sábado, janeiro 01, 2011

UM POVO A BEBER CICUTA

a) Subida dos impostos; b) redução salarial; c) corte nos benefícios sociais; d) pensões congeladas; e) novas taxas para as contribuições para a Segurança Social; f) serviços de Saúde mais caros; g) menos meios humanos e materiais na Educação. Isto e mais alguma coisa a partir de hoje, mas sem esquecer que esta compressão não vai chegar mesmo porque muito pouco de sério se vê quer no Sector Empresarial do Estado quer nas Parcerias Público e Privadas, onde os mesmo vícios despesistas permanecem, permanecendo a mesma dispendiosa gente pseudo-gestora de colocação política, peixes na água, gente de velha dependência política e ainda mais velha gula sobre os magros recursos do Estado. Parece remoto que paguem eles a crise que geraram. Pagamos nós. Aguardemos, portanto, a qualquer instante o PEC seguinte, cenas do nosso filme anunciado.

2 comentários:

Anónimo disse...

Por ilusão auto-induzida - ou por pura estultice - o 'povo', nos primeiros segundos de 2011 seguidos entusiasticamente nos relógios das TV's, bateu panelas e vibrou latas contra a parede musgosa de varandas e marquises. Deviam estar a festejar a nova taxa de 23%. O pior ainda está para vir; e tudo isto não se sabe bem para quê, ou que eficácia terá. À "revitalização da responsabilidade", tão pomposa e teoricamente propalada por Carrilho, dever-se-ia seguir de imediato a revitalização do castigo exemplar. Sem isto nada mudará.

Ass.: Besta Imunda

Anónimo disse...

BILDERBERG a actuar a olhos vistos!
O PS e o PSD são o braço esquerdo e o braço direito destes "amigos de Portugal".
Daniel Estulin explica como vai ser.