ágil, transparente, organizado?! Como é possível um País encharcado de dívidas, de empresas públicas atoladas, com erros de décadas agravados em triplo, quádruplo ter veleidades com paleio voluntarista?! O PS é um Partido Merda. O PSD é outro Partido Merda, mas com um pouco mais de capacidade de gerir e de fugir à pantominice democrateira. Seguro, tal como os demais elementos do PS, voltam as costas a Portugal, ao cheiro de Governar como dantes, na generosidade de antes, trocos para o Povo, milhões para os amigos, nada para a Economia. As alternativas do PS é paleio, palavras, politiquice. A credibilidade do PS está ferida de morte. O PS é uma leucemia fulminante na fluidez decisória nacional, não passa de  um tumor a entumescer de lentidão e inépcia as horas mais dramáticas de coragem e de rumo, ancorado num quadro constitucional absolutamente caduco e anacrónico em face de um Mundo impiedoso sob todos os pontos de vista. Tudo o que possa melhorar o futuro do País passa por reciclar a velhice viciada e desastrosa desse partido tampão de saídas e criatividade. O PS fala em confiança politica, em crescimento económico e em equidade social e elas aparece abracadabramente: treze anos de socialismo na governação, mais de noventa mil milhões de euros de financiamento extra depois, em 2005 de uma dívida pública de 60% do PIB para uma dívida pública acima dos 120% depois, nem crescimento económico nem equidade social, nem merda nenhuma made by PS. Onde está o dinheiro? Tem-no todo o BES Amigo do PS-Ex-Governos?! Está todo em offshores? Quem enriqueceu escandalosamente e por que motivo empobrecemos nós tão desesperada e radicalmente?! Em nome do futuro do País e pela credibilidade da democracia portuguesa, investiguem o PS. Contra o definhamento da democracia que tem de ser travado, investiguem o PS. A favor dos superiores interesses de Portugal e dos portugueses, escrutinem até ao mais ínfimo cêntimo os nababos do PS e os nababos do PSD. Perguntem a Sócrates e a Paulo Campos para onde foi o nosso dinheiro.

sábado, março 31, 2012

NUM QUALQUER PAÍS CIVILIZADO

«Sócrates comprometeu o país para lá das nossas vidas. Comprometeu os nossos filhos. Destruiu em 6 anos o que leva mais de uma geração a pôr direito. Como é que um líder de um partido que esteve por detrás deste caos pode resistir à tentação de ocultar isto? O que dizem Costa, Pedroso, Assis e outros notáveis vermes é o equivalente a ter nos dias de hoje o Partido Nacional Socialista da Alemanha a dizer que o seu grande líder histórico teve um lado bom. Fez autoestradas e desenvolveu a indústria. Devolveu o orgulho ao povo alemão e era um homem carismático. Quem é que seria tão estúpido ou ignorante que poderia ficar calado perante tais afirmações. Sócrates e todos os seus sabujos do PS foi o grupo mais despudorado e criminoso que governou este país. Nem quando estivemos debaixo da mão da Coroa Espanhola se fez tanto para destruir Portugal. O que esta gente nos roubou foi o futuro. Foi a esperança de que este país possa um dia ombrear com a Europa em condições iguais. Roubou-nos o dinheiro, a honra e o amor próprio. Num qualquer país civilizado eles estariam no banco dos réus a responder por traição.» Groink

sexta-feira, março 30, 2012

ASSIS, A METRALHADORA FALANTE DO PS

Tal como Miguel Relvas no PSD, Francisco Assis é das poucas metralhadoras falantes da política nacional. Prodígio de uma oralidade supersónica e vácua pró-socratina, perito na retórica política de encher socialista, a Assis não lhe foi dado compreender um aspecto que o condena a uma imensa desvantagem e a um indelével estigma no confronto com o passado governativo socratesiano, estigma esse e desvantagem essa, pelo menos parte dele e parte dela, por haver Facebook, outra parte por haver Correio da Manhã, outra por haver bloggers obstinados, outra ainda por, no fim, haver quem some dois mais dois e estranhe tanto fumo e quase nenhum fogo que consuma alguma coisa: ser do PS é, hoje, um problema monstruoso deixado, como uma bomba ao retardador, nas mãos dos remanescentes que ainda se atrevem à exposição pública. Tendo feito o que fizeram, como é que se pode ter face? Sempre que borbota um Lello ou um ASS ou mesmo um Vitalino nas TV, é a aparição negra dos membros de um gangue de rufiões afeitos ao bullying mediático. Nada mais bicudo, portanto, que a pertença a um partido que recentemente se comportou com tamanha, inimaginável, avidez em cima dos Orçamentos, contraindo dívida pública com uma leviandade forno-crematória auschwitziana  passe a hipérbole , e alijando longe a responsabilidade. Nunca será de mais repetir isto porque um País não será digno dos seus pais nem será digno dos seus filhos e netos se o não souber e não o fizer saber: em trinta e oito anos, outros foram corruptos, outros lesaram o Estado e os cidadãos muitas e muitas vezes. Mas ninguém foi tão longe como aqueles que o lula Assis se atreve a defender no tal registo metralhadora falante. Ninguém reincidiu no mais grosseiro dano à Pátria de forma tão escabrosa e grosseira como eles. Ninguém usou todas as armas do logro e do dolo em sede pública, com a sua legião de interventores mediáticos, a fim de em proveito próprio e dos amigos, dobrar pruridos, dourar pílulas, explodindo com a dívida pública e morra Sansão e quantos aqui estão. Apesar dos esforços de Luís Montenegro, no Congresso do PSD, uma vez mais imperou a suavidade na alusão aos casos e processos ultradespesistas PPP, Parque Chular, Contratos Ruinosos, suavidade na esteira nobre e correcta, ou pactuante, de Passos Coelho. Há, porém, limites para a mansidão. O que se sabe e vai sabendo com os piores efeitos e as mais gravosas repercussões  nos nossos velhos desamparados, nos nossos jovens de sucesso escolar induzidamente mentiroso e desemprego garantido a jusante da ensinomediocridade; nos nossos adultos com 30, 40, 50 anos, e, agora, ou encalhados no sórdido impasse chamado desemprego ou encalhados na outra face do mesmo impasse cretino chamado precariedade , revela com cristalina crueldade que Portugal foi violado. Repetidamente. O estuprador anda a monte. Insiste no seu pérfido estatuto de isento. Ninguém percebe porquê. Muitos declaram-no inacessível a inspecções e a escrutínios, após a vindima eleitoral, embora absolutamente imperiosos e naturais em sociedades saudáveis e normais, sugerindo que esse não é nem pode ser o caso português. Os cidadãos que se amanhem com todos os sinais do saque.

sábado, setembro 10, 2011

ASSIS E A REESCRITA DA REALIDADE

«Francisco Assis defendeu o legado de seis anos deixado por José Sócrates. Um legado que, disse, “não é o do défice, da dívida e do desemprego.” [Público]. «Que a política é a arte da mentira já sabíamos e ninguém como Sócrates a elevou a um patamar tão alto de completa manipulação, assumindo a terceira via do discurso e tudo, no conteúdo eles nem reparam. Que não se esperava que acordassem, tomassem um duche e regressassem à real, era óbvio. Mas quando insistem desta forma escabrosa, e sabendo-se que na oposição não têm a mínima hipótese de manipular como o faziam no governo, cheira a uma travessia do deserto feita de gatas, e sem água. Tristeza.» João José Raposo

terça-feira, julho 12, 2011

A NÓDOA E O AFOGUEADO

«Seguro é uma nódoa. Admito que uma parte significativa do PSD e dos jornais goste dele por isso mesmo; afinal com um ignorante sem ideias, manobrável por labregas máfias locais, o PS aparelhístico sentir-se-á 'melhor' e o PSD  cinicamente  melhor ainda ("deixem-no estar que está muito bem"); ilusão. A médio prazo, Seguro à frente do PS a todos prejudicará. Bem sei que o "afogueado Assis" colaborou até ao fim na defesa do crime socratista e na negação patológica da realidade que agora sufoca o País. Também ele não é flor que se cheire. O PS está doente e doente continuará, pois não devia admitir qualquer destes candidatos à liderança. Mas o aparelho é calabrês, estúpido, ambicioso e está deseperado. A renovação está assim posta de lado; e a mudança do PS para algo digno e expurgado de vícios, uma ilusão. Seguro só profere banalidades vácuas, muda nomes "para laboratório" (pelo Amor de Deus!...) e a sua figura espelha exactamente o que ele é: um espantalho manobrado por outros; e ambicioso, calculista e nada frontal (alguém se lembra do unanimismo dos 97% de sócrates no congresso, em que Seguro não abriu o bico?). Um personagem assim não tem capacidade ou legitimidade para comentar o Primeiro Ministro, o Governo, o Programa ou sequer as simples notícias das bolsas e da crise europeia. O País precisa de ser salvo destes alarves e destes partidos 'em vias de renovação'.» Besta Imunda

domingo, junho 26, 2011

CONVERGIR NA DIVERGÊNCIA

Na pintura de Richard Westall, A Espada de Dâmocles, (1812) os belos rapazes da anedota de Cícero foram transformados em moças virgens para gosto do patrono neoclássico Thomas Hope.
É uma boa notícia que PSD e CDS, se avançarem para a revisão constitucional para alterar os sistemas de eleição do Parlamento e das câmaras, possam contar com o apoio do PS. Mas perfeito, perfeito, seria que ou Seguro ou Assis ousassem uma crítica retroactiva aos últimos seis anos, uma demarcação clara, qualquer coisa semelhante ao que fez Soares. Se Soares, que é Soares, consegue camaleonicamente inventar-se reinventar-se no discurso, no que vê, não vê e passa a ver, começando de fresco perante o refrescar das lideranças do seu partido, mesmo quando o lixo mais óbvio e a devastação mais obscena abundaram, por que diabo Assis e Seguro serão diferentes?! Mais a mais, agora que o País tem pendendo sobre si a espada de Dâmocles duplamente grega, convinha que tal retrospectiva lançasse suficiente luz e suficiente autocrítica: foi empurrando com a barriga e mentindo muito que o País manteve a sua marcha funérea e abissal rumo a esta espécie de duplicada fragilização. 

SOARES BIPOLAR

Parece evidente que os líderes, mesmo quando maus e daninhos, criminosos e delinquentes, são levados ao colo por serem líderes, protegidos e elogiados no esplendor da sua bruteza. Covardemente, ninguém de peso lhes faz reparos ou sujeita a uma crítica correctiva a partir da própria barricada. Mentiram? Devastaram? Não importa que a lealdade de alcateia fala mais alto. No fim do ciclo, há rebates de consciência e atitudes de recomeço cínico do tipo «Agora é a sério!» Uma pena!

quarta-feira, maio 11, 2011

NOTÍCIAS DO BUNKER DEBOCHADO

O deboche intelectual na barricada-bunker socratista transborda, tresanda, torrencial. Não havendo autocrítica e humildade, escasseando qualquer laivo de decência construtiva, sobram as conversas de puta. Por um lado, o bunker prima pela destruição do mensageiro, rebaixando-o na idade ou no argumento, seja Eduardo Catroga, seja Leite Campos, seja Passos Coelho: a matilha socratista excede-se em emboscadas-hiena e morde com assaz peçonha. Pitta então, ancorado no seu Sócrates como se o seu Sócrates fosse garantia de leite e mel manando ainda entre os seus luxos gástricos e o seu lixo lúbrico, Pitta engorda o olho apenas porque os assessores económicos do PSD ao que parece estão a falhar. Crocita ele, «know how é coisa que não devia faltar». Se os abrantes e Pitta descobrem uma gaffe no Pedro, vêm-se. Vêm-se uivando ais e uis. Ao que parece, o candidato do PSD falou impropriamente de taxas marginais do IVA, coisa que repetiu no debate com Jerónimo de Sousa. So what? Gastronómica e falicamente deslumbrado, Pitta apressa-se a disparar que «taxas marginais só existem no IRS» e que, «enfim, estamos a falar do homem que quer ser primeiro-ministro de Portugal». Não haver uma alma caridosa que despeje sobre a sua poetastral cabeça seis anos de gaffodas socratescas, seis anos de traiçoeiras manobras, toda a espécie de mentira e imoralidade! Prefiro uma gaffe num homem normal que gaffodas a frio num demente no seu sarcófago de vaidade e fantasia. Enquanto isso, Assis, carunchoso e tagarela, dispara palavras mais rápidas que o próprio pensamento. Não é que o cabeça de lista do PS pelo Porto teme aquilo que possa acontecer a Portugal «caso uma solução ultraliberal» vença as legislativas e não teme o que aconteceu e acontece graças à torpe horda ultradebochada que tomou contra do seu partido-nada?!

quarta-feira, maio 04, 2011

SEMIÓTICA DO ORGASMO PROPAGANDESCO

Francisco Assis, fruto do cruzamento político entre um papagaio e uma rata, crucitou esta coisa extraordinária: «... apesar de o Governo em gestão ter conseguido um acordo que suscitará uma apreciação globalmente positiva da sociedade portuguesa, o País não pode entrar num clima de euforia nem tão pouco num clima depressivo.» Euforia? Para além de dizer esse monumento à mais tagarela grunhice, o que Assis quer dizer é que, dourada a pílula perante o País Corno, o País Socialista tem de ter calma que isto ainda não está abichado. Tem razão. Falta pouco. Há mesmo ainda muita sífilis política da boa a propagar aos miseráveis eleitores. Massas de grunhos marcharão às mesas de voto, fidelizados nos subsídios, enganados na argúcia conspirativa, com a ajuda das jumentícias TVs, Rádios e Jornais, tudo rendido e acrítico perante a Grande Puta Corporativa na Política, bem sucedida na indústria de falsificar. E vão votar PS. O treponema pallidum socialista tem ainda muita margem de manobra, crescimento e afirmação. Graças a Deus que isto vai pelo melhor dos mundos possíveis e a zelosa desgraça será votada, apoiada e caucionada. Beijo-vos na boca, portugueses!

terça-feira, abril 05, 2011

E A MENTIRA SE FEZ CARNE

No princípio era a Mentira e a Mentira estava com o diabo e a Mentira era o diabo. Todas as coisas feias, falsas e aleijadas foram feitas por intermédio d'ela e sem ela nada do que foi mal feito, falso e aleijado se fez. A Mentira estava na vertigem clientelar do Regime parido pelo 25 de Abril. A vertigem clientelar do Regime parido pelo 25 de Abril foi aperfeiçoada por intermédio d'ela e o País foi esmifrado, estourado e espatifado sem a reconhecer. Veio exclusivamente para os que eram seus e os seus cevaram-se, locupletaram-se e medraram com a miséria mansa, com a cerviz dobrada do bom povo português. E a Mentira se fez carne e habitou entre nós. Ninguém, naquele ano de 2011, dominava a tecnologia da manipulação de massas como a Mentira que se fez carne e habitou entre nós. Junta-se à manada, imbeciliza-te e vota no Primadonna!

segunda-feira, março 14, 2011

AS TANGAS DE ASSIS

«Durante uns tempos ainda tive a impressão de que este senhor Assis era uma das poucas cabeças com um QI minimamente decente que havia lá por aquelas bandas. Claro que também já me desiludi há muito, mais concretamente desde os tempos da candidatura à presidência da Câmara Municipal do Porto, o senhor deixou-se contaminar rapidamente pela atmosfera da casa e entrou descontraidamente no rol da gajada cor de rosa que quando abre a bocarra me faz sentir-me considerado atrasado mental, de modo que para mim o senhor pode continuar a falar de estabilidade à vontade, a estabilidade dele deve ser a das águas movediças e já só embarca nessas tangas quem está no mesmo barco ou quem é manifestamente burro. Ou seja, que crédito merecem as ameaças do senhor Assis?...Nenhum, obviamente. Pelo menos para mim que já não o levo a sério...» Anónimo

domingo, março 13, 2011

O GRANDE DESPERTAR DE MARÇO

O PS e os seus resistentes Muhammad Saeed al-Sahhaf's esforçam-se por tapar o sol com a peneira, insistindo em palavras-chave vociferadas, e no entanto surdas, enfatizando ideias-força, e no entanto fracas, fora já de qualquer consistência com a realidade e os factos mais óbvios à percepção geral. É o caso do deputado Assis, líder parlamentar da Situação. Mas o dia seguinte ao Grande Despertar de Março manifesta um desejo de continuidade e incremento mediante as mesmas plataformas que possibilitaram a multidão. Pacífica, firme, a Rua não pode nem vai morrer, pois não há alternativa à indignação ordeira e em processo de organização que ontem floresceu. Mais do que criticar a manifestação pelo que não gritou, pelo que não explicitou clara e inequivocamente, pela pluralidade como se pluralidade a anulasse, cumpre louvar a ignição de um movimento fecundo muito mais alargado pela Geração à Rasca. Tinha de haver um ponto de partida para o despertar em decurso. O sistema político português, oligocrata, decrépito e vicioso  coisa levada ao extremo em quinze anos de 'socialismo' clientelar hábil e extenso colonizador do Estado , terá de ser refundado, purificado, revisto. Dele não poderá ficar pedra sobre pedra.

sexta-feira, fevereiro 04, 2011

LACÃO, MEU HERÓI

Um homenzinho, sim, senhor. Pensar em Portugal e na sobriedade do hemiciclo fica-lhe bem tanto mais que a hora segue ainda mais desigual e obscena sobre a parte fraca da sociedade portuguesa. Quero ver quem será o primeiro a demitir-se em virtude da grosseira discrepância: Francisco Assis ou Jorge Lacão. Fundamentalmente, eu desejo que os políticos passem a amar-me, a pensar em mim muitas mais vezes e muito menos neles mesmos. Têm de ser em menor número no hemiciclo. Têm de ser menos [ou zero!] e menos vorazes nos múltiplos e insaciáveis comissariados das EPs. Milagre assombroso é que tal começo de conversa parta de Lacão apenas porque está a demarcar-se, há quem diga, de Sócrates já nas «vascas da morte», como grafa, e bem, Santana Castilho. Haja Deus que eu já não posso mais!

quarta-feira, fevereiro 02, 2011

COM O ABDÓMEN

"Esperava-se" que o PS mantivesse viva a chama de rever o excesso de deputados na AR para tão má e tão fraca deputação. Não. Como tem sido habitual, por exemplo, nas questões da corrupção e outras, há primeiro a frase resoluta, a fase da decisão leonina, impante. Depois dá-se um retrocesso qualquer sob uma chuveirada de críticas ou um acesso de frio conformismo com o quentinho das coisas tal como estão. Acabou a ideia da redução do número de deputados à Assembleia da República. Francisco Assis, líder parlamentar dos socialistas, matou a questão, deixando ficar mal quer o ministro dos Assuntos Parlamentares e dirigente nacional do PS, Lacão, quer a prontidão negocial logo demonstrada pelo PSD. Não se faz nada. Para gáudio de quem adora o caos que prolonga o caos e atira toda a gente contra toda a gente, nada como esse empurrar a crise com o abdómen, empurrar para os portugueses o ónus dos sacrifícios, conservando o pessoal político bem nutrido e luzidio na gestão redundante, perdulária, má, das velhas tetinas estatais.

domingo, outubro 31, 2010

ANTAGÓNICA AGONIA

Há, por estes dias, dois PS perfeitamente antagónicos. 1. O PS de Teixeira dos Santos, entidade amaldiçoada, crispada, politizada, meio perdida, sempre a colocar a tónica nos custos contra o défice que a negociação com Catroga envolveu, responsabilizando o maior partido da Oposição por amendoins, 500 milhões, comparados com a derrapagem brutal de mais de 2000 milhões que os socialistas ociosamente consentiram em 2010. 2. O PS de Assis, humilde, desprendido, sempre aberto, felicitando inclusivamente o desfecho do último número de Circo, fugindo à hostilização parola das Oposições, forma cínica de fuga em frente a que Sócrates nos habituou. Entre um e outro PS há um traço de união: falharam, mentiram, fomentaram e acobertaram lixos. Ninguém os suporta. Ninguém suporta o contágio e a proximidade com isto. A agonia disto, leve o tempo que levar, trará luz sobre os contornos da megafraude política a que fomos submetidos durante seis anos.

quarta-feira, agosto 04, 2010

«CANALHICE»?

Fiquei triste, ontem, por ver Francisco Assis, na SICN, considerar o despacho de acusação do processo Free Porc, quanto às perguntas que alberga, uma «canalhice». Afirmando o que Maomé não disse do toucinho, o politicamente correcto anda por aí a tecer considerações negativas sobre o despacho dos procuradores e a exceder-se na linguagem. Conforta-me que esses procuradores sejam magistrados com comportamentos diametralmente opostos aos de Pinto Monteiro e Cândida de Almeida, os quais, antes mesmo do desfecho de este episódio, mais concretamente na sua reabertura há um ano e meio, percorreram os media a desdramatizar e a garantir que Sócrates era inocente, entre outras certezas de fé judiciária. Tem que se lhe diga declarar alguém ultramencionado no processo como inocente à partida e inocente à chegada. Os magistrados Vítor Magalhães e Paes Faria resistem a essas certezas medievais e a esse garantismo altamente duvidoso e tóxico. Resistiram a Lopes da Mota que lhes afirmara: «Vocês estão sós nisto.». Parece óbvio que também resistiram a Pinto Monteiro e a Cândida Almeida.

domingo, dezembro 06, 2009

CLUBES DO DESESPERO

Francisco Assis avaliou a Oposição detendo-se especificamente no PSD. «Infantis», classificou. Deveria admitir que estão todos bem uns para os outros. O desespero é mau conselheiro, mas pode ser a única coisa capaz de sacudir uns e outros. Uma vez que as Oposições se desforram de quatro anos a engolir toda a espécie absolutista de sapos unilaterais provindos de um Governo autoritário e asno-teimoso, não seria de esperar outra coisa senão uma forma inédita de actuação que passa por legislar, fiscalizar, tomar iniciativas muito para além da agenda governativa ou da falta dela, uma vez que improvisar e anunciar é ali a nota principal. Não se pense porém que é a irresponsabilidade de não ser poder o que norteia as Oposições. É o desespero em que vivem os portugueses. Do mesmo modo que o único tipo de desespero que se vislumbra na trupe devorista governamental tem sido o da fugaz fragilidade do poder e o da fragilização continuada do PM. Por cabeça própria, vícios próprios, própria avidez irrefreável.

domingo, novembro 22, 2009

ASSIS, O SOVADO DE FELGUEIRAS


Francisco Assis, até há bem pouco tempo era uma múmia do PS. Hoje é líder parlamentar do Partido Socialista. Isso tem os seus custos. O grande espancado de Felgueiras, com um pero que aliás só lhe arrancou os óculos e lhe preservou o maxilar, declara que o arquivamento das escutas que envolviam José Sócrates, no processo Face Oculta, prova que não havia nenhuma razão para que esse tipo de ataques fossem dirigidos ao primeiro-ministro. É triste o papel de Francisco Assis. É inaceitável que se branqueie a realidade divulgada. Todos os esforços isolados de encobrimento são óbvios de mais. A coisa corre à feição dos interesses instalados e prestimosamente ao sabor do poder PS e maçónico. Urge duvidar ostensivamente da decisão de Pinto Monteiro arquivar as certidões retiradas de escutas feitas a conversas entre o Primeiro-ministro e Armando Vara porque estes políticos nos não merecem qualquer benefício da dúvida, capazes de vender os pais, capazes do diabo a quatro. É uma questão de integridade intelectual duvidar e absoluto imperativo cívico exigir clareza total. Por muito menos Nixon estoirou e a sociedade portuguesa precisa de uma Catarse que se veja. A evacuação do Zé Má-Moeda ajudava ao ambiente pestilento que ele criou e onde medra com pleno à vontade, dominando uma classe de efeminados e covardes mantidos em silêncio com euros entre os dentes como freio a equinos. Quanto custa ao erário público a satisfação de Francisco Assis, o justiceiro de Felgeiras, com a decisão do procurador-geral da República de arquivar as certidões?! Nós vemos e sabemos que tudo o que se abafa em Portugal tem tido um preço; vemos que Sócrates compra Portugal por tuta e meia e todas as consciências estão à venda e ao seu serviço e não há homem, MFL, JPP, Portas, que lhe façam frente, abalem os alicerces de esterco em que assenta por tacticismo e interesse particular. Não se acredite que a Oposição seja uma coisa a funcionar. Assis não pode chorar que se tem assistido a uma tentativa clara de decapitação política do governo e do Primeiro-ministro feita de uma forma totalmente inaceitável, procurando politizar um processo judicial e fazer a judicialização da vida política porque quem tem perdido a cabeça e exorbitado as suas funções é o gangsterismo político-económico habilidoso do PM. Comparado com Santana, toda a infindável merda de Sócrates tem tido um tratamento gourmet: somos obrigados a comê-la e a tolerá-la sucessivamente. A Justiça não faz o seu trabalho. Resta às polícias, à opinião e aos cidadãos fazerem o seu, por muito que chorem os Assis pagos e amamentados pelo Sistema para regougar palavras de ordem e virgindades de última hora. Deus lhes perdoe.