O CORO
Quem lê os fanáticos socialistas e os vê a comparar o incomparável: os tempos despesistas do passado com o presente conclui que lhes habita a mente esta ideia peregrina — todos os males portugueses, nessa altura, advinham do coro de protesto e insatisfação interna, de bloggers, movimentos e Oposições, e não dos excessos, erros e abusos cometidos. Por isso, não passa sem remoque mesmo uma ideia pró-activa no sentido de observar e contrariar o alarme social em que os socialistas e os socratistas têm apostado, adeptos que são da terra queimada, caso não sejam eles o Poder.
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