«After he has suffered, he will see the light of life and be satisfied; by his knowledge my righteous servant will justify many, and he will bear their iniquities.Therefore I will give him a portion among the great, and he will divide the spoils with the strong, because he poured out his life unto death, and was numbered with the transgressors. For he bore the sin of many, and made intercession for the transgressors.» Isaiah 53
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segunda-feira, outubro 20, 2014
COSTA OU OS DIAS DA TUMEFACÇÃO
Mais algumas semanas e os resultados das sondagens e pequenas medições de popularidade ditarão ainda o estado de graça de Costa, o gajo do SóCrash e de Don Mariolone Soares. Costa não passa de um peixe-balão a gozar os últimos momentos de tumefacção messiânica, popularidade e efeito surpresa. Neste momento e por algum tempo ainda.
Tirando o caso de se tratarem de sondagens a soldo e à medida do freguês, coisa a que os anos SóCrash nos habituaram, se forem fidedignos, estes resultados atestam a enorme vocação e pendor imbecil das massas aleatoriamente chamadas a expender opinião e a fazer corpo nas estatísticas. Só por crassa falta de memória e de massa crítica, o PS poderia alcançar a sua segunda maioria absoluta, neste século. Impensável. Mas a partir daqui será sempre a descer porque a realidade dura e exigente das contas públicas e os constrangimentos da moeda única e da consolidação em Portugal farão o seu caminho, esmagando Costa e o PS com as alternativas que na verdade não têm. O Partido-Máfia tem o seu próprio lastro e os seus muros intransponíveis.
Não será possível ao Peixe-Balão Costa manter o inchaço impante e a popularidade por inerência, perante um Governo quanto mais responsável mais impopular e mais impopular também porque a agenda dos Media Televisivos da Capital segue caminhos que o financiamento por recursos misteriosos em paraísos fiscais poderiam explicar, a ganância dos interesses na sombra poderia explicar, mas não a honestidade intelectual nem a isenção jornalística, basta ver e ouvir as torpezas de Constança Cunha e Sá ou os torpedos parciais de Ana Lourenço para perceber o alinhamento editorial das estações.
O efeito Costa pode ser este, superficialmente popular, e essa popularidade grandemente devedora do seu silêncio, mas poderá revelar-se terrível e penoso quando o Pluvioso Alcaide voltar a falar e porventura converter-se em Governo para fazer nada mais que o que está a ser feito. Recordemos que, na semana passada, a crise política grega levou este País de regresso às complicações de 2010, com os juros a pagar pelos empréstimos pedidos a dispararem para 9%. Costa, os socialistas e a Extrema-Esquerda, querem enfrentar a dívida e o défice não pelo cumprimento de metas duras impostas de fora e negociadas com a relatividade absolutista do credor, mas pelo alívio unilateral dos processos de cumprimento. Só que a via sancionada pela chancelerina Merkel contra a derrapagem dos défices dos diversos países do Euro não poderia ser mais implacável: o alívio virá pelo cumprimento e não pela descompressão e abrandamento da consolidação.
Espera-se, pois, que os ventos de guerra amainem e que o abrandamento económico dê lugar à vitalidade das bolsas europeias. Do que precisamos é de líderes duros de rins, capazes de resistir à facilidade e dispostos a cumprir na íntegra as metas dos défices. O que hoje possa parecer intoleravelmente exigente converter-se-á progressivamente na rocha sólida a basear a nossa riqueza e semelhança com os países de ponta da União.
Tirando o caso de se tratarem de sondagens a soldo e à medida do freguês, coisa a que os anos SóCrash nos habituaram, se forem fidedignos, estes resultados atestam a enorme vocação e pendor imbecil das massas aleatoriamente chamadas a expender opinião e a fazer corpo nas estatísticas. Só por crassa falta de memória e de massa crítica, o PS poderia alcançar a sua segunda maioria absoluta, neste século. Impensável. Mas a partir daqui será sempre a descer porque a realidade dura e exigente das contas públicas e os constrangimentos da moeda única e da consolidação em Portugal farão o seu caminho, esmagando Costa e o PS com as alternativas que na verdade não têm. O Partido-Máfia tem o seu próprio lastro e os seus muros intransponíveis.
Não será possível ao Peixe-Balão Costa manter o inchaço impante e a popularidade por inerência, perante um Governo quanto mais responsável mais impopular e mais impopular também porque a agenda dos Media Televisivos da Capital segue caminhos que o financiamento por recursos misteriosos em paraísos fiscais poderiam explicar, a ganância dos interesses na sombra poderia explicar, mas não a honestidade intelectual nem a isenção jornalística, basta ver e ouvir as torpezas de Constança Cunha e Sá ou os torpedos parciais de Ana Lourenço para perceber o alinhamento editorial das estações.
O efeito Costa pode ser este, superficialmente popular, e essa popularidade grandemente devedora do seu silêncio, mas poderá revelar-se terrível e penoso quando o Pluvioso Alcaide voltar a falar e porventura converter-se em Governo para fazer nada mais que o que está a ser feito. Recordemos que, na semana passada, a crise política grega levou este País de regresso às complicações de 2010, com os juros a pagar pelos empréstimos pedidos a dispararem para 9%. Costa, os socialistas e a Extrema-Esquerda, querem enfrentar a dívida e o défice não pelo cumprimento de metas duras impostas de fora e negociadas com a relatividade absolutista do credor, mas pelo alívio unilateral dos processos de cumprimento. Só que a via sancionada pela chancelerina Merkel contra a derrapagem dos défices dos diversos países do Euro não poderia ser mais implacável: o alívio virá pelo cumprimento e não pela descompressão e abrandamento da consolidação.
Espera-se, pois, que os ventos de guerra amainem e que o abrandamento económico dê lugar à vitalidade das bolsas europeias. Do que precisamos é de líderes duros de rins, capazes de resistir à facilidade e dispostos a cumprir na íntegra as metas dos défices. O que hoje possa parecer intoleravelmente exigente converter-se-á progressivamente na rocha sólida a basear a nossa riqueza e semelhança com os países de ponta da União.
sexta-feira, agosto 02, 2013
RESISTÊNCIA
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| Nas intenções de voto, socialistas e sociais-democratas sobem 4%, mantendo a diferença da sondagem anterior (3%). Os outros partidos descem, com o CDS a ficar nos 3%. Paulo Portas penalizado na sua popularidade. DN |
segunda-feira, julho 15, 2013
quinta-feira, novembro 08, 2012
quinta-feira, setembro 20, 2012
SONDAGENS, DESILUSÃO, OPACIDADE
Recordo-me das sondagens em tempos socratistas como um fenómeno de condicionamento crasso, elas mentiam e eram tão avaladoramente frequentes que em breve valiam Zero, num ruído contraproducente em relação a esse PS Abominável que comparecia sempre na frente, apesar da rejeição e do nojo suscitados na rua. Hoje passa-se o mesmo quanto ao valor falso e volúvel de uma sondagem sobre partidos. Nesta, o PSD afunda-se na medida em que se distancia do cerne das suas promessas, especialmente a revisão das PPP e das despesas amiguistas que colonizam, ano após ano, os Orçamentos. Mas por exemplo a revelação das cláusulas e anexos secretos das PPP poderia remeter o PS para uma vergonhosa minoria, uma vez que, dizem os especialistas, ruína mais ruinosa não há: tê-las negociado tal como foram negociados é mais que um crime, é um Atentado ao Futuro em Portugal. A TSU foi uma facada grave no grande pacto entre eleitos e eleitores, embora a preconizem não pequeno número de economistas, mas é preciso entender que até à chegada de Passos Coelho ao leme desta Nau em Frangalhos, o Estado Português vivia de crédito, acumulando um défice real de 10%, entrava ano, saía ano. Sócrates geriu isto enquanto pôde, mas sabia perfeitamente que para tirar partido eleitoral e máximo proveito pessoal do Poder era importante governar do lado da demagogia, da retórica charlatã convicta, da chantagem sobre a opinião publicada e da opacidade das contas públicas. Foi o que meticulosamente urdiu e cumpriu. Agora, faça o que fizer, erre ou acerte, o Governo Passos-Portas está sob suspeita e sob fogo, sobretudo se procurar cobrir com impotência e incúria as malfeitorias dos Governos Sócrates. Estar, porém, sob o fogo dos animais da dívida, dos especialistas em comunicação e marketing político de mentir, ou seja, estar sob o fogo dos socratistas, isso merece uma barragem contrária de fogo impiedosa, porque é preciso ter vergonha para ousar capitalizar para si o descontentamento e a queda dura na realidade que lavra pelo País. As mais severas medidas de austeridade e os maiores sacrifícios têm de ter servido para alguma coisa, caso contrário não surgiriam sinais de encorajamento provenientes dos parceiros do Euro. De resto, as massas de vulneráveis e esbulhados não estão exclusivamente desiludidas com o PSD. Olham para o PS e só vêem culpa e descrédito. Culpa pelas governações falsárias e criminosas mais recentes. Descrédito porque até Seguro se acovarda e, perante multidões ultrajadas e ululantes, foge de assumir o quinhão de responsabilidade negocial dura junto do Governo-Troyka. A opacidade conivente com os Negócios Ruinosos do Socratismo que tomou conta do Governo Passos irmana-o à opacidade rapace dos Governos Sócrates. E assim sucessivamente. Uma lástima.
PARTIDOS DA BANCARROTA A PIQUE
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| Há muito que os partidos não traduzem o Povo, por mais sondagens que se façam: «Uma semana depois do anúncio de mais austeridade e depois de Portas revelar as suas divergências, o PSD surge a cair a pique nas intenções de voto dos portugueses. Os sociais-democratas perderam 12 pontos...» DN |
sábado, agosto 18, 2012
ENDOSCOPIA ELEITORAL
Enganados, empobrecidos, insultados e diminuídos por anos de socialismo optimista e charlatão, nada mais natural que os eleitores, quando e se sondados, prefiram ainda o PSD ao monturo PS. Não interessa haver esperteza e sagacidade num Governo se colocadas invariavelmente ao serviço dos próprios tiques rapaces, como aconteceu por sistema no socialismo fajuto. Não interessa eventualmente que se diga não haver categoria intelectual e moral nem voz num Governo e, no Parlamento, pontifique um Carlos Abreu Amorim, se pelo menos houver o exercício evidente da decência, da frugalidade, sem culto imbecil da personalidade de um putativo líder, preclaro como um ânus, como acontecia com o Intrujão Filho da Puta. Para Portugal basta finalmente um módico de verdade e realismo, ainda que sádico e duro. Houve um tempo para o voto de protesto, há um ano: protestou-se contra a desonestidade irrefragável do PS que todo se descredibilizou ao hospedar um onanista, narcisista, sociopata irracional da pior estirpe, que assentava o Poder no controlo obsessivo dos órgãos de comunicação social e cuja interpretação da situação política nacional e internacional seguia, não de acordo com o seu ideário, que era o Poder pelo Poder, mas de acordo com a corrente e a conveniência. do momento O PS e o seu bosta ex-primeiro-ministro não precisam de ser difamados: basta atentar em seis anos de jogo de feira, anúncios de nulo, retórica de batota, sem sentido do dever cívico da verdade, com o exercício da chantagem sobre directores de jornais, da manipulação de dados e números, com a perseguição sistemática às oposições, mediante a exploração da indústria da calúnia milimétrica corporativa. Se era para sondar, está sondado. E só é pena que o PS não vá apodrecer mais longe. Vai ser penoso um partido assim imbecilizado e transformado em muito menos que estrume reganhar o respeito das pessoas.
sexta-feira, março 16, 2012
PAÍS DA AUSTERIDADE CÍVICA E RELATIVISMO ÉTICO
As sondagens dos últimos anos habituaram-nos a uma sistemática artificialidade absolutamente contrastante com o sentimento aferível nas ruas. Partissem de onde partissem, pareciam tão falsas, que geravam ou um desânimo ainda mais fundo, com desmobilização de votantes e sonhadores mutantes de políticas e de Regime, ou originavam aquela simples percepção de um tipo novo de condicionamento mentiroso e manipulatório com efeitos e dividendos notórios a favor do PS, exigindo aguerrida denúncia e resiliente reacção da pluralidade crítica em ascensão. Vigorava então a retórica da eficácia comunicacional, à falta de qualquer outra. Dessa eficácia comunicacional para papalvos e paus-mandados resultavam perversões e clivagens na vida pública: desde a poluição ruidosa como manobra de diversão do essencial, a bloqueios informativos com formatação estalinizada, passando pela forte desconfiança dos conteúdos governamentais veiculados. Era já a esterilidade das políticas e o descalabro da económico-social habilmente disfarçados. Privilegiava-se a Ficção da Acção e as manobras do Poder, meio e finalidade, em detrimento da verdade, de um sentido de serviço recto e abnegado às pessoas. Tempos de absoluto e asqueroso relativismo ético. Hoje, a divulgação de uma nova sondagem. Ela mente, claro. Mas o clima é benigno. Não há lobotomia mediática quotidiana sobre a Opinião Pública. Não se pratica a sobreexposição tóxica, estelar, circense, do produto adulterado primeiro-ministro que deixou de ser produto e voltou a ser gente. Cessou a horrenda a meticulosa construção dúctil do discurso e da pose para parir patranha e insídia. De resto, a esmagadora dos votantes e dos sondáveis não vota. Nunca. Não sabe nem quer saber disso por se encontrar em austeridade cívica há mais de quarenta anos, pavlovianamente condicionada a alhear-se de judicar e decidir Política. Se a esmagadora maioria dos cidadãos pudesse votar segundo uma esperança nova, mudaria quase tudo o que diz respeito à cartelização partidária do Parlamento e à miséria dos seus jogos florais perfeitamente infantis e indiferentes ao País. Nessa sondagem, todas as lideranças partidárias descem, mas se nas intenções de voto nos partidos, sobem PSD, CDS e BE, afunda-se o PS. Não há fuga à avaliação serena da profusão de desmandos acumulados. Já só faltam Consequências.
terça-feira, dezembro 13, 2011
A MÉDIA LIXA O SEXO
sexta-feira, julho 01, 2011
QUEDA EM SI AO ENTARDECER
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| «Na primeira sondagem após as eleições legislativas antecipadas, PSD e CDS registam subidas nas intenções de voto, enquanto todos os partidos da oposição caem. Mas se toda a esquerda desce, o PS é o que mais desce, com uma queda de mais de três pontos percentuais face ao resultado obtido nas urnas.» Expresso |
terça-feira, maio 31, 2011
TRETAS TRAI TROYKA
Estrebucha, espuma, histeriza e ameaça o grande desastroso José Sócrates. Depois de trair e trapacear Portugal, Zé Tretas trapaceia, trai e engana a troyka e poderá, ainda!, ludibriar as sondagens.
segunda-feira, maio 30, 2011
SONDAGENS COMO MONSTRUOSA INDUÇÃO
Longe de prestar um serviço cívico, este volume de sondagens esmagador só pode estar a violar a lei e a instaurar a mais completa confusão para não dizer enfartamento e desgaste na Opinião Pública. O PS tem passado o tempo de campanha não a explicar-se, a demonstrar-se e a justificar-se, mas a apontar o dedo ao PSD, escondendo-se assim de prestar contas e de denunciar o futuro negro por sua mão lavrado para quase todos os Portugueses. Os lixeiros dos media, certos bispos de psudo-catolicismo instalado e sem-sal, alguns fantoches da "cultura" amancebada com o Estado-PS, esse cardume de pécoras, enfim, todo um estado de coisas podre e instalado agarra-se com unhas e dentes a um feixe de privilégios como se não estivessem a bem curto prazo completamente perdidos. Dia cinco se perceberá se o País continuará a afundar-se no lodo amiguista, intriguista e interesseirista, que o PS fez vicejar como a mosca da fruta num pomar apodrecido, ou se qualquer coisa de muito novo será, finalmente, inaugurado. Isto, com a vérmina socialista-socratista nunca se sabe. O Inferno socratista tem muitos recursos, muitas vozes maviosas, muitas matronas lúbricas, lubrificadas à vista do primoroso photoshop sobre a carantona do Primadonna, mulheres viúvas na alma, por onde nenhum sentido crítico penetrou, mas só gargalos e vibradores de falsa propaganda. O Inferno socratista tem imensos subterfúgios, inimagináveis à nossa vã ingenuidade. Todo o cuidado é de menos.
domingo, maio 29, 2011
PORTUGUÊS, SONDA-TE A TI MESMO!
Portugueses, não deixeis que vos sondem como quem violenta. Dizei não a quem vos pretende conduzir como gado. Tu, português, podes sondar-te a ti mesmo, comparar imediatamente o resultado com o produto quotidiano de sondagens sem fiabilidade, e ficar a perceber que outro galo cantará a cinco de Junho, se Deus for servido. Fá-lo AQUI.
segunda-feira, maio 23, 2011
CAMPANHA DEMONÍACA PS
A vitória de Passos Coelho no debate com o franchão José Sócrates tem sido soterrada, varrida e menoscabada pelos media esportulados pelo socialismo-socratismo. Não foi suposto, mas real e claro tal triunfo. E as falaciosas sondagens, se bem que desenhem agora qualquer coisa de esperançoso para uma mudança e um saudável recomeço, apenas exibem que combater a imbecilização pela propaganda socialista-socratista ou a imbecilidade a ela permeável, passiva, passenta ou impassível [porque a deveria rejeitar activamente, com as vísceras e a mais funda raiva patriótica] dá imenso trabalho. Percebe-se que o socratismo-socialismo coloca no terreno todas as cartas demoníacas que imaginar se possa e cada dia não cessa de nos chocar. Em Espanha, o PSOE foi higienizado pelo eleitorado. Por cá, só com um milagre da Nossa Senhora varreremos a peçonha mais embusteira que alguma vez se acoitou no Poder. Venha ele.
sexta-feira, maio 13, 2011
PENTELHO ENTRE OS DENTES
Mais um frete ao sr. Fraude. Há um pentelho entre os dentes de Portugal. Sócrates. É pequeno, quase nada. Mas atrapalha. Será necessário um esforço ingente para rechaçar a imbecilidade mais timorata e contumaz patenteada em sondagens manhosas como esta. Elas cumprem um papel pago a peso de ouro: rebaixar a alternativa, humilhar Passos Coelho, semear descrédito, desmobilização, medo e desespero. Para alguns, funciona
segunda-feira, maio 09, 2011
INFLAMAÇÃO IMBECIL
O que pensar das imbecis sondagens de estas semanas e da suposta queda do PSD? O mesmo que se deve pensar da qualidade do comentário político a pataco na SICN e nalguma bloga fretada para empastelar a brilhantina socratista: zero somado a zero, língua de pau e agressividade. A opinião capada toma a dianteira e depois, com alguma sorte, outro galo canta.
sexta-feira, maio 06, 2011
INSONTE NO MEU DIA CANINO
Tenho feito sondagens por minha conta e risco. Uma vez que conheço tantas pessoas, cruzando-me com elas, dia após dia, e facilmente entabulando conversa, costumo lançar-lhes o anzol de um desabafo anti-rapacidade incompetente socialista-socratista para recolher uma sincera intenção de voto que me sossegue e afaste o espectro de a desgraceira mais consumada e contumaz permanecer impávida a desgovernar Portugal. Concluo predominar um terror, mais que um medo conformado, de que o Primadonna prossiga sodomizando o País: «Parece que vai ganhar!», dizem com enfado e nojo. A Ivone não se pronunciou, mas disse que o marido é comunista, logo, necessariamente anti-fraude socratista. Há na Ivone uma certa sensibilidade quarentona ao que parece e não é: deve pensar que vestir bem, provavelmente, chega e sobra para cumprir o Programa de Governo da Troyka. Enfim, tirando o velhinho Guedes, um ex-comunista de oitenta e alguns anos que apascenta enternecidamente uma gata vadia, fugidia na rua onde trabalho, e que adora o «senhor primeiro-ministro» abominando comunistas, tirando ele cuja cegueira política é incurável, ninguém se me atreve a defender a continuidade do prepotente propagandesco nulo. Mas não sei. Nunca se sabe, após as imparidades das últimas presidenciais o que nos reserva a caixinha tecnológica de surpresas socialista-socratista, sempre assanhada a traficar influências e eleições viciáveis, no bisonho século XXI português. O País está em risco grave tal, Cavaco foi melgando cobardias tais perante um Sócrates tão perigoso no xadrez de todas as Falsificações Respiratórias da sua natureza tortuosa, que é bem provável que uma desgraça nos não venha só. Esse camaleão ondulante, filho do teleponto e indefectível do Diabo, tem mesmo à sua mercê uma turba mole e insonte com o inimputável poder de votar e eleger. Não há crime, não há tara, não há facada moral nem atropelo ético, má catadura nem evidentíssima sociopatia no actor em causa que a demova de babar por baixo como as matronas salivantes por mocetões e cacete: é com a sereia e o seu canto mortífero que vai. Não tivesse tido, insonte, um dia canino de contratempos e trabalhos e mais diria por conta de ontem.
domingo, maio 01, 2011
DO MASOQUISMO LUSITANO
Um povo que nas sondagens, fiáveis ou indignas de crédito, insiste em sofrer, correr riscos com as mesmas receitas e os mesmos desastrosos agentes de malefícios, que ignora vacinar-se de doenças e males velhos e vários, não pode estar bem da cabeça, como aponta o Daniel: «A retórica do está "tudo bem" é normal. Mensagens de optimismo, que podemos mergulhar de cabeça que nada se passa, que esse é o caminho, que não apanhamos nenhuma doença, é um habito que se instalou na politica portuguesa. Depois... bem, depois apanhamos uma série de doenças: FMI, défice, exorbitante divida publica, corrupção, clientelismo, boys e patos bravos.» Daniel Santos
quinta-feira, abril 21, 2011
UM POVO QUE SE SUICIDA COM RATAX
Se não soubéssemos como as coisas se urdem [quanto a sondagens, aos media manipulados / serventuários e outros processos rumorosos de instilar a batota mais reles] com o dinheiro socialista, seria de perder o sono. Graças a Deus, os portugueses rejeitarão com as vísceras quaisquer laivos de Mentira Reincidente e os vapores pestíferos emanados do Largo dos Ratos. Se certas sondagens fossem fidedignas, revelavam um Povo que se suicida com o Ratax Socialista que tão funestos frutos nos legou. As interrogações do Luís Naves ilustram-no bem: «Se o eleitorado português votar desta maneira, teremos um bloco central liderado por José Sócrates, que tem péssimas relações com os líderes da oposição, com o Presidente da República, com os seus ministros mais importantes, com as vozes dissonantes do PS. Ou seja, o político que não negoceia com ninguém vai chefiar a grande coligação no momento da maior crise nacional desde 1975. Acham que há condições para um bloco central liderado por Sócrates? Esse governo terá de durar quatro anos, ao fim dos quais Portugal estará definitivamente lívido e derrotado, transformado num protectorado europeu e num paraíso do socialismo. Nessa altura, aparece no PSD um Santana Lopes qualquer, um dos que ajudaram a eleger e reeleger Sócrates, a dizer que tinha imensa razão.» Luís Naves
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