sábado, dezembro 22, 2007

CRETINÁRIO, DE CRETINO MESMO


Violinos beethovenianos
soam nos meus experimentados ouvidos.
Há um tempo de desatinos. Definitivamente, há um tempo para andar perdido.
Este, de sedes, de torpezas, tropelias, tempo torpe, pasma o Pedro, do Crosta-Fitas,
um tempo sem oceanários nem peluches, só com sangue e assassínio,
só com Cretinário - o Cretinário soma e segue
se o Homem não mergulha no Divino.
lkj
Uma bela sopa esteve em cima do meu Poema fumegante.
Um duplo café-para-toda-a-noite
está em cima do meu Poema.
O meu Poema é todo!
O meu Poema é tudo!

4 comentários:

Blondewithaphd disse...

I'm sorry for dropping in like this, but I was deeply moved by what you wrote on the other side. Thank you.
And please take care.

Unknown disse...

Desejo um bom Natal ao autor do blogue e a todos os seus leitores.

José Carreira

(www.cegueiralusa.com)

Pata Negra disse...

Perdi o estado de poesia,
Sou todo Natal!
Abaixo a poesia!
Vivam os poetas!
Li algures em tempos:
"E agora? Estou perdido! Devo parar?
- Não! Se paras estás perdido!"

joãoeduardoseverino disse...

Feliz Natal, Joshua. É sempre um prazer vir ao seu blogue. Abraço