A MÁQUINA DE MATAR PORTUGUESES
O PS-Governo foi um desastre em dose dupla para o qual faltam adjectivos. Entre sufocar jornalistas, perseguir professores, facilitar o aborto arbitrário e atirar famílias para a indigência automática graças à leviandade do divórcio instantâneo, à beira da bancarrota, como escreve Zita Seabra, não se pode esquecer que está tudo interligado. Enquanto se ceva do erário, o infecto socratismo sarnento tem sido uma excelente e eficaz máquina de matar portugueses [de fome ou imoralidades em cascata] à qual é preciso pôr cobro: «Os resultados começam a estar à vista e já não me refiro ao envelhecimento dramático da população portuguesa a níveis imbatíveis na Europa. Refiro-me, sim, às palavras do Presidente da Comissão de Ética, o prof. Miguel Oliveira e Silva, um dos responsáveis pela actual lei, que acaba de propor a sua revisão, sublinhando o facto de mulheres terem recorrido a dois ou três abortos nestes breves anos de vigor da lei. Considera ele que, perante estes resultados, "não devemos continuar a pagar dos nossos impostos um segundo aborto recorrente a uma pessoa que, irresponsavelmente, após o primeiro, falta à consulta de planeamento familiar". [...] A caminho das eleições e mergulhados em números da crise económica, num país endividado e sem futuro, corre-se o risco de esquecer que tudo está interligado e que dois conceitos (simplificando um pouco) estão na origem de tudo: ausência de ética e de responsabilidade na sociedade, na família e em cada português.» Zita Seabra
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