quarta-feira, maio 08, 2013

MOURINHO E A XENOFOBIA CASTELHANISTA-MADRIDISTA

Mourinho tem sido mal-tratado. Ponto. Muito maltratado. Ninguém imagina o que é a hostilidade preconceituosa contra o português quer da imprensa castelhana, desportiva ou não, quer da parte mais grunha e xenófoba dos adeptos madridistas. Por isso desabafa e tira do peito o que entende dever tirar.

O ALEMÃO ESTICAR DA CORDA AO SUL

«Passos/Gaspar terão sempre a glória de se terem financiado a uma taxa melhor do que a última do Zé Vígaro, a 10 anos. Agora, sonhar em taxas abaixo dos 3,5% da Tróika, é mesmo um sonho. Ninguém nos emprestará a menos do que 3,5%. Só mesmo, com um perdão de dívida, que acontecerá, mais tarde ou mais cedo. Depois, virá o degredo por uma ou duas décadas. Depois, a Alemanha impõe-se porque os outros não se sabem impôr à Alemanha. Só isso. É preciso ver o impacto de Nigel Farage, através do novo Partido político na Grã-Bretanha, nas últimas eleições locais. Teve este último resultado, o condão do toque a rebate do Partido Conservador inglês. Ou Bruxelas aceita a renegociação da presença da Grã-Bretanha na UE, ou a Grã-Bretanha sai da UE. Isto é que é gente. Não é gente como os caniches franceses, que andam a implorar ao Sr. Schauble, a condescendência de a França ficar com um déficit acima dos 3%. Portugal está na ruína POR CAUSA PRÓPRIA. Os alemães só estão a esticar a corda a gente que pensava que a Europa aguentaria tudo. Em grande parte da Europa do Sul imaginou-se que era possível não trabalhar e ganhar bem. Mais, imaginou-se que era possível ser pensionista aos 50 anos, com uma pensão muito superior ao salário mínimo. Portugal chegou ao abismo por culpa dos sucessivos votantes na COLIGAÇÃO PS/PSD. Julgavam as pessoas que era uma alternância, quando afinal era uma escolha entre o Dr. Sampaio e o prof. Cavaco. Ou uma escolha entre o Dr. Costa e o Dr. Pacheco. Esterco do mesmo saco. Entre socialistas e sociais democratas, não há diferença. Da outra facção mais à direita, apenas há tacticismo. Portas juulga que o eleitorado dele é mais estúpido do que ele é. Isto é, Portas diz que sim ao Sr. Seilasie, mas faz alocuções aos seus votantes das feiras e reformados, afirmando o contrário. Está na hora de se chamar a MAIORIA SILENCIOSA. Tarde ou cedo, a malta levanta-se. Ou emigra, de vez.» Anónimo

MENTIR COM TODOS OS DENTES

«O nosso mal agrava-se porque, como a dívida foi acumulada ao longo de décadas, a estrutura económica ficou distorcida, adaptando-se a níveis de despesa insustentáveis. Isso significa que muitos empregos e capitais estão em actividades condenadas. Assim, além da perda conjuntural de empresas, devida ao aperto da austeridade, sofremos a eliminação definitiva de ocupações fictícias, que a dívida alimentou. Em cima das radiações, há que fazer dolorosa fisioterapia. Logo, os que se indignam com a famigerada austeridade só podem ignorar a realidade da situação. Os caminhos fáceis que recomendam gerariam mais, não menos, sofrimento. Repudiar ou renegociar a dívida, sair do euro, rejeitar a troika são vias para o isolamento e alienação dos mercados, que nos afastariam de vez da estabilidade e desenvolvimento. O Governo tem errado muito, mas a oposição mente com todos os dentes. E sabe quem mente.» João César das Neves

terça-feira, maio 07, 2013

MANOBRAS DE DIVERSÃO PARA TROYKA VER

«O Documento de Estratégia Orçamental (DEO), já suspeitávamos, era sobretudo um plano de emergência financeira, para os próximos três anos, para levar o país até Junho do próximo ano, até à saída da ‘troika'. Sem qualquer estratégia digna desse nome, mas com o objectivo de capturar cortes de despesa para responder a uma ‘troika' que esgotou a sua paciência não só em relação ao Governo, como ao próprio Vítor Gaspar, que já não convence (quase) ninguém. Mas é pior, só serve para levar a sério este ano, mais, só serve mesmo para enganar a ‘troika' até à realização do Eurogrupo nos dias 13 e 14 de Maio, até ao fecho da sétima avaliação e à renegociação dos prazos de reembolso dos empréstimos europeus. Como Paulo Portas deixou claro na sua comunicação ao país, para 2014 e 2015, seja o que Deus quiser e a senhora Merkel deixar.» António Costa

KIM DOTCOM MORDE OUTRA VEZ

O MegaLóbi foi atacado. Aprendam como se faz uma, sei lá, gigarrevolutionbyte!: «The U.S. government’s take-down of Megaupload and Kim Dotcom has ramifications far beyond a single company and its executives. It sets an alarming precedent for regulation of the Internet, freedom of expression, privacy rights, and the very Rule of Law. The U.S. government should not be able to act outside the bounds of due process, at the behest of special interest lobbies, to destroy foreign-owned business enterprises and expropriate the private property of millions of individuals. In response to the unlawful conduct of the U.S. government, the U.S. House Committee on Oversight and Government Reform and the Office of Professional Responsibility of the U.S. Department of Justice should conduct an investigation and hearings into the conduct of the Megaupload prosecution by the U.S. Department of Justice. In particular, the issue of special-interest influence over the executive branch and the failure of the Department of Justice to protect Megaupload consumer data access should be scrutinized.»

A VIA DOLOROSA

«Alguns comentadores e jornalistas queixam-se que "70% dos cortes vêm de pensionistas e funcionários públicos". Deveriam vir de onde? Dos criadores de emprego, que já escasseiam? Dos jovens a recibo verde? Sem reservas substanciais, sem possibilidade de aumentar ainda mais a carga fiscal - já no limite em muitos sectores, sem possibilidade de confiscar poupanças via política monetária e sem crédito internacional além do dos nossos parceiros, qual seria a opção dos demagogos?

CONTRA O POLITRAUMATISMO DO MEDO

«SOBRE AS PROVAS DE AFERIÇÃO DO 4.ª ANO DO 1.º CICLO DO ENSINO BÁSICO (4.ª classe era mais fácil de dizer) Tenho uma filha que foi hoje para a sua primeira prova nacional, e confesso estar FARTO da parvoeira histérica que se tem gerado em torno desta estória das provas nacionais de aferição. Parece que se estão a mandar as crianças para as minas de diamantes da Serra Leoa. Ou melhor, parece que são os pais das crianças que estão a ser mandados para as minas de diamantes da Serra Leoa (por causa dos filhos?). Sim, é uma chatice ter de se dar apoio às crianças para elas estudarem. Sim, é uma maçada ter de se dar ao trabalho de criar sentimentos de auto-confiança nas crianças: leva tempo e não se consegue com uma ida ao psicólogo ou promessas de refeições no McDonalds. Sim, as crianças têm de estudar e preparar-se, o que é chatíssimo quando se põe a fazer birras e dão uma trabalheira aos adultos que têm (sempre) mais que fazer. Sim, as crianças têm de ir a outra escola fazer a prova e não é o seu professor que está a vigiar a prova: criar a capacidade de autonomia nas crianças é outra daquelas coisas que é uma chatice, pois mais uma vez leva tempo que se podia estar a gastar a trabalhar, a ver 'cenas' no Facebook ou simplesmente a abobrar em frente à TV. E sim, ter filhos é tão giro e engraçado, mas as crianças não são animaizinhos domésticos, ou brinquedos, ou extensões dos nossos desejos: são pessoas, e como pessoas têm de ser tratadas, educadas e amadas. E sim, dá trabalho, muito. Dá-me a impressão que o terror que estas provas supostamente 'provocam' nos filhos é, no fim de contas, um terror mais dos próprios pais em relação ao conceito de 'avaliação' que das crianças. Pais, cresçam, apareçam, e não tenham medo de serem avaliados. Ah, e ao contrário do que li hoje num artigo de um Psicólogo no Expresso Online, ser-se avaliado não implica deixar ninguém para trás: implica preparar futuros adultos a não terem medo do futuro, mal que parece afligir muita boa gente hoje, e que parece quererem passar para a geração seguinte. A minha sugestão é fazerem a todos um favor: acalmem-se, ajudem os vossos filhos a terem capacidade de trabalho e autonomia, a não terem medo. A falha, a existir, deve ser uma oportunidade para melhoria e aprendizagem. E o medo é uma coisa muito, muito feia, ouviram paizinhos?» Pedro Moura

DÍVIDA: A MENINA DOS OLHOS DE GASPAR


Evolução da taxa de juro das bonds de Portugal a 10 anos.
«Admitindo governantes responsáveis, arriscar-me-ia a dizer que os anos vindouros seriam de menos dívida pública, menos recurso a crédito e mais ponderação no investimento e consumo público. Como não o são, é cada vez mais evidente a insustentabilidade do actual Estado e do estado das finanças públicas.» mflopes

DITADURA SOCIALISTA DE CRETINOS E LADRÕES

«Nasci em 31 numa pobre aldeia norte alentejana. Frequentei a escola. Todos tinham horta e galináceos etc. e quando faltava o essencial roubavam. Meu avô materno dizia: «Come-se o melhor ou roubam-no.» Alguns andavam descalços e faltavam à escola para ir apanhar ‘bonicos’ de burro para estrumar a horta. Vieram morrer de fome e trabalho rude na periferia de Lisboa. Sempre me preocupei com as patologias sociais. Tenho que viver no seio delas. não tenho a mínima consideração pela esquerda revolucionária, ps incluído. Trataram-me como se fosse um criminoso e na minha aldeia quiseram matar-me. Tive de comprar um revolver. Sempre fui democrata e pertencia ao GOL. Tive 4 Amigos comunas. Convivi na empresa com um amigo intimo do barreirinhas que viveu com ele na clandestinidade. Dizia que este era um ser miserável. Convivi com a cozinheira da empresa, alentejana muito doente, da idade de minha mãe. Viveu na clandestinidade com um futuro deputado do pcp que por recordação lhe deixou uma filha de quem nunca se lembrou. Contou histórias de arrepiar. Tive de suportar na empresa um filho da puta licenciado pela universidade do Tarrafal a quem também tratei abaixo de cão. A ditadura desta revolução socialista de cretinos e ladrões deixa-me verificar que a anterior era bem melhor. Longe de mim ser saudosista. Escrevo sobre o meu testemunho do passado, mas penso num futuro sem esperança. Ontem decidi deixar de ouvir a lenga-lenga do telejornais anti-contribuintes. Tenho a Net para saber tudo e o seu contrário. Preparem-se para viver muito pior numa Europa falida.» balde-de-cal

GABRIEL, O PENSADOR-POETA E MARLON CORREIA

segunda-feira, maio 06, 2013

QUEIRA DEUS

«Merkel vai despertar do seu sono hipócrita quando, a sofrer por causa da política salarial alemã, os países europeus unirem forças para fazer um ponto de viragem na crise penalizando inevitavelmente as exportações alemãs.» Oskar Lafontaine

AOS FILHOS DE FOUQUIER-TINVILLE

Chega. É chegada a hora de olhar para Pedro Passos Coelho e Paulo Portas e mesmo para o obediente frankfürter Gaspar como o último reduto para o êxodo-êxito da Intervenção Externa. Perante a incoerência e cinismo do FMI/BCE/CE, são eles, e não outros, a nossa única e exclusiva esperança, última oportunidade para nos salvarmos colectivamente de desgraças maiores, da desordem política, do caos fútil, do descrédito internacional. 

Em geral, os partidos políticos na Oposição, certos comentadores e especialistas afectos a determinados partidos momentânea ou permanentemente fora do exercício do Poder, como o intelectualmente desonesto e autodeslumbrado Daniel Oliveira ou o visceral zarolho Miguel Sousa Tavares anti-docentes, só nos garantem o Fim do Mundo e nada mais que a desgraça geral e colectiva. O registo de Daniel Oliveira, especialmente depois do abandono espectaculoso do BE, passou a ser explicitamente desonesto quando, colocando em perspectiva José Sócrates [a devastação que pôs em movimento] e Pedro Passos Coelho [nada mais que um bombeiro atrevido com óbvio desinteresse na demagogia e no eleitoralismo, debatendo-se com a paralisia do Centro Decisor Europeu] escamoteia a evolução favorável dos números entre 2010 e 2013. No défice e na dívida. O Daniel, claro, dir-me-á, o que sempre diz ou manda dizer: «O seu post é uma coisa execrável!» Infelizmente, nunca acerta no alvo do que se deve realmente execrar como a venalidade intelectual que explica parte da desgraceira de País mediático em que vivemos.

DOIS "STATU QUO" EM GUERRA

Na guerra entre o statu quo em Portugal e o statu quo na Europa, que venha o diabo e escolha ou vença o melhor: «Só estas notícias, e a falta de apoio generalizado, é que fazem, raramente, acreditar que este Governo pode estar a ser incómodo para o "statu quo" nacional. Infelizmente, para isso, está a ser apoiado pelo "statu quo" internacional...» da Maia

HÁ PENSÕES DESPROPORCIONAIS, INJUSTAS

«Os meus pais são ambos reformados. No entanto acho o imposto sobre os reformados muito mais justo do que outras medidas. Qual é o grupo populacional que tem mais estabilidade no que se refere aos rendimentos? Obviamente os reformados. Não podem ser despedidos, não podem ser mandados trabalhar para longe de casa, não podem mudar os horários de trabalho, não podem cortar nas férias, etc. E o mais importante é que têm os seus rendimentos garantidos para sempre. O calculo das pensões, principalmente da função publica , há uns anos e não são muitos era tremendamente injusta e insustentável para as actuais gerações. Basta ver que as pensões por exemplo de um engenheiro, um médico, etc., normalmente são de valor muito superior ao correspondente salário na actualidade» Anónimo

MAUS SINAIS DO IRMÃO BRASILEIRO

Provavelmente, alguma da elite política brasileira hoje no Poder acompanha com ignorância e desdém os acontecimentos dramáticos na Velha Europa, especialmente as humilhações do Estado Português sob resgate externo, convencida de que as suas escolhas megalómanas à pala do Mundial 2014 e dos Jogos Olímpicos 2016, não lhe trará amargos de boca também a ela. Se assim é, essa elite é mesquinha e acerba. 

Basta a simples noção de que, tal como em Portugal, a força devoradora da corrupção brasileira tragará , uma e outra vez, fatalmente, na sua voragem, todo o potencial criador e justo de uma economia repleta de potencial. É pena. Num mundo global, ninguém vive com a miséria vizinha, nem que o vizinho [pomposo país irmão] fique a mais de nove mil quilómetros. Porém, no Brasil provinciano e circunscrito de Dilma, tudo é possível. Até a ingratidão.

Ora, medidas como esta recente, de reafectação a outros países de sete mil estudantes brasileiros que tinham escolhido Portugal para fazer parte dos seus estudos superiores, após o Governo brasileiro ter anunciado, no dia 24 de Abril, o cancelamento das bolsas para Portugal concedidas no âmbito do programa Ciências Sem Fronteiras, além de ressumarem ingerência na esfera pessoal dos estudantes e serem de duvidoso sentido estratégico num País que, em todo o seu gigantismo, só ouve a sua língua e a sua língua é a sua única música [não há legendas nos filmes, nas séries, em inglês, francês, alemão, espanhol]  só vêm comprovar que Portugal, nesta hora decisiva e solitária, em que todos os tapetes nos são tirados de debaixo dos pés, não tem todo o apoio nem toda o carinho que merece do Brasil. Tem o preconceito em cima. Tem o mito tropicalista ressentido, presumido, e os seus equívocos de reescrita histórica ao arrepio da tese Casa Grande & Senzala. Tem a desconsideração pelo pequeno País, o castigo do desdém, o alheamento desse Brasil, por tanto tempo vítima do FMI e ainda sujeito a ratings nada lisonjeiros por parte das agências de notação sediadas no Umbigo do Mundo, Nova Iorque.

Sim, isto é bem verdade para as pessoas e para os Estados: no mundo real, quando não se tem dinheiro, até os cães nos vêm mijar às canelas, coisa ainda mais verdadeira numa sociedade ultraliberal, para lá de salve-se-quem-puder, como a brasileira. Ouve-se dizer que as coisas vão melhor que nunca no Brasil, mesmo com uma Europa que não compra e num mundo em suspenso e em risco global perante o abismo europeu com a crise do Euro. É possível. Mas a primeira vítima da alta política do Planalto já é o défice de nobreza de que a medida referida é só um sinal. Um mau sinal.

sexta-feira, maio 03, 2013

AS FRACAS MENINGES DE DANIEL OLIVEIRA

«Antes da queda do 2.º Governo Sócrates estávamos a endividar-nos em mais de 1.000 milhões por mês. Era um pouco mais de 12.000 milhões por ano. Se isso servir de termo de comparação para o Daniel “Short Term Memory” Oliveira talvez ele consiga perceber a diferença entre uma situação e a outra. Mas não espero que a esquerda na oposição faça uso da honestidade intelectual que NÃO a caracteriza.» Álvaro Marques

MAS NÃO ESTÁ

«Quem assinou o contrato, só por isso, devia estar preso.» Paulo Morais

UM PAU-MANDADO É UM PAU-MANDADO

Odeio culpabilizar quem não tenha culpa. Mas a vida pública, na verdade, é feita de permanentes juízos políticos e eu faço os meus, eventualmente a tender para a hipérbole, dado o grande eufemismo da responsabilização pública, e com um pendor para o espancamento, com pontapés e ganchos, aos socialistas que na verdade nem são socialistas, lá por terem socialista na sigla. Deve ser porque na verdade não ando longe do limiar da loucura. O que me enlouquece? Bem, a tragédia em decurso no País em que me coube nascer e tudo o que de inútil embora profiláctico escrevi e vi ser escrito desde 2006. Boa parte da nulidade dos nossos horizontes diz respeito à miséria eleitoralista de quem foi sendo Governo até aqui. Pouco ou nada me consola. Tu, Querida, e as filhas. Esta manhã, a menos de metade de um pedido teu, corri a buscar pasta de dentes para a tua escova. Subi as escadas, desci com ela bem disposta, deitada nas cerdas da tua escova — sou o teu pau-mandado. O teu pau. Feito. Mas este meu País em que não nasceste, que dor!!!

quinta-feira, maio 02, 2013

A DECADÊNCIA DO SOCIALISMO FRANCO-PORTUGUÊS

Houve um tempo, demasiado recente, em que gastar dinheiro em Portugal era todo o âmbito da política. O que importava fazer? Gastar. Em quê? Não importa. Importa gastar. Era o socialismo. Quinze anos dele.

Deu-nos estagnação do PIB, deu-nos facilidades amargas, dívidas à fartazana, facilitismo, falências, um cortejo guloso de políticos na gula gananciosa de rapar em pelo menos duas legislaturas. Mas agora temos Gaspar, o Marciano, alguém que não contemporiza com detalhes, não se apieda com choradinhos, nem se detém com impostores de Esquerda ou com Moralistas Socialóides com demasiado boa consciência e as mãos vazias de economia, risco pessoal, em benefício dos pobres dos desempregados.

RICARDO, UM INESPERADO PORTUGUÊS

CRASH DO SISTEMA POLÍTICO FRANCÊS

«In a nutshell, France's problem can be explained this way: Steve Jobs could never have created Apple Computer in France, all other things being equal. French culture, attitudes towards work, hostility to private profit and, especially, paperasserie -- the way government works -- would have conspired against him. Over-taxation, over-regulation and politicized allocation of capital would have made Jobs' achievements here impossible there. The public fury unleashed by disclosures that socialist politicians in Hollande's government maintained secret foreign bank accounts says more about where the French really are than your dismissal of my supposed right-wing sentiments and ignorance (delivered from London, of all places). The French are aware that their failing political system is dragging them, and France, under. But they can't agree on what to do, or how to fix it.» Steve Singer em France Has Its Own Currency Again

UNS SÃO MAIS IGUAIS QUE OUTROS

«Welcome to the club, France. Now, why are you doing all this austerity?" There is no austerity in France. Consumer spending has never been higher and has grown steadily every single year, and so has the debt and so has government spending.» Benivel em France Has Its Own Currency Again

quarta-feira, maio 01, 2013

GASPAR, SWAPS E O PASSADO INTERDITO

Meu Deus, que País dualista, bizantinista, clivado, segundo o tal paleio que não faz acontecer. Isto, o ambiente do comentário e da politiquice, está de tal maneira maniqueu, que vale tudo, à força de insistência, para abater os incumbentes, herdeiros do Pedido de Resgate, mas poupar os agentes que fizeram trinta por uma linha e procrastinaram contas e riscos, como se não tivéssemos fatalmente de pagar todos os desmandos e optimismos. 

ESTAR NERVOSO: «JOGO E GESTÃO POLÍTICA»