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quarta-feira, abril 02, 2014

quinta-feira, maio 09, 2013

COMPREM, COMPREM

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Um livro por que já salivo de um grande jornalista, blogger excepcional e Português irrepreensível que muito, muito admiro, o Pedro Correia.

segunda-feira, fevereiro 06, 2012

O FALO FELIZ E SEQUIOSO DO PRESIDENTE

A última vez que JFK e Mimi Alford se encontraram foi no dia 15 de Novembro de 1963, escassos sete dias antes do assassinato do Presidente
«Conta Mimi Alford no seu livro que, nessa noite, o Presidente a convidou para uma visita guiada personalizada à Casa Branca e que, quando ela se apercebeu do que estava a acontecer, os dois estavam sozinhos no quarto da mulher do Presidente, Jacqueline Kennedy. [...] “Percebi que ele se aproximava mais e mais. Podia sentir a sua respiração no meu pescoço. Pôs a mão no meu ombro. (...) Devagar, desapertou-me a parte de cima do vestido e tocou-me nos seios. Depois pôs-me a mão entre as pernas e começou a puxar-me a roupa interior. Eu acabei de desapertar o meu vestido e deixei-o cair pelos ombros”. [...] A ex-estagiária recorda duas ocasiões: uma em que a forçou a tomar drogas e outra em que a encorajou a praticar sexo oral com o seu colaborador da Casa Branca Dave Powers. [...] “Ele tomou-me nos braços e disse  ‘Gostaria muito que fosses comigo até ao Texas’. E depois acrescentou - ‘Telefono-te quando regressar’”. Mas por essa altura já Mimi Alford estava noiva de um rapaz, Tony Fahnestock, e disse isso mesmo ao Presidente. “Eu sei disso. Mas eu ligo-te na mesma”, insistiu JFK.» Susana Almeida Ribeiro

sexta-feira, janeiro 06, 2012

domingo, outubro 30, 2011

POVO QUE VENDA OURO NÃO COMPRA LIVROS

Os livros são obviamente o que há de mais e estimulante e sensual no Universo. Lembro-me bem de literalmente salivar ao ler o romance O Nome da Rosa ou como a leitura d'O Crime do Padre Amaro me deixou num frenesim intelectual, visualizando como um próximo a brutalidade inconsequente do Amaro e a lambisgóia Amélia. Sempre me surpreendeu que os da minha geração se não lambuzassem, como eu, com os melhores livros e as mais suculentas publicações, como se pudessem prescindir, sem grave perda pessoal, daquelas paisagens e saberes unicamente acessíveis ao nosso olhar interior. É preciso dizê-lo: os portugueses não gostam de ler, apesar de todas as campanhas, iniciativas e voluntarismos em sentido inverso e há portuguesas absolutamente asnas quer na sensibilidade, quer na cultura geral, o que pode bem obstaculizar ao orgasmo masculino, digo eu. Porém, nestas coisas a razão de fundo para aceder a bens culturais continua a ser o preço, o nível de vida ou desnível de vida que se tem, o que em Portugal consiste no verdadeiro problema, o problema endémico, pai de todos os outros, de todas as faltas, insuficiências e desistências no grande investimento pessoal na cultura mediante a Leitura. Impossível esperar que compremos livros quando tão duro e agreste é sobreviver. Há dois meses, no Brasil, pude bem-aventuradamente deixar-me deslizar à beatitude de um recluso entre a Natureza, a família e os livros, pude ler novamente em pleno e encher-me de prazer, falar do que lia, comentar o que lia, sorrir ao que lia, criticá-lo na substância e na forma. Tudo começou no aeroporto, uma boa edição nas mãos e a alegria de uma leitura sem pressão nem conflito com o tempo. Finalmente. Haverá maior riqueza que aquela residente na nossa fantasia, numa curiosidade devoradora, numa fome de sentir percursos e humores?!  

terça-feira, fevereiro 15, 2011

PEOR QUE A LOS PERROS

Sem dúvida que é notável uma perspectiva de cão próximo ao formidável fomentador de vidas de cão, José Sócrates. Afinal, por detrás de um "grande" homem (minúsculo, insensível e feroz) há sempre um grande cão. Ei-lo, ainda anónimo e não baptizado: «Por detrás del canino se encuentra un autor bajo el pseudónimo de António Ribeiro, que no ha querido revelar su verdadera identidad porque dice "la crisis es grave" y no quiere volver a ser un perro callejero. En declaraciones a El Mundo, el escritor cuenta que ha decidido convertirse en el "dactilógrafo de las memorias del animal porque "en los últimos años, Sócrates ha tratado a los portugueses peor que a los perros, por eso, en este momento, todos sentimos muchas ganas de apretarle la correa"El Mundo

terça-feira, julho 06, 2010

ESQUERDA PANCREÁTICA

Santos Silva, em quem assenta tão bem o acrónimo ou a sigla ASS, lançou um livro. Parece o Pai Natal da política ou o frei Tomás da converseta. Sobretudo quando aparece a fazer distinções entre a sua Esquerda Democrática e a Esquerda Revolucionária, logo ele, epígono da Esquerda Transformista, Oportunista e Sofista. O socratismo é um fenómeno eminentemente sofista, no mais crápula dos sentidos.

quarta-feira, agosto 20, 2008

EU, MAMUTE ME CONFESSO


Tenho andado em dores de parto com o meu próprio livro, que já existe
e ao mesmo tempo é projecto de existência publicada.
Nessa medida, um escritor é sempre o Mamute improvável, percorrendo o seu caminho,
tal como o Elefante Salomão, até se tornar narrativa, ficção lavrada
lançando os seus fundamentos na mais pura experiência das coisas.
Assim me vejo. Ver-se-á porventura assim o nosso lanzaroteano Saramago.
lkj
A viagem da memória, do peso dela em sentido amplo,
é a de quem escreve ou ensaia compreender.
Em Outono, se Deus quiser, espero fazer a minha leitura
lkj
«A ideia de escrever este livro tem mais de dez anos
e surgiu quando Saramago visitou a Áustria e entrou, em Salzburgo,
num restaurante chamado "O Elefante", segundo a Efe,
que falou com o escritor através de correio electrónico.
lkj
"Escrevi os últimos três livros na mais deplorável situação de saúde,
nada propícia a sentimentos de alegria. Prefiro dizer: se tens que escrever, escreverás",
disse Saramago, distinguido com o Nobel da Literatura em 1998.
ljk
Ainda no comunicado divulgado no blogue da fundação,
do qual Pilar é a presidente, a Viagem do Elefante está “pontuado de acordo
com as regras de Saramago, os diálogos intercalam-se na narração,
um todo que o leitor em de organizar de acordo com a sua própria respiração.” No blogue (http://blog.josesaramago.org) O Blogue da Fundação José Saramago
está ainda disponível um fragmento do livro para leitura.
"Não é um livro mais, é o livro que estávamos esperando
e que chegou a bom porto, o leitor.
lkj
Salomão, o elefante, não teve tanta sorte,
mas disso não falarei, aguardemos o Outono,
e então sim: aí, em vários idiomas simultaneamente,
poderemos comentar páginas, aventuras, desenlaces.
Os materiais da ficção, que são também os da vida",
acrescenta Pilar del Rio sobre a obra.»

sexta-feira, agosto 08, 2008

HENRI NOUWEN - O PROFETA FERIDO



«Henri Nouwen, sacerdote da Igreja Católica,
foi um dos autores espirituais mais importantes e mais estimados do século XX.
A sua morte, ocorrida em 1996, veio dar novo incremento à sua estatura,
e as suas obras viriam a tornar-se verdadeiros clássicos, muito apreciados.
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No livro Henri Nouwen - O Profeta Ferido, os leitores poderão encontrar a primeira análise aprofundada de um homem que tocou tanta gente, não só através das suas palavras
mas também, de forma ainda mais marcante, através do olhar daquelas pessoas,
espalhadas por todo o mundo, que melhor o conheciam.
lkj
Enquanto procedia aos trabalhos de investigação que dariam origem
a esta fascinante biografia, o produtor da BBC, Michael Ford,
entrevistou uma grande diversidade de pessoas, incluindo amigos,
colegas e parentes de Nouwen.
lkj
O resultado foi muito mais interessante do que ele próprio imaginara:
embora Nouwen fosse, de facto, o homem generoso e transbordante de amor
que muitos viam nele, nunca foi capaz de encontrar uma paz perdurável na sua própria vida.
Vivia atormentado por sentimentos profundos de ansiedade, insegurança e solidão.
lkj
Este retrato apresenta um relato sincero e equilibrado da vida de Nouwen,
sem deixar nada encoberto, investigando a sua infância, a sua família, a sua sexualidade
e a sua vida como sacerdote
e membro da Comunidade Daybreak de L'Arche, em Toronto.»

Da contra-capa de O Profeta Ferido - Um Retrato de Henri J. M. Nouwen, ed. Paulinas

domingo, outubro 21, 2007

MAINARDI PARAFRASEADO PARA CONSUMO PORTUGUÊS


Diogo Mainardi merece ser descoberto pelos portugueses
no seu estilo desassombrado enquanto comentador político brasileiro.
A sua escrita é corajosa e logo num país onde não é fácil afrontar quem manda.
lkj
Mainardi não esteve calado, (como acontece em Portugal
com certos intelectuais e plumitivos que escrevem, mas a medo
e sob compromisso táctico com quem manda,
tirando o João Gonçalves, do Portugal dos Pequeninos)
perante Lula,
Dirceu,
o mensalão,
o PT,
a oposição ao governo
e os políticos brasileiros na generalidade, sobre os quais destilou o seguinte plebeísmo:
numa entrevista à última Playboy brasileira,
«são todos meio vagabundos».
lkjlkj
Mainardi acabou de editar uma colectânea de textos seus da Veja,
todos sobre Lula, por quem quem o move um ódio privilegiado:
«O motivo da minha implicância é público.
Acho que os brasileiros, por falta de experiência democrática,
atribuem uma importância exagerada ao presidente da República.
Um presidente é só um burocrata medíocre
que a gente contrata por quatro anos para desempenhar uma tarefa
que nenhuma pessoa minimamente sensata estaria disposta a desempenhar.
Ele não é nosso chefe: nós é que somos chefes dele.»
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«Lula é Minha Anta» é um livro que nos situa no Brasil político dos últimos anos,
da era PT, das «roubalheiras do PT» sobre elas escreve com ironia:
«Duvido que todas essas denúncias sejam verdadeiras.
José Dirceu garantiu que os petistas não roubam.
Ou melhor, ele garantiu que os petistas não "róbam",
roubando, inadvertidamente, a língua portuguesa.»
lkj
Parafraseando Mainardi, nenhum dos nossos governantes nos chefia,
a começar pelo Porreiro-Pá-Sócrates,
actualmente em forte assédio aos mais pequenos com medidas gravosas e atentatórias
da sua dignidade de vida. lkj

Nós é que os chefiamos a eles, embora disso nos esqueçamos frequentemente
para nosso mal.
lkj

A HYBRIS IMPERIAL, DO DR. SCHEUER


Eis a recensão de um livro que me chamou a atenção aqui
,
entre as minhas deambulações blogosfereanas.
Trata-se de mais uma tentativa de explicação da tese de derrota na guerra ao terror.
Obra que me parece perifericamente norte-americana de mais
para poder ser suficientemente cabal e adequada a explicar seja o que for.
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Porque no meio de tanta ordem de razões para uma reacção violenta de teor terrorista
em vão reprimida e contra-atacada, há este braço de ferro de paradigmas civilizacionais
e a gestação de dois delírios:
o delírio judeu de um grande Israel e o delírio de um certo Islão Apocalíptico
que aspira ao Grande Califado.
lkj
Não é preciso ter havido uma hybris num império como o norte-americano
nos erros e incoerências de política externa, segundo os próprios interesses,
esmagando os interesses de povos sob regimes iníquos,
para desencadear uma reacção de rebeldia islâmica,
embora o facto de haver império, ele ser norte-americano e a palavra ser conjugada e experienciada no dia-a-dia,
seja, em si mesmo, uma tenebrosa hybris:
lkj
The book I have just started is Michael Scheuer's Imperial Hubris:
Why the West Is Losing the War On Terror.
lkj
I've seen Dr. Scheuer speak about his area of expertise, Bin Laden, for a while now.
I choose to pick up his book because I believe he has credibility on this issue and speaks sincerity to his experience.
lkj
Dr. Scheuer argues that we must view the threat from bin Laden
and Islamists through there eyes.
He contends that Muslims see high ranking American citizens
who speak critically of Islam as speaking for America.
America's policies to install pro-Western democracies that favor Christianity
usually does so at the cost of partitioning a Muslim country.
lkj
He argues that in an attempt to limit funding of terrorists
and teaching anti-Western sentiments,
America is interfering with core Islamic beliefs to give to charity and teach
without interference.
lkj
America's support for oppressive regimes is another reason for animosity.
US policy supports Hindu India, Catholic Filipinos,
Orthadox Christians in Russia, ex-communist Uzbeks,
Chinese communists,
and apostate (a person who forsakes his religion) al-Sauds.
Apostate states would include Kuwait, UAE, Egypt,
Jordan and Saudi Arabia.
lkj
For other Muslim countries, the United States and the United Nations
often imposes economic and military sanctions
like condemning Pakistan for building a nuclear weapon
while condoning Israel and India for the same offense.
Western oil companies designs on Middle East oil
is another point of suspicion.
lkj
Now with the wars in Afghanistan and Iraq,
the occupation of Muslim lands is the most poignant abomination.
This is seen as no surprise since the partitioning of east Timor
and the backing of Israel on controversial territory.