segunda-feira, abril 18, 2011

VAI VIR CHARTERS COM FUTRES

Eu compreendo o arroubo da Catarina por Futre. Quase concordo com ela, tirando o excesso de poesia, o tom panegírico ou uracrasia. Na verdade, Futre faz falta porque é autêntico e leve, não se leva demasiado a sério num País contaminado por mil processos de mentir e trapacear e gente perigosa, toda incúria e malfeitoria. Ele é de facto mais um humanista de quem o País se ri para não chorar: «Futre é sinceridade quando está toda a gente a medir as palavras. Futre é energia, quando toda a gente está cansadíssima de medidas de austeridade que nos sugam toda a vontade de fazer coisas. Futre é mundo, quando está toda a gente fechada nestas agoniantes fronteiras. Futre é inteligência emocional, quando está toda a gente centrada sobre si própria, a ver como se safa nos próximos meses. Futre é humor natural, quando está toda a gente séria.» Catarina Carvalho

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