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quarta-feira, janeiro 30, 2013

VANTAGEM DE LISBOA CHEIRAR MAL

Além de todos os motivos que se podem aduzir explicativos ao facto de Lisboa cheirar mal, há um que pode salvar vidas: tratar-se de um sinal precursor do próximo mega-terramoto. Narizes atentos, portanto.

sábado, julho 09, 2011

COMEÇAR MAL

«Desejo ardentemente que o governo tenha sucesso para o bem do país. No entanto, é lógico que começou mal. E começou mal porque se tem comportado apenas como um "cobrador" de impostos para o "Império" europeu, não como um governo de um Estado soberano. As medidas de fundo estão em estudo, as medidas simbólicas estão aí, para encher "chouriços". Medidas de fundo em prol do Estado português, onde estão? É-nos permitido isso, ao menos? O que andaram os políticos a fazer antes das eleições? Não se prepararam? Será que não pagamos um preço por lideranças pouco experientes entrarem de chapa no governo, pouco tempo após chegarem ao poder no partido? E depois é notório que se paga um preço por não ter havido uma coligação pré-eleitoral. A deficiente orgânica do governo tem a ver com a disputa partidária de PSD e CDS, que se tivessem com tempo negociado os lugares (negociação inevitável) e as políticas, teriam com certeza agora melhor desempenho, em vez de assistirmos a este desacerto com Ministros com "n" pastas, e inconciliáveis. Tudo por causa de uma coligação mal gizada. Vê-se com apreensão esta histerias anti-agências de rating, que só serve para desviar a atenção do estado do país. Mero populismo ao estilo de Sócrates, acompanhado de um europeísmo bacoco, quando o nosso maior problema é que esta "Europa" não nos serve minimamente e é substancialmente diferente do projecto europeu que nos convinha e ao qual aderimos nos anos 80. Assim não vamos lá porque estamos completamente a errar o "alvo". Isto mais parece a desorientação anti-Ultimato do final do séc. XIX, que foi um prenúncio de fim de regime. Algo que muito provavelmente voltará a acontecer de novo.» Anónimo

segunda-feira, março 09, 2009

ODISSEIA DOS LIXOS


É ainda longo o caminho que falta percorrer para a sustentabilidade, até que o circuito-ciclo dos lixos se mostre controlado e a necessidade de aterros muito menor. Caminhar para um mundo mais equilibrado nesse ponto só ocorrerá graças à activa participação consciente dos cidadãos. Não há outra saída senão a tradução da cidadania nesses mínimos de cooperação com o ambiente e as estruturas que por ele zelam. Obviamente que há sempre quem considere redundante pagar impostos e executar a própria parte na separação doméstica dos lixos, mas a pergunta que se coloca é: «O que é que custa separar e o se ganha com isso?» Imenso. Sem disciplina ambiental e respeito pela natureza não é possível evitar o declínio do bem-estar geral. Na verdade, vale a pena zelar pelos recursos comuns e ter cada um a sua quota de responsabilidade a fim de que o nosso mundo conserve traços mínimos de casa comum, onde cada qual se sente bem porque mais um seu jardineiro responsável e enamorado por ele: «Cada cidadão europeu produziu, em média, 522 quilos de lixo durante o ano de 2007. O português produziu um bocadinho menos, 472 quilos. Mas apesar dos esforços de sensibilização, 42 por cento do lixo europeu continua a ir para o aterro. Apenas 22 por cento é reciclado, segundos dados divulgados hoje pelo Eurostat. Portugal utiliza ainda mais os aterros, para onde enviou 63 por cento dos seus resíduos sólidos urbanos (RSU). Dezanove por cento foi incinerado, oito por cento reciclado e dez por cento reaproveitado através da compostagem.»