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terça-feira, novembro 11, 2014

AUTO DA PORCA DO REGIME XI

[As Aventuras do Santa Alcoveta]

SóCrash, o grande candidato a todas as candidaturas impossíveis do favor popular, o grande monte de verborreia de mentir, o carisma negativo da mitomania e da charla política na História de Portugal, teve uma ideia presidencial. Algo genialmente inovador germinou-lhe na mona. Se o Rato não o quer por perto nem o quer como candidato presidencial para 2016, imaginou que poderia avançar alguém que, não sendo ele, fosse quase como se fosse ele. Carlos César. «Que tal, calhordas do Corporações?!» — esganiçara o Santa Puta em plenas catacumbas ultrassocialistas, o bunker do Rato. Os Calhordas estacaram e ensaiaram uma resposta. Foi assim que se iniciou um esplendoroso debate sem ataques pessoais entre o Santa Alcoveta e os Calhordas do Corporações e que haveria de ficar nos anais da debatologia nacional.

— Calhordas, é o que vos digo. Caso Guterres não queira concorrer nas presidenciais de 2016, o melhor candidato, excluindo eu mesmo, passa a ser Carlos César.
— Mas, ó Santa Puta, nada sabemos da disposição de Guterres. O que sabemos é da disposição favorável a Guterres do teu Gajo, o Costa.
— O meu Gajo, o Costa, anda entretido a afastar-se de mim, a criar taxas para turistas na Capital, a fazer uma recolha de economistas e a ter trocas de palavras com o Maduro. Ouvi-o dizer que apoiava António Guterres como candidato à Presidência. Empalideci de raiva.

— Sim, Santa Puta. Nós também espumamos de raiva por amor de ti.
— Calhordas, Guterres é um fraco. Demitiu-se em plena fulguração da minha rapina, quando os meus negócios e as comissões com o Euro 2004, mesmo o Fripór estavam a bombar, estupendamente encaminhados e sob o grande biombo santificador da Governação.
— ... Que ele destapou, abrindo caminho à Direita Decadente.

domingo, novembro 04, 2012

OS SOCRATISTAS NO SEU MERDO-LABIRINTO

O que reproduzo a seguir é somente um comentário certeiro e acutilante a mais um post-monturo no raro sítio abjecto onde se defende quem roubou o Povo Português, quem enganou o Povo Português e depois se exilou com os milhões comissionados do saque. Só não comento nesse local infecto porque o autor me barrou as desconstruções, sátiras, paródias e anti-texto. É uma pena que eu não possa sovar essa gente abaixo de reles in loco suo:
Pedantes da República.

sábado, agosto 25, 2012

O SANTINHO DE PARIS

Não faço parte da oligarquia. Tenho sido obrigado a dicotomizar o PS relativamente ao PSD e relativamente ao BE e ao PCP por causa do modus operandi desse partido e da clique que o tomou. Um Governo responsável pela bancarrota de Portugal deveria cair sem apelo nem agravo, sem desculpas nem álibis. O último que caiu, caiu bem, foi unânime que caísse. Foi um consenso total que caísse. Foi algo digno de missa celebrada pelo desbocado Januário. Mas a ala mais perversa do PS insiste que não. Declara que os problemas de Portugal acabariam com o PEC IV, e, para além da relação com a crise mundial e europeia, nada tiveram a ver com o carácter maligno e desmesurado de um videirinho da política hoje a rebolar-se em Paris, entre luxúrias e gastronomias, nada tiveram a ver com a sua estouvada irresponsabilidade, nada tiveram a ver com a loucura de um partido aclamativo como na Coreia do Norte e acefalizado. Não faço parte da oligarquia. Sou pobre e, em breve, desempregado do Ensino. A internet, paga-a o meu pai. O pão, contribui para ele a minha mãe. A partir de 2007, o Parisiense mostrara ao que viera. Comissionar para si mais estradas inúteis. Comissionar para si mais negócios de Estado. Comissionar. Comissionar. Comissionar. Parque Escolar? Comissionar! Nunca se tinha assistido, nos últimos 35 anos, a tanto roubo, instrumentalização do Estado, manipulação dos media, tudo para enriquecer uma clique. Era preciso pôr cobro a isso. Num País viciado em dívida, supremamente corrupto na política, ávida, e desonesta para com o seu eleitorado, e cujo ápice de corrupção foi sendo o último e infecto PS, ter o FMI a aterrar na Portela era o cenário ideal para que passássemos a viver com o que temos e a ter um Estado Social realista. O FMI, infelizmente, é uma merda. Mas é uma merda melhor que o PS. A Troyka, infelizmente, é uma merda, mas é uma merda melhor que o PS. Eliminar o super-mentiroso ao serviço dos interesses do grande capital foi o grande triunfo da subdemocracia portuguesa contra a manipulação mediática, contra a mentira socialista instalada, contra o one man show, circo, charla, banha da cobra, montados à volta do 'licenciado' na Independente. O PSD-Governo também enganou. Também mentiu. Também fez merda. Vieram mais sacrifícios. A economia quer ser libertada, mas o PSD tem medo. A credibilidade do País está a ser recuperada, as gorduras abatidas, mas o PS tem medo. A verdade tem os seus dias e as suas noites. Os mentirosos dos socialistas-socratistas transformaram-se em conspiradores activos pelo pior do pior possível para Portugal apenas para confirmar a tese desesperada de que, com o Safardana de Paris, estaríamos melhor. Essa gente, habilitada a intrujar, porta-se hoje pior, mais rançosa e raivosamente, na grande conspiração por que atasquemos, que os comunas em Portugal durante a Guerra Fria. Isso e o esforço insano, dementóide, por reabilitar um crasso desonesto, ladrão como poucos, declarando-o santo. O Santinho de Paris.

terça-feira, agosto 21, 2012

DA GRANDE TÍSICA MENTAL SOCRATISTA

Ainda que minoritários, não faltam padecentes
por causa uma palavrinha melindrosa de Marcelo sobre o Sacana de Paris.
Os tísicos do socratismo de papel, infelizes e órfãos, não perdoam aquilo a que apodam de «engano de Marcelo, ao atribuir ao Governo PS a decisão de cortar metade do subsídio de Natal em 2011». Para eles, casta de sujos, hipócritas e mentirosos, Sócrates seria a Salvação de Portugal contra os direitolas do PSD nas últimas legislativas, contra os seus saques. Esta horda de ex-assessores e pseudo-intelectuais reles, que assistiu imaginativamente o Fajuto de Paris no seu contumaz processo de Mentir, que participou nos actos e actas da sistemática desorçamentação de milhares de milhões em passivo nas Empresas Públicas, que escondeu a verdade das contas e dos défices, ainda supõe que Passos poderia evitar acrescentar à tragédia da Dívida Exorbitante Herdada, a tragédia ainda maior dos cortes. Não podia. O colossal buraco nas contas públicas é esse, são todos os fantasmas negados, todas as dívidas ocultadas, todos os fios de problemas sonegados e escondidos pelo rançoso socratismo, tanto quanto o impacto da austeridade implementada. Podem não faltar mentiras à campanha eleitoral do PSD nem incompetência ao Executivo de Passos, mas isso não faria do asqueroso socratismo, devorista, amiguista, desonesto, o nosso mal menor. Perdemos o espaço para males menores desses, amadores, demagógicos, traiçoeiros, videirinhos. Se o que se faz cá dentro nos credibiliza lá fora e protege de males maiores, é porque há qualquer coisa de consolidado e realista nesta Governação. Então por que espumam os cães de fila do socratismo pelo lapso de Marcelo?! Porque, e isto é mefistofélico, não o lapso terá sido de improviso; porque ele terá preparado com alguma antecedência a rábula a fim de que o labéu sobre Sócrates, o grande ausente e impronunciado  na tormenta que atravessamos, permanecesse. Enfim, não há raciocínio mais estúpido nem estapafúrdio, mas o pessoal rançoso do socratismo, que ainda faz questão de penosamente permanecer vivo, presta-se a isso. Quando Passos vier anunciar o corte de um subsídio em 2013 a atingir todos por igual, recorde-se que quem nos encalacrou sorridente foi Sócrates, lembre-se que quem decidiu pela nulidade dos cortes à Função Pública foi o muito justo e bem intencionado Tribunal Constitucional: e não há alternativas muito mais justas e menos penosas ao corte que se prefigura. Se houver, digam os maricas machistas do socratismo quais. Marcelo, como a esmagadora maioria dos portugueses com um palmo de testa, sabe dos caminhos ínvios, do autodeslumbramento e do esbanjamento que o socratismo representou, para ser meigo. Não consegue deixar de se lamentar [nós também não!] de tal incineração de dinheiro. Marcelo pode e deve comentar o que quiser e como quiser. Não aquece nem arrefece. Entre um jogo de futebol e Marcelo, os portugueses preferem o jogo. Depois vão à Rede ver os pormenores. Também António Vitorino. Também Carrilho. O que não se suporta é que um bandido mal-fodido dum Valupi, em cio ao nome de Sócrates, venha tentar transformar merda em caviar. Foi isso o que, basicamente, Sócrates tentou fazer. E conseguiu. Tal como o Pai-Natal. E o Coelhinho da Páscoa.

segunda-feira, agosto 20, 2012

ESPANCAR O LADRÃO NÃO CANSA A MÃO

Achei sintomático que Marcelo, ontem, tenha assacado a Sócrates a operacionalização do corte em 50% do último Subsídio de Natal, o que pertenceu a Passos caucionar. Um decidiu. Outro confirmou. Depois, alertado por Judite de Sousa, o tudólogo retractou-se. Quase ninguém tolera que o ex-primeiro-ministro, hoje nada mais que um fajuto playboy em Paris, tivesse passado anos a disfarçar com alarves momices e álacres pantominices o abismo para onde nos encaminhava. Para os colaboradores dessa ladroeira comissionista neo-riquista, círculo e clique socratista, trata-se invariavelmente de sanha persecutória, salivar de gozo em campanhas de assassinato de carácter. Ora, que se saiba não há memória de fase mais abominável e malcheirenta da vida política nacional. O currículo desse Oportunista Glutão da Política Nacional recobre vários pontos que todos pretendemos esquecer, mas os seus amantes e brochistas fazem questão de recordar e manter vivos. Não se pode esquecer que, traiçoeiro e furão, o Fajuto de Paris avançara para o PECIV todo sigiloso, sem um telefonema ao Presidente da República ou aos partidos da oposição senão enquanto facto consumado, reagindo manifestamente dorido, com esse silêncio comprometido, aos recados do discurso cavaquiano da tomada de posse. Não se pode esquecer que esse Onanista Inveterado mentiu, intrujou e enganou sistematicamente a Opinião Pública e as Instituições do Regime, quer com mentiras piedosas, quer sob o impulso de falsas, ilusórias e impraticáveis convicções. Não se pode esquecer que esse chico esperto fez do País um chiqueiro privativo do Partido, assediando despudoradamente a linha editorial dos media incómodos e não olhando a meios para capar, vergar, silenciar opositores. Não se pode esquecer que esse Torpe Pregador do Vazio cursou postiço na Independente, comprou uma casa de luxo baratíssima que outros comprariam muitíssimo mais cara. E o curioso é que, para a clique de ladrões associada a essa fase nojenta da política em Portugal, a verdade e os factos são insulto e ofensa a Sócrates, são feéricos ataques difamatórios e caluniosos, como se, por exemplo, o corte do subsídio de Natal para todos, gamanço obviamente injusto, não se tornasse inevitável graças ao malbaratar de recursos, mesmo se é Passos que o aplica. O efeito Sócrates na sociedade portuguesa é muita merda, toda a merda, é muito azar, todo o azar, é muito perdulário, é conduzir Portugal à pré-falência. É esse o efeito Merda-Sócrates. Se a minha vida se torna insuportavelmente difícil por causa do amiguismo crasso das governações Sócrates, se a corrupção comissionista é a sua medula e razão de existir, é óbvio que isso gerará todo o asco possível como paixão. São pouquíssimos os ignorantes e mentecaptos que não vêem nem surpreendem na pele o efeito Merda Sócrates no presente. A esmagadora maioria dos ofendidos com a Vida de Nababo que o Fajuto Parisiense preparou para si reservam-lhe os ataques mínimos que unem Direita e Esquerda, classe alta e pobres, estudantes da academia e trabalhadores da imprensa, deixando a ladrar sozinhos os alienados e analfabrutos que ainda o defendem no seu frenesim duplipensante e imoralista, na sua alergia à decente inteligência, no seu ódio sectário a tudo o que morda a Merda que Sócrates é e fez a Portugal. Marcelo, efectivamente, não está só. Estamos juntos. Vox populi, vox Dei, nada a fazer quando a doxa em Portugal sentencia o ladrão e o vilão. Para quem viveu da pulsão manipulatória dos media trata-se de beber às golfadas o próprio veneno, o próprio vómito. Bom proveito.

quinta-feira, julho 19, 2012

UMA CULTURA DE ANONIMATO E PROSTITUIÇÃO

Já aqui se escreveu milhares de vezes que o único blogue a nível nacional que pronuncia e defende o nome de baptismo do Filho da Puta é o único igualmente a prostituir-se baixamente, através da baixaria da respectiva defesa de reputação. Sai mês, entra mês, entra dia, sai dia, e a estratégia é sempre a mesma: o inocentar grunho de um percurso abaixo de tosco, mais abaixo ainda de danoso a Portugal, estratégia própria da naviarra dos loucos ou do lupanar dos putas. Gasto e batido por milhares de horas de exposição mediática, ninguém pronuncia nem se refere ao Filho da Puta pelo nome civil, mas por metáforas e analogias como A Nódoa, O Encalacranço do País, a Deriva Ensandecida da Dívida, o Amiguismo como Único Fito e Desígnio, a Suprema Falácia, o Rosto do Comprometimento do Estado para largas décadas. Ora, o Filho da Puta na verdade não saiu de cena há mais de um ano. Fugiu há mais de um ano. Também não se ausentou para fora do reino de modo a que nem a sua sombra incomode os transeuntes. Deixou a sua sombra nefanda a pairar sobre cada buraco, sobre cada dívida oculta, sobre cada PPP, sobre a Parque Chular, sobre cada engenharia impotente em pagar hoje o que nos faltará indubitavelmente amanhã. Evidentemente que o referido Filho gasta os milhões que roubou. Da Puta! Evidentemente também que é impossível deixá-lo em paz sem evocar uma alcunha caracterizadora qualquer, mas nunca o nome, porque o nome é um luxo a que celerados e charlatães não têm direito até que paguem tudo o que devem e se confrontem com os factos daninhos que perpetraram e a verdade que escondem disfarçadamente com o pé. Entre Relvas e o Filho da Puta há pouco a comparar senão uma mesma cultura de partido e de poder que o Pedro Lomba caracteriza com límpido acerto. Não tendo como ponto de partida que na verdade ninguém trata pelo nome um Filho da Puta, atira-se Valupi a Alberto Gonçalves, cronista no DN, apenas por laborar singelamente sobre evidências absolutamente evidentes e de senso comum, infelizmente tarde acordado. No fim do arrazoado prostituto, em que coisa ou entidade se apoia o Supositório B para testificar a inocência falsária do Filho da Puta? No Ministério Público. Que se saiba, os únicos que rasuraram as evidências de falsificação e circo na licenciatura canhestra do Filho da Puta foram precisamente os magistrados habituais, habituais tampões, do cândido Ministério Público que muito ao de leve "investigaram", isto é, deram uma olhadela à sua "licenciatura". Esses nada encontraram e jamais poderiam encontrar algo de irregular depois de vasculharem a papelada com a venda do favor de sempre, comprometidos como estavam e estão com o evidente processo de enriquecimento milagroso e instantâneo do Filho da Puta, na sua teia complexa de comércios e favores que só um Relvas conhece bem, mas não controla, como explica, repito, Pedro Lomba. Tire-se uma peça desse castelo Lego e o castelo ruirá. Isso o MP não faria. Não fez. Não fará. Omertà que é omertà só se quebra com o sangue, nunca com a liberdade e a coragem de magistrados incrustados nos partidos e vice-versa. Portanto, do MP, nada. Não admira que todos os outros, incluindo personalidades livres, independentes, ainda que simpatizantes do PS, tenham concluído o princípio de dissolução moral e ética que um oportunista dissoluto inscreve na vida social e pública do País a cujo serviço supostamente se encontre, se nele se configurar toda a espécie de expedientes ilícitos, processos obscuros e factos indecentes. A calúnia só permanece calúnia caso esclarecimentos não sejam prestados. Se não são prestados, a calúnia indicia o que também evidencia: enriquecimento ilícito, favoritismo, decisões danosas contra o interesse público e o resto do cortejo de abusos a que o Filho da Puta e os seus filhos nos habituaram. Já não é calúnia. É dois mais dois. Um oceano de implícitos. Trata-se, por isso mesmo, de uma tragédia, como insinua Carrilho, que Ministério Público tenha fingido demonstrar que nada encontrara de falso e criminoso na "licenciatura" do Filho da Puta. Mais: como Carrilho sugere, o Partido Socialista deu efectiva cobertura a falcatruas e desmandos; o Partido Socialista foi incapaz de revelar um mínimo de decência; os militantes e dirigentes socialistas contaminaram-se de e rebaixaram-se ao comportamento moralmente abjecto de um videirinho em altíssima escala, hoje a sorver o milagre das comissões por cada prego no nosso caixão. Valupi, completamente escarrapachado, perna para um lado, perna para o outro, e sem um pano que lhe cubra o entrepernas, ousa imputar a Gonçalves e a Carrilho o dever de explicar a falsidade forjada na "licenciatura" do Filho da Puta. Não é preciso. Basta ler atentamente quanto António Balbino Caldeira exaustivamente investigou, depois lavado, enxugado e expurgado, na suposta investigação em segunda mão efectuada judicialmente. Logo, não há nenhuma suspeita. Há só certeza e cristalina evidência. E, sim, há uma indústria da calúnia, com os seus caluniadores profissionais. Mas há ainda e sobretudo uma indústria maior agregada aos partidos, PS e PSD, indústria de ladroagem e impunidade, indústria da fuga às responsabilidades, indústria do controlo de danos dos seus pelos seus, membros de um clube cujo peso professores e outros bem sentem, indústria das manobras eficazes nos meandros comprados da Justiça Venal Vergonhosa, indústria de opressão inescapável do cidadão, pois é ele que paga em dobro a espessa corrupção que perpassa o Regime e é sobre ele que se atira a factura do falhanço grotesco e traiçoeiro dos seus políticos de merda, legislatura após legislatura. Por isso mesmo, o Filho da Puta Mor escapa sempre, enquanto se queixa de perseguição, mas fica com os milhões. Filho da Puta que o seja, deixa-nos sempre os ossos. Podemos bem com caluniadores profissionais que falam do fumo e do fogo que todos inferem, implícito em cada falhanço e traição a Portugal, e são tantas. Não podemos é com Filhos da Puta nem com putos-puta como o Aspirinas, sempre do lado mais cona da retórica, extraída do cu com um fórceps especialmente concebido para o efeito. 

terça-feira, julho 03, 2012

O PUTEDO DAS ESQUERDAS

O Congresso das Alternativas é uma coisa que volta e não volta regressa para cheirar mal a partir do lado do espectro castrado nacional que se intitula de Esquerda. Sempre digladiantes e sempre rivais, devorando-se pelas décadas, aparecem agora, velhos e catarrentos, organizadores e primeiros aderentes do Congresso das Alternativas. Comecemos pela coisa inefável chamada Soares. Politicamente, Soares é um nojo. Um nojo ao nível do desgaste e da dissolução de Cavaco, coisa inexorável. Um Nojo porque não avalia os desastres incomensuráveis que a sua prole causou ao País. Um Nojo porque hemiplégico da Razão. Mesmo o PCP, espécie de Partido Comunista Católico Nacional, ameaça aderir a esse folclore pífio. Isto, resumidamente, é mais um passe cínico de contorcionismo: imagine-se João Galamba, Isabel Moreira, o bosta total valupi, arvorando-se todos de Esquerda, criados, como Eva, a partir da costela do Filho da Puta dos Furtos, e já podemos crer ter avistado um porco a fazer parapente. O único perigo será levar a sério gente que já mostrou de que lado perigoso-guloso quer estar. Ser de Esquerda, para estes merdas, é uma espécie de gripe nostálgica quando se confrontam com a impossibilidade de ser Poder para sugar e sugar Portugal. Beatos do caralho!

sexta-feira, junho 29, 2012

TANTA MERDA E TANTO SAQUE

Lição de mariquices politiqueiras, defesa do gangue, 
e ventriloquismo servil.
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Se houvesse Justiça, o clepto Ricardo Rodrigues dos gravadores de São Bento não seria o primeiro a apanhar na armação galhosa. Se existisse Justiça em Portugal, comeriam também, e pela medida grande, quer Vítor Constâncio quer Teixeira dos Santos, juntando-se a Oliveira e Costa e Dias Loureiro, indecentemente apadrinhados por Cavaco. Guterres também tem culpas e deve explicações às gerações de vítimas sob anos de desgovernança PS. Mas quem não escaparia a um mínimo de Justiça, por mais que abrisse o horroroso esgar, seria Paulo-Cara-de-Cu Campos com os 700 milhões das PPP negociados nas costas do TC. Nem a prevaricadora Lurdes-Foda-se Rodrigues: não se admite a festa dos 500 milhões em obras e sobretudo a megatonelagem de más práticas na Parque Chular, enquanto oprimia, humilhava e menoscabava professores. Chegados aqui, porém, quem urge dê com os ossos nos tribunais é sobretudo o Filho da Puta, supra-sumo do crime sob a capa protectora e imunitária da política, sumo mentiroso, supremo manipulador e charlatão, alguém que controlou a Opinião Pública graças a opiniões avençadas de amigos e graças a muito broche dos valupis que ainda hoje sintomaticamente escondem os cornos da Luz: qualquer leitor de jornais sabe dos 300 milhões, ou mais, muito mais, devidamente colocados em offshores de primos, tios e amigos, fora o que tenha recebido nos envelopes castanhos dos ingleses. Mas a socialistas nunca acontece tribunal e cadeia. Mesmo o caso de Clepto Rodrigues é migalha num oceano de rodriguinhos justiciários e justiciárias negaças. Mesmo hoje os outrora ferozes pretorianos do Filho da Puta, de tanta merda e tanto saque, Santos Silva, Pedro Silva Pereira ou Vieira da Silva, aparecem mansos, humanos e compungidos com o que vamos sofrendo às mãos insaciáveis do Governo Passos. Cínicos do caralho! Não é por acaso que o DIAP de Lisboa parece investigar as despesas colossais feitas pelos Governos do Filho da Puta, após queixa da Associação Sindical dos Juízes Portugueses, nem é por acaso que Carlos Barbosa, em nome do ACP, entregou uma participação criminal contra Mário Lino e António Mendonça. É um pequeno sinal de que a omertà, o favorecimento e a amizade mafiosa socialistas ainda têm quem lhes resista e diga «não!». Acontece que o Ministério Público não costuma despachar as investigações porque o conceito de máxima celeridade não existe nem se aplica no que toca a socialistas indiciados ou indiciáveis. Portanto, continuemos sentados a causticar-lhes as nádegas, esfuracando-as com opinião e denúncia.

segunda-feira, junho 18, 2012

DÁ DESCANSO À UBÍQUA FELAÇÃO, VAL

Esta criatura vil e miserável, cuja identidade ainda se desconhece, prostra-se todos os dias diante do seu chulo, pronunciando o respectivo nome em vão, a propósito de tudo e de coisa nenhuma. Em vão, porque ninguém quer saber, embora muitos pagassem para ver sob um chicote grosso culpadas nádegas, finalmente a sangrar por terem escorchado os portugueses. Em vão, porque nada mais repelente que tamanha serventia que passa basicamente por declarar que um pano branco é preto e um quadrado é qualquer coisa de rotundo. Talvez Silva Carvalho saiba quem caralho doido varrido é Valupi, um sportinguista assolapado, o que nem é defeito, mas que não dá descanso ao cu servil. Carvalho, que era unha com carne com quem o nomeou para debochar o SIED, poderia começar por explicar-nos como se pode ser tão puta, tão desprovido de pudor ou quanto lhe pagam para sê-lo.

segunda-feira, junho 04, 2012

ELOGIO A UM FRISO DE PUTAS

É preciso ser um subanimal com particular requinte na capacidade contorcionista para rabiscar o post a seguir citado em censura crápula ao corajoso deputado comunista Manuel Tiago. É preciso ser um subanimal para fazê-lo logo num registo auto-satírico para a posteridade. Val-de-Broches, o grande filho da puta anónimo em toda a forma e feitio de desonestidade, só pode e só sabe ser ele-mesmo um vate de putas corruptas [com perdão dessas mulheres infinitamente mais sérias], cujos esqueletos asquerosos estão sempre postos em sossego ou frequentando virginalmente a sociedade ou impronunciados e impronunciáveis: «A audição de Maria de Lurdes Rodrigues deu a ver uma cidadã apaixonada pela educação, falando de cor, entusiasmada, sobre os projectos que se conseguiram fazer e de como foi possível fazê-los. No ímpeto da sua entrega aos deputados que a tinham convocado, e para responder a uma provocação primária dos primários, largou a tal expressão que fez a felicidade dos decadentes: “Parque Escolar foi uma festa”. A festa da recuperação do que estava degradado e do acrescento de qualidade ao que está a educar o nosso futuro. Algo que faz rir à gargalhada a actual direita – e como tal espasmo se compreende imediata e completamente.» Val-de-Broches

domingo, maio 27, 2012

O ANAFADO E FUTRIQUEIRO VAL-DE-MERDA

O futriqueiro Val-de-Merda futrica à força toda. Cabrão intelectual e prostituta excelentíssima do Partido Socratesiano, o futriqueiro Val-de-Broches, engordado a pão-de-ló socialista, defende sempre, absoluto sabujo, o monte de esterco ambulante chamado apropriadamente pelo senso comum Filho da Puta em Paris, defende as suas rendas, defende os seus ganhos, defende os seus furtos, defende os seus desvios ilegítimos, talvez legais, sem dúvida secretos, defende as suas comissões recheadas à pala de barragens, estudos de impacto, estudos de estudos, PPP ruinosas, quase-TGV, quase-aeroportos, defende-o a propósito de tudo, de nada, de brioches, inaugurações, apóstrofes, pentelhos, affaires e fait divers. Relvas afinal é reles e demora-se no cargo. Lá está o futriqueiro filho da puta pequeno Val-de-Ânus a ser futriqueiro e a defender o Filho da Puta Grande em Paris. Parece anónimo, mas talvez não possa esconder indefinidamente as carnes passionais e macilentas que o revestem por baixo. É certamente lixo anafado. Lixo teórico com brilhantina do lixo na política, na cegueira própria que aponta a cegueira alheia, do roubo próprio que se queixa do roubo alheio, da imoralidade própria que aponta a imoralidade alheia. E fala de ética, e fala de decência, o pequeno gordo filho da puta Val-de-Putedo. Pelo menos não desconhece as palavras, enquanto manda às malvas os conceitos. Não é muito diferente de um ladrão reles de Bancos. Rouba as possibilidades de haver Verdade e de a verdade ser verdadeira, de haver Rectidão e a rectidão ser recta, de haver sim, sim, não, não. Verme ultra-faccioso para o qual só a casta conta e só o interesse próprio interessa, para quando uma prisão para si, para o Filho da Puta Ladrão em Paris e todos os filhos da puta que roubaram e embolsaram e traíram e nos comeram em ponto grande?! Bastava uma prisão preventiva, uma pulseira electrónica vexatória e a nossa vergonha suavizar-se-ia um pouco, heróicos portugueses encornados! Mostra a cara, Futriqueiro covardolas, monte de banha, saco de estrume, balde de detritos, Val-of-Shit! 

terça-feira, maio 22, 2012

ASFIXIAS E BOIS INFINITOS

Asfixia dos milhões abichados em comissões políticas a apunhalar Portugal, ó Infinito Boi. Essa memória de barata não retém as ameaças e pressões infinitas do inexcedível filho da puta parisiense, pressões sobre jornalistas no sentido de tentar condicionar a informação, telefonemas ao Expresso, ao Público de José Manuel Fernandes; perseguição cretina e contumaz a António Balbino Caldeira; pressões através do telefone para alterar a linha editorial da TVI, alterando também a jornalista Manuela Moura Guedes e o marido para a Ongoing; pressões para a não publicação da matéria relativa à Licenciatura Nula; pressões sobre o rei de Espanha por causa da Prisa; pressões de António Costa, no dia da prisão do deputado Paulo Pedroso; pressões de Jorge Coelho no seu tempo de ministro; sonegação de dados e pressões sobre o Tribunal de Contas a propósito das PPP, putices infinitas do filho da puta parisiense. Comparado com isto, Relvas é um ingénuo menino de coro.

domingo, maio 20, 2012

RELVAS RENDE FESTIM RELES A JAVARDOS

Toda a minha preocupação no Affaire Relvas está para além do meu apreço ou não apreço pessoal pelo respectivo. Não suporto é a peçonha risonha deste javardo. Não se trata de argumentos e da batalha por quem tenha ou não razão. Trata-se do triunfo insuportável, milimétrico que seja, de um ladrão, no seu papel de mero necrófago político, responsável que é por, na sombra, defender o maior roubo a céu aberto que se viu em Portugal à pala da Política. Pouco me importa o que o Conselho de Redacção e a Direcção Editorial do Público digam, desdigam ou redigam, degradando ou reabilitando Miguel Relvas. Importa-me Portugal e os equilíbrios precários que teremos de manter para sair do buraco cavado pelo enorme filho da puta parisiense na sua voraz malevolência e persistente impunidade. O pseudo-engenheiro filho da puta parisiense envergonha o País por todo o sempre e por isso não merecíamos qualquer coisa, qualquer laivo nos actores presentes, que no-lo recordasse no modo reles de actuar: seria trágico, no actual estado da arte, que Relvas não passasse de qualquer coisa de muito similar ao que se deve execrar nos últimos Governos Javardos do socialismo-merda. Que os mais baixos javardos festejem o putativo rolar da sua cabeça já é irónico que chegue.

quinta-feira, abril 12, 2012

FILHODAPUTALOGIA SOCRATESIANA APLICADA

O cabrão brochista anónimo e assessor socratesiano típico está fartinho de disfarçar e atenuar o facto cristalino de Sócrates ter gamado em comissões, directa ou indirectamente, centenas de milhões de euros ao Estado, parte dos quais foram colocados em offshores em nome de familiares seus: vem no Correio da Manhã, tipifica o modo de contornar todas as eventualidades próprio dos variadíssimos corruptos impunes, imunes, intocáveis, protegidos, que temos por aí. O cabrão brochista anónimo e assessor socratesiano típico disfarça retoricamente o mais que possa que Sócrates se rodeou de escroques e meliantes pelo menos nas onerosas assessorias como a do cabrão brochista anónimo e assessor socratesiano típico «Luís, estou bem assim ou assim?» para vender chouriços de patranha e optimismos fode-contribuinte, pelas TV, homilias rascas pela TV, sermões gesticulatórios de encher pelas TV, e assinar contratos comissionistas com empresas amigas, bancos amigos, contratos esses que lesaram o País em milhares de milhões de euros e destruíram o desafogo fiscal das próximas gerações. Finalmente, o cabrão brochista anónimo e assessor socratesiano típico odeia a coragem do Correio da Manhã, onde se vem demonstrando cristalinamente que Sócrates abusou do Poder, controlou com desmesura os media, manipulou com despudor as massas, transformou e avacalhou a governação em circo de impossíveis numa tourné permanente, fazendo de cada causa pseudofracturante o mesmo pão circense que servisse de biombo a tudo o resto malicioso, nomeadamente à dívida pública feérica, nunca nomeada, nos seus esgares de cretino, nunca aludida, nas suas poses de louco. Graças à corrupção moral e venalidade crassa dos nulos actores na cúpula do Poder Judicial, Sócrates nem vai a tribunal nem talvez vá, o que nos resume. O cabrão brochista anónimo e assessor socratesiano típico só pode ganhar dinheiro por escrever todos os dias acerca da divindade imaculada de José Sócrates, que soube federar na mesma ou pior língua de pau e língua de palmo, nas mesmas ou piores teimosias asininas e agressividades bestiárias, Maria de Lurdes Rodrigues e, um pouco menos, Isabel Alçada, que pudemos ver a defender a Festa Fútil da Despesa em discurso ridículo e insano na comissão de inquérito, levando os deputados e o País às lágrimas de tanto rir. A filhadaputologia socratesiana está a deixar escapar material precioso para o estudo do cabrão brochista anónimo e assessor socratesiano típico, um dos espécimens mais puros em todo o reino animal capaz de fellationes e prostituições intelectuais de semelhante calibre.

domingo, abril 08, 2012

PAGO PARA SER NOJO E METER NOJO

Na grande saga de provar a grandeza do monstro, Valupiças não se detém, afinal, está provado que uma língua de pau só funciona com pagamentos em géneros ou em euros e tudo indica que sob uma espessa desonestidade intelectual, perante os maiores consensos históricos, factuais, Valupi se prostitua todos os dias, escrevendo loas ao desprezível e danoso Primadonna porque devidamente atafulhado com os euros parisienses, ele e os fantoches que acolhe e acoberta. Conclui o espécimen que o PS viria a replicar «os estratagemas usados contra o seu anterior líder. [...] na eleição de Seguro, uma infeliz figura basto treinada na técnica do silêncio venenoso contra Sócrates, levou o PS para um radical corte de relações com o seu imediato e mui relevante e meritório passado.» Pecado dos pecados, que um novo líder deseje afastar-se de um anterior que foi sujo, um mau carácter, absoltuista, teimoso, ruinoso, egolátrico, auto-obcecado, um desastre político-humano a roçar o psicótico, forcejando com os Valupi que lhe restem aplanar um caminho que o faça em breve presidenciável, ele que deveria estar preso não fossem Noronha e Pinto Monteiro farinha do mesmo monturo. Sujo. Aliás, a conspiração parisiense contra o PS de Seguro é tão ou mais virulenta quanto a conspiração parisiense contra o Governo Passos, Passos e Seguro que nada têm a ver com a monstruosidade dos danos infligidos ao País pelo mostrengo primeiro-ministro anterior. Aliás, se houve ainda um eleitorado que votou socialista, votou enganado nos restos de veneno conspurcante que viviam da artificialidade trafulha da imagem pela imagem. Os problemas actuais de Seguro têm tudo a ver com o combate que lhe é movido a partir de Paris ou não fosse a voz-puta de Valupi voz interposta do filho da respectiva-Sócrates. Escreve ele de Seguro o que Mafona nunca disse do toucinho, todo um processo de intenções que Isabel Moreira terá materializado no Parlamento com a sua 'independência' conspirativa: «Este [Seguro] é o homem que se andou a passear ao lado de Relvas antes das eleições, ouvindo dessa boca suja as maiores ofensas contra o secretário-geral do PS e de quem o acompanhava. Este é o homem que foi capaz de fazer da diatribe do Vasco Graça Moura contra uns correctores ortográficos em meia dúzia de computadores ali para os lados dos Jerónimos o tópico principal de um debate na Assembleia da República com o Primeiro-Ministro, mas que teve o desplante de guardar para o fim da sua intervenção algumas perguntas acerca das Novas Oportunidades, dizendo a Passos para lhes responder caso lhe sobrasse um tempinho aquando das suas respostas aos outros intervenientes seguintes. Este é o homem que não se dignou defender a Parque Escolar contra uma infame calúnia, ficando a ver o BE a fazê-lo e nem sequer apoiando as explicações de Maria de Lurdes Rodrigues. Este é o homem que queria o fel nojento de Carrilho a iluminar o seu frankensteiniano Laboratório de Ideias. Em suma, também Seguro pretende ostracizar Sócrates e qualquer uma das suas memórias, não gastando uma caloria a explicar porquê e criando uma situação aberrante na política nacional.» Enfim, lê-se Val-de-broches e ganha-se admiração ao TóZé. Só uma língua de merda paga para verter toda a merda de que se sinta capaz laborará na ilusão promocional da Merda, que ainda é o defunto político Sócrates. Impossível a tal passento mordomo perceber que não há nada a fazer para resgatar para ribalta uma Porcaria, a quem, para nosso mal, aconteceu ser primeiro-ministro como poderia ter acontecido ser CEO do bordel da esquina. E Valupiças ainda invectiva o Partido Socialista e assinala que «o que está a acontecer ao PS entrou na fase de escândalo lesa-dignidade da instituição.», como se o que está a acontecer ao PS não fosse antes de mais a mais completa, inaudita e deslavada perversão do que Sócrates está a fazer à liderança do PS com todas as armas do dinheiro-de-avença que acumulou no seu comissionismo recordista. Não esqueçamos que, para Valupi, Sócrates é um deus ao qual miseravelmente o País não quis submeter-se [embora haja esperança*] nem esta liderança do PS pelo que «A importância simbólica de Sócrates, apesar da proximidade da sua actividade política e do eventual futuro nessas lides que ainda acalente*, já mais do que justifica a sua entrada na academia como matéria de investigação.» Um ex-político que deveria estar preso como alias por muitíssimo menos Vale e Azevedo e Isaltino e Dias Loureiro, é para o Valupiroso, um tema suculento para a Ciência Política, e não para a História da Impunidade em Portugal no pós-25 de Abril; é digno de estudo da Sociologia e não de figurar numa prisão como um reles delituoso comum apenas incomum na magnitude dos danos e ilícitos praticados contra o Estado e os contribuintes portugueses; é digno de estudo na Comunicação Social, História Contemporânea e Antropologia, e não mera anotação a vermelho em rodapé pela esterqueira moral e a perversão grosseira das suas funções larga e criminosamente exorbitadas contra Portugal e os interesses dos portugueses, do aborto contraceptivo à vergolha do AO90. Valupitosga, que é e se mantém anónimo e não passa de uma merda paga por Sócrates para falar aos merdas que ainda suspiram pelo regresso desse messias da merda à actividade política mais merdificadora de tudo da nossa História colectiva, chama-lhe «figura», com «dimensões para análise e reflexão que nenhum outro político do regime democrático oferece.» É o que eu penso e pensam muitos juízes e investigadores do Ministério Público: o impacto sísmico do abuso do poder por parte da «figura» – escudada em parte fundamental pelo biombo justificativo de mais dívida e mais roubo das maiores crises da economia internacional dos últimos 70 anos e a maior crise da Zona Euro e sua moeda – suscita-nos várias conclusões e inúmeras interrogações regimentais: até quando consentiremos que abusem da nossa paciência reles filhos da puta, advogados do diabo, justificadores dos crimes mais vis, ladrões de Estados menores, sem suficiente escrutínio ou massa crítica, como o Português?! Como é possível que não frequentem pelo menos os tribunais?! Noronha rima com Vergonha. Monteiro com Azeiteiro.

quarta-feira, abril 04, 2012

O GRANDE PROBLEMA DO PROXENETISMO POLÍTICO

Há uma razão por que se não deve tirar os olhinhos da braguilha retórica e delituosa do Val-de-Bosta, onde a Mentira pontifica como um vício de boca que violenta a verdade e o recto pensar: é que não basta derrotar o socratismo pela simples Razão ou pela graça divina de um confronto eleitoral minamente decente e credível. É preciso esmagá-lo nos focos infectos de doutrinação, pelo menos tal como a pratica a putéfia Aspirina B, aqui e ali puxando à lágrima em autovitimação de última hora ou perpetrando sonsos bloqueios, como os tem perpetrado a probóscide valupiana Isabel Moreira. Ninguém como ela poderia ser mais socratesiana sendo tão valupiana. Reparemos em quem é que o Val-de-Broches traz à colação para dar lustro ao membro, quem sai a terreno para declarar honorável a Desonra e leal a Deslealdade? Figuras estimáveis à venalidade socratista e, só se for na fachada, politicamente neutras, «como Pedro Mexia, ou até politicamente louváveis, como Pedro Marques Lopes». O que é que há de politicamente louvável no convencional Pedro Marques Lopes, um ressentido do passismo, superficial, insalubre e insuportavelmente correcto, por exemplo, no Eixo do Mal? Todo o labor de verve valupiano insiste em que a demonstração de indevida impunidade e inadmissíveis abusos de poder, provados e comprovados nas duas últimas legislaturas, são um «assassinato de carácter» e que a ferocidade no combate a essa impunidade e a esse abuso se devem à «inveja e [...] alucinado ressentimento daqueles que não suportavam a superioridade carismática de um socialista sem medo de governar. Muitos políticos, muitos empresários, muitos magistrados, muitos jornalistas, muitos publicistas e tudo o que era gente séria saíram a correr para a rua de archotes e paus na mão.» Enfim, não se poderia contestar fundadamente nem as políticas ruinosas e devastadoras do sr. Sócrates nem o modus operandi execrável do sr. Sócrates, como se um País que se percebe roubado não pudesse defender-se dos malévolos e incompetentes que o danavam. E não pudessem fazê-lo sem passarem por invejosos e ressentidos. Temos em Portugal um grande problema de proxenetismo político. Não é preciso explicar quem é aqui o proxeneta e quem dá o corpo discursivo-de-pau ao manifesto.

segunda-feira, abril 02, 2012

IMUNDÍCIE PLURICÓRNIA

Esta besta continua apostada em elevar aos altares o seu Ladrão completamente fulminado de casos, de podres, de um rasto devastador e malcheirento. Chama «conspiração para escutar um primeiro-ministro» àquilo a que toda a gente chama detecção de um criminoso em flagrante abuso, conspirando para perpetrar actos ilícitos, manobras criminosas, contra o Estado de Direito, exorbitando directamente os seus deveres. O que Noronha diz vale zero e é dito por um Zero. A Justiça foi politizada, portanto, serve todos os desígnios, menos o da própria Justiça e menos ainda o da verdade inconveniente do praticam essas bestas que a besta valupiana prostrada defende. Essa besta, que habitualmente me chama maluco, está louca. Maniqueu político, vagina da opinião facciosa e malfeitora, não vê oligarquia na roubalheira política socratesiana porque fez parte dela. Só vê roubalheira, que a houve e grossa, no BPN: para essa besta, um Crime compensa o outro Crime, na grande competição PS/PSD em praticar o interminável roubo de igreja a Portugal. Essa besta corporiza a legião de pulhas e cínicos que domina o comentário oficial correcto e os partidos cúmplices numa operação relha e velha na pseudodemocracia portuguesa: roubar, endividar, lesar Portugal, esmagar os contribuintes portugueses e ficar a rir, tecendo grandes peças de retórica cretina a apontar para os outros. A politização da Justiça e a judicialização da política funcionavam só na direcção que interessava à clique da Mentira, hoje aflita em Paris e fantasmagoricamente pairando nalgumas salas de tribunal. Como é que essa besta chama "vítima" a Sócrates e ainda não sabe que está louca?!

sexta-feira, março 30, 2012

DA REESCRITA PROSTITUÍDA DO PASSADO

Tem sido divertido tentar retirar da cova de distorções e insultos a serpente anónima Valupi que lá se acua com as suas plúrimas vozes endemoninhadas, não fosse aquele antro um lugar de reverberação abjecta e ventriloquia de mentiras que disfarçam crimes. Para contornar toda a nojeira conspirativa perpetrada por um chefe de Governo contra a liberdade editorial de uma estação televisiva independente, a TVI, logo, contra o Estado de Direito, Valupi resolve que as escutas a partir de Aveiro, no seu rastreio fortuito e indirecto, é que foram um «atentado contra o Estado de direito». Para quem se fartou de conspirar contra tudo e contra todos, a fim de conservar o Poder e a posição de poder para negócios ruinosos contra Portugal, tudo nos demais não passa de conspiração contra si e por isso, segundo o intelecto prostituído do Valupi, o flagrante aveirense à corrupção massiva praticada pelo socratismo não tinha como objectivo proteger Portugal de abusos de poder, proteger-nos dos excessos no exercício de funções públicas e de crimes hediondos com o dinheiro de todos, mas o simplório objectivo de as revelações desse putrescente consulado caírem «em cima do período eleitoral de 2009». Compreende-se que VaLupanar não mostre o nome, não se exponha: pode ser intelectualmente obsceno à vontade, tratando abaixo de canídeo tudo o que não seja Sócrates. Ninguém como o Val-de-Verdete para espancar até a velha e obesa pátina do Partido Socialista e dar de barato que, se não tivesse sido Sócrates a liderar-sufocar Portugal, teria sido António Vitorino: «o partido confrontou-se com o candidato da esquerda bacoca, Alegre, o candidato da esquerda dinástica, João Soares, e o candidato do futuro da esquerda, o enérgico Sócrates.» O enérgico Sócrates, escreve ele. Sim, enérgico nas diligências que desbloquearam a reserva dos flamingos, nisso soube ser enérgico e em oportunismos equivalentes. Enérgico a aviltar gente. Se o partido não teve qualquer dificuldade na escolha entre os três estarolas, agora bem pode arrepender-se amargamente do quinhão desastroso de que a história rezará. Escreve Valupi que «o novo secretário-geral cercou-se da melhor inteligência à disposição nas hostes, de que o paradigmático exemplo é o de Augusto Santos Silva, apoiante de Alegre, o qual viria a integrar o núcleo mais íntimo de decisão estratégica e daria o corpo às balas na defesa do Governo, do PS e de Sócrates.» Eis o que é sinistro: chamar inteligência à língua de pau e fazer integrar no grupo dos supostos inteligentes ASS, um mero robot debitador de rugosidades e crispações estéreis. Depois há uma parte cómica do longo excurso delirante da Geixa Valupi: considerar traumático para os demais os debates com Sócrates. Valupi acha que havia no Primadonna um «gosto sanguinário pelo debate». Mas como chamar sequer “debate” a qualquer interacção verbal com esse espécimen? Um debate tradicional e civilizado com Sócrates era uma tarefa impossível tal como seria impensável e impossível com qualquer desequilibrado, chantagista e histérico ou concebível com uma personagem execranda, estou a pensar, por exemplo, em Cunhal: qualquer histérico, mesmo num Parlamento, aparenta ganhar debates e ilude superiorizar-se aos demais apenas por uma questão de tom de voz no teatro insolente da violência verbal gratuita. Não era uma questão de autoritarismo somente, mas de loucura autoritária, de possessão obsessiva pelo controlo das multidões, através dos media, como se de uma consola pavloviana tipo playstation se tratasse. Odiar a pantomina estéril, excluidora, rebaixatória, e artificial que o sociopata Primadonna e os seus corporizavam, foi uma consequência natural a que ninguém resistiu, nem Belmiro de Azevedo, nem Alexandre Soares dos Santos, nem Francisco Louçã nem Jerónimo de Sousa, quase ninguém pôde suportar uma nódoa sem humanismo ou sentido do Interesse Colectivo no exercício desonesto e facínora do Poder. Se toda a gente, toda!, atacava e ainda ataca tal espécimen, não se pode considerar sequer a hipótese de toda a gente estar errada ao mesmo tempo. O erro era a pessoa errada a quem Valupi submete o Céu e a Terra. Se, nas palavras passionais e gueixas desse alucinado, o indivíduo político execrável Primadonna vê-se crivado de «difamações e calúnias» a ironia é que, para cada suposta difamação e para cada suposta calúnia, há a chatice da correspondência, a chatice de tudo bater certo. A partir daqui, todo o argumentário falacioso em que recalcitre é do domínio da mais negra e fantasiosa fantasia. Para tal doença não há antídoto.

quarta-feira, março 28, 2012

VALUPI, BICHAROCO GRUNHO PASSIONAL

Não se pense que não dou razão a Valupi quando assevera que o seu insano Sócrates não é uma figura banal na sua idiossincrasia. Gastei parte das minhas energias de blogger civicamente comprometido com a res publica a escrever precisamente sobre esse fenómeno de megalogro, colossal manipulação, gigantesca pefídia, não porque Sócrates fosse um burlão banal, mas porque significou a mais gigantesca golpada de sempre no Estado Português. Paradoxalmente, e isto faz pensar, nem mesmo uma distorção e uma batota de proporções bíblicas no seio da Governação para nos levar a acordar cedo, a tempo de evitar a derrocada. Se alguma coisa aconteceu lentamente, uma espécie de onda de lucidez na Opinião Pública e uma reacção gradual à medida [PSP, BE, CDS-PP, PSD, cidadãos], foi à força de muito post indignado e muita análise de comportamentos e palavras reveladores. Mas o que é a todos os títulos admirável é o quão longe Valupi, robot insuflável de boca arreganhada ao serviço da Mentira, leva os seus argumentos delirantes. Também não se conhece em Portugal prostituição intelectual e moral levada tão ao extremo épico na reconstrução narrativa da magnificência minorca do seu amante. Escreve ele que «os seus [de Sócrates] declarados inimigos [...] não o largam sugerindo algo mais do que oportunismo táctico, dada a intensidade das paixões expressas: tudo indica estarmos perante uma resposta do foro traumático.» Tem razão. A capacidade de adoecer gente, o prazer insistente de violentar sensibilidades e agir à contra-mão das palavras mexe com gente, mexeu connosco. Nos últimos seis anos, o que se viu foi o socratismo nihilista, cujas ideias eram o que viesse à rede e cujo programa foi o que soasse melhor. A partir de 2005, o que se fez foi isto: hostilizar gratuita e esterilmente sectores e grupos profissionais e, nas costas de toda a gente, entretecer fortes vínculos de cumplicidade entre empresas amigas do Partido Socialista-Estado-PS, cumpliciar toda a espécie de negócios ruinosos cuja autópsia só agora se vai fazendo. A isto, que não passava de manobras de diversão, chamou-se «bom senso» e «reformismo» mas sem o consurso dos reformandos como o extermínio de judeus também não plebiscitou o seu consentimento. Diante disto, vêm estes merdas socratesianos ufanar-se de terem modernizado o País. Que modernização foi essa se passou por aviltar, dividir e espezinhar professores? Para Sócrates a questão não era resistir às pressões corporativas e oligárquicas, mas criar outras corporações e uma nova oligarquia absolutamente fiel e fechada em torno do seu mando pessoal. Até finais de 2007 os resultados foram unanimemente reconhecidos como enganadores do interesse nacional e era uma dor de alma assistir à transigência e debilidade do PSD que não soube pôr cobro a isto com a sucessão de líderes que desfilaram. O buzz mentiroso estava tão intrincado, constringia tão anacondamente que quaisquer vozes em oposição da Grande Patranha não penetravam o grosso da Opinião Envenenada Pública. Daí a derrota eleitoral em 2009 do PSD e a vitória de Pirro do PS. A malícia triunfava mais uma vez. Nem a crise, nem a verdade emergente acerca do mau carácter político e suspeitosa índole humana de José Sócrates que a TVI ousou evidenciar, bastavam para esclarecer o perigo em que Portugal fora colocado. Os casos BCP e BPN transformaram-se em armas de manipulação política nas mãos socratesianas para contrabalançar o que algumas escutas confirmavam: ampla rasura dos fundamentos de um Estado de Direito: um primeiro-ministro playboy capaz de conspirar contra a liberdade de informação e em permanente desrespeito desdenhoso pelas demais instituições do Estado, especialmente a Presidência da República. Valupi pode saltar e dançar, nunca acabará de dourar suficientemente a pílula do MegaFacínora que, no perigeu da SemiDemocracia portuguesa, abocanhou o Poder como coisa sua e se arvorou em semideus ensandecido daquela.