«After he has suffered, he will see the light of life and be satisfied; by his knowledge my righteous servant will justify many, and he will bear their iniquities.Therefore I will give him a portion among the great, and he will divide the spoils with the strong, because he poured out his life unto death, and was numbered with the transgressors. For he bore the sin of many, and made intercession for the transgressors.» Isaiah 53
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quinta-feira, novembro 29, 2012
domingo, julho 01, 2012
HOMEM-ARANHA FLUI GASOSO DE UM ÂNUS
Quando a publicidade absurda e hilariante do futuro acontece no presente.
quinta-feira, março 01, 2012
O GALLO DA FRESCURA
No Brasil, toda a gente adora o azeite português. Há qualquer coisa inculcada acerca dele que parece indelével e vozeado de geração em geração e de ouvido em ouvido como algo de tão milagroso quanto o farmacêutico alho, por exemplo. À mesa, quando se petisca sem olhar para as horas e as agendas, carne assada, água-de-coco, rubacão, há sempre o azeite. Uma lata de Azeite Gallo sobre a mesa. Nunca esquecerei o facto de uma das comensais, em convívio numa dessas tardes brasileiras de calor e afectuosidade, ter literalmente bebido azeite como se bebe um shot de cachaça. Este conflito pateta parece uma "frescura" mais norte-americana que brasileira: num País onde quase todo o mundo, mas mesmo quase toda a gente, é escura e deliciosamente escura, não estou a imaginar uma marca a querer melindrar a cor de quase toda a gente. Que é que se passa com estes brasileiros que estão a mudar, dando a frioleiras?!
quarta-feira, dezembro 14, 2011
TRIUMPH OU O TRIUNFO DO ESQUELETO
O pior, Isabel, é que parece ser o zelo lazarento do fotoshop, e não as mulheres, o responsável pelo desastre desta promo de Natal. Quando passo pelos outdoors e os olho, fico desconsolado com a evaporação de carnes destas moçoilas e vou meditando, «porquê, meu Deus, porquê?!» e fazendo minhas as palavras da Rititi: «Mas a ideia de gajos heterossexuais a baterem punhetas com a publicidade da Triumph horroriza-me. A ideia que um homem me ache obesa em comparação com uma carcaça com sutiã que não pesa mais de quarenta e cinco quilos é assustadora. E triste. E cada vez que leio ou ouço um gajo a chamar gorda a uma miúda normal só me apetece mandar-lhe para a puta que o pariu.»
quinta-feira, novembro 17, 2011
AS COISAS COM QUE O VATICANO PERDE TEMPO
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| «Então Maria, tomando um arrátel de unguento de nardo puro, de muito preço, ungiu os pés de Jesus, e enxugou-lhe os pés com os seus cabelos; e encheu a casa do cheiro do unguento.» Jo 12, 3 |
Eu, sinceramente, cada vez compreendo menos o coração político e diplomático da minha Igreja Católica, nestas reacções ao mundanal, sensível ao registo mundanal ao ponto de lhe reagir mundanalmente. Parece que se deixa capturar com a maior das facilidades por qualquer frivolidade e arquitectura promocional bem urdida, caindo em sucessivas armadilhas de ricochete mediático, em sucessivas esparrelas de exposição e relevância do que pura e simplesmente não se situa no mesmo nível de missão, nem no segmento de ocupação nem sequer na preocupação ou escopo profundos. Armadilhas, emboscadas: seja do José Rodrigues dos Santos com as suas leituras e escrevinhamentos apócrifos 'iluminadíssimos', seja de uma Companhia perita em obter justamente toda a atenção que lhe for possível, cada cavadela, cada minhoca. Agora que o Vaticano nos anuncia ir perder o seu precioso tempo e o seu precioso dinheiro para proceder legalmente a fim de evitar [evitar?????] a publicação da imagem do Papa Bento XVI a beijar o grande imã da mesquita Al-Azhar do Cairo, Mohammed Ahmed al-Tayeb, o melhor a fazer seria precisamente nem sequer comentar ou gerar mais notícias a propósito dessa campanha possível Beijos Impossíveis da Benetton. Estou para compreender de que modo é que a Benetton interferiu com a diplomacia vaticana antes de ter interferido com o nosso sentido de humor, com a nossa indiferença, com o nosso calo empedernido ao publicitário, após anos de cartazes, spots, movies, ideias 'inovadoras' e slogans ainda mais inovadores antes de se gastarem, romperem, passarem de moda e de tudo.
terça-feira, novembro 01, 2011
CGD, MAU HUMOR E IMPOTÊNCIA PUBLICITÁRIA
Não fazia a mínima ideia em torno de que tópico este excelente trio de actores, que admiro e louvo, gizaria humor, animaria a Nação, far-me-ia rir, atirar-nos-ia para cima. Os pródigos cartazes, espalhados como maná pela cidade, sugeriam algo enigmático e dúbio: «a nossa troika vai falar» e eu pensei em sátira da boa. Confesso que a minha desilusão foi total quando a instituição por detrás da iniciativa se mostrou à luz do dia e o meu sentido de humor desmoronou-se inteiramente. Com que então era a CGD, esse banco político, politizado e politizável, onde se sentaram durante anos, e engordaram, tantos militantes do PS e do PSD, especialmente o glorioso e frugal Vara?! Todos os Bancos foram amigos do socratismo e concubinos da política no mau sentido. Todos. Todos foram o instrumento perfeito, em vários momentos e para diferentes fins, uma vez que em Portugal o Poder político se converteu no ápice de um jogo e de uma traficância sem outro fito senão inocular ilusão colectiva de haver zelo pelo bem comum; tirar o máximo proveito e partido pessoal das oportunidades e das mediações; contentar os amigos, favorecer os negócios e os interesses privados sacrificando por regra o interesses público, tirar contrapartidas, arriscar com o alheio, salvaguardar o próprio. CGD e humor não combinam, pelo contrário, a CGD é a sua antítese perfeita. Pelo menos a mim deprime-me como um desfile funéreo de alguém que era muito querido, demasiado novo, demasiado benfeitor e filantrópico. Pode ela, CGD, vir para cima de nós com os melhores actores, com os melhores palhaços, com os melhores desportistas, com as melhores e mais desnudadas fêmeas, basta ter tido um Vara, negócios com cheiro a Vara, perfumes e gabinetes com dedadas de Vara, relógios Vara, sabonete Vara, vinhos Vara, gravatas Vara, para lhe degradar o prestígio, reduzindo-a à impotência publicitária por muitas e boas décadas. Esta publicidade não está no PAP. Vai é directamente para o lixo.
terça-feira, abril 19, 2011
FUTRE, DIVERTIDA MÁQUINA DE LUCRAR
Futre é assunto todos os dias. Corre por aí que veio reensinar-nos a sorrir. Esta crise, este caos, esta falência, podem abrir oportunidades novas, refrescar-nos a alma e dar-nos recomeços. Se é ele que no-lo inspira, dê-se-lhe estátua, comenda e condecoração: «O país despertou para Paulo Futre, mas o antigo craque explica que há muito faz intervenções semelhantes em Espanha. E também faz publicidade. "Aqui tenho feito algumas coisas, a última foi para a Rexona. Já fiz publicidade para a Gillette, no Mundial estive num anúncio para uma casa de apostas, e já nem me lembro das outras marcas pelas quais dei a cara. Em Espanha é normal, fui sempre assim, tive mil polémicas com o Atlético de Madrid, que era a equipa mais polémica do mundo. As pessoas já estão habituadas. Aí já não me conheciam", disse o empresário, director desportivo na lista de Dias Ferreira para o Sporting. [...] Agora quer aproveitar o boom mediático para publicar a sua biografia. "É um livro polémico, com escândalos. Estava a ser preparado quase há dois anos. Vai ser lançado brevemente", confessou. E sinceramente, concluímos, estava à espera de tanta atenção? "Tinha de ser criativo. Sabia que ia ser uma bomba. O país estava a chorar e consegui meter tudo a rir. Só fiquei triste por os gajos [jornalistas] terem escrito que eu estava a inventar. Sou cronista do melhor jornal desportivo do mundo, a ''Marca''. Não posso inventar histórias!" Não inventou, mas reinventou, quase que por acaso, a sua imagem em Portugal. Agora podem continuar a gozar, que ele vai recolher os lucros. É a vingança do ''chinês''.» Pedro Miguel Neves
sexta-feira, março 20, 2009
ANTIDEMOCRACIA PS INDEMISSIONÁRIA

Pedido de demissão justificadíssimo pelo PSD. A ofensa aos mais indefesos e esmagados dos nossos concidadãos é grosseira. Simplesmente, demisão é uma palavra impronunciável pela estrutura tentacular camorrana PS, que asfixia e colooniza Portugal. Esse tipo de honra mínima foi rasurado e não se exerce: deixa-se morrer o assunto (e são tantos!) e siga para bingo. A estatização de tudo em que o PS governamental toca é clamorosa e massiva. Trata-se da unipartidarização do País por força. Não admira que muitos cidadãos independentes, não filiados em quaisquer partido, vejam neste PS comportamentos e intervenções próprias de uma democracia de partido único de que a colagem sorna anti-manifestação na Antena 1 o mais horroroso corolário. Santana foi sacudido da governação por muito menos assim como lhe moveram guerra mediática por infinitamente menos. O que terá o Vitalino, o boquinha amaneirada, a dizer sobre esta coisa de mau gosto? E ASS, o grande malhão marretóide, de esta vez não se pronuncia? O que teria ASS a dizer de esta ofensa-publicitária-em-pequenino a todos os portugueses? «O PSD pediu hoje a demissão da direcção da Antena 1, devido ao "spot" publicitário de promoção à informação da rádio, que considera "atentar contra a liberdade de expressão e de manifestação". [...] Em declarações aos jornalistas no Parlamento, o deputado social-democrata Luís Campos Ferreira defendeu a demissão da direcção da rádio pública. "A tutela da Antena 1, rádio paga pelos contribuintes (...) deve tomar uma atitude digna, e só há uma: demitir os responsáveis que puseram o anúncio", disse Campos Ferreira. Para o PSD, o anúncio "divide os portugueses, coloca-os uns contra os outros". O "spot" publicitário mereceu igualmente críticas da restante oposição.»
sexta-feira, janeiro 16, 2009
segunda-feira, julho 14, 2008
DIE GOLDENE PALME DER KREATIVITÄT

Es gibt ja immer und überall Werbung,
aber diese hier, aus dem Wartezimmer eines Arztes,
verdient die Goldene Palme der Kreativität!!
lkj
Quanto a Sócrates e à sua reeleição, escapa ao País desatento um conjunto
de coisas graves, erróneas e erradas, em decurso na economia nacional e
independentes dos famigerados factores externos, essa muleta tão à mão.
Por isso mesmo, Sócrates, que detém os Media nacionais
e os domina a seu bel-prazer, será reeleito.
lkj
São aspectos de Política Pura, de atitude e de credibilidade profundas do Sistema
e seus subsistemas, do Regime e das suas ramificações institucionais degradadas,
os quais, aspectos, pelo facto de corajosamente os Media lhes não pegarem,
pelo facto de um povo profundamente alheado, acívico e ignorante, estar ausente,
e juntos os não enfrentarem, os primeiros a soldo que estão de quem lhes paga,
para debitarem só parcelas de verdade,
só meias verdades, só formas de adocicar a realidade,
enquanto se cravam seis cigarros ao jornalista,
os segundos numa aura de positivo e optimismo infantil,
tudo isto determinará que Sócrates,
que detém os Media nacionais e os domina a seu bel-prazer,
seja reeleito.
lkj
A fim de não responder a sérias interpelações no Parlamento, no útimo debate,
Sócrates, no seu estilo sempre desdenhoso e sarcástico dos outros líderes e forças políticas,
fez a homilia do respeito que lhe devem, do protesto pelo insulto inexistente,
e assim fugiu das questões, mostrou indignação espectacular,
queimou tempo, tresleu, deturpou os discurso alheio.
É isto, esta ratazanice e esperteza e nada mais, o que nos espera,
o que nos pastoreará por tanto tempo quanto o tempo há muito expirado de João Jardim,
ou o tempo caduco e anacrónico de um velho sovina sóbrio, Oliveira Salazar.
lkj
Não deveria ser assim. Não deveria!!! Há excessivas razões de reserva e receio:
é esta hipertrofia intrusiva do Estado na Sociedade como nunca se viu;
e é esta ditadura sorridente-impositiva, esta pseudo-simpatia esmagadora em tudo
esta Pax Socratina, que vai asfixiando
quer a Verdade, que rareia como discurso e como acção,
quer a verdadeira pluralidade - vigor do pensar diverso,
que, como sempre no nosso longo passado comum,
se extingue, é perseguido, morre.
lkj
Não deveria ser assim. Mas será!
lkj
Isto está bom é para abismos de Vaidade e Ego, gente muito para além da gente comum,
como Miguel Sousa Tavares, o fumador,
Júdice, o comentador inaudível, e Vital Moreira,
o socratino-encomioso, ideólogo do que está,
todos eles novos megafones alienígenas em relação a toda a gente,
só reprodutores do dictat desse consagrado novo proprietário de Portugal,
todos eles com as prateleiras repletas dos próprios volumes,
como troféus de caça, ócio, transigência,
de favorecimento tácito ou implícito.
quinta-feira, dezembro 06, 2007
JOSÉ VEIGA E OS LIVROS COMO JOGADAS ECONÓMICAS

Parece um livro de culinária
o livro que um par de jornalistas escreveu
compaginando as histórias conspirativas sobre conspirações e inépcias
dentro do Benfica contadas pelo conhecido empresário José Veiga.
lkj
Quem poderá resistir a palavras-chave como 'Campeão', 'Benfica',
'incompetência', 'desarmónica e humanamente crispada crispação
entre os dirigentes benfiquistas' ou, claro e necessariamente, 'polémica'?
[Ó mar imenso de vaidade e ambição que representa
a maldição de dirigir ou ter dirigido este Bismark-dirigível Clube Aquilino!]
Poucos. Muito poucos.
lkj
Daí ser este mais um daqueles passes de mágica económicos recorrentes
publicitária e comercialmente infalíveis.
Cada vez vende mais livros quem nunca soube nem escrever nem falar.
É a vida! São os tempos! É Portugal no seu resplendor nulo
de tricas douradas e cusquices folheáveis
sem interesse nenhum nem conteudístico nem literário.
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