Um Banco que instiga a assinatura de mil e uma PPP rodoviárias à vista da desgraça nacional; que perpetra na sombra toda a espécie de merdas lesivas dos interesses de um Povo por décadas e décadas; um Banco que persegue cidadãos, como eu, com penhoras filhas do Diabo, e fica sempre a rir e a ganhar sobre os mais vulneráveis, recebendo em dação o imóvel que lhe é devolvido, leiloando-o em seguida, lucrando com isso, e ainda por cima ficando a mamar por penhora 100 000 euros pelos anos, graças a uma reavaliação manhosa do capital em dívida e do valor estimado do imóvel; um Banco que nem pestaneja na hora de ganhar, portanto, quatro vezes em cima de um só ex-cliente, por ele esmagado e por ele extorquido, um Banco assim merece o pior possível e o pior ainda é pouco. Por exemplo acabar. É bem feito e deveria ser pior. Too big to fall o caralho!
«After he has suffered, he will see the light of life and be satisfied; by his knowledge my righteous servant will justify many, and he will bear their iniquities.Therefore I will give him a portion among the great, and he will divide the spoils with the strong, because he poured out his life unto death, and was numbered with the transgressors. For he bore the sin of many, and made intercession for the transgressors.» Isaiah 53
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sexta-feira, julho 26, 2013
segunda-feira, maio 27, 2013
PERDER A ALMA
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| Isabel dos Santos |
Esta mulher está em perigo. O seu poder é imenso. O seu dinheiro é imenso. Tem participações em negócios de todo o cheiro, de toda a gama, de todo o teor, em Angola, em Portugal, mas não só lá e em Portugal. Tem dinheiro que levaria anos a incinerar e tem-no cada vez mais certamente onde nenhuma ameaça humana ou natural o ameace, nos bancos em que detém quota, nos bancos da Federação Russa ou de Singapura, que isto, na Europa, nunca se sabe se vá se fique, se estoura ou se não estoura. Um dia, e não está longe, será anunciada como a mulher mais poderosa, influente e rica do mundo e isto é tão certo como um dia ser anunciada a sua morte por velhice ou por doença incurável. No entanto, aos olhos de Deus, o que é Isabel dos Santos mais que um pobre diabo com a barriga a roncar nos arredores mais esquecidos de Luanda?! Nada. Menos, certamente. Aonde irá Isabel conquistando o mundo e perdendo-se completamente dentro de si, para longe e para fora do plano mais geral, aquilo que virá após este Mundo?! Apresentar-se-á diante do Criador nua e vazia, com uma procissão interminável de Povo pobre atrás?! Não queria estar na sua pele.
segunda-feira, julho 09, 2012
quarta-feira, maio 09, 2012
600 MIL MILHÕES GREGOS FORA DA GRÉCIA
«... neste momento, nos bancos suíços, há mais de 600 mil milhões de euros de dinheiro grego – quase duas vezes a dívida pública, que saíram tanto pela mão dos bancos gregos como pela de particulares para o estrangeiro. Portanto existe riqueza… mas ela não se sujeita aos impostos.» Alexis Tsipras
terça-feira, janeiro 03, 2012
ESTADO E EMPRESAS DO REGIME LIQUIDAM PORTUGAL
«As grandes distribuidoras asfixiam os produtores com os preços (e atrasos) que lhes pagam (e exigem!). Se querem boicote, que façam a todas elas. Na casa da minha família a maioria dos produtos ou são nossos ou são da mercearia. De vez em quando vamos ao Continente.
O Estado (e os que gravitam à volta) e as empresas de regime dão cabo deste país. Exploram o trabalho dos pequenos e médios empresários. E lá se vai a competitividade e a justiça social.» Miguel
quarta-feira, novembro 23, 2011
A PASSOS LARGOS PARA A LEI DA BALA
Não sei se repararam, mas há caixas de multibanco arrombadas a uma média/semana assombrosa. Li qualquer coisa relativa ao que se passa nesse domínio só em Vila do Conde, onde parece que é uma especialidade que veio para ficar, sobretudo em dias de ventania, chuva, raios e coriscos. Para lá do facto de esse tipo de roubo se tratar de um serviço profissionalíssimo em especialização permanente, ele inscreve-se dentro de um sentido quase escatológico do tipo que varre Portugal, entre todas as formas de impotência e injustiça: todo o roubo feito a um Povo Pachorrento conduz esse Povo Pachorrento ao roubo possível e ao desespero impossível antes de se tornar violento. Ora, tendo sido noticiado no dia dezasseis de Outubro que uma tal de empresa pública de nome Empresa de Manutenção de Equipamento Ferroviário, por acaso com resultados negativos na ordem dos 2,2 milhões de euros e um passivo de 71,7 milhões de euros só em 2010, gastou 237 120 euros, em veículos para directores, é caso para perguntar se esta gente, nunca murcha nestas coisas, quer uma bala nos cornos e se sabe como é que nós, os rente ao chão vivemos e a que limites chegámos. Sim, porque nós, semi-funcionários públicos ou funcionários públicos na plenitude do funcionalismo esbulhado e intrujado, encaixando à queima-roupa cortes dos subsídios de Férias e Natal, assim como os pensionistas, não podemos olhar com benévolos olhos a aquisição, pela EMEF de treze carros topo de gama para os seus directores. Isso é um escândalo a pedir qualquer punição de canos cerrados e um Otelo ou dois em cima de uma Chaimite a cagar mil munições de manguitos, daqueles que levarão mais de trezentos anos a gastar. Na impossibilidade de punir exemplarmente essa gente inominável da EMEF e quejandas, empresa pública de que a CP é a principal accionista — e já agora recorde-se o singular e escandaloso prejuízo desta última de cerca de 5,55 mil milhões de euros —, estava na altura de assumir a necessidade de desobedecer frontalmente tudo o que seja Poder Discricionário e admitir o caminho inexorável, a passos largos, para o caos e a lei da bala quotidianos.
quarta-feira, outubro 26, 2011
PELO FIM DO SUBVENCIONISMO
Gostei de ler hoje Manuel António Pina que denunciou o mau exemplo de incoerência e convenientismo mediocre de Ângelo Correia na ciosa manutenção da sua subvenção, dos seus direitos adquiridos. Que feio, Ângelo! Para a luminosa exposição da tal incoerência, MAP citou um blogue, destacando nele o nosso papel fundamental na monitorização da malícia política que diz e desdiz, faz e desfaz e vai enterrando povos e esperanças como quem não quer a coisa e sem prejuízo pessoal de espécie nenhuma, bem pelo contrário. Mas convém reflectir sobre a questão num âmbito mais geral agora que a aberrante coisa das subvenções está hoje no centro do debate que se impõe. Após a escandaleira dos acumuladores de salários e subvenções que o DN investigou, podemos concluir ser bom que o dinheiro para ex-titulares de cargos públicos acabe por maioria de razão ditada pela hora. Acabou para muitos de nós? Acabe para eles também, pois esse dinheiro é público, é nosso. Repare-se no recrudescer das excepções manhosas aos cortes e sacrifícios decretados para milhões de portugueses. Faz todo o sentido agora que, além de não haver subvenções para os actuais titulares de cargos e funções políticas, cessem também as de todos os subvencionados do passado, entre os quais João Jardim e Cavaco Silva, Ângelo Correia, beneficiários do regime anterior a 2005. Acabou. Seja absolutamente irrelevante que tais subvenções façam parte do montante de quem esteve coberto pelo regime anterior a esse ano. Não pode continuar a ser garantido a partir de agora. Se todos nós somos passíveis de nos vermos cuspidos do emprego e ver cuspo nos contratos de trabalho assinados, também não temos de honrar compromissos passados com ex-políticos, dada a imoralidade inscrita nesse tipo de garantismos excepcionais impróprios de países pobres. Acabou. Acabaram os direitos adquiridos e as excepções, Ângelo Correia! Não podemos esperar que aqueles que entraram na actividade política com o regime subvencionista anterior possam manter a subvenção até que morram, pois morrerão tarde, nós esperamos e fazemos questão que morram o mais tarde possível. O País é que não tem tempo nem tem gente que nasça para inverter naturalmente uma decadência já profunda e bastante complexa. Não podemos nem pensar nem esperar pela morte dos subvencionados para a desoneração do Estado e os bons sinais a dar hoje. Para a eficácia de um sinal de justiça mediante o nivelamento perfeito e escrutinado dos tais sacrifícios, o tempo é right now. Seja quem for o beneficiário, essas subvenções deixaram de ser aquilo a que têm direito, deixaram de ser um direito. Por razões de autodefesa pelo bom exemplo, de busca de caminhos novos para depurar as metástases de abusos que sufocam o Estado, há que radicalizar as nossas exigências bottom up forçando o fim dessas tetinas fartas quando é a magreza o alimento da maioria. Radicalizemos as nossas exigências bottom up enquanto suportamos o inferno imposto pela Troyka e pelo Governo Passos que vai moralizando top down, mas onde a imprevisibilidades de novas medidas será a regra. Que radicalizemos as nossas exigências do fim de luxos incompatíveis com a situação de Portugal será excelente para a austeridade e o crescimento e somente assassino só para o cinismo manhoso das excepções e das falinhas mansas e selectivas que certos inteligentes cretinos querem vender em nome do que nem às paredes confessam.
domingo, abril 24, 2011
SHERATON PINE CLIFFS OF SHIT
Não falta paz de espírito para usufruir, sem remorso, de um máximo luxo pseudo-monástico, quando uma prisão assentar-lhe-ia infinitamente melhor. Nunca uma prisão higiénica foi tão urgente e repleta de sentido em Portugal. Nunca. Para as monumentais nódoas corporativas, imorais para os outros e exigentes de moral para com o seu Chefe, o mundo podia acabar, desde que o ganho de assessores propagandescos ao mesmo tempo assessores governamentais se mantenha intacto. A matilha profissional do socratismo soma e segue. Nem o FMI lhe põe cobro.
quarta-feira, novembro 24, 2010
FAZ TODO O SENTIDO
«Estar na Greve Geral porque se é possível isentar os accionistas da PT de mais de 250 Milhões em impostos, seria possível não cortar o abono de família; se é possível entregar mais de 7.000 Milhões de euros ao BPN, seria possível aumentar o salário mínimo em 25 euros ilíquidos; se é possível a banca pagar 4,3% de impostos (em vez dos 26,5% da generalidade das empresas), seria possível não aumentar o IVA para 23%; se é possível a banca ter um lucro diário de 4,6 Milhões de euros, seria possível não congelar as carreiras e não roubar mais um ano de serviço; se é possível manter elevados níveis de gastos com benesses e mordomias, publicidades e diversas despesas inúteis, seria possível não reduzir o salário a quem trabalha. É muito importante tornar visível a nossa indignação e o nosso desacordo face a tamanhas injustiças, exigindo a mudança de políticas!»
quinta-feira, agosto 06, 2009
CASTRADO PORTO EUNUCO
Fale-se do que se sabe. Em desespero de causa imigra-se para Lisboa. Onde está o emprego? Em Lisboa. Onde se paga melhor? Em Lisboa. No Porto definha-se e desespera-se, cidade desactivada, repleta de turistas na Baixa, comendo e bebendo nos bares da Ribeira e depois um enxame de jovens nacionais de tronco nu à cata de gorjas, serviçais, falando inglês macarrónico e sugerindo serviços de jigolo a vastas solteironas cetáceas, louras, nórdicas. Região moribunda, regressando ao nulo da miséria. A política atávica socratinesca e europeia, com regras iguais para um país desigual nos subsídios de desemprego miseráveis; o desvio de fundos QREN das regiões esmifradas para a desenvolvida Lisboa e Vale do Tejo em nome do interesse nacional, tudo isso resume bem o sentido nacional dos políticos medíocres e dos directórios comunitários a que temos estado condenados. Esse País de serviços na cabeça de Ricardo Espírito Santo remete para mais êxodo, mais emigração de novas levas de portugueses. O País entristece. Despovoa-se. Nem biscates, nem treta nenhuma. O Norte está moribundo, o Porto é uma sombra de si mesmo. Maldosamente falem dos desamparados esses de barriga garantida, rendimento farto, emprego vitalício: «Segundo o candidato da CDU, "o país e em particular o distrito do Porto, está mais pobre, mais desigual e mais injusto, situação amplamente agravada pelo encerramento de serviços públicos dos últimos anos, por continuado desinvestimento público e por uma politica ruinosa para a indústria e comércio da região".»
segunda-feira, abril 20, 2009
PM, ETERNO ARGUIDO PUTATIVO DO MP
«JOSÉ SÓCRATES TEM DE SER CONSTITUÍDO ARGUIDO NO CASO FREEPORT O Procurador-Geral da República tem ou não coragem de constituir Sócrates arguido? O PGR manda no DCIAP?Logo, apesar de ser da maçonaria, como pensamos que é, tem de mandar Sócrates ser constituído arguido! Sem problemas. E sem problemas porque Paulo Pedroso disse que uma pessoa ser constituído arguido não é nada de especial! Logo, o PGR, que foi indicado por Sócrates, e tem de ser seu amigo e pessoa da sua confiança, tem de cumprir as suas funções. A Europa despreza-nos! Se Sócrates não for constituído arguido é porque o Ministério Público não segue a sua linha habitual e está a proteger o PS. O Mº Pº ao não constituir Sócrates como arguido está a favorecer o Partido Socialista e a prejudicar o PSD, O BE, o CDS e o PCP. E a mostrar que tem medo, que não tem autonomia, a dizer que as guerras do Sindicato são para fazer pressão em prol das suas lutas pessoais. Que a autonomia do Mº Pº é um mero chavão! Que o MP tem medo! Se o PGR me quiser processar, faz favor. Eu estou farto do PGR. Aliás, a porcaria a que chegou a Justiça tem muito a ver com a cobardia do Mº Pº. Processos contra desgraçados: Fogo à peça; Processos contra detentores do Poder Político: Arquivamento! Esta é a verdade! Se fosse em Israel, ou nos EUA, o PM já tinha sido constituído arguido. Em Portugal por que não é? Não é aceitável! Senhor PGR, queixe-se de mim! O PS exige! Queixe-se de mim! A Maria José Morgado não sabe que o marido foi avisar o PS que o Ferro Rodrigues estava a ser investigado? Tenham vergonha na cara! Processem-me! Revolta popular, já! A Maria José Morgado? A tal do "O Povo libertou o camarada Arnaldo de Matos, o Povo libertará todos os anti-fachistas presos"? Revolta Popular! Processem-me! O Povo tem de se levantar. É a nossa dignidade que está em causa. O futuro dos nossos filhos! A revolta é uma forma de alterar o regime político. O PGR tem de investigar os actos do José Sócrates. Se o não fizer, o Povo deve tomar nas suas mãos os destinos de Portugal e acabar com a Maçonaria. Mas com sangue, com ataque aos biltres! Este sistema está podre. Os nossos filhos vão ser os atingidos. Revolta popular! Já! Prisão para os maçóns corruptos, vígaros. Já!Que se lixe a UE. Portugal está a morrer. Não o vamos deixar morrer nem ser entregue a Espanha. Investigação conta José Sócrates e contra o PS e a Maçonaria. Já! Forte e feio. Revolta Popular já! Portugal está numa encruzilhada. Ou sobrevive ou morre. Que morram antes os seus inimigos! Por Portugal!» in José Maria Martins
sábado, novembro 08, 2008
SAPROXILÓBIO EM TODA A GENTE

De novo, está um belo dia para morrer às mãos da Poesia.
Porque, andando por aí, ninguém mais a olha nos olhos ou lhe pega na mão.
Em vão esperarás o auxílio dos demais seres humanos
quando todos estão perdidos para si mesmos, quanto mais para os outros.
Quem é que tem Constâncio na mão, quem é que dita que tenha de ser eu,
na minha carne, mais um, a pagar o preço de este Pogrom português
que cerca de constrangimentos maliciosos a classe dos professores e outros,
mas deixa incólumes corruptos comprovados, administrações bancárias criminosas
com processos de actuação muitíssimo pouco decentes
e absolutamente nada recomendáveis? Por que motivo, de repente,
o Mundo em Portugal está tão ao contrário como uma condenação à morte de cada qual,
como um gaseamento lento e sorna das consciências, das vontades,
dos corações e das mentes?!
lkj
Tenho pedido, implorado, rezado para sair de esta misteriosa miséria material maldita
para que me vi atirado desde o primeiríssimo momento de estes três anos e meio:
é por puro amor que tantas vezes nos deixamos matar,
quando ficamos ou quando vamos.
lkj
Tenho procurado sair do meu desinvestimento e da minha descrença
sob este cerco medonho de políticas de educação sem qualquer juízo nos cornos.
Atribuo a uma só causa o meu presente desgosto e desajuste ao nosso País
nas mãos firmes de uma maioria minoritária de impositivos ignorantes cretinos:
políticas sacrificiais, unilaterais, frias, de terror, sem bom-senso,
aplicadas à ceguinho seja eu, juguladoras de apaixonados devotados
ao seu trabalho de ensinar, juguladoras de incompetentes e alheados dele,
políticas já na causa-raiz de mortes reais e literais e outras microdevastações
de que não rezaria a história, caso não houvesse arte para as narrar.
lkj
Grande, grave erro, que a Poesia não aceita e muito menos compreende,
é que se procure limpar um sistema dos seus vícios e insuficiências
Não eram os judeus dos Campos, sob o III Reich, além de destinados ao extermínio,
a força escrava que o tornava operativo e possível?! Arrangem outro Bode!
Um simples relance avaliativo da nossa Justiça, da nossa Regulação Bancária,
da nossa Economia e da nossa Democracia, demonstraria claramente
termos ultrapassado há muito um estado avançado de caruncho saproxilóbio.
lkj
Cidadão, há momentos em que dar uma cambalhota é pouco!
Manuela Ferreira Leite deu tardiamente a sua,
movida por bons argumentos e ainda melhores testemunhos.
É agora necessário além disso rebolar no chão, fazer a roda, piruetas e pinos.
Dar cada qual a sua cambalhota será por uma de muitas vezes
afirmar que «Não! Não foderão para sempre connosco!»
quarta-feira, agosto 29, 2007
VIVA GALES! VIVA A CHINA E O TIBETE!

Viva o País de Gales!
Viva a China e o Bangladesh e, já agora, o Tibete e o Nepal!
A Nação Portuguesa também me enche de orgulho.
Sou um daqueles patriotas firmes, mas desesperadamente desiludidos.
E tudo porque o Estado Português é um Filho da Puta.
Somente o Estado Português para me fazer o que tem feito:
uma literal e completa liquidação mediante uma acção zarolha e sistemática das Finanças.
Somente o Estado Português para tentar, por todos os meios,
destruir-me como pessoa e indivíduo
brincando a cobranças completamente abusivas e indevidas e de uma retroactividade tão longínqua como inimaginável,
vistas zarolhamente só de um lado zarolho.
Por isso mesmo, caros concidadãos e cidadãos do mundo,
considero o Estado Português além de uma Pessoa Jurídica que não é de Bem
o maior Filho da Puta que se pode conceber e ainda pior que isso.
Abomino-o. Execro-o. Quero que se foda e se dane.
Eu vou processar o Estado Português.
Eu vou responder à letra ao Estado Português.
Eu vou ridicularizar o Estado Português
actualmente em campanha contra os indivíduos
de quem se serve e a quem jamais serve como deveria.
Eu vou verberar o Estado Português por estar a esmagar os indivíduos.
Eu vou denunciar o Estado Português pelos seus imaginativos abusos
contra os indivíduos, mediante uma esperta perseguição ao trabalho,
ao parco fruto do trabalho, pelo esmagamento da Pessoa comum,
pela destruição exasperadora da Pessoa comum.
Dêem-me um pescoço violentador que eu possa apertar furiosamente
e não chegará à fúria que me merece o pescoço sem-vergonha
do Estado Português.
quarta-feira, junho 20, 2007
PARA QUE CONSTE: HÁ UM HOMEM EM PORTUGAL!

O teu relato, lido com atenção, António,
inscreve-se na longa tradição histórica das grandes vítimas,
dos homens mais corajosos e rectos entre os povos,
das causas mais nobres e respectivas consequências dolorosas pessoais para eles
no curto prazo.
A cada linha lida, sentia no teu caso uma pluralidade de outros casos tão similares:
a história repete-se.
inscreve-se na longa tradição histórica das grandes vítimas,
dos homens mais corajosos e rectos entre os povos,
das causas mais nobres e respectivas consequências dolorosas pessoais para eles
no curto prazo.
A cada linha lida, sentia no teu caso uma pluralidade de outros casos tão similares:
a história repete-se.
E é todo um lastro,
o esmagador lastro da sordidez,
que tetraplegia Portugal, o cerne de tudo isto.
Ç
Mas agora, António, tu não estás de todo só.
Tens-me a mim e a uma multidão que não trocará por paz de espírito futebolina,
superficial, por preço nenhum,
a dolorosa e nítida consciência do que se está a passar de gravíssimo contigo,
ainda que aparente e comparativamente mais mitigado face à sem-vergonheira de 2004.
çlk
Tens muitíssimo mais gente ao teu lado, gente que,
tendo lido e acompanhado todas as tuas investigações,
tendo chegado a conclusões pessoais, estando no lado oposto do cinismo Paulo Querido,
essa criatura hibrida entre a hipocrisia e a conivência,
entre o servilismo cloroformizante e a dimensão invertebrada,
TUDO FARÁ para dar à situação que te vitima e ousou perturbar
a devida relevância mediática que se pretende manhosamente amordaçar.
çlk
Não se pense que alguém poderoso ficará a rir com esta vergonha a que te submete.
Pelos meus dedos, através do Portugal blogosférico,
através do Brasil blogosférico,
através do mundo inteiro blogosférico, onde se fale e pense,
(e eu sei ser chato, insistente e intransigente até doer),
hei-de clamar e clamar.
Não sossegarei até que a surdez insurdecedora dos média
e a apatia bovina das gentes
se transformem em solidariedade
e a primeira solidariedade é a solidariedade do conhecimento
e consequente indignação fundamentada.
çkl
Toda a minha vida entre plácidas missas
e o sossego de uma boa consciência,
a fome sôfrega de justiça e equidade neste país,
desembocaram para mim nisto hoje:
HÁ UM HOMEM EM PORTUGAL!
HÁ UM HOMEM EM PORTUGAL, repito!
çkl
Talvez o único homem em Portugal, deve dizer-se.
Talvez o que reste do ser Homem em Portugal:
chama-se António Balbino Caldeira
e está a ser molestado mais uma vez porque os factos e as verdades por ele investigados
e que apodrecem soterrados, cavando o abuso e a injustiça sem escrúpulos em Portugal,
as mentiras,
os tráficos da mentira,
a olaria baixa da mentira em Portugal,
não passaram sem devida divulgação no Do Portugal Profundo.
Isto não é menorizável.
Isto não é eufemizável, lavável com detergente,
não é para passar em claro como se fosse um pró-forma.
Não!
çkl
Ai de nós, se agora o país não arder indignado como um rastilho perante isto!
Ai de nós, se agora não atearmos,
potente e desde já,
o fogo da mesma verdade, o fogo dos mesmos factos,
do incontestável fruto esclarecedor da tua investigação
Ç
Mas agora, António, tu não estás de todo só.
Tens-me a mim e a uma multidão que não trocará por paz de espírito futebolina,
superficial, por preço nenhum,
a dolorosa e nítida consciência do que se está a passar de gravíssimo contigo,
ainda que aparente e comparativamente mais mitigado face à sem-vergonheira de 2004.
çlk
Tens muitíssimo mais gente ao teu lado, gente que,
tendo lido e acompanhado todas as tuas investigações,
tendo chegado a conclusões pessoais, estando no lado oposto do cinismo Paulo Querido,
essa criatura hibrida entre a hipocrisia e a conivência,
entre o servilismo cloroformizante e a dimensão invertebrada,
TUDO FARÁ para dar à situação que te vitima e ousou perturbar
a devida relevância mediática que se pretende manhosamente amordaçar.
çlk
Não se pense que alguém poderoso ficará a rir com esta vergonha a que te submete.
Pelos meus dedos, através do Portugal blogosférico,
através do Brasil blogosférico,
através do mundo inteiro blogosférico, onde se fale e pense,
(e eu sei ser chato, insistente e intransigente até doer),
hei-de clamar e clamar.
Não sossegarei até que a surdez insurdecedora dos média
e a apatia bovina das gentes
se transformem em solidariedade
e a primeira solidariedade é a solidariedade do conhecimento
e consequente indignação fundamentada.
çkl
Toda a minha vida entre plácidas missas
e o sossego de uma boa consciência,
a fome sôfrega de justiça e equidade neste país,
desembocaram para mim nisto hoje:
HÁ UM HOMEM EM PORTUGAL!
HÁ UM HOMEM EM PORTUGAL, repito!
çkl
Talvez o único homem em Portugal, deve dizer-se.
Talvez o que reste do ser Homem em Portugal:
chama-se António Balbino Caldeira
e está a ser molestado mais uma vez porque os factos e as verdades por ele investigados
e que apodrecem soterrados, cavando o abuso e a injustiça sem escrúpulos em Portugal,
as mentiras,
os tráficos da mentira,
a olaria baixa da mentira em Portugal,
não passaram sem devida divulgação no Do Portugal Profundo.
Isto não é menorizável.
Isto não é eufemizável, lavável com detergente,
não é para passar em claro como se fosse um pró-forma.
Não!
çkl
Ai de nós, se agora o país não arder indignado como um rastilho perante isto!
Ai de nós, se agora não atearmos,
potente e desde já,
o fogo da mesma verdade, o fogo dos mesmos factos,
do incontestável fruto esclarecedor da tua investigação
quanto a perfis viciosos e viciados,
quanto a um sistema iníquo e quem dele se governa sem escrúpulos,
para que nunca mais se diga que a blogosfera é uma Babel,
vozearia caótica das tertúlias de café,
sem rumo, sem destino, indigna de crédito,
e não, como de facto é, esta massa que converge, que se une,
que, numa crescente e admirável sinergia,
multiplica a sua autoconsciência e capacidade de intervenção válida e concorde!

para que nunca mais se diga que a blogosfera é uma Babel,
vozearia caótica das tertúlias de café,
sem rumo, sem destino, indigna de crédito,
e não, como de facto é, esta massa que converge, que se une,
que, numa crescente e admirável sinergia,
multiplica a sua autoconsciência e capacidade de intervenção válida e concorde!

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