«After he has suffered, he will see the light of life and be satisfied; by his knowledge my righteous servant will justify many, and he will bear their iniquities.Therefore I will give him a portion among the great, and he will divide the spoils with the strong, because he poured out his life unto death, and was numbered with the transgressors. For he bore the sin of many, and made intercession for the transgressors.» Isaiah 53
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terça-feira, janeiro 08, 2013
sábado, março 17, 2012
ONDE CAVACO E A ELITE ARRENDATÁRIA NOS TRAEM
Repare-se no exercício de retórica cretina a que Nuno Saraiva se entrega, sob o título Enriquecimento ilícito, um elogio para Cavaco. É cretino escudar a recente decisão de Cavaco em obstaculizar a Lei do Enriquecimento Ilícito, cavando ainda mais desconfianças nesta sociedade de senhores e servos, como a descreve hoje Vasco Pulido Valente «A moral
cívica não é um sentimento
comum ao indígena desta região.
Basta pensar na extraordinária
quantidade de indiferença
ou desprezo pelo uso parco e
responsável dos milhões que
o português paga a um fisco
aberrante, para perceber que
a nossa “classe dirigente” se
considera dona do que recebe.», o que mais nos faltava era ainda mais impasses e limites à criminalização dos comportamentos mais abjectos e devoristas para que a política conducente à bancarrota nos atirou. Diz Nuno, na lentidão óbvia dos neurónios e no sofisma que defede que essa Lei «Do que se trata é de uma lei que, no que à investigação criminal diz respeito, é um incentivo à preguiça. Uma vez em vigor, nos termos em que foi aprovada, ao Ministério Público basta considerar que determinado património é incompatível com o volume de rendimentos de um cidadão para o acusar, sem ter de se preocupar em fazer prova de que na origem está a prática de um ou mais crimes.» Isto é uma caricatura total porque quem possui rendimentos inexplicáveis exige-se somente que os explique e demonstre. Um jackpot no Euromilhões explica-se facilmente, pelo que é falso que se não explique por azar ou porque sim. cumpre lembrar os Nuno Saraiva de serviço aos que enriqueceram ilicitamente por serem políticos que um sapateiro não é um inexplicável e insultuoso político rico em Paris: «... um sapateiro a quem, por sortilégio - porque passa a ser um azar dos Távoras -, saiu o Euromilhões decide comprar uma casa na Quinta do Lago, um iate e um carro topo de gama, mais uma casa num condomínio de luxo em Cascais, passa a ser presumível culpado de ter aumentado de forma exponencial a sua riqueza, de molde incombinável com os 650 euros que leva para casa todos os meses.» Mesmo na SCM há limites para o anonimato do premiado, pelo que não é preciso que o Nuno Saraiva vá ao cu com um gancho desencantar uma carterva de argumentos que não lembram ao diabo. Só lembram aos filhos da puta que engordaram rapidamente e em força nos últimos seis anos: «E se, por infelicidade e má fortuna, se esquecer do talão premiado no bolso das calças que foram para a máquina de lavar, e sem ele não conseguir provar que o seu novo estatuto lhe foi conferido pela Santa Casa da Misericórdia, é obviamente um criminoso.» O Nuno Saraiva pensa-se esperto, mas o serviço negro que pela opiniãozinha grunha quer prestar ao Primadonna e aos outros que abicharam, prejudicando o Erário em tão curto período, pura e simplesmente não passará. Se passar, é Cavaco a trair-nos outra vez. São as elites que nos ordenham a ordenhar-nos o sangue outra vez.
sábado, dezembro 31, 2011
NA IMPOSSIBILIDADE DE EMPALAR A SUA CABEÇA
Resta subscrever o seu epitáfio e sublinhar um conjunto de factos que os portugueses não podem esquecer: «[...] A manha tem tantas fórmulas (más, evidentemente) como as do diabo. Pacheco, o Pacheco que tem dias, resume-o: «à volta dele o desastre absoluto», «mestre da propaganda, mestre no voluntarismo despesista, mestre no dolo, mestre na arrogância autoritária», «o seu nome tornou-se um insulto, cujo pathos ele renova com convicção e zelo, como nas declarações sobre a "gestão da dívida".» E Pulido Valente também: «o que admira neste homem é ele ter chegado a chefe de um grande partido e a primeiro-ministro. Tudo o resto se explica: a ignorância, a irresponsabilidade, o autoritarismo e a noção de que a política era uma forma de teatro. Mesmo assim, ganhou a confiança de gente que devia saber mais e os portugueses só correram com ele no último momento. Irá com certeza ficar como o emblema da decadência do regime.» João Gonçalves
domingo, agosto 08, 2010
ESTADO DE IMUNE IMPUNIDADE
O Poder maçónico-socialista encontrou um modelo de actuação que é infalível: poupa no Povo, corta à doido no que diga respeito às Pessoas e às necessidades da Sociedade, para gastar cada vez mais à tripa-forra, à fartazana, com a Clique, com o Grupelho, com a velha tralha de apoio clientelar. Daí também o estado de Imune Impunidade dos actores políticos, gente rapace que solta o mastim Marinho ou a caniche Cândida para os defenderem com língua de pau. Daí também o imobilismo pastoso da Sociedade iletrada e alienada, vulgo Povo. Daí a falta de autoridade, a covardia espessa e tacticista de Cavaco Silva. Por amor de Deus, demo-nos um Soberano acima de tácticas, de apodrecimentos políticos, de Situações Sombrias, de Tirania e Abuso da Lei: demo-nos um Rei inviolavelmente "casado" com Portugal e as suas gentes, não com o próprio currículo, reeleição e a dupla ou tripla reforma, como Soares, Sampaio, e agora Cavaco. Que adianta ser eleito se na verdade não se é sufragado muito menos aclamado por uma maioria absoluta de cidadãos? Os povos precisam de amar, admirar e rever-se nos seus chefes, não somente tolerá-los por não passarem de predadores. Ser amados, percebem?, como acontece claramente na Holanda ou na Suécia. Por isso estou inteiramente de acordo com o que escreveu há alguns meses Miguel Morgado: «O Estado de Direito existe para que a inocência não seja sacrificada. Mas este é apenas um aspecto do Estado de Direito. Um outro que lhe está intimamente associado é este: o Estado de Direito não tolera a impunidade. A violação do Direito implica a correspondente punição. O estado de impunidade não é um Estado de Direito. Mesmo que aí a inocência não seja sacrificada. É um espectáculo miserável ver a Espada sem Justiça; é um espectáculo degradante ver a Justiça sem Espada.»
quarta-feira, novembro 04, 2009
CONSTÂNCIO AINDA NO CARGO
Isto é anedótico e contado num país que nos não conhecesse seria absolutamente hilariante: Vítor Constâncio ainda está no cargo. Pasme-se! Meu Deus, que país! O regulador reguila, tão alevantadiço nos paços do Parlamento, regulador que não regula, mas se regala, prevalece em pé, a mostrar quem manda. E a pobre coitada, apanhada vezes sem sem carta de condução, apanha é com um ano de prisão pelas orelhas que é para aprender. Isto só se administra justiça fácil e célere sobre pequeninos. Não andar por aí larvar uma grande rebelião de homens sem nada a perder capaz de devolver um sonho de País Independente e Incorruptível!
quinta-feira, maio 21, 2009
TOLERÂNCIA MÁXIMA, IMPUNIDADE TOTAL
«O CDS está a perder tempo a pedir a demissão de Francisco Madelino, presidente do IEFP. Não por falta de razão, mas porque o clima de impunidade é total em Portugal. Com este governo, o erro tem tolerância máxima. Desapareceram 15 mil desempregados da lista? Isso não interessa para nada. Como noutras situações no passado, nada acontecerá. Já se percebeu que a incompetência, desde que tutelada por socialistas, tem a protecção deste executivo.» Nuno Gouveia, 31 da Armada
segunda-feira, abril 20, 2009
CORJA-ESCÓRIA
Nos Fora da Antena 1, da TSF e quejandos, há reformadas e outros populares, gente simples e manipulável, que defende apaixonadamente a Corja-Escória como se fosse um clube. Não sabem nada de nada. Não há coisa mais abusiva, pior que a Escória-Corja, certos gestores públicos-Escória e suas Tutelas-Corja, que cooperam até ao Topo no Roubo a Portugal e sempre com um sorriso sem-vergonha. E nesta Corja-Escória ímpar, na História Devorista do País, ninguém se demite. Nunca. A começar pelo Grande Litigante Fraudulento e multissujo. Em momento nenhum. Demitir-se esta gente que Mente e Suga está fora de questão. Sempre ao alto a Mamar. A esse limite da sem-vergonha chegou a Corja-Escória que por largos anos tem 'assumido' os destinos de Portugal, uma Corja-Escória devorista, interesseirista, sôfrega a empobrecer Portugal com o beneplácito das Marias e dos Manuéis que enchem de comentadura os Fora das Rádios, gente simplória que se baba pelo Grande Litigante Fraudulento e pelos seus elementos de bando, essa Escória-Corja que nos apascenta com À-Vontade e Sem-Vergonha, provavelmente com impunidade eleitoral, graças a essas Marias populares que nada sabem e emitem raciocínio feromonal: «O Tribunal de Contas (TC) detectou gestores públicos, multados pelo tribunal, que estão a pagar as multas através dos orçamentos dos serviços e não do próprio bolso, o que é uma prática ilegal, confirmou à Lusa fonte oficial do TC. «O Tribunal teve conhecimento de casos em que os gestores públicos pagaram multas através do orçamento das entidades a que pertencem» o que é uma situação «ilegal e muito grave», disse fonte oficial do TC. Às respectivas tutelas, uma vez que não se trata de funcionários públicos, resta uma única via: porem-nos imediatamente no mercado, seguindo uma lei que os próprios conhecem, a da má moeda. Vai ser assim? Vai. Quando as galinhas, porventura, ganharem dentadura. Aditamento: Dito e feito. As tutelas vão obrigar à reposição da massa. E fica tudo como dantes. A Cooperativa é assim mesmo: uma autêntica câmara corporativa.» José, in Portadaloja
segunda-feira, março 30, 2009
ROLLO TOMASI - IMPUNIDADE

Generosamente, os partidos clamam por clareza e resolução rápida do Caso Freeport, actuação 'justa da Justiça', passe o pleonasmo, e palavras equivalentes altamente circunstanciais. Esquecem que vivemos sob a dependência espiritual de Rollo Tomasi, entidade parda permanentemente impune e certificadora de impunidade. A partir daqui é sempre a descer porque a impunidade atrai a impunidade e as carreiras ameaçadas e as vozes amordaçãdas e as pressões exercidas não mostram sinais de ter nome. Por enquanto. Veremos arquivado o assunto rapidamente e veremos a qualidade verme, na hora H, de esses homens que deveriam salvaguardar o interesse da verdade, dos factos, da Justiça. A Justiça sonegada, a Corrupção moral e material no ápice do Estado, insultam Portugal e difamam-no por todo o mundo civilizado que lê jornais. Há quem pouco se incomode com estes danos horrendos ao País: «O secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, exigiu hoje o "funcionamento da justiça" para que "a verdade" sobre o caso Freeport "seja apurada"."A nossa posição de fundo tem a ver com a exigência (...) do funcionamento da Justiça, procurando que a verdade seja apurada, obviamente sem procurar julgamentos e condenações prévias", disse Jerónimo de Sousa.»
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