«After he has suffered, he will see the light of life and be satisfied; by his knowledge my righteous servant will justify many, and he will bear their iniquities.Therefore I will give him a portion among the great, and he will divide the spoils with the strong, because he poured out his life unto death, and was numbered with the transgressors. For he bore the sin of many, and made intercession for the transgressors.» Isaiah 53
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segunda-feira, dezembro 24, 2012
domingo, agosto 19, 2012
IMBECIL INGENUIDADE
Santa imbecilidade: «Como sou fervoroso (mas consciente) admirador do ex-Primeiro Ministro José Sócrates, do que ele representou na política portuguesa, da esperança que projetou...» Fernando Romano
quarta-feira, junho 02, 2010
UGT: A PALAVRA AO LEITOR
«Mostramos que UGT e outros sindicatos desacreditam as lutas dos trabalhadores, subvertendo os princípios mais básicos dos seus direitos. Mostramos que o que uniu nos trabalhadores foi a indignação contra um governo (?) que mentiu a dívida externa, mentiu em relação ao aumento do IVA, que vemos aumentada a entrada de assessores, secretários, com salários acima da média e mordomias extraordinárias? Mostramos que estamos contra uma institucionalização de emprego garantido dentro dos partidos. Contra um governo que não anulou os prémios obscenos das empresas semi-públicas. Contra a precariedade que assolou os jovens e reformados do nosso País em menos de 5 anos.» João Soares
sexta-feira, maio 23, 2008
GOVERNAM ELES UM PAÍS DE PARVOS?

Honestamente, depois de introduzido pelo Público o fabuloso mecanismo do Twingly,
que permitu uma interacção muito rica, intensa e interessante,
entre sucessivos artigos, notícias, bloggers e leitores-comentadores,
tornei-me num habitual Pingador, twingly user,
mas também num atentíssimo e interessadíssimo leitor dos Comentários dos Leitores.
lkj
A informação que circula só aí é fabulosamente pertinente, ajustada, mais uma vez rica,
permitindo confirmar, excretado em certos casos o jóio dos grandes alijadores de autonomia
e sentido crítico porque babam sempre pela voz do dono,
aquela asserção de que muito gosto, ouvida certa vez a António Câmara,
e que tem a ver com a modernidade de uma sociedade da partilha da informação,
uma sociedade da transparência e da participação bem amplas
pelo alargamento de uma base de saberes acessíveis
e que fundamente o mais diverso tipo de decisões das instâncias para isso por nós indigitadas.
O caso paradigmático do Aeroporto não pode ser esquecido,
ainda que os custos exorbitantes que procuramos evitar afinal se mantenham
devido às necessárias travessias complementares.
Sociedade que deveria ser a nossa, mas não é. E já sabemos porquê, bastando,
para abreviar, lembrar os últimos três anos de unilateralismo, de rigidez decisória,
de estupidez e indiferença às aspirações e inquietações da Sociedade Civil
aos mais diversos níveis para o que a metonímia perfeita
são os processos tantas vezes irrazoáveis da ASAE.
Pela parte vemos o todo.
lkj
Dir-se-ia que os últimos três anos viram um impensável retrocesso da Democracia
por políticas de grande frigidez social, de grande fixação em números e indicadores,
de contorção das pessoas e dos seus condicionamentos naturais
dentro de esses mesmos números e indicadores obedientes e lisonjeiros
para consumo EuroComunitário e ostentação artificial, coisa desmobilizadora!,
políticas de reforço dos grandes Monopólios Económicos Nacionais,
dos grandes negócios de Privados apadrinhados pelo Estado-com-o-olho-no-Privado,
numa estranha opacidade entre o que seja o Interesse Particular e o Interesse Geral,
negócios tantas vezes de escasso ou duvidoso impacto social,
políticas das grandes jogadas de bastidores para favorecimentos de apaniguados,
consagrando, enfim, e em tempos absolutamente proibitivos para o País,
o pernicioso triunfo das inúteis acessorias de luxo tão irrealistas e tão criminosas,
das sinecuras de encher para os boys, dos grandes shows para inglês ver,
em que o investimento na Imagem (Tratado de Lisboa/Nova Alcântara) esmagou
e tornou irrelevante a promoção integral do máximo de pessoas
e do máximo de boas ideias de investimento reprodutivo.
lkj
É nessa medida, na medida em que nada disto escapa ao cidadão atento
e sofredor com as putices de Estado (que a gaguejar muito nos tenta vender mentiras)
que tenho eleito, às vezes dentre centenas de comentários no Público,
um que apodo de Comentário de Ouro e que, em dada matéria,
me parece confluir perfeitamente
com o que eu próprio penso e concluo, além de me parecer o mais fulgurante,
o mais justo, certeiro, cheio de graça e de pertinência possível.
É o caso deste cujo link que não deixo de agregar:
lkj
23.05.2008 - 03h09 - Jorge Ribeiro
«Se a situação não fosse tão grave, até dava para rir. No debate de 4.ª feira, o PM, a propósito dos aumentos dos combustíveis, demonstrou que pensa governar um país de parvos. O argumento foi a existência de uma portaria que fixa a fórmula como é determinado o preço dos combustíveis, de 2003 - da responsabilidade do governo do PSD e PP. Com clara reserva mental, o PM omitiu dois detalhes: 1.º - a tal portaria justificou-se na altura pelo facto de o anterior governo (do PS) ter congelado o preço dos combustíveis e ter alegadamente provocado uma situação difícil para as petrolíferas (leia-se Galp). Solução pontual para regularizar os "prejuízos" - que se contabilizaram em milhões de euros de lucro. E liberalizou-se o preço dos carburantes, pois a livre concorrência é benéfica para o consumidor - está à vista! A cartelização funciona impunemente com a benção de Sócrates. Em impostos o seu (des)governo arrecada verbas impensáveis e não divulgadas. 2.º: o PM e o seu governo não terão poder legislativo? Se ele pensa assim, que vá estudar Direito, porque "engenheiros" a mandar é o que se vê. Pode e deve revogar a portaria através de outra que fixe novas regras. Quem pensa ele que engana?»
«Se a situação não fosse tão grave, até dava para rir. No debate de 4.ª feira, o PM, a propósito dos aumentos dos combustíveis, demonstrou que pensa governar um país de parvos. O argumento foi a existência de uma portaria que fixa a fórmula como é determinado o preço dos combustíveis, de 2003 - da responsabilidade do governo do PSD e PP. Com clara reserva mental, o PM omitiu dois detalhes: 1.º - a tal portaria justificou-se na altura pelo facto de o anterior governo (do PS) ter congelado o preço dos combustíveis e ter alegadamente provocado uma situação difícil para as petrolíferas (leia-se Galp). Solução pontual para regularizar os "prejuízos" - que se contabilizaram em milhões de euros de lucro. E liberalizou-se o preço dos carburantes, pois a livre concorrência é benéfica para o consumidor - está à vista! A cartelização funciona impunemente com a benção de Sócrates. Em impostos o seu (des)governo arrecada verbas impensáveis e não divulgadas. 2.º: o PM e o seu governo não terão poder legislativo? Se ele pensa assim, que vá estudar Direito, porque "engenheiros" a mandar é o que se vê. Pode e deve revogar a portaria através de outra que fixe novas regras. Quem pensa ele que engana?»
sexta-feira, janeiro 11, 2008
LEITORES PROCURAM-SE, RECRUTAM-SE

Àqueles que não estão para se chatear,
àqueles para quem é inglório contestar, insurgir-se, blasfemar
contra os Brutais e as suas Brutalidades cobertas de 'razão' e 'justificação',
àqueles que se encolhem de medo e de conveniência perante o que está porque é o que está,
eu digo: NÃO VOLTEM CÁ.
lkj
Àqueles que todos se incomodam com a minha exploração da Língua Portuguesa,
matéria de insólito, de construção, de riqueza-em-uso, de expressividade laboriosa,
àqueles que não querem sentir a língua e as suas matizes imprevistas,
àqueles que, na verdade, não lêem a fundo, não lêem a sério,
não se encandeiam nela, não se hipnotizam com ela, não se apaixonam por ela,
não mergulham nela, na Língua Artística em Português,
eu digo: NÃO VOLTEM CÁ.
lkj
Àqueles que odeiam desafios e dificuldades ao ler,
que julgam tudo pela bitola do óbvio,
que julgam tudo pelo critério da clareza,
pelo sinal esplendoroso da futilidade,
e se recusam ao Mistério, e se recusam ao Puzzle, ao Confronto e ao Quebra-cabeças,
que se recusam ao Labirinto, ao mergulho no Lago Congelado, ao sofrimento da Leitura,
NÃO VOLTEM CÁ.
lkj
Prefiro continuar só, com os amigos que me aturam e me não abandonam,
prefiro imaginar que um dia os Portugueses serão mais como os Ingleses nisto:
suportam a Monarquia como símbolo unificador,
mas têm no ânimo todos os fogos insubmissos e acesos da República antes de se implantar,
(porque a República é o melhor dos regimes somente antes de se ter implantado.
Depois é decadente e engendra os piores vícios...),
gente que canta e aprende a cantar nas Igrejas e nas Catedrais,
e depois o aplica em casa, nos Estádios e nos Pubs do mundo inteiro,
gente que lê e devora livros, gente que, mesmo grosseira, é generosa e orgulhosa.
Se ser português é, em dada arte, ser ilegível por preguiça intelectual de quem lê,
ser rejeitado e desprezado, por mesquinhez, tacanho íntimo, de quem lê,
se é ser subestimado e até combatido por quem lê
(sistemicamente, este Governo combate quem alheio de ele pensa e age!)
se ser português é ser governado pelo kitsch,
se é ver o triunfo da mais atroz mediocridade de sentimentos e de actos,
é melhor pensar em Emigrar de vez desta Pene Ínsula,
coisa que, por alguma razão, vimos fazendo há muito tempo.
lkj
Aqui só podemos ser Pene Felizes.
Como portugueses, talvez sejamos incomparavelmente mais felizes
no Brasil,
nos Estados Unidos,
na França,
claramente no Luxemburgo ou na Austrália,
em qualquer sítio: Felizes, estão a ler bem!, Felizes, enquanto portugueses.
E bem mais civilizados.
Entretanto aí o ser Português vai-se dissolvendo nas Eras, fica nos Nomes
e só nas coisas boas do carácter, a bondade, a generosidade. Desaparece.
lkj
Nunca se pode ser feliz na Própria Terra,
onde a inveja é A Erva Daninha e o Homicídio do Génio Alheio
um Homicído Mais-que-Voluntário.
lkj
Este texto pode ler-se ao contrário:
LEITORES PROCURAM-SE, RECRUTAM-SE.
Leitores a sério, gente que não pegue nos textos pela ponta dos dedos,
com aquele pudor vesgo que se tem durante autópsias ou muda de fraldas,
com os panos ensaguentados, babados, vomitados, emerdados, espermazados,
mas que assumam na plenitude o que é Ser Homem nesta terra.
lkj
A Beleza não está onde a procuram, ó grandes alienados de Portugal!
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