sexta-feira, agosto 17, 2007

SÍNTESE DA PEDRA


Bardos de todo o mundo, uni-vos!
É evidente que nem tudo vai bem no planeta da finança,
a alta finança caganeira agora perdas,
rebentada a bolha do sobrecrédito ao imobiliário lá,
onde a googleganância é mais premente.
ç~k
Impende sobre nós a espada de nada mais haver que a espada, irmãos.
O filho da puta, paneleiro anónimo, do grande capital anónimo agremia-se, carteliza-se,
contra a pessoa concreta, contra o indivíduo,
a lei do trabalho, a torção à economia,
materializam-se num grande e conveniente cada qual por si,
e essa energia devoradora
faz de nós, meros indivíduos indefesos, os dumbasses, os parvos, os joguetes
que eles manipulam.
ljj
Nós, os bardos sem qualquer melifluência, sem qualquer pingo de sentimentaloidismo,
nós, os que queimam a palha do oco na palavra-espada,
os que enlouquecem de fúria rouca perante a veleidade sem-vergonha
dos governantes, esse escravos dos portentos globais,
que nos couberam no panorama actual mundial,
nós, os que ousamos fodê-los palavreiramente
porque nos fodem sem dó naquele grande contempto das pessoas-número,
das pessoas-mercearia, mera contabilidade,
das pessoas-deserto,
das pessoas-professor atirados ao pó do desprezível e à merda da irrelevância
no mais vergonhoso tratamento pela seriíssima cara de puta de serviço e blogobservadora.
çk
Os altos desígnios de Portugal estão-se a cagar
para esta gente a ensaiar arrogâncias
e receitas de arrogância
e métodos bufarinhentos concordes com a puta que os pariu.
A pedra rija é todo o seu sem-semancol
quando escrevem cartas e se defendem da merda que fazem educação.
çlk
Sejam, bardos do mundo, os Bill Gates da Palavra
esse ser podre de rico na firme certeza de o ser, tal é o poder novo,
temido por essa gente até agora agindo nas nossas costas e contra nós:
que se pense o que fazem,
que lhes produzamos nudez,
que a nudez por nós neles gerada bardoblogueana faça pasta-sangue
de essa arrogância.
çlk
Não sei como fazer face à estupidez geral que, numa inconsciência de reses
em alegre fila para o matadouro,
dá guarida a este estado covarde, conas, de coisas.
Já nos trairam que baste.
Lancêmos-lhes os molotov
da nossa consciência lúcida, guerreira, do que nos fazem e do que são.
A pau, pedra e espada - deitemos mão.
À pedra da palavra fundamentada e atenta, que é mais barata!

2 comentários:

Tiago R Cardoso disse...

É o capitalismo, joshua, o capitalismo...

COPIANDO O LINK disse...

bom dia. desculpe-me por não lhe responder mais rapido. gostei muito do conteudo de seu blog. como voce já arfimou as vezes as imagens falan mais auto do que palavras. fico muito grato pela sua visita em meu blog. iremos adicionar seu blog em nossa lista de referencias em nosso blog.. um abraço

copiando o link