sexta-feira, dezembro 07, 2007

COMBUSTÕES E O EFEITO SIÃO


Tem sido fascinante acompanhar
as observações emotivas e eurocomparativas do Miguel lá,
para onde se auto-exilou a fim de estudar e respirar.
Para além de uma corajosa apologia da Monarquia,
(das mais sistemáticas, inteligentes e fundamentadas apologias que se bloguelê por aí)
de uma Monarquia testemunhada ali como exemplar,
no Miguel há a sensibilidade às gentes locais
na sua diversidade e no seu comum amor ao Rei.
çlk
Mais que o próspero pragmatismo e próspera sisudez infeliz de europeus,
que me lembre, em caso nenhum cá se pode falar de um vínculo de afecto-amor
aos cíclicos Presidentes que as Repúblicas ciclicamente regurgitam
como traço unificador de um Povo. Bem pelo Sarkozy contrário crispado.
Ah, é verdade, é a Razão! A República é uma Coisa, um edifício, racional!
Os Romanos também as tiveram, às Repúblicas,
e a mutação galopante de todas as estruturas originou sempre outras e novas coisas.
Acredito igualmente que estão em curso novas e indeléveis mutações
que tornarão imperioso que o Poder e a Identidade Nacionais se definam
mais segundo um tipo de afecto siamês estável a um Pai estável-esteio
que segundo a putalternância presidencialícia simbólica,
instituto aliás oneroso ao País, quer antes (16.000.000 euros!!!)
quer reforma-após o exercício de funções.

1 comentário:

quintarantino disse...

19.000 euros de reforma? Aceito. Assino onde?