quinta-feira, dezembro 27, 2012

OURO NA AREIA

CREPÚSCULO NA MINHA PRAIA

ARTUR BURLA, MATA E FOGE

Como explicar que o cu mediático nacional cheire mal tal como o da política ou o da mais pura e lhana civilidade? Nada como ir atrás do Catolicismo para explicá-lo, segundo o camelo valupetas que blatera invariavelmente na direcção unívoca do amante. Pois, o Catolicismo explica quase tudo. Até explica a emanação burlesca e pícara mais recente, Artur Baptista da Silva. Explica o sucesso da sua prestidigitação mediática, explica que Nicolau Santos seja permeável a grandes berloques de economês, useiro e vezeiro em treta e spin, muito dado a este tipo de habilidosos, baste um cartãozinho ou uma técnica de discursar flamejante e assanhada como a Besta Quadrada que hoje passeia tranquilamente o respectivo Cagueiro de Ouro em Paris. O Nicolau é um comediante! Ora o Artur veio simplesmente amplificar a certeza de que é nosso, é português, fazer figura de urso e das duas maneiras, na activa e na passiva. Nicolau fez figura de urso na activa. Todos os demais na passiva. Não é assim tão consensual ver como nefastas as heranças culturais do Catolicismo de costas largas nos países do Sul da Europa sem querer ver as nefastas inoculações culturais da Maçonaria Política e do Republicanismo Fanático que se enquistou no Regime enquanto um todo: o amor ao chico-espertismo; a estratificação social entre os beneficiários de um BPN, de um Fax de Macau, das meganegociatas chorudas socialistas só prá’migos na governação, por um lado, e, por outro, a ralé, os outros, nós, a quem se dá um Magalhães para entreter ou se enfia um subsídio que mais adiante expirará por falta de verba. O Catolicismo, o Catolicismo… Nem imaginamos as Missas Negras do Socialismo de Casta a metade, oficiadas pelos Almeida Santos, pelos Soares e todos os mediocrizadores crassos da tão maltratada e escarrada Pátria Amada. Não vale a pena insistir no quanto o embarretado Nicolau Santos se embarretou com o onírico da ONU, um Fangio Homicida, diz-se, mas nunca será de mais insistir que não foi a primeira vez. O amor delambidolas a José Sócrates criou no enlaçado Nicolau uma espécie de pátina, uma incapacidade crassa para reconhecer um aldrabão, mesmo com todos os sinais, tiques e traques que o indiciam. Nem que chegue a Primeiro-Ministro, sustentado e apoiado por variadíssimos aldrabões a quem deu mil empregos e rios de dinheiro a ganhar e que hoje calam e calam fundo, deixando intocado e imune o agente-mor da nossa Bancarrota. A brincar que o digamos, Nicolau já poderia ser o maior especialista vivo em Portugal em burlões, impostores, vigaristas, intrujões e escroques. Mas reincide. Por que não um ano sabático, por que não suspender a teta parcial do Espesso e ir vender castanhas assadas ou laços fofos nas ruas de Paris?! Amigo não esquece Amigo.

quarta-feira, dezembro 26, 2012

ARTUR E O LUDÍBRIO, O ESTRAGO E O ESTRILHO

A prestação televisiva de Artur Baptista da Silva, alegado especialista da ONU, foi um sucesso. Eu vi e gostei. Fiquei todo baralhado por causa das certezas do Artur, inauditas até ao momento em que lhas ouvi. Ludibriar com a Mentira ou Ludibriar com Verdades Cortantes e até Urgentes mas impraticáveis, é ludibriar! Ponto. Agora que o Artur foi denunciado como impostor por vários órgãos de comunicação social, faz o que todos os impostores portugueses têm feito, especialmente o Animal que se acoitou em Paris: queixa-se de ser vítima de um «julgamento sumário», com pena aplicada de «linchamento de carácter». Na sua orfandade, as putas de Sócrates, nos blogues e nalguma Opinião-Câncio, têm passado meses a falar do asco geral e unânime que aquela figura gerou na Opinião Pública precisamente como «assassinato de carácter». Portanto, a cassete é quase a mesma. Não há País que sobreviva a jornalistas e a jornais à cata de especialistas convenientes às suas teses contra-poder porque sim: desta vez foi Artur Baptista e Silva, pago para debitar com o megafone do Expresso e da SIC Notícias, a enganar-nos. Mas não o fez igualmente com estilo, estrago e estrilho essa magnífica geração Vara-Sócrates?! Não os ajudaram e credibilizaram igualmente esses media?!

CGD, O ANTRO

A miséria criminal das gestões políticas na CGD nos últimos quinze anos não constitui surpresa nenhuma, agora que António Nogueira Leite deixa a administração da Caixa Geral de Depósitos agastado com uma cultura laxista no Banco, onde os pactos de silêncio são quem mais ordena. Foi revelado que a gestão liderada por José Matos pactua-se com o statu quo e nada se faz perante denúncias de existência de ilícitos criminais praticados na década passada por directores em funções na instituição. Faria de Oliveira, presidente não executivo da CGD, deverá fazer muito mais e Jorge Mota deverá prestar todos os esclarecimentos acerca das nada surpreendentes propaladas ilegalidades, como a ocorrência de roubos, a falta de rigor na aquisição de material de equipamento e segurança praticados por quadros do grupo ainda em funções. Nada como entrevistar Garcia Pereira para que fale acerca da carta com quarenta e quatro páginas subscrita por si, enviada a 18 e 19 deste mês a várias entidades e que menciona, entre outras coisas, «a "ocultação" durante 15 anos de um inquérito interno com "fortes indícios" de crimes de coacção, cópias de material não patenteado e corrupção envolvendo quadros de topo do grupo estatal, documento que Garcia Pereira diz ter sido ignorado, em 2006, por Francisco Bandeira, então vice-presidente, quando aplicou castigos a trabalhadores que denunciaram as alegadas irregularidades. Garcia Pereira representa Jorge Mota e outros funcionários que denunciaram irregularidades.»

segunda-feira, dezembro 24, 2012

MAGNA CALINADA DO NICOLAU E DO EXPRESSO

«1. O Expresso publicou na sua edição de 15 de Dezembro no caderno de Economia uma entrevista com Artur Baptista da Silva, suposto membro do PNUD e supostamente encarregue pela ONU de montar em Portugal um Observatório dos países da Europa do sul em processos de ajustamento. 
2. O primeiro contacto entre Artur Baptista da Silva e eu próprio ocorreu a pedido dele para me apresentar as linhas gerais da conferência que iria proferir no Grémio Literário a 4 de dezembro, o que aconteceu, tendo sido introduzido pela presidente do American Club, Anne Taylor. 
3. O Expresso, e eu em particular, errámos ao dar como adquirido que a informação que nos estava a ser prestada era fidedigna e não carecia de confirmação. Pelo facto, peço desculpa aos leitores e aos espectadores por este falhanço profissional inadmissível ao fim de 32 anos de jornalismo. 
4. É na sequência desse encontro que o Expresso entrevista Artur Baptista da Silva e a publica a 15 de Dezembro. A 21 de Dezembro, a meu convite, Artur Baptista da Silva participa no programa Expresso da Meia-Noite da SIC Notícias. 
5. A entrevista ao Expresso tem repercussão internacional e a Reuters traduz uma grande parte para inglês. O jornal norte-americano "Chicago Tribune" dá também relevo à entrevista. 
6. Tudo indica que Artur Baptista da Silva não exerce os cargos e as responsabilidades que dizia ocupar e que as declarações que fez não vinculam nem a ONU nem o PNUD. Investigações conduzidas pelo Expresso e por outros órgãos de comunicação social indicam que Artur Baptista da Silva não faz nem nunca fez parte dos quadros de nenhuma daquelas organizações. 
7. Artur Baptista da Silva intitula-se também professor em "Social Economics", na Milton Wisconsin University, nos Estados Unidos da América. Consultados os sites alusivos aquela universidade constata-se que ela encerrou em 1982. 
8. O Expresso e eu próprio assumimos este erro e iremos reforçar os mecanismos que permitam um controlo acrescido sobre a credibilidade das fontes com que lidamos diariamente.» Nicolau Santos

UM SANTO NATAL A TODOS

QUE NATAL?


Ontem cansei-me de prazer, do meio da tarde até ao começo da noite, caminhando pelas ruas do meu Porto. De comboio até São Bento, depois subindo a 31 de Janeiro, com uma cena de 'civismo' a empatar o percurso do eléctrico, Santa Catarina, Aliados, Mousinho, Ribeira, e, para findar, travessia da Luíz I para o lado de lá, Gaia, que, na verdade é o meu lado de cá, onde um autocarro veio mesmo a jeito. Éramos seis. Filhas, esposa, irmã mais nova, sobrinho. Especámos a olhar para as montras das lojas mais tradicionais no Bolhão, os queijos, os Barca Velha, os frutos secos, os enchidos, um olhar à Charles Dickens. Não me foi pago o subsídio de desemprego, não há Natal.

sábado, dezembro 22, 2012

O FUTURO DA TAP TEM UM ROSTO

Germán Efromovich

DOIS SUPER-SECRETÁRIOS DE ESTADO

«...gostaria de deixar uma nota de apreço quanto ao trabalho que a senhora secretária de Estado do Tesouro tem vindo a realizar neste seu ano e meio de Governo. A sua acção governativa, especificamente no Tesouro, com todas as dificuldades envolvidas, tem sido (até agora) de grande eficácia e sucesso. A redução das yields nas Obrigações do Tesouro, as emissões de BT’s cujos prazos de reembolso se vão alargando e a própria extensão de maturidades de emissões ainda não reembolsadas são a prova do seu bom trabalho. O mesmo se aplica ao senhor secretário de Estado das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, Sérgio Monteiro, que tem sido outro governante de valor acrescentado, nomeadamente na forma como tem contribuído para equilibrar a operação do sector público dos transportes e pela forma tentativa como vai conseguindo alguma coisa (ténue) nas renegociações das PPP (sendo que, neste caso, Sérgio Monteiro poderia e saberia fazer bem melhor.…). Mas, enfim, tanto um como outro, ao contrário de tantos outros e apesar das minhas (várias) críticas ao Governo, estão entre os membros do executivo que merecem a minha admiração pela forma como têm logrado os objectivos a que se têm proposto.» Ricardo Arroja

SUPERLOVE

CÂNCIO SOBRE PASSOS COELHO

Imagem afixada
«Não há como negar: temos o primeiro-ministro mais aldrabão, incompetente, irresponsável e perigoso de sempre (desde que há eleições livres, bem entendido).» Em geral, a opinião de Fernanda Câncio não vale a ponta de um corno. Passe o eufemismo, um monte de merda a pronunciar-se acerca de um monte de lixo deixar-nos-á invariavelmente na dúvida quanto à pureza de intenções do monte de merda, pelo menos. Conhecida por distorcer e maleabilizar os factos, os pressupostos, as preposições argumentativas, até ao limite dos seus interesses facciosos e pontos de vista do mais tendencioso e venenoso que a imprensa nacional já conheceu, o que tem passado basicamente por suportar o socratismo, todos os seus refinados roubos, desvarios e excessos, Câncio não serve para mais nada. Especializou-se em aputalhar e debochar o debate tanto pelo que omite quanto pelos alvos que privilegia: está tudo bem com a Segurança Social Portuguesa? Bagão Félix é assim tão insuspeito? Passos é um superlativo aldrabão? Até poderia ser verdade. Tudo. Mas há um problema. Se e quando é Câncio quem o afirma, a força performativa da afirmação inverte-se. Aquele que Câncio execra ou detrai só pode ser um santo. 

quinta-feira, dezembro 20, 2012

TODOS SÓS NO MEIO DA TURBA

A solidão dos indivíduos é mais histérica neste tempo de Natal. Toda a gente é uma soma de egos sós, dramaticamente sós, cada qual com a sua ilusão de ser amado, não o sendo, pelo menos não o sendo conforme se ilude ser. Drama e libertação.

quarta-feira, dezembro 19, 2012

GASPAR, SCHÄUBLE E MOSCOVICI

Perante uma intervenção externa, toda a independência é aparente e ilusória em caso de não obediência, isto é, de incumprimento. A impotência pode ser esperançosa, mas é, enquanto o for, impotente. Por isso mesmo é muito fácil escrever isto: «O que aconteceu foi ouvirmos no Parlamento, num primeiro momento, um ministro das Finanças esperançoso de ver aplicar a Portugal as condições mais favoráveis concedidas à Grécia, para, seguidamente, assistirmos ao recuo em toda a linha perante a admoestação dos seus congéneres alemão e francês, aconselhando-o a não se colar à Grécia. Em política, o que parece, é. E, neste episódio, a postura de independência, que o Governo tanto reivindica, sai muito turvada face às vozes de Schäuble e Moscovici.» DN, Editorial

MAR, PRÉ-SOLSTÍCIO

terça-feira, dezembro 18, 2012

QUEM QUER CASAR COM O PS-CAROCHINHA?

A crítica ao Sistema Político Português não pode deixar incólume seja que partido for. Já por demais abordei a questão do mutualismo essencial de esse sistema, que explica que o Protesto vá só até certo ponto e o Radicalismo não transite a estrema mínima do ponto de não retorno. Somos assim. Não disparamos na disputas de estrada. Não esfaqueamos ao menor insulto, após o acidente. Temos um inibidor idiossincrático que se manifesta nas pequenas coisas e nas de força maior, como o caminho para sair desta Vexante Ingerência Externa. Ora, tal crítica ao actual Sistema Político não é feita pelos que, pretendendo escapar a qualquer exame de Regime, se limitam a blasfemar contra a Esquerda do PS, quer contra o Partido Comunista, uma Igreja absolutamente previsível e dogmática, quer contra o minoritarismo incontornável do Bloco de Esquerda. Em Portugal, esta Esquerda de Cristal petrificou-se nos seus postulados, tão impermeável à big picture global e às dinâmicas do nosso tempo quanto assoberbados na sua mundividência exclusivista e colectivista como caminho milenarista obrigatório para organizar o mundo que não persuade nem conquista. No meio de este Parque Partidário Jurássico Nacional, o Partido Socialista, reduzido a uma agremiação de videirinhos incapaz de mais que sonhos mal disfarçados pelo enriquecimento pessoal instantâneo de um Playboy Parisiense ou de um Bardamerda Vara, nem que seja à custa das impressoras de dinheiro do Dr. Soares, não federa coisa absolutamente nenhuma. Associar-se ou submeter-se à agenda da restante Esquerda que o enjeita equivale a divorciar-se do Projecto Europeu bem como à perda de credibilidade junto dos partidos e forças sociais equivalentes na Europa. O PS afunda-se no seu próprio pântano. Um partido descredibilizado e queimado por um pesado trajecto de desperdício, despesismo, corrupção no seio de governações sucessivas, não pode aspirar, pelo menos nos próximos dez anos, àquela que seria uma obscenidade irracional do eleitorado: uma maioria absoluta. Há, de facto, um processo de autocrítica no seio desse partido. Separam-se algumas águas, uma vez que alguns líderes locais desejam afastar-se de outros líderes com longos anos de nepotismo e rapina. Nota-se um suave, hesitante, lento movimento por mudança ética, segundo modelos e exigências que percorrem as redes sociais por líderes impolutos, carismáticos ou não. Não é por acaso que a doxa não larga mão de uma saudável e indelével suspeição em cima deste PS Manso. Tal debate interno atribui as causas da crise à própria incompetência e ao próprio espírito antes de tudo comissionista dos últimos Governos Socialistas: não há retórica nem artifício que possam vender uma imagem outra do Partido Socialista, tragável, potável, limpa de pecado. António José Seguro cumpre bem o seu papel de não contrapor quaisquer argumentos contra os factos e as evidências que imputam ao PS anterior a si grande parte dos nossos males. A Opinião Pública não pode perdoar um Partido que passou quase seis anos num inaudito assanhamento mediático avassalador para depois parir um rato, deixar-nos em herança dívida colossal, um emaranhado de compromissos pesadíssimos. Por isso mesmo, o que as sondagens espelham fundamentalmente é a pulverização do espectro político, com o PSD encaixando a maior parte da punção punitiva pelas suas medidas absolutamente sádicas, impopulares, mas sem que se desenhe uma alternativa nem uma saída se divise nos demais pólos do espectro. O PS portou-se mal, merdificou a política, destruiu a credibilidade do serviço aos portugueses e contagiou de escárnio e condenação as restantes forças políticas. Valeu tudo. O impasse das sondagens liquida as pretensões dos Otelo e dos Soares. Ninguém auspicia nem deseja eleições num actual contexto de pulverização partidária e de incerteza macroeconómica no seio do Euro. Os actuais 34% nas sondagens do PS converter-se-iam sem dificuldade em 27% ou até menos na hora da verdade. Por outro lado, o eleitorado nacional é esmagadoramente sénior, portanto, prudente e avisado: prefere um Governo Duro a falinhas mansas. Nada de bom haveria a esperar no regresso calamitoso da Calamidade-PS. Resumindo: não há alternativa a isto porque isto basicamente é a Europa, é o Banco Central Europeu e a Comissão Europeia. Uma boa alternativa à actualização Passista da linha seguida pela Comissão Europeia, pelo Banco Central Europeu e pelo FMI seria que o PS visse alguns dos seus ladrões processados e julgados, tal como todos desejamos punição exemplar dos Isaltinos, dos Dias Loureiro, dos Oliveira e Costa, dos Lima Duarte, e não a vemos. A única saída do maior partido da oposição vinculado ao Memorando era purgar-se de toda a merda sem ética, de toda pátina de cretinos e ávidos, agarrados a seu Pote de décadas, muitos deles deputados, muitos deles exilados e escondidos a gozar os proventos da sua habilidade e chico-espertice. Quando a Justiça portuguesa parir alguma coisa que se coma, alguma justiça finalmente cega à Esquerda e à Direita, um Isaltino na Prisão, um Sócrates algemado por gestão grosseira e danosa do Estado Português, os Portugueses voltarão a acreditar no Partido Socialista, a reconciliar-se com ele, deixando a pouco e pouco de olhar para esse fenómeno nefasto para o interesse geral como um Partido Corrupto, um Partido que saliva por Comissões nos Negócios de Estado, uma vez Governo. Mas isso é impossível! A omertà socialista parece impenetrável. Consiste num trabalho de sapa corrosivo, Estado dentro do Estado, que visa proteger o seu ranço para que o seu ranço proteja o seu bolor e o seu bolor proteja o seu excremento, num círculo vicioso perfeito, pedra de toque do Regime, um Regime Malcheiroso e Injusto sobre os mais frágeis, recheado de reformados especiais, de privilegiados dinásticos, da clausura dos benefícios garantidos de geração em geração. Para nós? Nem os restos, nem a dignidade, nem o trabalho, nem o caralho! Ninguém, nem PCP, nem BE, nem a maior parte do eleitorado encornado, quer casar com o PS-Merda-Carochinha! Vão sonhando!

AMEIAS NOS CÉUS E NA TERRA

MEU CORAÇÃO INCONFORMISTA

Sou por natureza inconformista, mas preciso de paz como de um pão celeste. Busco-a na paisagem mutável do meio-dia, na luz, nas mortes crepusculares de cada dia, no mar que contemplo. Escuto ansioso a palavra divina e abraço o silêncio e a solidão de cada dia. Não espero mais nada.

domingo, dezembro 16, 2012

NENHUM FRENESIM PIRANHESCO POR POSTAR

Nada, mesmo nada, merece o incómodo de um post. Nada. Nem um suspiro, nem uma pedante emanação de frases ou revelações. Nada. A ceara vai loura, pronta para a ceifa.