FUCK ME IMATERIAL
Qualquer coisa de paradigmaticamente nojento o extinto Grupo de Trabalho para o Património Imaterial: «Dois dos membros daquele grupo, que custou ao Estado cerca de 209 mil euros, acusam o Instituto dos Museus e da Conservação (IMC) de nunca ter proporcionado as condições indispensáveis ao seu funcionamento. Um deles, o ex-director regional de Cultura de Lisboa e Vale do Tejo, Luís Marques, responsabiliza pessoalmente o secretário de Estado da Cultura, Elísio Sumavielle, pelo falhanço do projecto e por ter "lesado o interesse público".»
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Comments
post scriptum: Claro que o Património Imaterial existe e é importante, não acredito é na integridade das dinâmicas que levam à criação dos organismos e dos projectos que visam o seu estudo e salvaguarda. Por mais água das rosas que usem a perfumar as suas acções, o que vem destes governantes cheira sempre a podre.