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terça-feira, novembro 19, 2013

O HUMOR AMARGO DO BRUNO

Bruno Nogueira está absolutamente contaminado de caolhismo esquerdelhudo e a precisar que o satirizem a ele sem dó nem piedade: qualquer coisa dita por César das Neves, Margarida Rebelo Pinto, fora do sentido literal converte-se em literal e simplista, caricatura forçada, nesse tipo de humor zangado do estaca Nogueira. Ninguém, aliás, como ele para um tipo de humor amargo e completamente lixado com a vida e a ordem dolorosa das coisas e do mundo. Será que também marcará presença no Convénio Senil das Esquerdas, amanhã, na Aula Magna?! Se lá estiver, faz sentido.

quinta-feira, junho 06, 2013

quinta-feira, maio 30, 2013

DEFENDER GASPAR

Há quem recuse a Gaspar o direito ao bom humor, o direito a ser como outro ser humano qualquer, infelizmente sport-lisboa-e-benfiquista, portanto, adepto de um emblema perdedor desde 2010. Recusar a Gaspar o estatuto de humano como nós à conta das políticas seguidas no continente europeu é estúpido: muitos e muitas não estão a ver bem o problema do Ocidente em geral e da Europa, em particular, para os quais seria necessário não um, mas mil gaspares. Ainda não perceberam que as coisas não têm outra alternativa senão o abandono da visão de que o Estado tem recursos ilimitados e distribui benesses, subsídios e benfícios de forma desinteressada ou com impacto no crescimento. Bem pelo contrário: os governos socialistas incineraram pilhas de dinheiro, toneladas de dinheiro e nem por isso vimos crescimento e emprego, recordem-se. Quanto ao lado incorrigível do socialismo-de-Estado, repare-se na arrogância de Hollande perante a Comissão Europeia, aliás proporcional à impopularidade, imobilismo e impotência para se libertar dos próprios e gravíssimos problemas orçamentais. Se estivermos à espera do socialista Hollande para dar o exemplo e recuar do excesso de Estado em França a fim de o salvar e dar-lhe sustentabilidade com cada vez menores ressources budgétaires, esperemos sentados. Para salvar a decadente Europa, estéril, envelhecida, onde só imigrantes fazem filhos e renovam as gerações, o socialismo-corrupção de Estado tem de recuar para menos e mais sustentável Estado. A austeridade não é o inimigo, mas o remédio mais determinante de todos, se de todo queremos que a Moeda e o Continente sobrevivam. Larguem lá o Gaspar, não sejam burros.

quinta-feira, abril 11, 2013

ANDO FELIZ COM ESTE REGRESSO

Desatina Carreira
Fiquei furioso quando o socratismo removeu o Contra-Informação, numa operação, dentre imensas outras cirurgias mediáticas, para que o embrulho malcheirento ficasse imune ao poder corrosivo da sátira e do humor. Um prejuízo incalculável à Democracia.