... os últimos tempos do socratismo. Era uma corrida de velocidade contra o desemprego do pessoal ávido do partido. Espero estar redondamente enganado.
«After he has suffered, he will see the light of life and be satisfied; by his knowledge my righteous servant will justify many, and he will bear their iniquities.Therefore I will give him a portion among the great, and he will divide the spoils with the strong, because he poured out his life unto death, and was numbered with the transgressors. For he bore the sin of many, and made intercession for the transgressors.» Isaiah 53
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sexta-feira, julho 26, 2013
segunda-feira, janeiro 16, 2012
DO INCOMPARÁVEL
«O 'Público' compara aliás quase sete meses de governo PSD/CDS com dois meses e meio de governo Sócrates. Compara portanto o que é incomparável.» Pedro Correia
GOVERNO PASSOS, A MANSIDÃO DAS RECONDUÇÕES
Continuo a gostar do Pingo Doce e a ter algum prazer num certo escárnio de notícias bombásticas, venenosas, pólvora seca. Quando Passos Coelho, ainda em 2010, contemporizava largamente com o mafioso Sócrates, amparando-lhe as sucessivas e inexplicáveis derrapagens no défice, eu já denunciava por aqui essa táctica PSD contranatura, uma vez que a sacanice exclusivista do socratismo consistia precisamente em cozer em lume brando a ingenuidade dos oponentes, agregando, nesse caso, o PSD ao descontrolo das contas públicas que então se avolumava. Os ressabiados socratistas mentem duplicadamente e não escondo que me dedico a uma certa monitorização do fenómeno fumegante. Pelo Público, muito embora a manchete diga o inverso, fica-se a saber quem é o campeão das nomeações clientelares a doer e quem, pelo contrário, se comporta como um estranho campeão das reconduções ingénuas de socialistas e socratistas no mesmo centrãozolas que transitou do socratismo. O primeiro campeão é Sócrates. O segundo campeão é o ingénuo Passos. Começo, aliás, a desgostar de Passos apenas por ser mole com quem lhe fustiga as costas todos os dias impiedosamente. Ora, o campeão das nomeações nos últimos governos não foi Durão Barroso, com 57 nomeações por semana; não foi Santana Lopes, com 94 nomeações por semana [desconte-se a efémera e minada passagem pela governação!], mas o primeiro Sócrates, com 99 nomeações por semana, e o segundo Sócrates, com 91 nomeações por semana. Sim, Passos Coelho vai só com 37 nomeações por semana sem sinais de que alguma coisa tenha mudado no apetite clientelar agregado ao Poder seja ele qual for. Mas importa sublinhar o grande número de reconduções, 962. Não é que alguma imprensa e algum spin socratista vai cospindo precisamente na mão que o afaga e alimenta?
quinta-feira, janeiro 12, 2012
domingo, julho 26, 2009
COMPRAR HOMENS COM HONRARIAS E CARGOS
Há muito socialista cego e humilde, que mal sabe escrever português nas caixas de comentários de esses blogues que batem no PS-Que-Merece-Apanhar (onde não incluo homens probos e inteligentes como Henrique Neto ou António José Seguro), por cuja cabeça pura nem passa a sordidez do partido-clube da sua paixão fatal, acrítica, crédula. Soubessem eles que o seu PS de cegueiras não passa de um rodízio de interesses, onde o poder é olhado como Suma Moeda, o favor como Suprema Filosofia, o Tráfico de Influências como absoluta ideologia a marcar esse Partido Sôfrego e seria o desatino completo para tais indefectíveis. Esteve bem no innuendo que lança sobre o sistema subterrâneo de tal Partido esse grande juvenil da bloga e das fracturas de direita(?), Tiago Moreira Ramalho, ainda para mais sobre uma figura "simpaticamente" sinistra de il Padrino socialista por excelência, sempre aos beijos e aos abraços com o Ainda-PM: «Uma jornalista perguntou a Almeida Santos, Presidente do Partido Socialista, se este considerava que Palma Inácio havia sido suficientemente reconhecido pelo país e pelo próprio Partido Socialista. Almeida Santos respondeu de forma algo perturbadora: «O Partido Socialista esteve sempre disponível para o compensar e o recompensar da forma que ele quisesse. Nunca quis nada. Ele no fundo foi vítima da sua própria modéstia. Nunca quis nada: nenhuma honraria, nenhum cargo, nenhuma nomeação». Temos aqui um perfeito exemplo disto que aqui escrevi e da necessidade de se mudar a lógica da utilização do Estado para «recompensar» pessoas. Já agora, e sobre este assunto, recomendo o que escreve a Helena Matos.» Tiago Moreira Ramalho, Jamais
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