
«After he has suffered, he will see the light of life and be satisfied; by his knowledge my righteous servant will justify many, and he will bear their iniquities.Therefore I will give him a portion among the great, and he will divide the spoils with the strong, because he poured out his life unto death, and was numbered with the transgressors. For he bore the sin of many, and made intercession for the transgressors.» Isaiah 53
Mostrar mensagens com a etiqueta fraude. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta fraude. Mostrar todas as mensagens
segunda-feira, março 11, 2013
JANEIRO, CHÁVEZ JAZIA E ARREFECIA EM HAVANA

segunda-feira, abril 02, 2012
BOM EXEMPLO HÚNGARO E IMORALISMO PORTUGUÊS
Há quem deteste coisas limpas, currículo limpo, comportamento cívico imaculado, sobretudo no acesso a / e na continuidade de titulares em posições de altíssima responsabilidade pública. Se se exige tal coisa, chamam-lhe 'moralismo', isto se o titular for de Esquerda. Se for de Direita, como Cavaco, está lixado. Visto e revisto o caso exemplar do demissionário presidente alemão e do agora demissionário presidente húngaro, deve sublinhar-se a pouca vergonha das falsas licenciaturas aldrabadas em Portugal e a ainda mais sórdida pouca vergonha que é um presidente do STJ ou um PGR se atravessem privativamente por essas e por outras formas animais e imorais de pouca vergonha, tosquiando a verdade, levando-a ao matadouro por uma corda. Vergonha. Mil vezes vergonha! Em Portugal não faltam execráveis vergonhas destas, já devidamente autopsiadas, tão desmoralizadoras para os portugueses. Há por aí formas de vida que se dizem de Esquerda, mas uma Esquerda manifestamente patológica, dual [Daniel Oliveira] e bipolar [Rui Tavares], que prefere o imoralismo das licenciaturas imorais.
sábado, março 31, 2012
PÁL SCHMITT, SANTA DEMISSÃO QUE NÃO TIVEMOS
Pál Schmitt, o Presidente húngaro, está em apuros depois de o seu doutoramento
ter sido anulado, investigado e concluído ter sido plagiada parte significativa da tese
que apresentou em 1992. Lá, a pressão por que
se demita é grande. Cá, por muito mais que isso, preferiu-se ignorar a gravidade vergonhosa de uma pseudo-licenciatura. Lá, toda
a gente exige a Pál que saia. Cá, perseguiu-se o mensageiro e respaldou-se o péssimo exemplo até ao corolário da sua obra: falir Portugal.
quinta-feira, fevereiro 23, 2012
ENXAGUAR CONSCIÊNCIAS. VENDER AUTO-ESTIMA
Os fedorentos socratistas inventaram as certificações à la minute. Coisa única no mundo e quiçá na Europa. A indústria da certificações instantâneas empregou técnicos. E assim andaram ao engano milhares de idosos, milhares de velhos abandonistas escolares, toda a fauna enfim dos que ou porque não quiseram ou porque não puderam, passaram a poder e a poder rapidamente e de qualquer maneira. Se este Governo permitir [tem sido escudo e couraça do anterior], por quantas fraudes prestará finalmente contas o socratismo?!
quarta-feira, janeiro 11, 2012
TRISTE FIM DO NEGÓCIO "CERTIFICAÇÕES À LA MINUTE"
O Estado não pode vender ao cidadão gato por lebre enquanto engorda — até nisso, até aí! —, clientelas com os seus simulacros de formação à la minute.
sábado, dezembro 31, 2011
FRAUDES CIENTÍFICAS PARA TODOS OS DESGOSTOS
«1. A fraude do "senhor dos dados" holandês; 2. Arsénio, bactérias e a ciência em águas de bacalhau; 3. O vírus que afinal não estava por trás da fadiga crónica; 4. Os genes dos centenários atraiçoados por erro técnico; 5. A bomba atómica da gripe feita em laboratório; 6. História macaca provoca demissão em Harvard.» Público
terça-feira, outubro 04, 2011
ERAM TEMPOS DE BUFFET E CIRCENSES ERECÇÕES
Não passaram muitos meses desde o fim do socratismo, mas o escondimento e o silêncio são a alma da impunidade. Não faltam coisas, azares, desperdícios, assim, fracassos a roçar a vergonha absoluta, voluntarismos pífios que vieram a redundar em nada de nada. Agora que já não há mais nada que comer, resta perguntarmos «porquê?» Que festas fúteis em fim de dia, que comitivas enfarpeladas, que pedantes yes men com o salgadinho entalado entre o polegar e o indicador, alinhados e desfilando, como se tivessem botas de bons e sonantes tacões nazi, que prodigiosa fantasia justificou chegarmos a esta nossa fome, a este encostar à parede, talvez ao chão, na expectativa de que o tempo passe rápido pela bonança de um euro ou dois? E isso dar para umas latas de feijão.
sábado, outubro 01, 2011
MORTOS PRESCREVEM CLISTERES
Em Portugal, há ainda muito a esperar dos médicos mortos que constam do sistema. 500. Naturalmente, há quem desvalorize aqui o potencial de fraude. Sabe-se lá. É grande a imaginação do ser humano e não há-de ser muito complexo pôr uns médicos mortos a prescrever paletes de clisteres.
terça-feira, setembro 13, 2011
APERTA-SE O CERCO A JJ
Zangam-se as comadres. Desmorona-se um mundo inteiro. Mas uma infâmia nunca vem só. A. Jota Jota que se cuide: «O deputado madeirense António Fontes revela como foram adulterados os votos para as presidenciais e garante não ter medo de represálias: "Eles sabem que eu sei".» DN
quinta-feira, março 11, 2010
POSE DE ASNO
Fique estabelecido o seguinte e de uma vez por todas: mentir deverá passar a ser encarado como normal. Membro de uma multidão de asnos que vendeu a sua consciência ao socratismo que lha arrematou pelo preço mais em conta, Inês de Medeiros acha que nem foi muito grave que o Primadonna tivesse mentido. Sim, porque nisto de mentir não se pode deixar sozinho o supremo símbolo imbecil na sua pose de asno. Temos de envolver o País inteiro e todas as coisas nacionais nesse mesmo odor a esterco, mas com bom aspecto, porque servido em embrulho reluzente. Às mentiras sobre o controlo da TVI somem-se as mentiras sobre a economia. Há mérito nelas. Inês levanta a voz contra as virtudes veiculadas pelos séculos, encaradas como imprescindíveis à vida social regulada. Inês, no fundo, considera deverem ser substituídas por outras, as naturais e legítimas: a soberba, a luxúria, a preguiça, deverão ser reabilitadas pelo Primadonnismo. Por decreto. A avareza, mãe da economia, terá de ser promulgada como boa, ressalvando-se que, conforme se desvenda do vergonhoso descalabro sócio-económico português, a mãe é robusta, mas a filha cada vez mais esgalgada. A ira, tão célebre no Primadonna destruidor de telemóveis e fazedor de esgares altivos de asco, está consagrada na arte, por isso é bela e justifica-se: «Canta, ó Musa, a cólera de Aquiles, filho de Peleu.» A gula tem inspirado as mais intensas páginas do Da Literatura, na defesa ciosa da situação degradante como magnífica e correcta. Quanto à inveja, eis a virtude principal. Está na raiz-Vara-Sousa de todas as coisas malignas perpetradas contra Portugal. Esse grupúsculo do Poder, mais falso e danoso que a soma de todos os Judas, esmerou-se e chegou longe. Por isso, faz por ver amadas as "virtudes" perversas e detestadas as sãs para não parecer que são só eles, que são sobretudo eles a corromper tudo aquilo em que tocam. Aceitemos viver num Estado em estado natural e permanente de fraude. A fraude terá de ser o corolário de tudo em Portugal. Submetamo-nos a isto porque isto, este inferno, esta desordem perversa, é que estão certos.
domingo, dezembro 06, 2009
O INAMOVÍVEL
Quando as coisas começam a ficar sujas, mas mesmo, mesmo!, muito sujas entre os actores políticos, é bom que não se esqueça esta forma anormal de ter obtido habilitações literárias. Espero que a corte de advogados de luxo que Vara apascenta também tenha uma palavra probatória de inocência a emitir a esse respeito no que toque rectal ao seu constituinte. Inocência por inocência, abafamento por abafamento, espera-se que o Inamovível PM tenha outro tipo de tarefas a atribuir ao seu séquito de assessores, pagos aliás a peso de ouro com o nosso dinheiro, que forjar transcrições judiciárias de muito mau gosto e péssima oportunidade.
domingo, agosto 02, 2009
DIAS, ESSE ESPÉCIMEN CLEPTOFISCAL
Hoje é Domingo. Freeport tira folga. Faz parangona a cleptofiscalidade de Dias Loureiro, o Desmemoriado. Sem novidade, a nossa psique colectiva é convertida em vaso sanitário da Vida Pública. Agosto refulge!: «O Ministério Público está a investigar Dias Loureiro por suspeita de evasão e fraude fiscal, no âmbito da venda da Plêiade à Sociedade Lusa de Negócios, noticiou hoje o Correio da Manhã.»
terça-feira, dezembro 23, 2008
SOARES SOCIAL E FRAUDE NO IEFP

Soares escreve ultimamente muito acerca do tsunami recessivo
que nos explodirá na face em 2009, escreve das consequências sociais
devastadoras que tal cenário, ainda mal adivinhado pelas massas,
terá com toda a certeza sobre todos os portugueses;
escreve conselheirescamente contra o Governo
e a sua deriva em todas as coisas imposicionista horrível e desajustada
ao momento, onde todas as sinergias serão necessárias, uma vez que mais
que a reeleição do actual staff incompetente e horrorosamente medíocre governativo,
poderá estar em causa e perigar toda a estrutura e equilíbrio nacionais.
lkj
É bonito ver um grande conivente com os abusos socratinos como Soares [hoje, no DN]
cantando e dançando o ter tido razão no passado, no presente
e com toda a certeza no futuro, a grande sibila:
kjlj
«4. E Portugal? Há que reconhecer que não está ainda na situação dificílima de Espanha. Mas vai lá chegar, infelizmente. Não tenhamos ilusões, porque isso é inevitável. Que devemos fazer então? Em primeiro lugar, assumir que o ataque à crise é uma prioridade absolutamente nacional, embora tenha vindo de fora. Assim, todos os portugueses, e o Governo, em especial, devem assumir-se como tal, numa postura nacional, mesmo num ano - 2009 - politicamente complexo, marcado por três eleições sucessivas: europeias, autárquicas e legislativas. Depois, que as respostas para a crise são, em primeiro lugar, sociais e, portanto, predominantemente de esquerda, isto é: socorrer prioritariamente os mais desfavorecidos, os desempregados, os imigrantes, as pequenas e médias empresas.Para tanto, é preciso dialogar com eles e, sobretudo, ouvi-los, com espírito de solidariedade.»
lkj
Em face, porém, do que o Governo tem poupado ou sonegado
aos desamparados, diminuídos mentais e físicos,
aos desempregados, numa crueza estupidamente anticíclica
bem demonstrativa aliás de toda a falta de solidariedade que varre esta legislatura;
em face ainda de esta fraude nacional no IEFP, sintomática da máfia
que corrói as estruturas de topo e intermédias do Estado,
fraude, conforme noticia o Correio da Manhã, nacional
e no cerne da assistência e do apoio sociais;
perantes cortes injustificados nos subsídios de desemprego, nunca esclarecidos,
apesar de dúzias de e-mails trocados com os serviços regionais,
quer-me parecer que nada do que Soares escreve é para levar a sério,
o que não é novidade para ninguém. Por outras palavras, até podia vir Deus em Pessoa
dar alvitres ao Governo Sócrates que aquele monte de esterqueira despreziva
da pluralidade, das múltiplas sensibilidades, da riqueza de opiniões construtivas,
menter-se-ia inabalavemente firme rumo ao erro, ao abismo, à derrocada.
Era a isto que o KiWitorino se referia quando disse: «Habituem-se?» Boa merda!
lkj
São já os mais fragilizados os primeiros a sofrer com a insensibilidade do Estado-PS.
Eu que o diga, desmpregado ao longo de todo o ano de 2008, e com cortes
horrendos, vexatórios, injustificados, na minha prestação mensal,
porventura esse mais um entre outros tantos indícios suspeitosos
da tal megafraude já referida e que lavra por todo o País
como um fogo de Verão inextinto.
terça-feira, dezembro 16, 2008
CRISE: ÚLTIMOS DIAS DE POMPÉIA?

[Brjullow: Der letzte Tag von Pompeji
Clicar na imagem para contemplá-la em todo o seu esplendor]
lkj
Concordo com o António de Almeida, mas acrescento
que os mecanismos de acomodação de impactos desastrosos de natureza Madoff,
por não existirem, terão de recorrer necessariamente aos constribuintes.
Este oprtunismo sistémico dinamita a confiança,
estilhaça a aprovação/consentimento tácitos até aqui
da sociedade em geral sobre lucros e honorários, por exemplo, dos CA,
o que é bom desde que se procedam a correcções,
coisa que não vemos nem vislumbramos vá acontecer.
lkj
Já sabemos que tudo isto põe a nu, denunciando-a,
uma lógica absolutamente intolerável dentro de estas práticas obscuras
de fazer dinheiro, abalando um modelo modicamente liberal da economia.
Bastou uma só erupção para soterrar Pompéia.
Parece que também não precisamos de muito mais
para vermos implodir o mundo dos negócios tal como o conhecemos:
lkj
«Quem investe em fundos de capitalização sabe perfeitamente que existem riscos associados. Espero que os contribuintes não venham a ser mais uma vez obrigados a pagar prejuízos a quem não estaria certamente interessado em partilhar lucros se a operação tivesse sido bem sucedida. Quanto ao caso em si mesmo, trata-se dum vulgar esquema de pirâmide, daqueles que frequentemente alguém nos oferece e que alguns incautos na mira do lucro fácil acabam por cair, só que numa escala muito maior e desta vez encontram-se bancos entre as vítimas.».
lkj
terça-feira, outubro 07, 2008
MEGA-FRAUDALHÃES

Nós queremos acreditar. Nós precisamos de acreditar.
A realidade, porém, insiste em ser realisticamente
negra e imoral às nossas espectativas.
A empresa a quem saíu a lotaria de salvar o País pelo Chip Mágico está,
segundo rezam as notícias, em maus lençóis e provavelmente não reuniria
todas as condições legítimas e legais para embandeirar em arco
à volta do Mundo com este negócio para poucos.
lkj
Outro mau exemplo de transparência, quer dizer,
de opacidade horrível a tingir de sorna tão grandes privilegiados.
Enfim, os extremos tocam-se ou não tivessem os espertos
tomado conta dos nossos desígnios.
Um novo slogan no Uganda e na Nigéria seria: «Eis o Magalhães,
produto tão de ponta que é produzido por uma empresa à prova de IVA.»
Subscrever:
Mensagens (Atom)

