quinta-feira, outubro 12, 2006

O ESCRAVÓMETRO DA MINISTRA














Agora, ser professor cumpridor mata.
Agora, ser professor sério é tão vulgarizável e minimizável como não o ser.
Agora, ser professor empenhado tráz malefícios graves à saúde
pelos novos constrangimentos, pelos novos estrangulamentos de espécie vária.
Agora, ser professor implica abdicar de ser pai e abdicar de ser pessoa
porque, para se ser professor, só se pode ser máquina e nunca avariar.

Portanto, não professore, pela sua saúde!

Erigindo a pirâmide mentirosa e faraónica dos resultados falsos
e das estatísticas mentirosas para papá ver,
o escravómetro da Ministra vai de vento em popa...

Não pára.
Não cede.
Não retrocede.
Não escuta.
Não atende.
Não conhece.
Não sabe.
Não quer saber.
Não compreende.
Não!

É a gestão no seu melhor
a triturar as pessoas sociologicamente.
Ela, a Ministra, trouxe todo o espancamento ao professor
que o Eça sonhara para a nação inteira,
através de uma sangrenta invasão espanhola!

Porque uma invasão ou uma agressão moralizam e regeneram.


Joaquim Santos

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