quarta-feira, maio 09, 2007

ANTÓNIO BALBINO CALDEIRA, UMA VOZ CLAMAVA NO DESERTO


Firme,
munido da verdade investigada, crivada,
revestido dos factos crus, confrontados, testados,
fazes, António, de hemiPenélope:
só desmanchas,
sem urdir antes nem depois,
a trama mentirosa dos merceeiros de favores,
dos prostitutas dos interesses,
dos controleiros partidários,
dos sequestradores da transparência,
dos novos brutais e pidescos sub-reptícios tiranos,
os tais que te ameaçam democrática e concretamente.
Ontem, Do Portugal Profundo, só e abscuro.
Hoje e amanhã, tornado multidão.

1 comentário:

Ruvasa disse...

Viva, Joaquim!

Mas temo por ele. As multidões são volúveis. E facilmente compráveis, quando menos, manipuláveis.

Abraço

Ruben