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sábado, julho 13, 2013

MEIO CHEIO É MELHOR QUE NADA

«A produção industrial em Portugal foi a que, em termos europeus, mais aumentou em Maio, quando comparado com Abril, registando um acréscimo de 6,1%. Em termos homólogos, registou a terceira maior subida – 4,5% - na União Europeia que, no seu conjunto, recuou 1,6%, anunciou nesta sexta-feira o Eurostat.» Público

sábado, março 23, 2013

PRONTOS PARA UM MAL MENOR?

«Os povos da Europa estão hoje sujeitos a um processo de violência objectiva, fria, calculada, impessoal e anónima, conduzida por carrascos que não olham as vítimas nos olhos e contra os quais nada podem os usuais mecanismos de deliberação democrática. Sair do euro implica seguramente terríveis riscos, mas poderá chegar um tempo em que os encararemos como um mal menor. Para já, precisamos urgentemente de abandonar a ilusão de que, mais mês menos mês, despertaremos deste pesadelo.» João Pinto e Castro

quinta-feira, novembro 29, 2012

SEREMOS OU NÃO SEREMOS A GRÉCIA?

«As medidas pré-aprovadas esta semana incluem reduções de juros nos empréstimos concedidos pela ‘troika' à Grécia, incluem também o alargamento dos prazos de reembolso, e consta que também permitirão canalizar algumas mais valias, realizadas pelo Banco Central Europeu sobre a dívida pública grega no programa de recompra de obrigações, em benefício do tesouro grego. Ou seja, de uma só penada, a Grécia renegoceia as condições do seu empréstimo e recebe uma transferência (permanente) dos seus parceiros europeus. O problema é que não chega. O Estado grego, que só agora parece ter chegado a uma balança primária (antes de juros) equilibrada, continua por reformar. E o défice externo segue imparável, indicando que a dependência externa (económica e financeira) continua a ser um dos traços marcantes da economia grega. Está visto que a Grécia vai necessitar de um terceiro programa de resgate, e que tão cedo não regressará aos mercados para emissões de longo prazo. A austeridade será prolongada, sem esperança à vista. E, portanto, voltando ao polícia bom e ao polícia mau, creio que o objectivo dos credores não é mais do que manter os gregos em lume brando, até que um dia estes fervam e tomem a decisão que ninguém quer tomar por eles: a saída do euro.» Ricardo Arroja

sexta-feira, novembro 16, 2012

A INEXORÁVEL RECESSÃO DA ZONA EURO

«A zona euro está em recessão oficial, com a contribuição da sua outrora quarta economia, a Espanha, da terceira, a Itália, e daquele país atavicamente contra os preguiçosos do Sul chamado Holanda. No primeiro trimestre de 2013, a exemplar Alemanha e a velha França deverão juntar-se à depressão geral.» Ana Sá Lopes

sábado, novembro 03, 2012

UM CAMINHO ESTREITO, SINUOSO E LONGO

Perante a realidade, os estertores anti-Troyka de Soares
são histerismos antropopitéticos. 
«Sim, o caminho está cada vez mais estreito. Mas não pagar a dívida, reestruturar ou reescalonar, significará sempre muito mais austeridade para os portugueses e reduções muito mais significativas do rendimento do que as vividas agora. O caso da Grécia, este ano na Zona Euro, ou da Argentina em 2001, revelam bem que não há reestruturações sem um brutal e descontrolado retrocesso no nível de vida dos cidadãos. São muitas as vozes que neste momento se elevam a dizer que a reestruturação da dívida é inevitável. Mas não é uma inevitabilidade, como o demonstram os cenários publicados na última avaliação do FMI. Ou seja, "não pagar" a dívida, nos seus mais diversos modelos, não é um destino que nos está traçado. Ainda podemos respeitar os compromissos com os credores que é a melhor das alternativas que temos.» Helena Garrido

quarta-feira, fevereiro 01, 2012

A SITUAÇÃO GERAL

«Portugal não tem um problema enquanto país, o programa de ajustamento está a ser cumprido e quando comparado com a Grécia, Portugal é um Estado. O problema é que o país está a ser profundamente prejudicado com a situação geral.» Diplomata Europeu sob anonimato

quinta-feira, dezembro 15, 2011

BEBEDEIRAS ARIANAS DE JENS WEIDMANN

O presidente do Bundesbank, membro do Conselho do BCE, apodou os países em dificuldades na Zona Euro de alcoólicos a quem aliviar o garrote corresponde a acreditar no pedido de um último trago por um ébrio incorrigível. É pena que, tendo dito tantas outras coisas bem mais saudáveisJens Weidmann tenha dito tal coisa muito nórdica e ainda mais ariana [não deixa de ser verdade, mas é somente um quarto da verdade toda], desdizendo Merkel nos sucessivos elogios recentes a Portugal por ser talvez o único País da ZE a caminhar sólida [esperemos que não suicidariamente] no sentido inverso dessas palavras.

segunda-feira, novembro 07, 2011

ITÁLIA E O CASTELO DE CARTAS EUROPEU

Não é que me agrade o tom milenarista, mas cheira demasiado a fim do mundo «com epicentro no Centro da Europa» e arredores. Para o desmoronamento do castelo de cartas e da grande justaposição suicidária e moraliera europeia, bastará só mais um peteleco.

terça-feira, março 22, 2011

INIMPUTABILIDADE CRASSA

Brilhante na ironia: «... o facto de na UE e no BCE terem tomado as propostas de Sócrates como compromissos em vez de como linhas gerais a negociar significa apenas que aquela gente da Europa é tolinha e nunca que Sócrates de facto se comprometeu com o que não tinha negociado.» Maria João Marques

ELES QUEREM NEGOCIAR?

Assis, Lacão, Silva Pereira e o resto da tribo de náufragos socratistas, depois de pauladas e cacetadas como as de ASS, surgem agora implorativos para que a Oposição "dialogue" e "negoceie". Mas afinal os responsáveis da zona euro deixaram bem claro que quaisquer ofertas de negociação das novas medidas de austeridade por parte dos socialistas-socratistas com a Oposição eram impossíveis. Disseram que o compromisso já foi assumido e por isso mesmo não há nem pode haver razões para alterar o programa que já foi apresentado por Portugal a Bruxelas. Não sei se, com isto, haverá ainda espaço para mais língua de pau, implorações de última hora, acenos do abismo, palavras derradeiras. Mesmo Soares, por exemplo, anda angustiado, faz um apelo, e enquanto alguns batem em Passos Coelho, cuspindo e escarrando a denúncia da "sofreguidão" alheia pelo Pote de Governar que esconde a própria, ele resolveu bater em Cavaco. Andam estes falsos cristos de Anás para Caifás sem que ninguém lhes possa valer, após seis anos de amadorismo, soberba e estupidez.

quinta-feira, agosto 14, 2008

ESCAPAR FEDENDO A DONINHA


Se houvesse uma pontinha de honestidade acrescida,
aquele ofensivo quarterback, Teixeira, Vieira, Pinto Ribeiro e Lacão,
de governamentais medianos com cara competente, funérea e medonha,
acrescentaria (ou estaria ali em nome de) pormenores mais profundos e mais sinceros
que explicam menos euforicamente a treta da subida homóloga do emprego sazonal
ou da descida homóloga do desemprego: os despejados-eliminados do sistema do IEFP
e da SS e fundamentalmente uma emigração maciça explicam esta evolução.
lkj
As exportações para a Líbia, para a Venezuela, para Angola e para a Rússia que nos salvem.
O optimismo de certos analistas com a mão na melhor parte do bolo da riqueza nacional
perante estes indicadores também não é para levar a sério e atribuir qualquer credibilidade.
O que os outros países perdem, é pouco. O que nunca ganhámos e nunca nos aproximou deles
é trágico, um falhanço nacional só compreensível dentro do corruptistão vigente.
ljlkj
cheira bem, cheira a robustez postiça, porque a nossa fragilidade continua de boa saúde
e filtrada. Silva Lopes é, como se sabe, um célebre humorista económico.
Quanto ao crescimento milagro-habilidoso de 0,4, meus caros,
brinquem à economia, brinquem, e aguardem pela verdade toda.
Nem investimento nem coisa nenhuma: impostos, basicamente impostos,
milagres, basicamente milagres,
à falta de uma definição estratégica de fundo
para a Economia Nacional no Longo Prazo,
Além do mais, de esta caixinha de surpresas é de se esperar o pior.
lkj
O INE é um amigalhaço e o Eurostat porreiraço
para o melhor Governo Português de sempre...
a improvisar venezuelas.