«After he has suffered, he will see the light of life and be satisfied; by his knowledge my righteous servant will justify many, and he will bear their iniquities.Therefore I will give him a portion among the great, and he will divide the spoils with the strong, because he poured out his life unto death, and was numbered with the transgressors. For he bore the sin of many, and made intercession for the transgressors.» Isaiah 53
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sábado, dezembro 15, 2012
sexta-feira, fevereiro 10, 2012
NÃO HÁ CARTEIRISTAS EM MANCHESTER
Depois de Merkel, Schulz, os manchesterianos também alertam para a nossa condição de bichos do Sul. Desta vez o nosso declínio não é por termos os governantes a viajar para Angola para convocá-los a investir cá, ou por, na condição de estra-terrestrianos, fazermos bons negócios da China e logo com os chineses, precisamente. Não. É por termos carteiristas entre nós.
segunda-feira, dezembro 27, 2010
PACHORRENTA REBELIÃO
Evidentemente que por cá, digam o que disserem, no pasa nada. Debalde alvitrarão sociólogos sobre levantamentos, insurgências, explosões sociais. Este Povo foi pacientemente educado para aguentar conforme a coisa vier e para contar exclusivamente consigo mesmo, ainda que se encoste ao Estado e dependa ostensivamente dele. Os portugueses resumem-se bem na máxima: Quem não estiver bem, que se ponha melhor. Cultivando couves, engordando galinhas ou emigrando para onde estiver a dar, tudo, menos beliscar a placidez mortífera das nossas cidades monumentais, das nossas velhas praças imaculadas. «Quem está por cima e domina isto, lá saberá...», eis um português mediano a pensar e a desistir. Por isso as piores injustiças e atropelos do terceiro-mundo são potencialmente possíveis cá e até já evidentes. Não poderíamos ser mais independentes e liberais: «... recalcar a expressão crítica por causa de dependência pode conduzir a verdadeiras explosões, mais tardias, mas mais cruas ou violentas.» António Barreto
domingo, novembro 16, 2008
COSA NOSTRA GOVERNAMENTAL
Faz muito bem Manuela Ferreira Leite em demonstrar, elencar e esquematizar
os processos duvidosos do Governo, dando exemplos e fazendo desenhos.
Eles, os processos, são o que são: nada fiáveis, máfia natural de quem domina e controla,
nada sérios e absolutamente nada credíveis. Muito dinheiro é e será gasto
pelo Governo só para branquear a própria inoperância e oportunismo,
e para assim dourar, nos Media, nas rádios, nas TVs e nos jornais detidos
com desavergonhada e controleira mão de ferro ao pé da qual
todas as tentativas passadas foram amadoras, a pílula com sabor a merda que têm sido
os dossiês calamitosos do momento. Constâncio, por exemplo,
é um grande milagre dentro do conceito de avaliação socialista.
Há meninos intocáveis e estruturas que por mais que tremam
e mostrem o vício do vício ficam sempre em pé.
ljljk
A par de esta voz ocasional de MFL, repleta de gaffes e com os problemas
de fraca audibilidade, acolhimento e acerto já admitidos,
temos a magnífica oposição de Manuel Alegre confirmando o forte carácter,
temos os demais líderes partidários com um bicho ou caruncho qualquer
que a opinião pública não perdoa, e temos alguma da sociedade civil que,
agora que está a ser comprimida contra o chão das dificuldades,
dos desempregos e das misérias e das políticas abrutalhadas,
reage e organiza-se cada vez mais
conforme deveria ter começado a acontecer há muito.
lkj
Pelos corredores de uma maternidade, povoados de africanos,
de ciganos, ucranianos e brasileiros que nos fazem o favor de se cruzarem connosco,
a bem de uma maior esperança demográfica ao já decrépito Portugal,
cada vez mais velho, mais mentalmente medíocre, mais fechado, mais seco,
e dissolvido-desaparecente; em cada assento de Metro ou de autocarro,
cão, gato e passarinho, a voz geral enfim, cochicha o mesmo
sobre a «O diabo da ministra... Não percebo como é que aquilo
ainda não foi embora. Ninguém a grama. Já toda a gente sabe
que eles mentem. Já toda a gente sabe o que eles querem.»
lkj
Portugal, o Portugal residente em Portugal, está a gramar uma dose superior
àquilo que pode suportar e até ao que merece, lembro de repente Zapatero
e o que pensará ele do modo como uns certos cabrões gerem isto.
O Portugal emigrado, esse novamente escapa da corja mais reles
desde que a bufaria e a repressão silenciosa vigoravam por cá na paz do Senhor.
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